quarta-feira, 31 de março de 2010

NERD HAPPINESS MODE ON! CU FECHADO DE MEDO MODE ON TAMBÉM!

Se nerdice pouca é bobagem, hoje cerca de 800 cientistas de todo mundo (30 brasileiros envolvidos) conseguiram REPRODUZIR o Big Bang em um acelerador de partículas localizado a 100m de profundidade em algum lugar entre a fronteira da França e a Suíça.
Isso é tanto quanto uma maravilha quanto uma parada muito da sua TENSA! EI! Eles estão REPRODUZINDO em LABORATÓRIO um EVENTO que PARIU um UNIVERSO inteiro. E este laboratório fica no PLANETA no qual VIVEMOS. E como se já não bastasse temos que agüentar terremotos + enchentes + tornados + pragas + epidemias + pandemias + putarias + o Congresso Nacional + o Big Brother apresentado pelo Pedro Bial + o Clube do Remo + o Flamengo do RJ + a Copa do Mundo de Futebol + carnaval do RJ e SP + pastor Silas Malafaia (fuck off and die, “parente”!) + o Justin Timberlake, ainda tem mais essa.
Não que eu não tenha ficado feliz-e-empolgado-para-caralho com a notícia (muito bem, seus monoteístas-anti-ciência, agora eu quero ver vocês reproduzirem em laboratório a criação do universo segundo vossos “livros sagrados”!), porque eu fiquei e estou MEEEEEEEEEEEESMO! Todavia, isso, real e verdadeiramente, me dá MUITO medo.
Alguém, além dos nerds que também lêem este blog, sabe o que um acelerador de partículas capaz de reproduzir, nem que seja em menor escala, um experimento do nível do Big Bang pode FAZER com o planeta no qual ele esteja localizado?!?
Não, né?
Pensem em uma supernova. O que seria uma supernova? É quando uma estrela alopradamente imensa (como o Sol) explode. O.k? O.k. E o que diabos acontece quando uma estrela explode além de engolir tudo o que está em seu raio de alcance?
Ela se transforma em um BURACO NEGRO.
Um BURACO NEGRO é um troço capaz de engolir TODA essa galáxia onde a Terra está. Sacaram, caras? TODA a galáxia.
E isso, acreditem, NÃO É pouca coisa.

Ragnarök e Juízo Final pra que? Já temos nosso próprio Apocalypse-maker!



TENHAM medo











(nota 1: é algo inerente e inato em todo e qualquer ser humano. não ter fé em nada é ruim. ter fé demais é prejudicial. tenha[m] fé suficiente em algo para manter e controlar sua própria vida. em Gaia, em Alá, em uma batata, em um mundo melhor, na puta que pariu o Lucrécio Borgia, sei lá!)(nota 2: nem tente[m] me processar por eu zombar de suas crenças religiosas! eu sou amparado pela constituição e conheço muito bem os meus direitos de liberdade de expressão na internet)

segunda-feira, 29 de março de 2010

viking radical de cabeça fechada e mente estreita?!?

Ouvindo: Pitty, Chiaroscuro, 2009

“Eu queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
E ver a leveza das coisas com humor”

– Legião Urbana, “A Via Láctea”


Sinceramente...
O meu grande problema de ser um radical com cabeça fechada e mente estreita é que nem sempre consigo aproveitar as situações de cunho engraçado e irônico nas quais todos se divertem. Enquanto tá todo mundo muito bem, eu fico realmente puto da vida. Tal como na aula de Psicologia da Aprendizagem, da professora Rosely Risuenho Viana (muitíssimo bonitona, por sinal).
Sim, ela é pessoa (aparentemente) muito legal, mas de professor metido a gaiato e que faz os alunos rirem já me bastavam os do maldito e ultrapassado Cursinho. Lugar pra fazer graça é fora da sala e não dentro da mesma.
Mas o grande caso de toda a situação é: por eu querer ser tradutor e não professor (não esqueçam: “radical com cabeça fechada e mente estreita”), eu simplesmente não consigo entrar na onda da professora e alcançar o que ela quer passar, seja o que for, enquanto todo mundo chega lá sentado na primeira classe. E, durante este processo de viagem (do qual eu não consigo participar devido minha cabeça fechada e mente estreita), eu acabo me emputecendo e, ainda não percebi se ela já percebeu (e certamente ela já deve tê-lo feito! ela é PROFESSORA de UNIVERSIDADE; ou seja: ela não nasceu ontem!), e eu acabo fazendo as caras e bocas das fotos abaixo.
E ainda faltam mais TRINTA E DUAS aulas dessa matéria de hoje até o final do semestre.
Ainda bem que a professora é muitíssimo bonitona (e eu não entender pitombas do que ela quer dizer afinal e onde ela queira chegar com sua disciplina) + as meninas lindas de Língua Portuguesa (mesmo que a maioria esmagadora aparente [/content supressed/]) façam compensar estar na aula.


mas que eu preciso dar um jeito em mim, ah, eu preciso!








a propósito:


[sem título – só pra variar!]
COMEÇOU a chover e já parece ter sido horas
E eu estou sozinho no campo de batalha
Esperando minha morte
Com algumas flechas cravadas pelo corpo e sem uma das mãos.
Apoiado em uma espada
Sem poder falar, com o sangue preso na garganta,
Cheio de sangue misturado com água exalando por todo o campo da peleja.
Odin não mandará suas Valquirias para me buscarem
Não caí em batalha mesmo lutado bravamente.
Posso ouvir os trovões me ensurdecendo
E ver meus companheiros sendo levados ao Valhalla,
Eles não olham para trás
Eu sei que têm vergonha de mim por eu ter sido o último.
Eu sei para onde vou, para sempre no reino de Hel
Esquecido e sem nome, uma sombra na escuridão
Lamentando eternamente não poder lutar no Ragnarok
Agradecendo por meus pais não lamentarem minha partida.
Meu coração pára de bater:
Eu não tenho mais lar.

