Postagem em destaque

YEAH, HOUSTON, WIR HABEN BÜCHER!

e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

sábado, 11 de janeiro de 2014

“HEY, MÃE...!”

“Hey mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo isso foi tudo
Que eu queria ter

Mas, hey mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia exatamente o que fazer

Hey mãe!
Tem uns amigos tocando comigo
Eles são legais, além do mais
Não querem nem saber
Mas agora, lá fora
Todo o mundo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas
De qualquer lugar

Nessa terra de gigantes
Eu sei, já ouvimos tudo isso antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

As revistas, as revoltas, as conquistas da juventude
São heranças, são motivos
Pras mudanças de atitude
Os discos, as danças, os riscos
Da juventude
A cara limpa, a roupa suja, esperando que o tempo mude

Nessa terra de gigantes
Tudo isso já foi dito antes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Hey mãe!
Já não esquento a cabeça.
Durante muito tempo
Isso foi só o que eu podia fazer
Mas, hey, mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre coisas que a gente não pode entender

Por isso, mãe
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora
O mundo todo é uma ilha
A milhas, e milhas, e milhas

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude é uma banda
Numa propaganda de refrigerantes

Nessa terra de gigantes
Que trocam vidas por diamantes
A juventude
é uma banda
numa propaganda de refrigerantes

Hey mãe.....”
– Engenheiros do Hawaii, “Terra de Gigantes”, do álbum A Revolta dos Dândis, de 1987, letra e música de Humberto Gessinger
 
 

 
 
 
 
 


 

Desd’a hora que o Alexandre terminou de dar o upgrade na minha guitarra (vide fotos), eu não via a hora de chegar em casa (ainda tive que dar um chega a casa do Weiß_Ulf e do Alex, respectivamente) e testar a dita cuja. E ENFIM o investimento e a espera valeram a pena!!! O som tá fodaço demais nas três posições de chave (braço, ponte e os dois captadores ligados) e eu ainda nem usei pedal algum! (p.s.: fora que a loja onde o Alex me levou pra comprar o material tem coisa boa e barata!)
Semana que vem, dar uma lixada e dar o up final (pintar de preto!).
Agora, manolagem...
Agora é hardcore na veia!


Lendo com afinco:  
À Procura de Kadath, do estadunidense Howard Philips Lovecraft. Tradução de Celso Pacionik para a Iluminuras. O cara não é Der Meister a toa!


Bis zu dem breaking fucking neuen Post!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

DIA DE PAGAMENTO!

“De manhã, o cemitério tinha mais mortos do que aqueles que recebera em trinta anos de existência. Uma única pessoa lá não estivera, não matara nem profanara sepulturas: fora o bêbedo Belmiro.
Entrando numa venda, meio aberta, e nela não encontrando ninguém, enchera uma garrafa de parati e se deixara ficar a beber sentado na margem do Tubiacanga, vendo escorrer mansamente as suas águas sobre o áspero leito de granito – ambos, ele e o rio, indiferentes ao que já viram, mesmo à fuga do farmacêutico, com o seu Potosi e o seu segredo, sob o dossel eterno das estrelas.”

– Lima Barreto, A nova Califórnia.

Hoje foi dia de pagar conta em lotérica e a fila estava menos do que... [escolha algum adjetivo bem tenso e coloque aqui]. ‘Tava uma fila tão foda deu pra terminar o livro que falei no post de ontem (Antologia do conto brasileiro: do Romantismo ao Modernismo). Mas depois ai fui visitar o Palavras-Prateadas e botamos a prosa em dia. Chegando aqui, ainda encontrei o Bean e falamos sobre o que vamos fazer tanto quanto a nosso projeto de banda quanto a nível acadêmico.

