terça-feira, 30 de agosto de 2011

AKIRA!

RESUMO SUPER RESUMIDO
Neo-Tóquio, uma Tóquio reconstruída após ter sido destruída na (não tão distante, em minha opinião) III Guerra Mundial, supostamente iniciada pelo crescimento incontrolável de poderes sobrenaturais de uma criança chamada AKIRA, que foi registrado no programa governamental secreto de pesquisa do Japão. 30 anos depois desta III Guerra Mundial, uma gangue de motoqueiros liderados por Kaneda Shōtarō é envolvido numa luta com a gangue rival, quando o membro mais novo da gangue de Kaneda, Tetsuo Shima, colide numa auto-estrada com uma criança misteriosa que havia escapado do programa de investigação psíquica secreta do governo. Tetsuo é depois levado pelos responsáveis deste programa governamental juntamente com a criança, sendo sujeito às mais diversas experiências. O incidente com a criança misteriosa bem como os testes realizados acordaram os poderes latentes de Tetsuo, com desastrosas conseqüências tanto a nível pessoal, bem como conflitos interpessoais com os seus amigos, e a nível mais amplo, uma vez que Neo-Tóquio é novamente ameaçada por outro incidente.

Pra resumir de um modo mais básico, Akira é basicamente uma das histórias mais fodásticas de todos os tempos, tanto no mangá, sendo o primeiro mangá japonês a ficar famoso no mundo todo a partir de 1988, publicado originalmente entre 20 de dezembro de 1982 e 25 de junho de 1990. No Brasil, foi publicado pela Globo entre 1990 e 1998, tendo de ’94 a ’97 um hiato justificado pela editora devido a série, publicada nos EUA pelo selo adulto da Marvel, Epic, ter encostado com o material japonês, que ainda não havia terminado na época. Conseqüentemente, o final da série atrasou nos paises onde era publicado.

Não me peça pra te levar a sério se você ainda não leu a HQ e nem viu a animação!

E, como eu definitivamente não sou um cara legal – CLIQUE NAS CAPAS PARA DOWNLOAD


Muitíssimo obrigado, galera do RAPADURA AÇÚCARADA pelos scans! Só tô reunindo tudo de uma vez pra galera!!!!!




Pra Tropa Nerd do RPG, do Anchieta, do CEFET e da UF – das ist für Ihnen!!!

NÃO SE IMPORTA SE ESTOU PRONTO OU NÃO – LÁ VOU EU!

E eis que, depois de tudo que aconteceu no mês de julho, de ter conseguido um resultado decente no PLE (i.e.: Período Letivo Especial) de ODGT e ter levado novamente o total caralhation from hell – desta vez, o final – na prova de S&P, começou o QUARTO PERÍODO de 2011, o último do ano.
Antes de dizer quais serão minhas amantes e inimigas do semestre, deixem-me primeiro explicar o que são os Períodos Acadêmicos da Universidade Federal do Pará.
O ano letivo acadêmico se divide em quatro blocos, dois normais e dois especiais. Enquanto nos normais rolam os semestres acadêmicos normais, nos especiais são ofertadas as disciplinas que não foram ofertadas nos semestres normais para alguns cursos ou algumas disciplinas extras caso haja um número muito grande de reprovados.
Como se dividem estes períodos?
Primeiro período: janeiro e fevereiro.
Segundo período: março a junho.
Terceiro período: julho e agosto.
Quarto período: setembro a dezembro.
Observação: para TODOS OS OUTROS cursos, o quarto período começa na terceira semana de agosto, MENOS PRA LETRAS (vai entender!).

Minhas amantes e inimigas do semestre corrente:
Semântica e Pragmática*
Psicolingüística*
Oficina de Avaliação de Materiais Pedagógicos (OAMP)
Oficina de Compreensão e Produção Escrita em Alemão
(OCPEA)
Oficina de Ensino de Literatura (OEL)
Ensino e Aprendizagem de Alemão 2 (E²A²)
Poesia Germânica (PG²)
* refazendo estas porras!


Deixa eu voltar pr’O Lobo da Estepe, que o Fab me emprestou pra fazer um trabalho pra SEMAL (i.e.: o trabalho sobre parte do mesmo livro, já comentado em Vitória dos Lobos, de 9 de junho de 2010), que me é mais lucrativo neste momento!



“FELIZ ANIVERSÁRIO!!!” e “MUITOS FARRAS NA VIDA!!!” para meu Irmão-Lobo de copo e nerdice JEAN KLEYTON FERREIRA COUTINHO!!!!



inté!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

FEITO NA HORA DA AULA?!? NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO, ‘MAGINA!!!!!