:: 29 de março de 2010 ::
:: aula de Compreensão e Produção em Alemão 3, professor Reinhard Michael E. Arnegger ::
:: ouvir muito Amon Ararth e Unleashednisso! ::

























(Érika, ich fühle mich deshalb ohne dich!)
(clique na foto acima para ver a figura bem maior!)

domingo, 28 de março de 2010

RESUMO!

Como desgraça pouca é bobagem, além do último artigo que escrevi ter sido recusado (segundo a banca, “devido ter fugido demais do tema”), hoje, quando fui ligar o meu PC, descobri que o meu perfil do Windows não ‘tá acessível. E é claro que estou MUITÍSSIMO PUTÍSSIMO e ENCARALHADÍSSIMO da VIDA, uma vez que todos os meus quadrinhos, músicas, material de RPG e, mais do que principalmente, MATERIAL ACADÊMICO está TODO lá!

Que merda!

Agora, só me resta amaldiçoar Bill Gates e todos os seus subordinados e suas gerações seguintes!


#######################################


Marco Antônio + Leandro Cadáver + Charles + Muitas Garras + Suzane + Robson + Fabrício + Alan + Rafaela + Taílson + Aline, valeu pela pré lá na UF sexta-feira última!


#######################################


Renata Crespim – vamos ser da mesma sala novamente no Deutschsprachfreikurs! poooooooooode crer!


#######################################


Anderson “Papagaio” “Burns”, da galera do RPG do Pedro Teixeira – feliz aniversário, Wolfbruder! Muito álcool + muitos cigarros + muitas mulheres pro senhor!
(ah, e muita felicidade e muita saúde também, eu não podia esquecer!)


#######################################




bis zu dem fuckin new Post!

quinta-feira, 25 de março de 2010

CHIAROSCURO

Trilha sonora de fundo:
Anthrax, Among the Living, 1988
Pearl Jam, Live at Benaroya Hall, 2004

Segundo a sugestão do Trilha-de-Sangue, aqui estão as resenhas e links para download (clique no nome do álbum para fazer o download) da postagem anterior.

CHIAROSCURO
Eu disse na postagem de ontem que havia baixado o Chiaroscuro, álbum mais recente da baiana Pitty, lançado ano passado.
Não sou fã dela, mas gosto do trabalho – tanto que eu só ouço os álbuns oficiais e passo longe dos (álbuns) piratas (i.e.: ao vivo). E, com Chiaroscuro, ela provou que está à frente de seu tempo no mainstream do rock nacional, sem medo de experimentar melodias e timbres e sonoridades, tal como o Karnak, a Nação Zumbi e o Mundo Livre S.A. fazem. Todavia, a “crítica especializada nacional” não está de fato preparada para um Chiaroscuro tal como não esteve preparada para o Anacrônico (de 2005) e outros álbuns que, de certa forma, marcaram o rock (e o pop rock)nacional de 1990 pra cá.
Enquanto o Dead Fish deu um passo à frente voltando às origens do puro hardcore (com o Contra Todos, também do ano passado), o CPM 22 estagnou em si mesmo (mesmo que não admita, com o Cidade Cinza, de 2007) – assim como 95% das bandas do dito “hardcore melódico” – e o Matanza entrou em um hiato desde o A Arte do Insulto, de 2006, Pitty deu seu passo à frente com o “experimentalismo mainstream” do Chiaroscuro, que não é acessível tanto em letras quanto em músicas tanto a fãs quanto ao grande público, tal qual os Engenheiros do Hawaii com “somente” todos os seus álbuns – e não venham que não tem, uma vez que não existe nenhum álbum acessível dos gaúchos, nem a maior e nem a menor grau, nem mesmo o O Papa É Pop, de 1990, e o A Revolta dos Dândis, de 1987.


Chiaroscuro!

################################

AS YGGDRASIL TREMBLES
Eu conheci o Unleashed através do Lucas (Pontes), e o Sullivan recomendou e o Scooby (Iranildo) falou muitíssimo bem da banda. O Lucas me arrumou o Hell’s Unleashed (de 2002) + o Hammer Batalion (de 2008) + o Midventerblot (de 2006), mas eu só dei bola mesmo quando ouvi o As Yggdrasil Trembles, deste ano, que é uma porradaria seca da boa, tal como os trabalhos anteriores.
Eu não posso falar muita coisa tanto do Unleashed quanto do Krabathor ou mesmo do Amon Ararth (nome da montanha onde o Um Anel foi forjado – valeu pela info, Alan!) porque o death é uma das minhas vertentes favoritas do metal, junto com o thrash e o speed. Aquela coisa... Bateria metralhadora, guitarra motosserra, baixo cavalgado e vocal semi-vomitado, sem essas porras de vocal feminino pra contrastar, sintetizadores, partes orquestradas e toda essa merda............................... Só o Manowar e o Metallica podem tocar com orquestra e ainda ficar bacana.

################################

BAD RELIGION
Nada a falar sobre o BR, mesmo que o Christmas Show 1994, durante a tour do Stranger Than Ficion, e o Doctor Music Festival, de 1996 – tour do The Gray Race –, serem mais ou menos (mais pra menos) e o som estar ser de qualidade um pouco melhor do que sofrível e o Rare and Unreleased ser praticamente uma reunião dos lados B dos singles e uns covers meio que inusitados e interessantes, como “Rock’n’Roll”, do Led Zeppelin (que ia fazer o John Bonham matar o batera do BR da época que [esse cover] foi feito). Porém, enquanto Christmas... e o Doctor Music... são meio mais-pra-menos, o ... Unreleased é um achado meio que muito interessante, uma vez que têm pequenas pérolas hardcore, como “Markovian Process”“News From the Front”, “The Dodo”, “Queen of 21st Century” e “Mediocrity”, por exemplo.