Bom, agora falemos dum vagabundo que todo mundo que lê HQs mainstream deve conhecer: JONAH HEX, criado por John Albano (1922-2005) e Tony DeZuniga (1932-2012) para a estadunidense DC Comics e sua primeira aparição foi na revista All-Star Western #10, de 1972. resumindo o cara: mulherengo, beberrão, exímio atirador e um grande filho da puta que não deixa barato pra ninguém. Logo e obviamente, o titulo pertence ao selo Vertigo, responsável pelas títulos adultos da DC (sendo o grande trunfo da editora sobre a Marvel).
Ontem de noite, dando aquela fuçada no Gibiscuits (um dos blogs favoritados deste), baixei a mini em cinco partes Os Cavaleiros do Verme e Tal (que eu tava esperando sair completa pra baixar todas de uma vez), escrita por Joe R. Lansdale (Conan, Quarteto Fantástico, H.P. Lovecraft's The Dunwich Horror), desenhada por Tim Truman (Gavião Negro, Star Wars, Conan) e arte-finalizada por Sam Glanzman (Turok, Sargento Rock) (links nas capas). Como além do bom e velho faroeste-fodendo-o-mundo-inteiro-à-base-de-sangue-e-violência-e-destruição típico das histórias do Hex, volta e meia, ele passa por algo bem doente mental valendo – que é o caso desta mini.
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/09/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/09/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal_24.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/11/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/12/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal.html
http://gibiscuits.blogspot.com.br/2013/11/jonah-hex-os-cavaleiros-do-verme-e-tal_23.html

Resumo resumidaço: após meter o caralho na quadrilha de Jack Barriga de Fogão, Hex, depois de ter  encontrado outros dois errantes, encontra uma “minhoca gigante” no deserto (começou a putaria!). Junto ao outro errante, junta-se a fazendeiros cujo terreno já tinha sido atacado pelas criaturas, e o dono do local explica ao pistoleiro que os monstros eram resultado de um estupro de uma mulher humana por um ser uma raça subterrânea. Hex conclama os fazendeiros a tomar a ofensiva, lançando um ataque ao sistema de túneis subterrâneos, onde os antepassados da raça subterrânea viveu (mano, você não vai acreditar no que ler!) para tocar o caralho nos mesmos.
Sim, o final, só pra não fugir da rotina, é doentio.
Passe longe se seu caso for histórias cabeça.

Para terminar: “FELIZ ANIVERSÁRIO!!!” e “MUITOS ANOS DE VIDA!!!” a CAMILA CRUZ, CAROLINA “PITTY” NUNES e HENRIQUE “OZZY” TAVARES!!!


Inté!!!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

INDUSTRIALIZAÇÃO DISTRITAL

Ouvindo: Green Day, Dookie, de 1994.

“De onde eu venho
Você não vai acreditar
E o pouco que tenho
Gastei pra vir aqui te buscar

Lá o tempo parece passar devagar
E quando eu venho
Me dá vontade de voltar

E a minha casa você vai ver
Sem portão e sem TV
E os meus vizinhos me emprestam
As tiras do jornal

E ainda assim falta você
Ainda assim falta você

No fim da dia todos poem as cadeirinhas
Pra sentar e conversar
De como foi o dia
Aqui neste lugar

E ainda assim falta você
Ainda assim falta você

Vou voltar, voltar pra você, San Ronalda
Vou voltar, voltar viver, San Ronalda”
– Caqui, “San Ronalda”, do álbum Dia de Sorte, 2003.

Hoje fui tirar minha enésima carteira de identidade. Onde? Em um fim de mundo aqui em Ananindeua conhecido como DISTRITO INDUSTRIAL, a Terra Natal dos grandes Irmãos-Lobos Alanzinho, Silmara (ainda do Anchieta) e Rodrigo “Bob Rock” Marchand. Não é difícil encontrar um lugar quando você sabe pra quem perguntar onde o local fica (valeu, Alan! valeu, Paloma!).
E.................. Tem algo de verdadeiramente poético naquela “terra desolada”.... Deve ter sido num lugar desses que o Green Day escreveu “Welcome to Paradise”, do Dookie (de 1994). Também não teve como não lembrar de Alagados” (do álbum Selvagem?, dos Paralamas, de 1986). E “Subúrbio Operário”, dos Garotos Podres (do Pior Que Antes, de 1988). É, só dessas três mesmo...

