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YEAH, HOUSTON, WIR HABEN BÜCHER!

e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

domingo, 30 de novembro de 2008

EU CONSIGO MESMO......

“He raised his torso and looked into the sky,
Shouting his questions, looking for directions.
“What do I do now?””
– Bad Religion, “No Direction”, do álbum Generator, de 1992

“Every day we profit so,
Leaning towards the great unknown,
Asking how it pertains to tomorrow.

Aim for places we’ve not been,
Trample paths that go between,
Yesterday’s foundations and tomorrow.

It’s the way they say it’s got to be,
We spear ahead and forge our destiny.
Who do they represent?
Who do you believe?
Make a sound decision for others to heed.

Try to set a faster pace,
Try to build a master race,
One that will make a contribution to tomorrow.

It’s the way they say it’s got to be,
We put aside our fears and make history.
The clothes are in the dryer and the writing is on the wall,
We’re doing everything we can to stop this fall.

Everyday we profit so,
Leaning towards the great unknown.”
– Bad Religion, “Tomorrow”, do álbum Generator, de 1992

“Thinking it over
I’ve been sad
Thinking it over
I’d be more glad
To change my ways for the asking

Ask me I will play
All the love that I hold inside”
– Simon & Garfunkel, “Song For The Asking”, do álbum Bridge Over Troubled Water, de 1970


Antes do banho, depois de chegar da casa do Rafa (José Rafael Pimentel Barata), levei mais um senhor carão monstro da mamãe. Blá, blá, blá. Nada que eu já não soubesse de cor e salteado e de trás pra frente. Mas o Rafa conseguiu se superar desta vez: ligou aqui pra casa pra dizer pra mamãe que eu tava doidão e que ele tava preocupado comigo por estar naquele estado. Caralho! Ele já me viu em estados piores e não avisou meine Mutter, por quê avisou agora?
Mamãe tem uma ótima teoria com a qual concordo – ele (Rafael) , tanto ele quanto a Laura já ‘tão mais do que de saco de cheio comigo por eu ser o que sou e por, volta e meia, sempre ‘tá lá (na casa deles), infernizando a paciência deles!!!! “Como resolver essa merda?” Simplesmente, sumindo da casa dele por tempo indeterminado! Eu amo tanto ele quanto a Laura por serem o que são, mas, putz!, Frau Ângela tem razão mesmo quanto ao ser o que sou, então, por isso depois de pegar os meus livros e quadrinhos e amp e guitarra e álbuns que baixei na net no PC da Rafa que estão lá, vou dar um sumiço federal de lá, tipo uns dois e/ou três meses mesmo – e depois fazer só visitas relâmpago, de... não sei... uma vez por mês e coisa bem rápida mesmo. Talvez, eu acho que depois disso... sei lá... Vamos ver o que acontece... mas será mesmo que vou conseguir fazer isso?!?)
Hum... Falando em Herr Rafael e em Frau Laura, eu até ia escrever mesmo alguma coisa sobre a festa de aniversário do Heitor (que foi último dia 14 de novembro), mas acabou não saindo porra nenhuma. Bom, (a festa) foi do caralho, de verdade, ainda mais porque ajudei a montar aquela porra, e tudo deu certo, e isso foi fodásticamente do caralho! Bom, se eu tinha... se eu ainda tinha alguma moral lá na casa do Rafa, essa moral foi pro espaço. Num é mais Everybody Hates Chris e sim Everybody Hates Malafaia... (não! Alle jemand haßt Malafaia fica bem melhor!).
Yeah, eu consigo mesmo fazer essas cagadas monstro com a minha vida e ainda fuder com a paciência dos outros, fazendo praticamente-todo-mundo ficar puto comigo. e quando penso que vou conseguir dar uma dentro, consigo ferrar tudo mais ainda! É-UMA-MERDA! Eu tenho que aproveitar que ainda tem gente que ainda canta “Bridge Troubled Over Water” (cuja letra e tradução estão no final desta postagem) pra mim, porque senão...............

É, eu adoro ser preterido no emprego que eu sempre quis por alguém visível e assumidamente mais incapacitado para o cargo do que eu.


Foda, caras, é foda.