################################

CALVIN E HAROLDO
Boooooooooooooooooom.....
Eu sou superhegahiperfuckinextremepower suspeito para falar do Bill Waterson e sua obra máxima, então prefiro não falar nada pra não terminar babando em cima do teclado.

################################

SOME ACOUSTIC VERSIONS
Eu fiquei meio puto e decepcionado quando ouvi este não-oficial do Silverchair, devido já ouvido algumas destas canções, mas até que a coisa valeu a pena devido às versões acústicas de “Straight Lines” e “The Greatest View”, que ficaram doentemente lindas. Alguém me disse (odeio não lembrar nomes) que existe uma versão só voz e violão de “Paint Pastel Princess” que é a melhor do planeta! Vou até procurar quando o Orkut decidir funcionar corretamente comigo!






É isso aí, galera!
Inté o próximo post!

segunda-feira, 22 de março de 2010

MAIS UM DIA NA UFPA......!

É DESSE laboratório que, volta e meia, falo nas postagens!
Laboratório de Informática da Faculdade de Línguas Modernas da Universidade Federal do Pará.

Novas aquisições:
Bad Religion:
Christmas Show (1994)
Rare und Unreleased (piratão duplo)
Doctor_Music_Festival (1996)

Pitty:
Chiaroscuro (2009)

Dez Anos de Calvin & Haroldo - Volume Completo
Calvin & Haroldo - Em Toda Parte Há Tesouros
Calvin & Haroldo - O Ataque dos Transtornados Monstros de Neve Mutantes Assassinos

Silverchair:
Some Acoustic Versions

Unleashed:
As Yggdrasil Trembles (2010)



São praticamente 16:30!
Vou pra casa almoçar!!!!!!!!!!

domingo, 21 de março de 2010

dois dias pequenos

Samstag, 20. März.2010

São mais de nove da manhã, e eu já devia estar na CEG para a primeira aula do G5.
Não ‘tô escrevendo por isso. Estou escrevendo porque meu coração apertou agora.
(“O que foi?”, agora alguém pergunta).
No ônibus que estou indo à universidade... Eu vi uma guria praticamente IDÊNTICA a vocês-sabem-quem, porém mais alta e com coxas e quadris maiores – e peitos menores (há, há, há). Oh, Gaia, ela é muitíssimo parecida a...
Mãos, olhos, queixo, boca, nariz, até os óculos e os cabelos arrumados e o olhar quando está em silêncio, pensando em algo, são muito similares ao dela!!! Ah, se minha câmera estivesse comigo e não em casa carregando (hell yeah, eu fotografá-la-ia e postaria as fotos aqui, sim!).
“Oh, (o nome dela)”, eu disse.
Que Gaia me perdoe por isso.
Por isso e por ainda sentir falta e ainda sonhar com essa [/content supressed/].

###########################################

Sonntag, 21. März 2010

“You didn’t die alone
You took a part of me”

– Bambix, “Take Heart”, do álbum Leitmotiv, de 1998

Oh, mas que tristeza em não saber o que sentir e não saber o que pensar.
Oh, mas que mágoa em não saber o que fazer e como agir.

Nem uma última dose, nem um último trago.
Nem um abraço e nem um sorriso.


De alguma forma que não consigo explicar e compreender e somente sentir:
Você vai fazer falta aqui, maldito miserável.

quinta-feira, 18 de março de 2010

A UMA HORA DESSAS.......

“O céu é só uma promessa
Eu tenho pressa, vamos nessa direção
Atrás de um sol que nos aqueça
Minha cabeça não agüenta mais”

– Engenheiros do Hawaii, “A Promessa”, do álbum Simples de Coração, de 1995

A uma hora dessas – 17:42:46 –, eu devia estar na UFPA, tomando cana com o Muitas-Garras, o Robbie, o Charles e outros, esperando o show do Shinobi 88 (que nunca ouvi falar! só do jogo de videogame – Shinobi – para Mega Drive e Master System e Game Boy) e do Acordalice, que vai rolar lá no Vadião, lá pelas sete da noite.

A uma hora dessas – 17:43:56 –, eu estou em casa, preparando um trabalho de Psicologia da Aprendizagem para ser entregue amanhã, fora uma’apostila do mesmo assunto que ainda terei que ler, que será discutida em classe (ai, que merda! – RÁ!). DEPOIS da aula, eu tomo essa cana com a galera, jogo um RPG daqueles (porque ninguém é de ferro e eu também sou filho de Gaia) e depois, ai, sim: VADIÃO!




Samstag, 20.03.2010: G5, ersten Unterricht von Deutschsprachfreikurs am 2010!



Karen Monteiro Carmona (ver Canção para Karen): sei wirkommen again!

domingo, 14 de março de 2010

OH, TIETE BARBUDA!