Green Day, “Welcome to Paradise, do álbum Dookie, de 1994
 
Os Paralamas do Sucesso, “Alagados”, do álbum Selvagem?, de 1986
Garotos Podres, “Subúrbio Operário”, dos Pior Que Antes, de 1988


Eu achei, de primeira, estranho pra caralho, mas depois... Sei lá... Melancólico... Visceral... Algo bem punk, bem heavy metal, um celeiro de bandas desses estilos. As pessoas, feições, sorrisos, a apatia. Até a forma que o sol brilha lá parece ser diferente do resto dos outros lugares. Uma sensação de “acabou a III Guerra Mundial e o mundo recomeça exatamente mais ou menos desse modo – Distrito Industrial”. Deve ser foda crescer em um lugar assim. Deve ser foda viver em um lugar assim. Eu posso estar errado.
E, sim, eu gostei do lugar.

(mas admito que ter visto uma faixa onde se lia em letras garrafais “PREZENTE de Deus” em uma loja logo na entrada do bairro me fez querer furar os olhos)


PRA TERMINAR:
1
 
Lendo com afinco: Antologia do conto brasileiro: do Romantismo ao Modernismo, da coleção Lendo & Relendo, da Moderna. Autores como Dalton Trevisan, Machado de Assis, Clarice Lispector, Lima Barreto e Álvares de Azevedo (eu morria e não sabia que esse caralho também escrevia em prosa!) marcam presença nessa antologia fodaça organizada  pelo Douglas Tufano (e ainda bem que não tem o culhão do Guimarães Rosa).

2
Quadrinhos recomendados?
Balas Perdidas, de David Lapham (Feras [que também e ultramegafodônica pra caralho], Justiceiro vs. Demolidor: Meios e Fins) no argumento e arte. Mini em três partes com tradução de João Paulo Lian Branco Martins, a.k.a. Jotapê Martins para a Via Lettera. Altamente destruidor, o coração fica na boca no fim de cada história. Altamente recomendado se você gosta de violência crua mas que não seja gratuita.  
Aliens Mutantes, de Bill Plympton no argumento e arte. Volume único traduzido por Ederli Fortunato para a Conrad. As palavras “Surreal” e “Sublime” e “Chapante” definem. Também quer esperar o quê de um maluco que fazia vinhetas para a MTV-USA? (se você acompanhava a MTV-Brasil até idos de 1999 vai saber do que estou falando). Não perca a oportunidade de ler nenhuma das duas caso tenha a oportunidade..

3
“FELIZ ANIVERSÁRIO!!!” e “MUITOS ANOS DE VIDA!!!” a RAFAELA DA PAIXÃO GURJÃO e ADRIANO “FYODA” ARAUJO!!! Y0U 4R3 FUCK1NG 0N3S!!!!



É isso ai!

Bis zu dem breakin fucking neuen Post!

domingo, 5 de janeiro de 2014

LET THE ZUEIRA-2014 BEGINS!!!!

Ouvindo: Blue Öyster Cult, Blue Öyster Cult, de 1972

E lá vou eu à casa de Herr Muitas-Garras pra gravarmos um piloto de podcast pra “termos um norte” dum projeto altamente doente mental que vamos colocar nos trilhos ainda este semestre que pretende mudar a forma que as pessoas vêem os nerds e como estes se vêem (nada pretensioso, não?). Vamos juntar a patota de nerds alcoólatras vagabundos doentes mentais mais umas participações especiais e ai, ó, o mundo que se cuide porque não vamos deixar barato...
(sim, eu já to muito doido na foto!)
A PROPÓSITO, Minhoca, Márcia e Magrão, a reunião ontem na casa do Minhoca foi do caralho. Valeu demais!!!!