BRIDGE OVER TROUBLED WATER >> Ponte Sobre Águas Turbulentas >> Bridge Over Troubled Water >> 1970
When you’re weary Quando você tiver cansada
Feeling small Se sentindo pequena
When tears are in your eyes Quando houver lágrimas nos teus olhos
I will dry them all Eu irei exugá-las

I’m on your side Eu estou do teu lado
When times get rough Quando o tempo maltratar você
And friends just can’t be found E os amigos não puderem ser encontrados
Like a bridge over troubled water Como uma ponte sobre águas turbulentas
I will lay me down Eu irei me colocar
Like a bridge over troubled water Como uma ponte sobre águas turbulentas
I will lay me down Eu irei me colocar


When you’re down and out Quando você estiver pra baixo
When you’re on the street Quando você estiver na rua
When evening falls so hard Quando o anoitecer é difícil
I will comfort you Eu irei confortar você


I’ll take your part Ficarei ao seu lado
When darkness comes Quando a escuridão chegar
And pain is all around E o sofrimento estiver ao redor
Like a bridge over troubled water Como uma ponte sobre águas turbulentas
I will lay me down Eu irei me colocar
Like a bridge over troubled water Como uma ponte sobre águas turbulentas
I will lay me down Eu irei me colocar

Sail on Silver Girl, Navegue, Garota de Prata,
Sail on by Navegue
Your time has come to shine Seu tempo está chegando, para brilhar
All your dreams are on their way Todos teus sonhos estão a caminho

See how they shine Veja como eles brilham
If you need a friend Se você precisar de um amigo
I’m sailing right behind Eu estarei navegando ao teu lado
Like a bridge over troubled water Como uma ponte sobre águas turbulentas
I will ease your mind Eu irei confortar tua mente
Like a bridge over troubled water Como uma ponte sobre águas turbulentas
I will ease your mind Eu irei confortar tua mente













Weiß_Ulf, Annie, Jéssica, Herr Pitts und Frau Cléa, Sydinho, Salomão, Andrei, Bob, Jackass, Alemão, Vítor Morte, Rafa und Laura, Frau Rita, Karen – das post ist für ihnen!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

BAD RELIGION -- STRANGER THAN FICTION -- 1994

:: STRANGER THAN FICTION ::
:: bad religion ::
:: 1994 ::
Greg Graffin - voz
Brett Gurewitz - guitarra
Jay Bentley - baixo
Greg Hetson - guitarra
Bobby Schayer - bateria

INCOMPLETE

(Brett Gurewitz)
Mother, father, look at your little monster,
I'm a hero, I'm a zero,
I'm the butt of the worst joke in history.
I'm a lock without a key, a city with no door,
A prayer without faith, a show without a score,
I'm a bad word, a wink, a nod, a shiver,
An untold story, sex without fury,
A creeping gray memory...
I am incomplete,
Incomplete...

Doctor, cure me; what is the cause of my condition?
This madness shoots me,
Like bullets smashing glass in a silent movie.
I'm a trap without a spring, a temple with no god,
A jack without an ace, the tip of your tongue,
I'm a promise, an unmailed letter,
An unbuilt motor, deck without a joker,
A creeping gray memory...
I am incomplete,
Incomplete...

Tell Saint Peter not to bet on me.
I've got a naked obsession, a good intention gone bad.

I am incomplete,
Incomplete...

LEAVE MINE TO ME
(Greg Graffin)
There are desperate times upon us,
There are codes of white and black,
Political resentment and people start to crack.
There's hate and opposition,
There's fumbling dialog,
Yet you sit there and judge me
And you think it makes a difference.

If you think I'm all alone, you are foolishly wrong,
There's an entire army who blindly follows along.
And you happen to be one of them, believe it or not,
Even though you try not to be, we are of the same plague.

The other ways we're taught to fear,
Don't even scratch the surface of the problem here.
I'm not blind, and I'm not scared,
So many crucial factors exist out there,
And we're but one, and they're but two,
And how we come to terms will help us pull through.

Things cannot change too fast, it took us this much time
To reach our current platform and walk this fragile line.
If I thought I'd make a difference, I'd kill myself today,
But so many are like me lost in the fray.

You create your own reality,
And leave mine to me...

STRANGER THAN FICTION
(Brett Gurewitz)
A febrile shocking violent smack
And the children are hoping for a heart attack.
Tonight the windows are watching, the streets all conspire,
And the lamppost can't stop crying.

If I could fly high above the world,
Would I see a bunch of living dots spell the world stupidity?
Or would I just see hungry lover homicides, loving brother suicides,
And olly olly oxenfrees who pickaside and hide?

The world is scratching at my door,
My morning paper's got the scores,
The human interest stories and the obituary.

Cockroach naps and rattling traps,
How many devils can you fit upon a match head?
Caringosity killed the Kerouac cat,
Sometimes truth is stranger than fiction.

In my alley around the corner,
There's a wino with feathered shoulders,
And a spirit giving head for crack and he'll never want it back.
There's a little kid and his family eating crackers like Thanksgiving
And a pack of wild desperadoes scornful of living.

