Postagem em destaque

YEAH, HOUSTON, WIR HABEN BÜCHER!

e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

terça-feira, 20 de maio de 2014

CANÇÃO PARA KARLA!

FIM DE TARDE NUBLADO AMARELADO, AVERMELHADO E CINZENTO

“Faz tanto frio, faz tanto tempo
Que, no meu mundo, algo se perdeu”
– Os Paralamas do Sucesso, “Seguindo Estrelas”, Longo Caminho, 2002.


EU ‘TAVA VENDO ALGUMAS FOTOS SUAS HOJE. Faz tanto tempo que acho que esqueci o cheiro de seus cabelos e não sei mais como é a maciez de sua pele quando está junto à minha. Ainda lembro, eu ainda consigo lembrar de seu sorriso luminoso como uma supernova, de seus olhos sorrindo vários sorrisos em particular, do desagrado em sua testa franzida, das suas bochechas infladas indicando irritação, das mãos inquietas de ansiedade.
Ainda vou lembrar do cheiro de seus cabelos depois que você saía do banho?
Ai então a foto, aquela foto. Rio de Janeiro, lembra? Não lembro o evento, você sempre dizia o nome mas lembro perfeitamente que eu não somente estava na cidade, mas bem próximo a você quando aquela foto foi batida, tão perto que poderíamos ter nos visto, esbarrado. “Minha mão na sua mão”, não é o que diz a música (qual música?)? Mas mãos em mãos muito depois, muito antes de seus lábios nos meus. Tudo sempre tão planejado mas a graça do primeiro beijo é não sê-lo – como o nosso não foi. Estava chovendo, lembra? Eu não sabia que fazia tanto frio em Pernambuco. Muito ao contrário daquela tarde da foto...
Quantas tardes desde aquela tarde? Quantos pores-de-sol desde quando sorristes teu nome da primeira vez?
Ontem... É sempre como se fosse ontem... Você com as sandálias nas mãos e pés afundados na areia enquanto seus tornozelos quebravam ondas de mar azul... A mesma tarde...
Lembro de te ver acordar... De te ver dormir... Aqui... Os circuitos não fazem som, não é possível ouvir estrelas nascendo e morrendo... Tão próximas e tão distantes...
Você, Karla... Tão próxima e tão...

Fim de tarde nublado amarelado, avermelhado e cinzento.
– Bisa, porque a senhora ‘tá chorando? – a menina perguntava com um sotaque nordestino muito carregado a avó, sentada em um banco frente ao imenso mar castanho com um texto recém-impresso em uma das mãos.

“Eu sempre vou estar perto de você.”
Gilnei


:: para Karla Fernanda Falcão Rodrigues de Fraga e Gilnei Daniel :: 


:: 19 e 20 de maio de 2014 ::

quinta-feira, 15 de maio de 2014

SOBRE O VOLTAR AO JUDÔ....

“Seja paciente, sem má vontade e pense que o mínimo que podemos fazer é não dificultar sua vinda mais do que a Terra dificulta a chegada da primavera quando ela se anuncia.”
- trecho de carta de Rainer Maria Rilke para Franz Xavier Kappus, tradução de Pedro Süssekind.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

“CHAMOU PAVULAGEM, VAQUEIRO?! TERRA VAI TREMER!”

“CHAMOU PAVULAGEM, VAQUEIRO?! TERRA VAI TREMER!”



DATAS DOS CORTEJOS
15 DE JULHO DE 2014
22 DE JUNHO DE 2014
29 DE JUNHO DE 2014
06 DE JULHO DE 2014

mais informações em: Instituto Arraial do Pavulagem

terça-feira, 15 de abril de 2014

PRIMEIRO PRESENTE DE FORMATURA!!!

PRIMEIRO PRESENTE DE FORMATURA: A ENFIM PUBLICAÇÃO O ARTIGO DO XXIII FÓRUM ACADÊMICO DE LETRAS!!!