(ah, a Annie Medrado fez aniversario ontem e eu nem disse nada aqui. Bem: “FELIZ ANIVERSÁRIO, ANN!!! TUDO DE BOM PROCÊ!!!”)


Bom, deixa eu ir enquanto ainda tá fazendo sol!!!

Bald!!!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

finalizando transmissão de 2013

Aos amigos de ontem. Aos amigos de hoje. Aos que conheci ontem (em sentido metafórico). Aos que estiveram e ainda estão até hoje:
Nós somos A Resistência!
Nós somos A Revolução!


“When the kids are united they can never be divided”
– Bad Religion, “Robin Hood in Reverse”, True North, 2013.

NOS VEMOS EM 2014!!!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

(pré-)FIM.......

Ouvindo: X, Los Angeles, 1980.

“Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama 
e que por isso é belo,
muito mais belo que a estrela da manhã.”

– Thiago de Mello, “Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)”.


Eu devia escrever um texto imenso sobre este ano, mas me resumo e muito em dizer que, apesar de terem roubado meu note semana passada, ainda estou imensurável e verdadeiramente aliviado de enfim ter terminado a graduação. Foram muitos perrengues enlouquecedores e doentes mentais, muita coisa que me deixou verdadeiramente encaralhado. Mas... Devo admitir que asAS VITORIAS COMPENSARAM: os trabs apresentados no FALE e no ENEH (Frank, Complexe du Chimpanze, “One”, Outubro Vermelho) (além das pessoas maravilhosamente incríveis que conheci nestes eventos), o terceiro lugar nos JUBs (SUCK IT, BITCHES!), o conceito Excelente com Louvor e Graça no TCC (apesar de já esperado) e a Monografia do Ano em Humanas (eu nunca esperava, maaaaaaaaaaas SUCK IT, BITCHES!²).
A vocês todos e a vocês todas: vos sou imensurável e verdadeiramente grato de todo meu coração por terem acreditado em mim. Além de esforço pessoal, acredito piamento que essa fê me ajudou a conseguir tudo isso.
Uma vez me disseram que as coisas só terminam quando não pudermos mais lembrar delas (acho que foi o Gabriel García Márquez, não lembro). Então, ó,
EPEL PRA SEMPRE!
ENEL PRA SEMPRE!
FALE PRA SEMPRE!
ENEH PRA SEMPRE!

Ah!
e ENFIM a APROVAÇÃO EM PSICOLINGÜÍSTICA! (vide fotos) TARDIA mas MUITO BEM-VINDA! 
Com Frau Professorin Doktorin Gessiane De Fátima Lobato Picanço.
EIS O TROFÉU! como dito no Facebook, Somando os Pontinhos, dá um Regular bonitinho!
Não consegui chorar no momento, ainda não entendi isso, mas... /suspiro/


FIM DA GRADUAÇÃO!
UFPA ACCOMPLISHED!



Este foi 2013!




Bis zu dem breaking fucking neuen Post!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

POR FAVOR, VÁ SE MATAR!

Ouvindo: Black Sabbath, Master of Reality, 1971.

Se você REALMENTE ACREDITA que um aplicativo de Facebook vai te IMPEDIR DE TRANSAR COM ALGUÉM só porque as pessoas falam sobre suas cagadas do passado as avaliam, você já pode NESSE EXATO MOMENTO IR SE MATAR.


O MUNDO NÃO PRECISA DE PESSOAS QUE NEM VOCÊ!


“You’ve got to quit your little charade and join the freak parade
Now that your road has been paved from conception to your grave.
Enormous things to do, others’ practices to eschew,
To be better than you is impossible to do,
But the world won’t stop without you.
No, the world won’t stop without you.”
– Bad Religion, The World Won't Stop Without You”No Control, 1989.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

poema achado no fundo da mochila

[por ora, sem título!]