Trilha sonora de fundo: Pearl Jam, Live at Benaroya Hall, 2004


“What used to be a house of cards
Has turned into a reservoir
Save the tears that were waterfalling
Let’s go swim tonight, darling”

– Pearl Jam, “Amongst the Waves”, do álbum Backspacer, de 2009



Oh, Gaia, todo mundo que lê este blog sabe que sou mais-do-que-supersuspeito pra falar do Pearl Jam devido ser fã assumido e inegável e indubitável do quinteto de Seattle.
É incrível, realmente incrível como esses putos se superam! Eu, primeiro, já estava realmente apaixonado pelo (álbum) Lost Dogs (de 2003, comentado em Oeeeeee, Fudeu!), ouvindo praticamente todos os dias, junto ao American Lesion, o Cold as the Clay e as trilhas sonoras do Juno e do Dirty Dancing (!!!).
Sexta feira última (enquanto confeccionava a postagem Final Sem Final)
, adquiri (i.e.: baixei) o álbum (também duplo) Live at Benaroya Hall, de 2004. e... Puta que pariu, não tenho nem palavras para dizer, para começar a dizer o quanto amei estes dois álbuns, que...
Bom, se o Eric (Coelho Pereira, vulgo Lestat, citado em Novembro Cinza e Poemas Para Renata, Chuva-Vermelha-de-Sangue, Pequeno Poema Para Meus Amigos) e o Frauda (José Rafael Pimentel Barata, citado em Só o Básico e Eu Consigo Mesmo) já falavam mundos e fundos desse álbum e babavam e chupavam pra esse álbum, eu já tinha uma certa noção do quanto este álbum era FODA, mas não TANTO ASSIM...!


LOST DOGS [2003]
All Night
(Jeff Ament, Stone Gossard, Jack Irons, Mike McCready, Eddie Vedder)
Sad (Eddie Vedder)
Down (Stone Gossard, Mike McCready, Eddie Vedder)
In the Moonlight (Matt Cameron)
Hitchhiker (Eddie Vedder)
Don’t Gimme No Lip (Stone Gossard)
Alone (Dave Abbruzzese, Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Eddie Vedder)
Education (Eddie Vedder)
U (Eddie Vedder)
Black Red and Yellow (Eddie Vedder)
Leaving Here (Brian Holland, Lamont Dozier, Edward Holland, Jr.)
Gremmie Out of Control (Jimmy Haskell)
Whale Song (Jack Irons)
Undone (Eddie Vedder)
Hold on (Stone Gossard, Eddie Vedder)
Yellow Ledbetter (Jeff Ament, Mike McCready, Eddie Vedder)
Fatal (Stone Gossard)
Other Side (Jeff Ament)
Hard to Imagine (Stone Gossard, Eddie Vedder)
Footsteps (Stone Gossard, Eddie Vedder)
Wash (Jeff Ament, Stone Gossard, Dave Krusen, Mike McCready, Eddie Vedder)
Dead Man (Eddie Vedder)
Strangest Tribe (Stone Gossard)
Drifting (Eddie Vedder)
Let me Sleep (Mike McCready, Eddie Vedder)
Last Kiss (Wayne Cochram)
Sweet Lew (Jeff Ament)
Dirty Frank (Dave Abbruzzese, Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Eddie Vedder)
Brother (Stone Gossard)
Bee Girl (Jeff Ament, Eddie Vedder)



LIVE AT BENAROYA HALL [2004]
Of the Girl (Stone Gossard)
Low Light (Jeff Ament)
Thumbing My Way (Eddie Vedder; Riot Act, 2002)
Thin Air (Stone Gossard; Binaural, 2000)
Fatal
(Stone Gossard; Lost Dogs, 2003)
Nothing As It Seems
(Jeff Ament; Binaural, 2000)
Man of the Hour (Eddie Vedder)
Immortality (Dave Abbruzzese, Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Eddie Vedder; Vitalogy, 1994)
Off He Goes (Eddie Vedder; No Code, 1996)
Around the Bend (Eddie Vedder; No Code, 1996)
I Believe in Miracles (Dee Dee Ramone, Daniel Rey; Ramones, , )
Sleight of Hand
(Jeff Ament, Eddie Vedder; Binaural, 2000)
All or None (Stone Gossard, Eddie Vedder; Riot Act, 2002)
Lukin (Eddie Vedder; No Code, 1996)
Parting Ways (Eddie Vedder; Binaural, 2000)
Down (Stone Gossard, Mike McCready, Eddie Vedder)
Encore Break
Can’t Keep
(Eddie Vedder; Riot Act, 2002)
Dead Man (Eddie Vedder)
Masters of War (Bob Dylan)
Black (Eddie Vedder, Stone Gossard; Ten, 1991)
Crazy Mary (Victora Williams)
25 Minutes to Go (Johnny Cash)
Daughter (Dave Abbruzzese, Jeff Ament, Stone Gossard, Mike McCready, Eddie Vedder; Vs, 1993)
Encore Break
Yellow Ledbetter
(Jeff Ament, Mike McCready, Eddie Vedder; Lost Dogs, 2003)








Agora deixa eu dar uma lida em O Conto, segundo capítulo do livro A Criação Literária – Prosa I (Massaud Moises, publicado pela editora Cultrix, São Paulo, 1997, 355 páginas), pra poder fazer um trabalho de Teoria do Texto Narrativo, para ser entregue amanhã.
Soundtrack: Live at Benaroya Hall e Lost Dogs, é claro!!!






Feliz aniversário (atrasado – Entschuldigt mir, bitte!) para: RONALDO RIBEIRO MORAES e ARMANDO MOREIRA SOUZA JÚNIOR (from UFPA) e ALEXANDRE (from Icoaraci RPG-Players).
um zilhão de anos de vida procês e mil brindes a vós pelas pessoas que sóis!







bis zu dem breakin fuckin nächtzten Post!

sexta-feira, 12 de março de 2010

FINAL SEM FINAL

Estou aqui no InfoLab da FALEM. São 14:55 do dia 12 de março de 2010.


Eu nem ia postar nada hoje. Sério.