QUANDO AS ANIMAÇÕES IMITAM O REAL: MERMAID, DE OSAMU TEZUKA, E A REPRESSÃO À PRODUÇÃO CULTURAL DURANTE O REGIME MILITAR BRASILEIRO





SIEG FUCKING HEIL, BABIES!!!


QUE VENHA À FORMATURA!!!!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

ÀS VESPÉRAS!!!!

Local: Universidade Federal do Pará;Centro de Evento Benedito Nunes
Primeiro Ensaio da Solenidade de Formatura!
PRIMEIRAS FOTOS!!!







QUE VENHA A SOLENIDADE!!!

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

CANÇÃO PARA CAROLINA [título provisório]

CANÇÃO PARA CAROLINA
[título provisório]

Ela se odiava verdadeiramente por não conseguir se despedir da mãe e das irmãs menores. O padastro nunca mais lhe dirigira a palavra. Podia ter dormido a noite anterior em casa mas preferiu amanhecer na casa de uma amiga, devido à festa que lá ocorrera.
Nunca saberia que uma Iêda fosse cair sobre sua casa, matando suas familiares. Até então não tinha opinião sobre a guerra. “Quantas pessoas têm o azar de ter sua casa destruída por um módulo de combate após combate aéreo?”, chegou a se perguntar. Chegou a considerar a idéia de se alistar, mas o porte físico e a má-vontade para quase tudo a convenceram do contrário.
Lembrou que uma das irmãs menores disse que seria piloto “quando fosse do tamanho da Carolina”. Queria chorar, mas não podia; olhou para as amigas na platéia – tinham uma faixa imensa com seu nome. Segurou forte a mão do pai enquanto mordia o lábio inferior. Enfim seria a próxima a ser chamada. 
Enfim a formatura.
“Mãe”, sussurrou em latim, “eu queria que a senhora estivesse aqui.”



:: 21 de fevereiro de 2014 ::

sábado, 11 de janeiro de 2014

“HEY, MÃE...!”

“Hey mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo isso foi tudo
Que eu queria ter

Mas, hey mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer

Hey mãe!
Tem uns amigos tocando comigo
Eles são legais, além do mais
Não querem nem saber
Mas agora, lá fora
Todo o mundo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas
De qualquer lugar

Nessa terra de gigantes
Eu sei, já ouvimos tudo isso antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

As revistas, as revoltas, as conquistas da juventude
São heranças, são motivos
Pras mudanças de atitude
Os discos, as danças, os riscos
Da juventude
A cara limpa, a roupa suja, esperando que o tempo mude

Nessa terra de gigantes
Tudo isso já foi dito antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Hey mãe!
Já não esquento a cabeça.
Durante muito tempo
Isso foi só o que eu podia fazer
Mas, hey, mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre coisas que a gente não pode entender

Por isso, mãe
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora
O mundo todo é uma ilha
A milhas, e milhas, e milhas

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude
é uma banda
numa propaganda de refrigerantes

Hey mãe.....”
– Engenheiros do Hawaii, “Terra de Gigantes”, do álbum A Revolta dos Dândis, de 1987, letra e música de Humberto Gessinger
 
 

 
 
 
 
 


 

Desd’a hora que o Alexandre terminou de dar o upgrade na minha guitarra (vide fotos), eu não via a hora de chegar em casa (ainda tive que dar um chega a casa do Weiß_Ulf e do Alex, respectivamente) e testar a dita cuja. E ENFIM o investimento e a espera valeram a pena!!! O som tá fodaço demais nas três posições de chave (braço, ponte e os dois captadores ligados) e eu ainda nem usei pedal algum! (p.s.: fora que a loja onde o Alex me levou pra comprar o material tem coisa boa e barata!)
Semana que vem, dar uma lixada e dar o up final (pintar de preto!).
Agora, manolagem...
Agora é hardcore na veia!


Lendo com afinco:  
À Procura de Kadath, do estadunidense Howard Philips Lovecraft. Tradução de Celso Pacionik para a Iluminuras. O cara não é Der Meister a toa!


Bis zu dem breaking fucking neuen Post!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

DIA DE PAGAMENTO!