EU ainda lembro do quão fiquei encantado da primeira vez que te vi
Não lembro o dia da semana, lembro que era à noite
Era uma disciplina que eu já devia ter passado mas acabei abandonando porque me emputeci com o professor e a metodologia por ele utilizada
Eis então que acabei assinando meu doutorado de estupidez e certificado de permanência
Ainda não acredito que entendo lógica de Cálculo e de muitas disciplinas relacionadas à Construção Civil e às próprias Ciências Exatas
Mas maldito seja eu por não conseguir sequer abstrair essa porra!!!
Foda-se, eu ainda lembro do professor e da professora falando e eu não entendendo porra nenhuma
E consequentemente reprovando e reprovando.
Foda-se, tudo poderia ter sido evitado se eu fosse menos doente mental retardado e ter sido mais paciente e não irascível inconsequente
Mas não, doentes mentais retardados não fazem merda nessas proporções
Então aconteceu tudo o que aconteceu... E deu no que deu...
Eu gostaria de poder evitar termos nos magoado e nos destruído como...
O que nos resta agora? O que somos agora?
Escombros e destroços de submarinos nucleares e ônibus espaciais
Ainda permanecemos e seguiremos adiante independentemente do quão estejamos fudidamente destruídos.
Ainda tentamos e aconteceu o que aconteceu e ainda não sabemos o que fazer
Ainda estamos tão ligados e não sabemos como desconectar
Ainda me pergunto porque não demos certo de fato, mesmo já tendo uma lista de repostas coerentes e aceitáveis
Poderíamos ser um eternamente, mas (infelizmente!) não é assim que a banda toca...
Erros e acertos, encontros e desencontros, apostas, (in)certezas, (des)esperanças
Minas Tirith de areia derrubadas por tsunamis ou atingidas por cruzadores imperiais
A um ano atrás, eras minha Ama e Senhora; a um ano atrás, o mundo era nosso
A um ano atrás, as pontas dos tridentes dos demônios do passado eram bem mais afiados
Apesar do Rio de Janeiro, de Boa Vista, de Cuiabá e Uberlândia, Castanhal e Goiânia, Marabá e Florianópolis ainda me fazem passar madrugadas acordado
 A um ano atrás, nem tantas canções me faziam você me vir à mente
Versos e estrofes e sons se formando até formar o seu rosto
(Eu adoro o seu sorriso, só pra constar)
Lembro de quando mandava a aula as favas e ficava te admirando a aula inteira
E então o preço que paguei
E então também madrugo pensando em como tudo seria (poderia ser) diferente caso eu tivesse passado da primeira vez...


:: Psicolinguística, Profa. Dra. Gessiane Lobato Picanço ::
:: 25 de novembro de 2013 ::

sábado, 30 de novembro de 2013

LEITURA DA SEMANA...!

Ouvindo: Neil Young & Crazy Horse, Re-ac-tor, de 1981.

Leitura da semana: Teenage Mutant Ninja Turtles
Roteiro de Kevin Eastman (Howard the Duck,  Lost Girls) & Tom Waltz (Silent Hill)
Arte de Tom Duncan
Cores de Rhonda Peters
IDW Comics (sim, a mesma de Metal Gear Solid e Zombies vs. Robots)

APROVADO E RECOMENDADO!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

NOVA FAVORITA DO SILVERCHAIR

MINHA NOVA FAVORITA DO SILVERCHAIR: “FINDAWAY”, do álbum Frogstomp, de 1995.

FINDAWAY
(Daniel Johns)
You’ve been locked up, and you need to escape.
You broke the law, it was your first offence.
Drug addiction, subtracting all your privileges,
But giving up just makes no sense.

We’ll find away,
We’ll find away.

Don’t give in, don’t give in,
Don’t give in, don’t give in,
Ohhh.