Mas, ao abrir o e-mail (do hotmail), dei de cara com uma notícia que praticamente acabou não somente com o meu dia, mas (também vai ferrar) com o meu fim-de-semana também: o assassinato do cartunista brasileiro Glauco Villas Boas, mais conhecido somente com GLAUCO, na madrugada de ontem para hoje.

Eu li MUITA COISA que ele escreveu, ele era um dos mais talentosos de sua geração, que também incluía o paulista Arnaldo Angeli Filho, o Angeli, e Laerte Coutinho, o Laerte, e, com eles, produziu a antológica tira Los Tres Amigos. Em trabalho solo, criou personagens que marcaram o quadrinho nacional, como Geraldão, Geraldinho e Casal Neuras, ente outros, que podem ser conferidos no site oficial do chargista e quadrinista e cartunista clicando bem aqui.



“Uncontrollable, I’m inconsolable,
My pleasure center is the shelter for a reptile.
I hate when I gotta tolerate
Frustration, see, I lack the motivation.”
– Bad Religion, “Cant’ Stop”, do álbum The Process of Belief, de 2002

É indiscutível – esta é mais uma perda inestimável para a cultura e identidade nacionais.
Não posso nem começar a descrever o quanto estou PUTO e DECEPCIONADO por isso ter acontecido.

É uma merda.


Mais tarde, (muito provavelmente) vai ter a comemoração do aniversário do Albert (que foi segunda-feira, ver Oeeeeeeeee, Fudeu!), eu ‘tava até muito que superempolgado pra isso, mas depois duma dessas......
Tomara que, ao menos, as coisas fiquem menos piores pro meu cérebro e pro meu humor depois dessa......



“Will you guide me now, for I can’t see
A reason for the suffering and this long misery.
What if every living soul could be upright and strong?”
– Bad Religion, Sorrow”, do álbum The Process of Belief, de 2002





nada faz sentido antes de umas doses
porém isso não faria sentido nem com todas as doses do mundo

quinta-feira, 11 de março de 2010

AMERICAN LESION - GREG GRAFFIN - 1997

como prometido no final da postagem de ontem...


AMERICAN LESION
GREG GRAFFIN
1997

All songs composed and performed by Greg Graffin



OPINION
The first thing I remember was the friction in the room
And that brown spinet piano that never played in tune
The cruel impatient tyrant, the frustrated malcontent
The need to find the pieces, and the absence of cement

No one ever told me about the right way to love
And no one ever showed me what we’re supposed to be made of
So don’t be too forthright about what you think that I should be
And I’ll willingly accept your low opinion of me

The last thing I remember was the slamming of the door
And the resonance of my imperfection broke the silence once more
The selfish angry bastard who doesn’t want to hear
I tried to learn compassion you turned the other ear

No one ever told me about the right way to love
And no one ever showed me what we're supposed to be made of
So don’t be too forthright about what you think that I should be

And I’ll willingly accept your low opinion of me
The worn out broken record who doesn’t fit the mold
The righteous independent, the mood so harsh and cold

Momma never told me about the right way to love
And daddy never showed me what we're supposed to be made of
So don’t be too forthright about what you think that I should be
And I’ll willingly accept your low opinion of me


FATE’S CRUEL HAND
There’s a leaf in the sky and it’s floating on by
A new season dawns but something is gone
There are days in the past and days waiting for me
I don't need a visionary in order to see
You can do what you want to me
‘Cause I don’t have the energy
To retreat or hold ground or barely to stand
But I feel the sting from
Fate’s cruel hand
Like a bond true and pure we’re never quite sure
Our choice in the play, it erodes away
When you can’t, can’t compete it ends with total defeat
You just let it go so nobody knows you're suffering
You can do what you want to me
‘Cause I don’t have the energy
To retreat or hold ground or barely to stand
But I feel the sting from
Fate’s cruel hand


PREDICAMENT
I’ve got hope but I can’t talk about the future
I’ve got desire but I can’t exercise it on my own
Time won’t solve this predicament
I’ve got pain but to tell it hurts the one I love
I’ve got strength but it attenuates every day
Time won’t solve this predicament
Troubles never go away
They just resurface on another day
Troubles never go away
They just resurface on another day
I’ve got heart but now it's weakened by an empty space
I’ve got soul but it's been soured by the bane of hate
Time won't solve this predicament
Troubles never go away
They just resurface on another day
Troubles never go away
They just resurface on another day
Time won’t solve this predicament


THE FAULT LINE
The sun comes up with promise and my eyes burn open wide
And the sting compounds the torture from the vacant hole inside
My conscious recollection of the past events all seem
To verify the emotion that now envelops me
Dogged as a drone
Stagnant as the stone
Weathered and alone
Living on the fault line
There’s no one here to listen, there’s always room for more
They pretend to give you your say before they slam the door
There’s very little patience, and very little love
There’s just your constant puzzlement for what you’re guilty of
Dogged as a drone
Stagnant as the stone
Weathered and alone
Living on the fault line
No one need deliver me from such a familiar place
I’ve come to terms and work in this ribald downtrodden state
It’s subliminal friction under a kind veneer
And a form of cold injustice that keeps me stationed here
Dogged as a drone
Stagnant as the stone
Weathered and alone
Living on the fault line


WHEN I FAIL
One day my life will be a chocolate shake and late night TV
But right now I’m afraid of everything that is going down
Too many decisions
Too much responsibility
And no one is there to hold me
When I fail
Like the deer who knows he won’t survive the winter so he runs in fear
The drifts too deep, the browse too scarce, the able too strong to compete
And I wonder if
I was stronger when
I didn't care if no one was there to hold me
When I fail
One day my life will be a chocolate shake and late night TV


CEASE
Blacktop pavement cover me,
Like a chemical reaction or a steam roller
Spreading randomly.
There's a distant buzz at low frequency
It tickles my ear, rumbles under my feet
And it shakes the leaves off of every tree
Violently.