The world is scratching at my door,
My morning paper has the scores,
The human interest stories and the obituary.

Cradle for a cat, Wolfe looks back,
How many angels can you fit upon a match?
I want to know why Hemingway cracked,
Sometimes truth is stranger than fiction.

Life is the crummiest book I ever read,
There isn't a hook, just a lot of cheap shots,
Pictures to shock and characters an amateur would never dream up.

Sometimes truth is stranger than fiction...

TINY VOICES
(Greg Graffin)
The brown and orange sky holds its breath
As the sun retreats to the distant horizon,
And our hearts palpitate anxiously as we soon will lay supine
And wait for sleep to overcome us.

And from somewhere in our black,
Subconscious minds when we're asleep,
Comes a haunting swelling mass of voices,
Resonating, its screams of forgotten victims and the cries of innocence,
And the desperate plea for recognition and recompense.

Tiny voices, echoes of our heritage,
Our long and sallow faces turn the other way,
Tiny voices, harbored deep within
As we outwardly deny that they have something to say,
And if we don't confront them they will never go away.

The billions of tiny pinhole embers fade into a morning sky
Filled with poignant morose wonder,
Waking a bear a cosmetic peace that verifies the turmoil
Which we carry deep inside.

And from somewhere in our black,
Subconscious minds when we're asleep,
Comes a haunting swelling mass of voices,
Resonating, its screams of forgotten victims and the cries of innocence,
And the desperate plea for recognition and recompense.

Tiny voices, echoes of our heritage,

Our long and sallow faces turn the other way,
Tiny voices, harbored deep within
As we outwardly deny that they have something to say,
And if we don't confront them they will never go away.

THE HANDSHAKE
(Greg Graffin)
Every time you shake someone's hand
And it feels like your best friend,
Could it be that it's only superficiality?
Without regard to well-being, without an inkling of compromise,
Handshakes are nothing but a subtle "fuck you",
Contracts determine the best friendships.

This is the way of the modern world,
Everyone's vying for patronage,
This is the way of the modern world,
And something has gotta give.

Every time you shake someone's hand,
And you share neither color nor creed,
You gotta overcome the obstacles of history.
There is restrained passion, mistrust, and bigotry
And these have created the new foundations of society,
There's no harmony, just class and race.

This is the way of the modern world,
Everyone's fighting for dominance,
This is the way of the modern world,
And something has gotta give.

Now I believe in unity, and I am willing to compromise,
But I'm not gonna lie or sell my soul.

Every time you shake someone's hand,
It determines where you stand,
And if you won't uphold your side then it's better to
Fend for yourself, and shun the handshake,
Someone's gotta give.

BETTER OFF DEAD
(Brett Gurewitz)
I'm sorry about the sun,
How could I know that you would burn?
And I'm sorry about the moon,
How could I know that you'd disapprove?

And I'll never make the same mistake:
The next time I create the universe
I'll make sure we communicate at length.
Oh yeah...

But until then, better off dead,
A smile on the lips and a hole in the head.
Better off dead, yeah better than this,
Take it away 'cause there's nothing to miss.

I'm sorry about the world,
How could I know you'd take it so bad?
And I'll never make the same mistake,
So if you're looking for a patsy
Why not try the entire human race,
Just to play it safe?

But until then, better off dead,
A smile on the lips and a hole in the head.
Better off dead, yeah better than this,
Take it away 'cause there's nothing to miss.

Better off dead, yeah better off dead,
Why don't you try pushing daisies instead?
Better off dead, yeah better off dead,
A smile on the lips and a hole in the head.

And I'll never make the same mistake:
The next time I create the universe
I'll make sure you participate.

And I'll never make the same mistake:
The next time I create the universe
I'll make sure you participate,
Just in case.

INFECTED
(Brett Gurewitz)
Now here I go,
Hope I don't break down,
I won't take anything,
I don't need anything.
Don't want to exist,
I can't persist,
Please stop before I do it again.

Just talk about nothing, let's talk about nothing,
Let's talk about no one, please talk about no one, someone, anyone...

You and me have a disease,
You affect me, you infect me,
I'm afflicted, you're addicted.
You and me, you and me.

I'm on the edge,
Get against the wall,
I'm so distracted,
I love to strike you.
Here's my confession,
You learned your lesson,
Stop me before I do it again.

Just talk about nothing, let's talk about nothing,
Let's talk about no one, please talk about no one, someone, anyone...

You and me have a disease,
You affect me, you infect me,
I'm afflicted, you're addicted.
You and me, you and me.