All you can think about is breaking free.
You can’t make it on your own.
You’re thinking negative, nothing can go right.
It’s eating you down to the bone.


(ouça no volume máximo, porra!)

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

MEHR ALS WÖRTER (mais do que palavras)

Eu ‘tava pensando em um super-post falando de tudo que anda acontecendo comigo estes tempo, mas esta imagem com a minha canção favorita dos Paralamas do Sucesso ganhou o meu coração e eis o post com ela: “Tendo A Lua”, do álbum Os Grãos, de 1991.



De quebra, como não achei o videoclipe da música, vai essa versão com a Pitty pra gravação de um DVD!



Bis zu dem breaking fucking neuen Post!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

POEMA LEGAL QUE ACHEI EM UM LIVRO

“Coroado por alegrias imortais eu guerreiro
O mais poderoso imperador,
Pois estou armado com amor
Pela bela filha de um conde.
Uma renda nas mãos de Na Rayambauda
Tem mais valor que toda a terra
De Ricardo, com seu Poïctou,
A rica Touraine e a famosa Anjou,
Quando de loup-garoux a plebe me chama
Quando os pastores nômades viajam,
Perseguem-me e gracejam de mim
Por nenhum momento me atingem.
Não busco palácios ou salões,
Ou abrigo na chegada do inverno,
Exposto às intempéries da noite
Minha alma se mantém feliz.
Chamo por minha Loba divina
Apenas ela recebendo o brado
Pois juro que dela é minha vida
Mais que outra, mais que eu mesmo.”
– Pierre Vidal, “A tal Donna”.

domingo, 10 de novembro de 2013

“DE VOLTA, POR ORA!”: COMENTANDO QUADRINHOS

Ouvindo: Dr. Martins & Atalayas, Churrasco.Cerveja.Futebol, de 2012.

Fazia um bom tempo que não comentava nada sobre HQ aqui e eis-me aqui novamente. Cri eu que este arco do Justiceiro valia um post. E mais alguns outros títulos também.

JUSTICEIRO: ZONA DE GUERRA
O título do arco em cinco partes, escrito por Greg Rucka, arte de Carmine di Giacomenico e cores de Matt Hollingsworth  (sim, o capista clássico da fase Garth Ennis) não é nada original, diga-se logo, além de ser basicamente a mesma equipe que fez os dezesseis números de outubro de 2011 a dezembro de 2012, com exceção de Carmine di Giacomenico, que substituiu Marco Checchetto.
Cronologicamente, a trama continua logo após da prisão da sargento Tachel Cole-Alves, que, com a ajuda do Justiceiro, executou a vingança contra os assassinos de seu marido. Situacionalmente, o Homem-Aranha vai atrás do vigilante e quase é morto no processo em uma virada de jogo. Após isso, o cabeça de teia vai até os Vingadores e expõe o problema do Castle, mostrando o tabloide que noticia que este matou três policiais (os corruptos que tentaram mata-lo na saga anterior) e, partir da decisão do Capitão América, decidem ir atrás do veterano do Vietnã. Apesar de Stark e Thor se mostrarem relutantes aceitam. Se alguém se recusa a participar? Wolverine, justamente por concordar com o modus operandi de Castle, inclusive o avisando de que será perseguido.
Sim, cada um deles tem seu modo de agir com a situação, mas logo se veem tapeados e ultrapassados por Castle em seu projeto de resgatar a sargento Alves. Talvez o que chegue mais perto de entender Castle – fora Wolverine – seja Thor. Talvez. Uma vez que o filho de Odin não saiba o que verdadeiramente mova o Justiceiro, eles não pode compreendê-lo totalmente. E as três trolladas que o vigilantes aplica no Homem de Ferro são desde já impagáveis.
A meu ver, apesar da primeira parte do final ser bem canalha – mesmo que Castle consiga cumprir seu objetivo e Rogers e o próprio Parker admitam que os Vingadores não foram exitosos nesta empreitada – serviu pra mostrar de quem estão realmente do lado. Sim, não é do homem comum. Enquanto a super-equipe cuida de problemas cósmicos, super-vilões e outras coisas realmente grandes, o Justiceiro vai atrás dos males internos da sociedade, como estupradores, traficantes, agiotas, e todo o “etc” de os “supers” não se preocupam (sim, o Demolidor é uma exceção apesar da diferença de metodologias). Ou seja, se eles não se “preocupam”, quem fá-lo-á? Quem fará algo se o cara era aparentemente o único que cortava todos os galhos das árvores? Talvez estas sejam as perguntas que possam ser abordadas em tramas futuras dos Vingadores. Mas afinal, eles se importam? Na primeira edição da mini Wolverine & Capitão América (que será discutida mais pra frente), é dito logo no começo: “Hoje, o Capitão América ainda é um soldado, liderando os Vingadores na luta para tornar nosso planeta mais seguro”. Sério mesmo? “Mais seguro” PRA QUEM?
...
Porém, na segunda parte do final, Alves retoma o manto. Ela tem a determinação e o treinamento. A lenda permanece.