What pretension, everlasting peace,
Everything must cease.

Institution on the hill,
Like a beacon in the mind of an ancestor
To ignite a people's will.
There's a shadowed stain on the west facade,
It has spread like decay to enshroud the fraud
And the descendants find it oh so odd.
Oh, so odd.

What pretension, everlasting peace,
Everything must cease.

Grave memorial, hewn white stone,
Like the comforting caress of a mother
Or a friend you've always known.
It evokes such pain and significance,
What was once is reduced to rememberance
And the generations pass without recompense.

What pretension, everlasting peace
Everything must...

MAYBE SHE WILL
Laws of gravity fight uncertainty
But I sit here without a clue
Life had separate meaning and I was only dreaming
Someone else came to her rescue
Now she's gone and I am too, but

Maybe she will
Want to have me near enough to feel unparted
Maybe she will
Ask me for some help to get her new place started
Maybe she will
See me around and want to take a mid-day walk
Maybe just feel lonely and will want to talk
With me

In cold and darkest weather, the times we had together
Come to me and i smile to sleep
Then clouds dissipate and i soon re-awake
To such a living tragedy
I'm resolved to pondering

Maybe she will
Call me up to see if I am doing alright
Maybe she will
Remember the times when I would hold her so tight
Maybe she will
Think about the letters that I used to send
Someday change her mind and want to find me again

They all say I’m wasting my whole life away
But I don’t care because I have this candle from our courting days
And it’s almost gone
But dim hope flickers anyway

Maybe she will
Look at those old pictures and get teary-eyed
Maybe she will
Feel my lonely heartbeat and hear me cry
Maybe she will
Help me shovel out of this misery
One day say she’s sorry for giving up on me
Maybe she will


THE ELEMENTS
You have always lived like this
The ice blue chill
The dark gray sky
The frozen ground
And the helpless feeling of insignificance
You have always lived like this
Yeah
The day’s routine
The day’s unsure
The day is done
And the dreams of being somewhere you can’t be
The ice blue chill
The dark gray sky
The frozen ground
And the helpless feeling of insignificance
You have always lived like this
You have always fought the elements
They take on different forms
There has always been a struggle
With the things you can’t perform
You will always fight the elements
They are not in your hands
You will always fight the elements
Unless you understand
Unless you understand that
You have always lived like this


IN THE MIRROR
Your arrogance
It will surely bring you down
Is there a judgment
Appropriate for you
That you spit at others
That you spit at others
Look hard in the mirror
Then in 10 years look again
There will be lines
Sags and rashes

But you’ll have come no further
Than where you are today

Still helpless
All the while protracting
Your imminent demise
And vain superiority
There will be a trail of those you have injured
And made worse
By your vicious acts of greed
Without regard

You piece of shit
Look in the mirror

There you'll see the light
There will come a day
There will be the truth of your ways...


BACK TO EARTH
He wakes with the glow of adventure and hope
The morning smells sweet and replete with opportunity
He dressed into another day feeling lucky to be alive
Though nobody follows him he's sure the future’s bright
Bring him back
Someone’s going to have to bring him back to earth
He’s getting out of hand
His alacrity for life is more than people stand
Bring him back to earth
Discipline and toil, well it made her blood boil
The finer things were impatient waiting discovery
Like a bird in spring the sun made her sing
With seeming inattention she was on to other things
Bring her back
Someone’s going to have to bring her back to earth
She’s way too high
Her alacrity for life ain’t going to help her get by
Bring her back to earth
Who’s it going to be?
I can assure you
It ain’t gonna be me
Bring them back
Someone’s gonna try and bring them back to land
And I’ll be there
To catch them when they fall and send them up again
Bring them back to earth
Typed by starbolt
Punk rock elite












Vanessa Paumgarten + Nádia Santos + Tássia Moresco – das Post ist für ihnen!

quarta-feira, 10 de março de 2010

OEEEEEEEEE, FUDEU!

Trilha sonora de fundo: Greg Graffin, American Lesion, 1995.


Eu gostaria de poder abrir esta postagem com aquela citação e dizer: “fudeu, galera! ‘Cabou a farra!”, mas, pelo visto não será BEM assim.

O final das férias foi bem menos “traumático” (!) que eu imaginei. Pra variar, a viagem daqui pra uni (tanto a de hoje quanto a de ontem) de ônibus não foi – em 99% das chances não é – aquela coisa legal. Esta viagem NUNCA é legal quando estou de ressaca (como eu estava ontem e hoje).


Mas quanto às aulas... SÓ PRA VARIAR, ontem não teve as primeiras aulas (Psicologia da Aprendizagem), mas as outras duas rolaram (CPA3 – Herr Professor Reinhard Michael Arnegger [ver postagem anterior] + Teoria do Texto Narrativo – Herr Professor Gunter Karl Pressler). A primeira foi meio maçante (nova essa!), já a segunda foi mais dinâmica, ainda mais que Herr Professor Pressler chegou de voadeira falando quase que completamente em alemão, principalmente cortando a galera. Vaaaaaaai ser foda, pai – se vai!
Depois d’a aula, segui pra casa da profª. Luiza pra mó de ver e saber como ela estava. Ainda vem que, a cada visita, ela se mostra estar melhor.
De lá, pasei na casa dum casal de amigos. Conclusão do dia: não passar lá tão cedo novamente. De preferência, até a próxima encarnação!
De lá: CEFET! O que seria uma coisa meio sem-graça acabou sendo joinha,
Parada final: casa do Albert, aniversário dele de alguns anos sei lá quantos. Foi muito legal mesmo não tendo nada. Pode crer, Albert!