You're clear - as a heavy lead curtain I want to drill you - like an ocean,
We can work it out, I've been running out, now I'm running out.
Don't be mad about it, baby...

You and me have a disease,
You affect me (I want to tie you), you infect me (Crucify you).
I'm afflicted (Kneel before you), you're addicted (Revile your body).

You and me (You and me) have a disease (We're made in heaven),
You affect me (I want to take you), you infect me (I want to break you),
I'm afflicted (Supplicate you), you're addicted (With thorny roses).

You and me (You and me), have a disease (are incurable),
You affect me (I want to bathe you), you infect me (In holy water),
I'm afflicted (I want to kill you), you're addicted (Upon the altar).

You and me, you and me...
TELEVISION
(Brett Gurewitz, Johnette Napolitano)Television, television, television, television...

Oh yeah! I want to bask in your golden light,
Submerge in electric waves,
I need my connection to the world outside.

The world outside is buzzing like an angry wasp in summer,
The candidates are running, and soon the son of God is coming,
Crackle mental convolutions tune in to the revolution,
Whereby everyone's included so we'll never have to be alone.

Every atom of my body, blood and sinew, bone and fibre,
I can't distil you from my blood,
You're a hungry germ inside of me.
You're my lover, you're my heroine,
My conscience and my voice,
And I know now that I have learned to let you in
I will never have to be alone.

I'd take after my mother but she's from a different generation,
I prefer my big brother, he's so gentle and understanding,
And I learn what I can from him by the television light,
So that when I'm all alone, I know everything's gonna be alright.

INDIVIDUAL
(Greg Graffin)Individuals run for cover,
For the multitudes of thoughtless clones
Have reached a critical mass. (Have reached a critical mass)Individuals hide in fear, under cover,
Sheltered by the wafer thin veil of intelligence. (Thin veil of intelligence)
Individuals, nowhere to be seen...

Urbana is oozing like a bloated carcass
With maggots cooking in the desert heat, (Cooking in the desert heat)Oozing, with progeny writhing and desperate
For input from someone more determined. (Someone more determined)
Congregating in invisible circles,
Half apart and half a part,
All too aware of the insignificance,
Pushing on with soul and heart.

Individuals don't pray for forgiveness,
When pinned up against the wall
under siege of persecution, (Under siege of persecution)Individuals command exception,
And accept dichotomy,
Maybe you can't choose anymore. (Maybe you can't choose anymore)
Procreation without gain or purpose,
Languid wills and torped minds,
Catapulted ever faster
By the arrow of time...

You take yours and I'll keep mine!

Individuals...

HOORAY FOR ME...
(Brett Gurewitz)
I can see my teenage father standing straight on a desolate corner
In the shadow of tentacled towers by the red light of America.
I imagine how his mother felt when she heard that her husband was dying.
And the underground heroes of the tarmac shooting smack
Were blowing up worlds and damned! out loud.
Hey, can you tell me how does it feel?

Yeah, tell me... Can you imagine, for a second,
Doing anything that you don't have to?
Well that's what I'm accustomed to so hooray for me...
And fuck you!

When I slept with stony faces on the riverbank,
My angeldevil reveler shook me desperately in dying.
I don't exactly want to apologize for anything.
And now we're all mad and tangled in secret rooms
With roman candles on an endless graveyard train.

Yeah, tell me... Can you imagine, for a second,
Doing anything just 'cus you want to?
Well, that's just what I do so hooray for me...
And fuck you!

Yeah, I was dreaming through the "howzlife", yawning, car black,
When she told me "mad and meaningless as ever.."
And a song came on my radio like a cemetery rhyme
For a million crying corpses in their tragedy of respectable existence.

Yeah, tell me... Can you imagine, for a second,
Trying half the things you ever wanted to?
Well, that's just what I do, so hooray for me...
And fuck you!

Oh yeah... I'm not respectable, and never sensible,

I've been incredible, so damned irascible

And I like the things I do so hooray for me...

And fuck you!

SLUMBER
(Greg Graffin)So, you're feeling unimportant
'Cause you've got nothing to say.
And your live is just a ramble,
No one understands you anyway.

Well, I've got a piece of news, son
That might make you change your mind.
Your life is historically meaningful
And spans a significant time.

Slumber will come soon
And you are helping put it to sleep.
Side by side we do our share,
Faithfully assuring that
Slumber will come soon.

Well, now do you feel a little better?
Lift up your head and walk away,
Knowing we're all in this together
For such a short time anyway.

There is just no time to parade around sulking,
I would rather laugh than cry.
The rich, the poor, the strong, the weak:
We share this place together
And we pitch in to help it die.