WAR OF THE UNDEAD
Se tu, por algum acaso do acaso, acreditares que ver o símbolo de uma editora é sempre sinônimo de qualidade, tire essa ideia da cabeça agora mesmo. Sabe aquela HQ que tu PRECISAS ler pra saber o que é HQ canalha e aprender a ter discernimento sobre HQs valendo e HQs escrotas pra caralho? Poizé, War of the Undead, mini-série da IDW (sim, a mesma de Zombies vs. Robots e as duas Metal Gear Solid) escrita por Bryan Johnson, desenhada por Walt Flanagan e colorida por Phil Sloan (que também é responsável pelas capas) é uma delas. É as capas enganam mesmo – e muito. Só como muitas histórias muito escrotas, esta também se passa durante a II Guerra Mundial, quando uma divisão especial de pesquisa de armamentos biológicos do Exército Nazista aprisiona ninguém menos do que o Lobisomem, o Frankenstein (sim, o mesmo da obra da Shelley, mas sem citar John Milton) e o Conde Drácula e pretende usar suas propriedades para construir um exército invencível e dominar o mundo. A ideia não é ruim, agora como ela é desenvolvida é que é o caralho, isso sem contar os desenhos de merda.....

WOLVERINE & CAPITÃO AMÉRICA
Esse arco escrito por R.A. Jones e Tom Derenick (este também responsável pela arte) é uma daquelas porras tapa-buracos que a Abril usava para encher página de formatinho até o começo da década passada. Tão ruim que dá raiva e você só consegue chegar ao final só pra ter certeza do quanto a merda é ruim. E pensar que já fizeram tanta história legal com essa dupla.... Sem mais.

DREADSTAR
Lembram das edições especiais da Marvel e da DC ou mesmo de outras editoras lançadas por aqui em formato especial, com todo um excelente cuidado e que ganharam a nomenclatura Graphic Novel? Esta é a primeira da Globo, convenientemente chamada de Graphic Globo, publicada em outubro de 1988. Vamos aos fatos, muita coisa FODA foi produzida na década de 1980 (sim, muito lixo também, claro) e este especial escrito E desenhado pelo mestre Jim Starlin para a Marvel não foi diferente, que pegou o velho clichê do destruidor intergaláctico meta-fodônico destruidor de cus que cai em planeta desconhecido e, querendo esquecer de seu passado sombrio, se refugia no planeta, sendo perseguido pelo passado e voltando à guerra e o trabalhando para horizontes ainda mais atraentes e aceitáveis. Bom roteiro que não ofende a inteligência e a arte não é algo que ofenda seus olhos. Vale à pena pra caralho!