[sem título]
PRECISO dizer que você é a guria mais bonita da sua classe?
Tomara que ainda não tenham te dito isso...
Aos meus olhos, pareces/és tão delicada mesmo nos atos mais aparentemente severos e nos mais suavemente rudes,
Na atitude “I’ll make it may way, I don’t give a fuck” com ímpar ar e olhos de desdém...
E como simplesmente não me encantar com seu olhar através de óculos
Que, a mim, não são para protegê-lo dos outros mas para proteger estes do seu?
Com sua pele tão amorenada, sua face desenhada de modo tão sutil?
A forma que dispões as “ondas curtas sob determinados parâmetros” e castanhamente escuras que tens como cabelos?
Seus movimentos leves e singulares de uma bailarina moldada em concreto e fiação elétrica?
É agora que só consigo escrever porque não conseguirei falar
E quais palavras sairão destes lábios quando tiverem conhecimento deste texto?
Entalhe em minha pele até chegar à minha carne seu nome e sobrenomes com suas garras...
Quantas cicatrizes deixarás em mim com suas presas...?
Não temo recusa alguma e muito menos risadas que incomodem outras pessoas.
Até então, só o que me incomodava era você não estar a par disso...!
Pode uivar à Luna e até me amaldiçoar a quem quiser ouvir...
Me tome como seu como quiser ou nem olhe mais a meu rosto,...
Faça o que der em sua telha, se torne ou não indiferente...
Como não ficar feliz sabendo que você leu até aqui e já tem conhecimento de como te vejo?
Siga em frente, particularmente linda como és, mesmo que se consideres [ou não] prosa...
Mesmo que não permitas eu te acordar com um beijo...

:: Semântica e Pragmática, Profª. Dra. Célia Maria Macedo de Macedo ::
:: 24 de agosto de 2011 ::

domingo, 21 de agosto de 2011

MAIS QUADRINHOS BAIXADOS NA UFPA: COMENTÁRIOS

Ouvindo: Goo Goo Dolls, Jed, de 1989, e, Goo Goo Dolls, de 1987.

Além de ter sido comemoração e bebemoração do aniversário do meu Irmão-Lobo VÍTOR “MORTE” ARAÚJO, no qual eu, além de me diverti pra caralho e ter me sentido um misto de ÓTIMO [por estar na companhia do pessoal do CEFET, mesmo que muito incompleto] e NEURADO [eu tomei uma injeção de BetaTrinta – ou seja, 48 horas sem bebida alcoólica, e logo na festa do Morte!], baixei umas HQs no LabInfo-FALEM da UFPA (depois de ter levado novamente o total caralhation from hell na prova de S&P*).

Vamos aos comentários:

Justiceiro: Noir. Da série da Marvel cujos alguns números foram publicados no Brasil. Até agora, eu soube da existência não somente do Justiceiro, mas também do Luke Cage, do Homem de Ferro e dos X-Men. Como fã do Justiceiro [como todo mundo que lê esta porra, sabe que sou mesmo!], baixei logo a edição dele. Roteiro de Frank Tieri (Homem de Ferro, Wolverine, Hercules), arte de Paul Azaceta (Hellboy, Demolidor, Homem-Aranha) com cores de Nick Filardi (Matador de Idiotas, Deadpool). SÓ PRA VARIAR, as capas são do Tim Bradstreet (disso vocês não lerão reclamações minhas). Como tem que ter guerra na história do Castle, está é a I Guerra Mundial e é a época da Lei Seca nos Estados Unidos – ou seja, o primeiro período da Máfia no país. Só que alguém decide fazer depois que sua família é morta. Sem mais.

A Queda de Murdock. É pra falar mesmo? Um dos clássicos supremos e inegáveis da Marvel da década de 1980. Roteiro de Frank Miller e arte de David Mazzuchelli. Toda vez que leio, é pra ler do começo ao fim. Se tu se CONSIDERAS leitor de HQ’s e AINDA NÃO leu esta obra, tu NÃO ÉS leitor de HQ’s de verdade. Sem mais.

Homem sem Medo. Idem. Só que, aqui, a arte é feita pelo John Romita Jr. (sim, o que fez aquela porquera em Hulk Contra o Mundo – todavia, neste arco, a arte dele não está tão imunda quanto nesta outra obra seminal do Demolidor ainda nos anos 1980). A diferença dessa pra A Queda... é que esta apresenta os primórdios do Demolidor, o que fez de fato usar o uniforme, e suas motivações para tanto; enquanto a anterior já mostra o herói em “guerra fria” com o Rei do Crime, o antagonista das destas duas obras seminais da Casa das Idéias. As duas são altamente recomendadas (inclusive praqueles fãs chatos de mangá que lêem mangá!).