“De manhã, o cemitério tinha mais mortos do que aqueles que recebera em trinta anos de existência. Uma única pessoa lá não estivera, não matara nem profanara sepulturas: fora o bêbedo Belmiro.
Entrando numa venda, meio aberta, e nela não encontrando ninguém, enchera uma garrafa de parati e se deixara ficar a beber sentado na margem do Tubiacanga, vendo escorrer mansamente as suas águas sobre o áspero leito de granito – ambos, ele e o rio, indiferentes ao que já viram, mesmo à fuga do farmacêutico, com o seu Potosi e o seu segredo, sob o dossel eterno das estrelas.”

– Lima Barreto, A nova Califórnia.

Hoje foi dia de pagar conta em lotérica e a fila estava menos do que... [escolha algum adjetivo bem tenso e coloque aqui]. ‘Tava uma fila tão foda deu pra terminar o livro que falei no post de ontem (Antologia do conto brasileiro: do Romantismo ao Modernismo). Mas depois ai fui visitar o Palavras-Prateadas e botamos a prosa em dia. Chegando aqui, ainda encontrei o Bean e falamos sobre o que vamos fazer tanto quanto a nosso projeto de banda quanto a nível acadêmico.

Bom, agora falemos dum vagabundo que todo mundo que lê HQs mainstream deve conhecer: JONAH HEX, criado por John Albano (1922-2005) e Tony DeZuniga (1932-2012) para a estadunidense DC Comics e sua primeira aparição foi na revista All-Star Western #10, de 1972. resumindo o cara: mulherengo, beberrão, exímio atirador e um grande filho da puta que não deixa barato pra ninguém. Logo e obviamente, o titulo pertence ao selo Vertigo, responsável pelas títulos adultos da DC (sendo o grande trunfo da editora sobre a Marvel).
Ontem de noite, dando aquela fuçada no Gibiscuits (um dos blogs favoritados deste), baixei a mini em cinco partes Os Cavaleiros do Verme e Tal (que eu tava esperando sair completa pra baixar todas de uma vez), escrita por Joe R. Lansdale (Conan, Quarteto Fantástico, H.P. Lovecraft's The Dunwich Horror), desenhada por Tim Truman (Gavião Negro, Star Wars, Conan) e arte-finalizada por Sam Glanzman (Turok, Sargento Rock) (links nas capas). Como além do bom e velho faroeste-fodendo-o-mundo-inteiro-à-base-de-sangue-e-violência-e-destruição típico das histórias do Hex, volta e meia, ele passa por algo bem doente mental valendo – que é o caso desta mini.
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/09/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/09/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal_24.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/11/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/12/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/11/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal_23.html

Resumo resumidaço: após meter o caralho na quadrilha de Jack Barriga de Fogão, Hex, depois de ter  encontrado outros dois errantes, encontra uma “minhoca gigante” no deserto (começou a putaria!). Junto ao outro errante, junta-se a fazendeiros cujo terreno já tinha sido atacado pelas criaturas, e o dono do local explica ao pistoleiro que os monstros eram resultado de um estupro de uma mulher humana por um ser uma raça subterrânea. Hex conclama os fazendeiros a tomar a ofensiva, lançando um ataque ao sistema de túneis subterrâneos, onde os antepassados da raça subterrânea viveu (mano, você não vai acreditar no que ler!) para tocar o caralho nos mesmos.
Sim, o final, só pra não fugir da rotina, é doentio.
Passe longe se seu caso for histórias cabeça.

Para terminar: “FELIZ ANIVERSÁRIO!!!” e “MUITOS ANOS DE VIDA!!!” a CAMILA CRUZ, CAROLINA “PITTY” NUNES e HENRIQUE “OZZY” TAVARES!!!


Inté!!!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

INDUSTRIALIZAÇÃO DISTRITAL

Ouvindo: Green Day, Dookie, de 1994.