Hoje: CPA3 foi o mesmo chute no saco de ontem enquanto Panorama da Literatura Germânica já foi mais dinâmica, apesar de Herr Professor Arnegger (sim, ele também!) ter meio que enrolado e se enrolado. Vamos ver o que este Panorama nos reserva!


Quanto à música...

















Tal qual o (Renato) Russo, (Greg) Graffin experimenta e ataca com um material prática e completamente diferente do que faz com o Bad Religion em seus trabalhos solo. Quem poderia imaginar que o PhD em Paleontologia que escreveu “Voice of God Is Government” (Bad Religion, How Could Hell Be Any Worse?, 1982), “Bored and Extremely Dangerous” (Bad Religion, The Process of Belief, 2002) e “Modern Day Catastrophists” (Bad Religion, Recipe for Hate, 1993) e que canta “You Are (The Government)” (Bad Religion, Suffer, 1987) e “Raise Your Voice!” (Bad Religion, No Substance, 1990) e “The Positive Aspect of Negative Thinking” (Bad Religion, Against the Grain, 1990) pode cantar músicas feitas à voz e violão ou piano, como “Maybe She Will” (que tem até metais na música!), “The Fault Line”, “California Cotton Fields” e “Rebel’s Goodbye” (agora algum espertinho vai dizer que ele pode sim, devido às canções acústicas que têm na edição de luxo do New Maps of Hell, de 2007)?
Pois é exatamente isso que ele faz em seus dois álbuns solo (cujas capas estão acima): American Lesion, de 1997, e Cold as the Clay, de 2006. O primeiro (álbum) foi mais inspirado por estar recém-divorciado (dor de cotove-lô-lô-lô) e o segundo é um apanhado de canções folk estadunidenses mais algumas sobras do primeiro trabalho. Tem de tudo: piano, violão, baixo acústico, guitarra, bateria, gaita, trompete e saxofone. É uma coisa muito legal de se ouvir caso você não queria se prender ao que os caras fazem SÓ no Bad Religion. Eu ‘tava procurando na wikipédia e descobri que o Brian Baker (um dos três guitarristas do grupo) tem alguns projetos paralelos e tô até procurando os mesmos pra dar uma sacada pra poder formar alguma opinião sobre isso!








Hum, bateu uma doida e comecei a ouvir umas coisas da ZIZI POSSI que eu baixei também, como o Para Inglês Ver... e Ouvir (cuja capa está acima), de 2005, com umas canções clássicas, como “Come Together” (The Beatles), “Moon River” (do Henry Mancini – eu consegui baixar até a versão original, cantada pela Audrey Hepburn no filme Breakfast at Tiffany’s + uma versão [desta mesma canção] cantada pelo Louis Armstrong, que é duuuuuuca!), “Love for Sale” (do musico e compostitor estadunidense Cole Albert Porter), “Unchain my Heart” (do Joe Cocker, o mesmo autor de “Up Where We Belong”, canção tema do filme A Força do Destino, com Richard Gere, de 1983 [ano que eu nasci, olha só!]), entre outras. Eu me interessei bastante, sabe?!? Vou ver se agora consigo baixar a discografia completa dela!


E, pra terminar a lista da pilhagem, consegui baixar os dois Lost Dogs, do Pearl Jam, de 2003, no dia que baixei o Para Inglês Ver...
Sou SUPER suspeito pra falar de PJ. Todo mundo que lê este blog sabe! Eu até dei uma parada aqui no Cold as the Clay (agora: “Talk About Suffering”) só pra ouvir “In the Moonlight”, do CD1 do Lost Dogs.











Deixa eu continuar curtindo meus sons aqui!











Amanhã – American Lesion, letras e download!

sexta-feira, 5 de março de 2010

preparativos pro final e algumas conclusões

O mal de ser estudante de qualquer que seja a Instituição de Ensino Superior (no meu caso, a UFPA) e morar longe é que, mesmo que você acorde com todo o pique pra ir aqui pra uni, morando longe, ainda tem que encarar uma viagem thrasherviolence que tirar-te-á todo o ânimo e disposição, seja para apresentar trabalho (TCC incluso), seja para fazer prova.
Segunda-feira as férias acabam. 7:30 da manhã – Psicologia da Aprendizagem (eu acho) e vai ser lá no (Campus) Profissional, aula seguida de Compreensão e Produção em Alemão 3, que será ministrada por Herr Professor Michael Arnegger (citado em Pavulagem of Broken Teeth and Knees) e, bom, eu (ainda) não sei qual será a terceira aula do dia, acho que Fonética e Fonologia da Língua Alemã, com Herr Professor Armando Barroso (que foi professor tanto de Fonética e Fonologia quanto de Morfologia).
Hoje eu só vim por dois motivos básicos: 1º - tomar umas cervas e umas canas com o Alan (também citado em Pavulagem of Broken Teeth and Knees) e outras peças raras e 2º - pagar minha inscrição do G5 na Casa de Estudos Germânicos (RÁ! eu morria e não sabia que tinha grana pra pagar a inscrição! quando fui pedir o $ pra Mutter, ela disse que já havia me dado essa $ no final de outubro; só fiz revirar o quarto [chiqueiro] e achar o $ em questão – ÓIA A MINHA FELICIDADE!). Na moral, só vim mesmo pra beber com os caras (como se eu não fosse fazer isso semana que vem aqui na uni, he, he, he).
As férias passaram e eu as vi passando – eu até passei a mão nas bundas delas (risos). Eu ri, chorei, bebi até cair, amanheci lendo quadrinhos e livros + traduzindo quadrinhos e livros de RPG + baixando quadrinhos e pornografia + conversando com amigos e amigas no MSN. Apesar de não ter viajado pra lugar algum (a não ser na maionese), eu me diverti bastante e nem me preocupei taaaanto assim (na verdade, só um tantito assim) com o que as pessoas ditas normais e responsáveis (Mutter und Annie – estou falando com vocês!) se preocupam: com uma vida de verdade a ser vivida.
Eu não vou viver pra sempre. *FATO*. Mas tenho que me divertir o quanto posso. Cansei de sofrer, cansei de chorar, cansei de ficar com cara de bunda por bobagem. Não sei se casarei (alguém aqui, além de mim, ouviu o nome Thaíse Negrão Ricardo?), terei filhos e casa e profissão, como “as pessoas decentes fazem”, mas... Foda-se isso, caras. Tenho que olhar pra trás e ter do que me orgulhar. Não quero ser um velho fudidamente frustrado que vive reclamando porque não viveu tudo o que tinha para ser vivido. Já conheço muita gente assim pra enfim ter decidido que não quero me tornar mais um que nem eles. Que nem a música do Green Day: “I was a young boy that had big plans / Now I’m just another shitty old man / I don’t have fun and I hate everything / This world owes me so fuck you / Glory days don’t mean shit to me / I drank a six pack of apathy / Life’s a bitch and so am I / The world owes me so fuck you / Wasted youth and a fistful of ideas / I had a young and optimistic point of view” (Green Day, “The Grouch”, Nimrod, 1997). (Antigamente essa música era “só mais uma legal do Green Day”, agora percebo o quanto ela é realmente importante!).