Motoqueiro Fantasma - Wolverine - Justiceiro: Corações Negros. Eu SEMPRE tinha vontade de ler essa aqui, até que o Minhoca fez o favor de me emprestar. Isto lá pelos idos de 2005 ou 2006. Já me falaram mal pra caralho desta história, mas eu TINHA que ler. Os três são convocados para uma cidade no meio do nada dentro dos Estados Unidos por Coração Negro, filho de Mefisto (sim, é este mesmo infeliz – Coração Negro – que é o antagonista do filme do Motoqueiro Fantasma e pode ser personagem do jogador nos games Marvel Super Heroes [essa eu nunca entendi: se é um jogo de super HERÓIS, porque o FILHO do MEFISTO é um dos personagens jogadores; tanto ele quanto o Shuma-Gorath {este caso eu já falei no postagem Êita, Jogo Foderosamente Porreta!!!!!!!!!!!}] e na trilogia Marvel vs. Capcom [ver a postagem já citada]), que propõe a eles serem seus cavaleiros na Terra e acelerarem o apocalipse. Leia a revista para mais detalhes. O ótimo da história é que ela é curtinha e tem começo, meio e fim, sem frescuras. Quem produz a mesma joga para o time – e que time: roteiro de Howard Mackie (Motoqueiro Fantasma, X-Factor, Saga do Clone), John Romita Jr. (que, pasmem!, aqui faz um bom trabalho) e nanquim de Klaus Janson (que realça muito e ainda mais a arte de Romita filho, e fora que dispensa referências, já que trabalhou com o aqui supracitado Miller em Batman – O Cavaleiro das Trevas).

Liga da Justiça: Torre de Babel. Esta é considerada uma das histórias SEMINAIS da Liga da Justiça. Quando Ra’s Al Ghul ataca esta formação da Liga (Super-Homem, Mulher-Maravilha, Ajax, Lanterna Verde [Kyle Rayner], Aquaman, Homem Borracha e Flash [Wally West]) sem que estes possam revidar, logo se descobre que o vilão roubou os “planos de contingência” criados por certo Homem-Morcego para caso algum integrante da Liga se voltasse contra eles. Roteiro de Mark Waid (que escreveu O Reino da Amanhã – ‘tá bom ou quer mais?), desenhos de Howard Porter (Quarteto Fantástico [onde também trabalhou com Mark Waid], Ray, Contagem Regressiva para a Crise Final), arte-final de Drew Geraci (Batman, Whom Gods Destroy, Star Wars Tales) e cores de Pat Garrahy (Starman, Coringa: Advogado do Diabo). Arco publicado no Brasil na extinta e saudosa Os Melhores do Mundo, da Abril Jovem, com tradução e adaptação de Mario Luiz C. Barroso e letras de Lílian Mitsunaga e Comicraft. Baixei do Scanmaniacs clicando AQUI!

Jornada nas Estrelas: Arquivos da Federação: Borgs. Eu MORRIA E NÃO SABIA que haviam HQ’s de Star Trek. Cortesia da sempre bem-vinda IDW (Metal Gear Solid, Silent Hill [ambos aqui já comentados]). Mais problemas com os Borgs (ver Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato, de Jonathan Frakes, de 1996), quando a Federação descobre que eles pretendem voltar no tempo para transformar TODOS em Borgs. História que não tem nem 30 páginas, mas que vale a leitura (isso SE você conhecer o mínimo ou for fã de Star Trek mesmo, senão.........). Roteiro de Andrew Steve Harris (uia os dois últimos nomes do infeliz, há, há, há), desenhos de Sean Murphy e cores de Leonard O’Grady, com capa de Sean Murphy e Leonard O’Grady. Baixei do Scanmaniacs clicando AQUI!

The Ring – O Chamado. Lembram da versão estadunidense do filme (de 2002, dirigido por Gore Verbisnki)? É uma refilmagem do original japonês (de 1998, dirigido por Hideo Nakata), né? Tem o mangá também, de 1999, que É UMA MERDA. Perdi uma hora da minha vida lendo essa porra. História de Hiroshi Takahasi com arte de Misao Inagaki a partir da novela original de Koji Suzuki, de 1993 (pensa!!!! tem um livro dessa porra!). Esta versão traduzida para o português veio da tradução do inglês estadunidense, feita por Naomi Kokubo para a Dark Horse, em 2003. PASSE BEM LONGE, e só pegue se você for bem curioso. Senão............

Pois é......!


Só pra fechar o post: parabéns a todas as bandas que eu registrei as performances da bebemoração do Vítor. Todas mandaram muito bem e desejo sucesso e vida longa à todas.

* S&P = Semântica e Pragmática.