“De onde eu venho
Você não vai acreditar
E o pouco que tenho
Gastei pra vir aqui te buscar

Lá o tempo parece passar devagar
E quando eu venho
Me dá vontade de voltar

E a minha casa você vai ver
Sem portão e sem TV
E os meus vizinhos me emprestam
As tiras do jornal

E ainda assim falta você
Ainda assim falta você

No fim da dia todos poem as cadeirinhas
Pra sentar e conversar
De como foi o dia
Aqui neste lugar

E ainda assim falta você
Ainda assim falta você

Vou voltar, voltar pra você, San Ronalda
Vou voltar, voltar viver, San Ronalda”
– Caqui, “San Ronalda”, do álbum Dia de Sorte, 2003.

Hoje fui tirar minha enésima carteira de identidade. Onde? Em um fim de mundo aqui em Ananindeua conhecido como DISTRITO INDUSTRIAL, a Terra Natal dos grandes Irmãos-Lobos Alanzinho, Silmara (ainda do Anchieta) e Rodrigo “Bob Rock” Marchand. Não é difícil encontrar um lugar quando você sabe pra quem perguntar onde o local fica (valeu, Alan! valeu, Paloma!).
E.................. Tem algo de verdadeiramente poético naquela “terra desolada”.... Deve ter sido num lugar desses que o Green Day escreveu “Welcome to Paradise”, do Dookie (de 1994). Também não teve como não lembrar de “Alagados” (do álbum Selvagem?, dos Paralamas, de 1986). E “Subúrbio Operário”, dos Garotos Podres (do Pior Que Antes, de 1988). É, só dessas três mesmo...

Green Day, “Welcome to Paradise”, do álbum Dookie, de 1994
 
Os Paralamas do Sucesso, “Alagados”, do álbum Selvagem?, de 1986
Garotos Podres, “Subúrbio Operário”, dos Pior Que Antes, de 1988


Eu achei, de primeira, estranho pra caralho, mas depois... Sei lá... Melancólico... Visceral... Algo bem punk, bem heavy metal, um celeiro de bandas desses estilos. As pessoas, feições, sorrisos, a apatia. Até a forma que o sol brilha lá parece ser diferente do resto dos outros lugares. Uma sensação de “acabou a III Guerra Mundial e o mundo recomeça exatamente mais ou menos desse modo – Distrito Industrial”. Deve ser foda crescer em um lugar assim. Deve ser foda viver em um lugar assim. Eu posso estar errado.
E, sim, eu gostei do lugar.

(mas admito que ter visto uma faixa onde se lia em letras garrafais “PREZENTE de Deus” em uma loja logo na entrada do bairro me fez querer furar os olhos)


PRA TERMINAR:
1
 
Lendo com afinco: Antologia do conto brasileiro: do Romantismo ao Modernismo, da coleção Lendo & Relendo, da Moderna. Autores como Dalton Trevisan, Machado de Assis, Clarice Lispector, Lima Barreto e Álvares de Azevedo (eu morria e não sabia que esse caralho também escrevia em prosa!) marcam presença nessa antologia fodaça organizada  pelo Douglas Tufano (e ainda bem que não tem o culhão do Guimarães Rosa).

2
Quadrinhos recomendados?
Balas Perdidas, de David Lapham (Feras [que também e ultramegafodônica pra caralho], Justiceiro vs. Demolidor: Meios e Fins) no argumento e arte. Mini em três partes com tradução de João Paulo Lian Branco Martins, a.k.a. Jotapê Martins para a Via Lettera. Altamente destruidor, o coração fica na boca no fim de cada história. Altamente recomendado se você gosta de violência crua mas que não seja gratuita.  
Aliens Mutantes, de Bill Plympton no argumento e arte. Volume único traduzido por Ederli Fortunato para a Conrad. As palavras “Surreal” e “Sublime” e “Chapante” definem. Também quer esperar o quê de um maluco que fazia vinhetas para a MTV-USA? (se você acompanhava a MTV-Brasil até idos de 1999 vai saber do que estou falando). Não perca a oportunidade de ler nenhuma das duas caso tenha a oportunidade..

3
“FELIZ ANIVERSÁRIO!!!” e “MUITOS ANOS DE VIDA!!!” a RAFAELA DA PAIXÃO GURJÃO e ADRIANO “FYODA” ARAUJO!!! Y0U 4R3 FUCK1NG 0N3S!!!!