Ontem à noite, mamãe disse que o mundo não será diversão para sempre, mas ela concorda que tenho que me divertir o quanto posso enquanto a verdadeira dureza não começar. Eu sinto que ela tem medo que eu não consiga tudo pelo o que estou lutando tanto, mas não quer demonstrar. So sorry, mother, mas minha fase de ter medo de não conseguir já passou. “Tentar e o sofrimento se fará valer”.




A cada dia, sinto menos falta de quando eu era moleque. A cada dia, sinto menos falta de quando eu era (mais um) adolescente que queria mudar o mundo (“Até bem pouco tempo atrás / Poderíamos mudar o mundo / Quem roubou nossa coragem?” – Legião Urbana, “Quando o Sol Bater na Janela do teu Quarto”, As Quatro Estações, 1989). Eu finalmente estou na fase de transição de um adolescente escroto para um homem escroto, sendo os dois e nenhum dos dois (UI!) tudo ao mesmo tempo agora.


Tem muitas citações que eu gostaria de poder colocar nesta postagem. Todas fariam todo o sentido do mundo e, ao mesmo tempo, não.












moto-chan, ich vermiß dich

quinta-feira, 4 de março de 2010

CANÇÃO PARA CATHERINE

UNO
Conseguir agüentar do Kuarup (olha, mas quem diria...!) até à frente do chopis Castanheira na traseira de uma motocicleta a praticamente DUZENTOS quilômetros por hora, cortando caminho entre caminhões, carros e ônibus e outras motos é algo que pode ser considerado não somente um suicídio, mas uma comprovação de que seu estomago agüenta muita coisa.
Ainda bem que eu não tava chapado, senão...............

DUO

Foi fiiiiiiiiiiiiiiirme passar praticamente a tarda toda lá no InfoLab-FALEM (citado primeiramente em Assando Aquela Batata.......!) pegando música no 4shared e fotos de ensaios fotográficos femininos (no http://www.bellasesensuais.com/).
O único mal foi o friiiiiiiiiiiiiiio que faz lá (no InfoLab).

TRE
Não querendo falar mal, mas já falando...
Eu sabia que neguinho que faz reggae não vai muito bem das idéias, mas fazer uma porra duma banda chamada Israel Vibration, pra mim, é somente o cúmulo da estupidez!
Se o Reggae foi criado para exaltar a paz e o amor e a liberdade, esses caras que formaram esse grupo são completos débeis mentais! Acho que eles nunca devem ter estudado história e geopolítica pra saber “quão legais” são os israelenses para com os palestinos e com os outros árabes daquela região. Não quero nem me atrevo a imaginar que “vibration” esses caras têm e querem passar nas músicas deles..............!

Ach, melhor parar por aqui antes que desate a falar merda mais do que o habitual.






“If you carryin on cryin for deserve nicht your Tränen
vielleicht you can’t cry for you nicht mehr…!
Still we search our Leiden…
Will you find deiner erst than mir…?
Searchin and finding:
doch such ich but I don’t find mir…!
And you:
konntest?
Clothe away of deiner Traurigkeit…!
Clothe away of deiner Tollwut…!
Now rise your Ring of colour of your Augen
And promise dir
„Immer werd ich stärke sein!“
WIE?!?
I believe in you even nicht dich kennen!”

– poema escrito em 28 e 29 de fevereiro de 2009, postado (e traduzido!) em (mais um) Poema (sem título) Completo

A propósito, CATHERINE FRANÇA (a guria da foto acima, também citada primeiramente em Assando Aquela Batata.......!), vá matar o caralho de preocupação com vossa pessoa e não eu! Eu quero estar VIVO e FUNCIONAL para terminar meu curso na UFPA!
(eu te curto, menina linda! como eu te disse no MSN: “aconteça o que aconteça, estejamos onde estivermos, meu coração estará sempre com você! e quando você achar que ninguém te curte, pense em mim – eu te longo!”)









bis zu dem breakin fuckin new post!