BATTLEFIELDS - A QUEDA E ASCENSÃO DE ANNA KHARKOVA
Grande e agradável surpresa da estadunidense Dynamite. Mini-série em seis partes escrita pelo irlandês maluco que todo mundo adora Garth Ennis, desenhada por Russ Braun (também responsável pelas capas) e colorida por Tony Aviña fala da história da piloto russa Anna Kharkova a partir da II Guerra Mundial (sempre ela!), passando inclusive pela Coreia, tribunais de guerra que a consideraram como traidora, sua prisão na Sibéria, etc. etc. etc. O final é apoteótico e digno das poesias conhecidas como Histórias em Quadrinhos.


E por ora, é isso ai.
Por ora.



Bis zu dem breaking fucking neuen Post!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

TAMBORES DE GUERRA.... - mais um conto terminado!

PROFESSORANDO GUERRA!


PARA O COMPLETO DESGOSTO DA MÃE E INTEIRO JÚBILO DO PAI, TORNOU-SE APAIXONADA POR TAMBORES. Não somente, xodó e ama dos irmãos, sendo a mais nova e também a única. Segundo muitos, tivera o azar de nascer em uma família de militares. Por sorte e compensação, a família era composta por músicos, cantores e compositores devotos e apaixonados por melodias pesadas, retumbantes e tempestuosas. Apesar de não ter o porte necessário para concretizar seu almejado ideal de piloto, tornou-se a mais nova e capacitada regente dos últimos três séculos.
E lá estava ela à frente de uma orquestra quando as primeiras Carolinas, Iêdas e Tinaras decolaram para o front confrontar os invasores e fazer o possível para expulsá-los ou contê-los até que algo fosse diplomaticamente feito antes da tomada do planeta. Com os pais e uma amiga, viu uma esquadra de Isadoras, Érikas, Virgínias e Danieles ser espetacular e assombrosamente interceptada e abatida por forças inimigas. Não podia conceber que algo daquele porte a ponto de, mesmo tão longe, ainda sentir o calor das máquinas e dos projéteis alcançar sua pele de tez marfim e ter a impressão de seus longos cabelos cacheados serem levemente esvoaçados.
Sob o mesmo tambor que a acompanhou em sua formatura em Bacharelado e Licenciatura em História, escreveu em pouco tempo um longo e verdadeiro tratado sobre a invasão e subjugar do planeta por forças tecnológica e, conseqüentemente, belicamente superiores – algo como a História haver se repetido de forma venenosamente irônica, por assim dizer –, sendo corrigida e complementada por duas amigas e escudeiras mútuas da academia, com quem acabara dividindo a autoria. Só não contavam que a obra fosse seminal para a aceleração dos tratados de paz e da posterior situação do planeta como posto avançado para os conquistadores. 
E quantas manhãs se passaram desd’aquela manhã? O céu de Recife está nublado enquanto n’outro lado da sala, as amigas discutem sobre as implicações sociais e culturais da assimilação da ciência e tecnologia dos invasores pelos terráqueos, e d’outro, lá está ela, frente a uma estante de partituras, ajeitando óculos de lentes grossas, corrigindo passagens inteiras de mais uma sinfonia.


:: para Jacqueline Valença, Elisiane Cordeiro e Júlia Helane ::
:: Biblioteca Central Clodoaldo Beckman, campus Guamá da Universidade Federal do Pará ::


:: 30 de outubro de 2013 ::

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

LENDO NA UFPA ENQUANTO A AULA NÃO COMEÇA

Lendo na UFPA: O MÁSKARA, roteiro de John Arcudi e arte de Doug Mahnke.


E “FELIZ ANIVERSÁRIO!!!” e “MUITAS FARRAS NA VIDA!!!” às minhas excelentes THAÍSE NEGRÃO RICARDO e JULIANA LIMA e ao grande puto considerado LUÍS PASTANA!!!
Y0U 4R3 TH3 FUCK1N' 0N3S!!!