É isso ai!

Bis zu dem breakin fucking neuen Post!

domingo, 5 de janeiro de 2014

LET THE ZUEIRA-2014 BEGINS!!!!

Ouvindo: Blue Öyster Cult, Blue Öyster Cult, de 1972

E lá vou eu à casa de Herr Muitas-Garras pra gravarmos um piloto de podcast pra “termos um norte” dum projeto altamente doente mental que vamos colocar nos trilhos ainda este semestre que pretende SÓ mudar a forma que as pessoas vêem os nerds e como estes se vêem (nada pretensioso, não?). Vamos juntar a patota de nerds alcoólatras vagabundos doentes mentais mais umas participações especiais e ai, ó, o mundo que se cuide porque não vamos deixar barato...
(sim, eu já to muito doido na foto!)
A PROPÓSITO, Minhoca, Márcia e Magrão, a reunião ontem na casa do Minhoca foi do caralho. Valeu demais!!!!


(ah, a Annie Medrado fez aniversario ontem e eu nem disse nada aqui. Bem: “FELIZ ANIVERSÁRIO, ANN!!! TUDO DE BOM PROCÊ!!!”)


Bom, deixa eu ir enquanto ainda tá fazendo sol!!!

Bald!!!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

finalizando transmissão de 2013

Aos amigos de ontem. Aos amigos de hoje. Aos que conheci ontem (em sentido metafórico). Aos que estiveram e ainda estão até hoje:
Nós somos A Resistência!
Nós somos A Revolução!


“When the kids are united they can never be divided”
– Bad Religion, “Robin Hood in Reverse”, True North, 2013.

NOS VEMOS EM 2014!!!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

(pré-)FIM.......

Ouvindo: X, Los Angeles, 1980.

“Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama 
e que por isso é belo,
muito mais belo que a estrela da manhã.”

– Thiago de Mello, “Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)”.


Eu devia escrever um texto imenso sobre este ano, mas me resumo e muito em dizer que, apesar de terem roubado meu note semana passada, ainda estou imensurável e verdadeiramente aliviado de enfim ter terminado a graduação. Foram muitos perrengues enlouquecedores e doentes mentais, muita coisa que me deixou verdadeiramente encaralhado. Mas... Devo admitir que asAS VITORIAS COMPENSARAM: os trabs apresentados no FALE e no ENEH (Frank, Complexe du Chimpanze, “One”, Outubro Vermelho) (além das pessoas maravilhosamente incríveis que conheci nestes eventos), o terceiro lugar nos JUBs (SUCK IT, BITCHES!), o conceito Excelente com Louvor e Graça no TCC (apesar de já esperado) e a Monografia do Ano em Humanas (eu nunca esperava, maaaaaaaaaaas SUCK IT, BITCHES!²).
A vocês todos e a vocês todas: vos sou imensurável e verdadeiramente grato de todo meu coração por terem acreditado em mim. Além de esforço pessoal, acredito piamento que essa fê me ajudou a conseguir tudo isso.
Uma vez me disseram que as coisas só terminam quando não pudermos mais lembrar delas (acho que foi o Gabriel García Márquez, não lembro). Então, ó,
EPEL PRA SEMPRE!
ENEL PRA SEMPRE!
FALE PRA SEMPRE!
ENEH PRA SEMPRE!

Ah!
e ENFIM a APROVAÇÃO EM PSICOLINGÜÍSTICA! (vide fotos) TARDIA mas MUITO BEM-VINDA! 
Com Frau Professorin Doktorin Gessiane De Fátima Lobato Picanço.
EIS O TROFÉU! como dito no Facebook, “Somando os Pontinhos, dá um Regular bonitinho!”
Não consegui chorar no momento, ainda não entendi isso, mas... /suspiro/


FIM DA GRADUAÇÃO!
UFPA ACCOMPLISHED!



Este foi 2013!




Bis zu dem breaking fucking neuen Post!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

POR FAVOR, VÁ SE MATAR!

