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e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

MALAFAIA-NO-JUTSU STRIKES AGAIN!

“Here once again there’s a battle to fight
Gather together for the sound and the might
So long did we wait now we are home

(...)

Fight for the kingdom bound for glory
Armed with a heart of steel
I swear by the Brothers who stand before me”
– Manowar, “Call To Arms”, do álbum Warriors of the World, de 2002


Matar UM DRAGÃO é realmente uma sensação indescritível.
Porém, matar DOIS DRAGÕES é um sentimento que déia a pessoa simples e realmente sem palavras.
“The clash of honors calls
I will stand when others fall
Gods of war
Feel the power of my sword”

– Manowar, “Power of Thy Sword”, do álbum The Triumph of Steel, de 1992



Na verdade, eu não matei os dois dragões acima citados, mas sim somente um – o terrível e abominável monstro conhecido como TEORIA DO TEXTO POÉTICO. O outro – tão igualmente mortífero e também grande destruidor de cavaleiros descuidados que teimam em enfrentá-lo, conhecido como COMPREENSÃO E PRODUÇÃO EM ALEMÃO 2 – eu deixei às portas da morte, sem chance alguma de recuperação.

Sem nenhuma estratégia e com toda a coragem (i.e.: estupidez) possível, vesti minha armadura, embainhei minha Anduril, empunhei minha lança e meu escudo, cavalguei meu corcel até o campo de batalha e lá os enfrentei.


O embate contra TEORIA DO TEXTO POÉTICO realmente foi muito mais complicado e árduo do que eu pensara, ainda mais sem estratégia pré-planejada. Somente com “a cara e a coragem” e toda a habilidade adquirida em batalhas anteriores contra outros oponente tão poderosos quanto. Alimentado de inabalável e calcinante vontade em finalmente derrotá-lo, engoli todo o medo que verdadeiramente possuo deste inimigo (e de mim mesmo caso fosse por ele derrotado) e, e parti para cima do mesmo, atacando de todas as formas possíveis, não permitindo que pensasse e formasse um plano de ação contra mim.
De forma alguma, ele se rendeu. De forma alguma, eu preferiria que fosse deste modo.

Ele era maior, mais forte, mais ágil e, muito provavelmente, mais esperto e mais cheio de recursos do que este que vos relata esta história.
Entretanto, existe uma GRANDE diferença entre TER mais recursos e SABER USAR estes recursos contra você está lutando.
E eu sei usar os meus.












Embora deveras fatigado e combalido da batalha contra TEORIA DO TEXTO POÉTICO, a peleja contra COMPREENSÃO E PRODUÇÃO EM ALEMÃO 2 fora mais calma do que a anterior, por já conhecer muito melhor o adversário. Todavia, por estar com as feridas ainda abertas, tive que me valer muito mais de estratégia e conhecimento prévio tanto do terreno quanto do inimigo para que pudesse triunfar sobre o mesmo. Por isso, tive que esperar o momento correto para cada ataque, valendo-me de toda a paciência e sangue frio.

Ele, tal qual a mim, era paciente.
Tal qual a mim, lutou bravamente.
Mas somente um podia triunfar.



Porém, este embate ainda não terminou. Lá ele está, em sua caverna, com uma lança presa em seu tórax. E eu sei que ele pode se recuperar totalmente a qualquer momento, pronto para engolir a mim e a meu corcel.
Mas, até lá, eu estarei pronto para sua recuperação. Maior. Melhor. Mais forte.
E ele não conseguirá me derrotar.









(Certamente [e eu, de todo o meu coração, espero que não seja], você deve ser mais-um-na-multidão e estar pensando que tudo isso aqui postado/descrito não passa de um monte da MAIS COMPLETA e PURÍSSIMA MERDA, escrito por alguém que vê o mundo de um ponto de vista totalmente utópico e sem-sentido.
Bem, que fique logo muito bem explicado:
ESTOU POUCO ME FUDENDO PRO QUE VOCÊ ACHA SOBRE ISSO!
NÃO FOI PRA VOCÊ QUE EU ESCREVI ESTE TEXTO!
)



Para todos aqueles, homens e mulheres, rapazes e moças, meninos e meninas, que se sentem como um cavaleiro em completo júbilo quando derrota um dragão – esta postagem é pra vocês!

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