Ouvindo: Black Sabbath, Master of Reality, 1971.

Se você REALMENTE ACREDITA que um aplicativo de Facebook vai te IMPEDIR DE TRANSAR COM ALGUÉM só porque as pessoas falam sobre suas cagadas do passado as avaliam, você já pode NESSE EXATO MOMENTO IR SE MATAR.


O MUNDO NÃO PRECISA DE PESSOAS QUE NEM VOCÊ!


“You’ve got to quit your little charade and join the freak parade
Now that your road has been paved from conception to your grave.
Enormous things to do, others’ practices to eschew,
To be better than you is impossible to do,
But the world won’t stop without you.
No, the world won’t stop without you.”
– Bad Religion, “The World Won't Stop Without You”, No Control, 1989.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

poema achado no fundo da mochila

[por ora, sem título!]

EU ainda lembro do quão fiquei encantado da primeira vez que te vi
Não lembro o dia da semana, lembro que era à noite
Era uma disciplina que eu já devia ter passado mas acabei abandonando porque me emputeci com o professor e a metodologia por ele utilizada
Eis então que acabei assinando meu doutorado de estupidez e certificado de permanência
Ainda não acredito que entendo lógica de Cálculo e de muitas disciplinas relacionadas à Construção Civil e às próprias Ciências Exatas
Mas maldito seja eu por não conseguir sequer abstrair essa porra!!!
Foda-se, eu ainda lembro do professor e da professora falando e eu não entendendo porra nenhuma
E consequentemente reprovando e reprovando.
Foda-se, tudo poderia ter sido evitado se eu fosse menos doente mental retardado e ter sido mais paciente e não irascível inconsequente
Mas não, doentes mentais retardados não fazem merda nessas proporções
Então aconteceu tudo o que aconteceu... E deu no que deu...
Eu gostaria de poder evitar termos nos magoado e nos destruído como...
O que nos resta agora? O que somos agora?
Escombros e destroços de submarinos nucleares e ônibus espaciais
Ainda permanecemos e seguiremos adiante independentemente do quão estejamos fudidamente destruídos.
Ainda tentamos e aconteceu o que aconteceu e ainda não sabemos o que fazer
Ainda estamos tão ligados e não sabemos como desconectar
Ainda me pergunto porque não demos certo de fato, mesmo já tendo uma lista de repostas coerentes e aceitáveis
Poderíamos ser um eternamente, mas (infelizmente!) não é assim que a banda toca...
Erros e acertos, encontros e desencontros, apostas, (in)certezas, (des)esperanças
Minas Tirith de areia derrubadas por tsunamis ou atingidas por cruzadores imperiais
A um ano atrás, eras minha Ama e Senhora; a um ano atrás, o mundo era nosso
A um ano atrás, as pontas dos tridentes dos demônios do passado eram bem mais afiados
Apesar do Rio de Janeiro, de Boa Vista, de Cuiabá e Uberlândia, Castanhal e Goiânia, Marabá e Florianópolis ainda me fazem passar madrugadas acordado
 A um ano atrás, nem tantas canções me faziam você me vir à mente
Versos e estrofes e sons se formando até formar o seu rosto
(Eu adoro o seu sorriso, só pra constar)
Lembro de quando mandava a aula as favas e ficava te admirando a aula inteira
E então o preço que paguei
E então também madrugo pensando em como tudo seria (poderia ser) diferente caso eu tivesse passado da primeira vez...


:: Psicolinguística, Profa. Dra. Gessiane Lobato Picanço ::
:: 25 de novembro de 2013 ::

sábado, 30 de novembro de 2013

LEITURA DA SEMANA...!

Ouvindo: Neil Young & Crazy Horse, Re-ac-tor, de 1981.

Leitura da semana: Teenage Mutant Ninja Turtles
Roteiro de Kevin Eastman (Howard the Duck,  Lost Girls) & Tom Waltz (Silent Hill)
Arte de Tom Duncan
Cores de Rhonda Peters
IDW Comics (sim, a mesma de Metal Gear Solid e Zombies vs. Robots)

APROVADO E RECOMENDADO!