I'm not too good at giving morals
And I don't fear the consequence.
If life makes you scared and bitter,
At least it's not for very long.

Slumber will come soon
And you are helping put it to sleep.
Side by side we do our share,
Faithfully assuring that
Slumber will come soon.

MARKED
(Brett Gurewitz)If I'm a monster,
I am a willing one,
This roller coaster ride is an enticing one,
On the tip of a continuum flowing wavelike
Through disorder carry me like a vessel to water.

Everything you see leaves a mark on your soul,
Everything you feel leaves a mark on your soul,
Everything you touch leaves a mark on your soul,
Everything you make leaves a mark on your soul.

If I can touch it,
I can destroy it,
If it's imaginable to some degree,
I can become it,
Like a hungry turning vortex that just flickers to existence,
Consuming bits and pieces until I'm finally extinguished.

Everyone you see leaves a mark on your soul,
Everyone you bare leaves a mark on your soul,
Everyone you touch leaves a mark on your soul,
Everyone you love leaves a mark on your soul.

Everything you take leaves a mark on your soul,
Everything you give leaves a mark on your soul,
And all the fear and loneliness that's impossible to control
And every tear you cry leaves a mark on your soul.

INNER LOGIC
(Greg Graffin)
Automatons with business suits, swinging black boxes,
Sequestering the blueprints of daily life,
Contented, free of care, they rejoice in morning ritual
As they file like drone ant colonies to their office in the sky.

I don't ask questions, don't promote demonstrations,
Don't look for new consensus, don't stray from constitution.
If I pierce the complexity I won't find salvation,
Just the bald and overt truth of the evil and deception.

There is an inner logic, and we're taught to stay far from it.
It is simple and elegant, but it's cruel and antithetic
And there's no effort to reveal it.

Graduated mentors stroll in marbled brick porticos
In sagacious dialog they despise their average ways,
Betraying pomp and discipline, they mold their institution
Where they practice exclusion on the masses every day.

I don't ask questions, don't promote demonstration,
Don't look for new consensus, don't stray from constitution.
If I pierce the complexity I won't find salvation,
Just the bald and overt truth of the evil and deception.

There is an inner logic, and we're taught to stay far from it.
It is simple and elegant, but it's cruel and antithetic
And there's no effort to reveal it.

Decorated warriors drill harmless kids on pavement,
Simulating tyranny under red alert.
Protecting the opulent and staging moral standard,
They expect redemption of character and self-growth.

(No equality, no opportunity,
No tolerance for the progressive alternative...)

WHAT IT IS
(Greg Graffin)There's a purpose, there's a goal,
There's virtuous, and immoral,
There's a reason for all of this
And I don't know what it is!

I am one, and plural too,
I accept them, but they exclude,
I could make sense of all of this,
But I don't know what it is!

The seeds of inspiration never germinated in my mind,
The beacon of awakening is somewhere that I can't find.
So I don't know what it is...

There's a beginning, and there's an end,
There's a climax, some would contend,
There's a way to signify this,
But I don't know what it is!

The seeds of inspiration never germinated in my mind,
The beacon of awakening is somewhere that I can't find.
So I don't know what it is.
Show me something more definitive,
I don't know what it is!

21st CENTURY (DIGITAL BOY)
(Brett Gurewitz)
I can't believe it,
The way you look sometimes,
Like a trampled flag on a city street,
Oh yeah.

And I don't want it,
The things you're offering me,
Symbolized bar code, quick ID,
Oh yeah.

I'm a 21st century digital boy,
I don't know how to live
But I've got a lot of toys,
My daddy is a lazy middle class intellectual,
My mommy's on valium,
She's so ineffectual,
Ain't life a mystery?

I can't explain it,
The things they're saying to me,
It's going yayayayayayaya,
Oh yeah.

I'm a 21st century digital boy,
I don't know how to read
But I've got a lot of toys,
My daddy is a lazy middle class intellectual,
My mommy's on valium,
She's so ineffectual,
Ain't life a mystery?

I tried to tell you about no control,
But now I really don't know.

And then you told me how bad you had to suffer,
Is that really all you have to offer?

See I'm a 21st century digital boy,
I don't know how to read
But I've got a lot of toys,
My daddy is a lazy middle class intellectual,
My mommy's on valium,
She's so ineffectual,
Ain't life a mystery?

Cat's foot, iron claw, (21st century digital boy)Neurosurgeons scream for more, (21st century digital boy)Innocence raped with napalm fire, (21st century digital boy)Anything I want, I really need. (21st century digital boy)
21st century schitzoid boy,
21st century video boy,
21st century digital boy,
21st century sofa boy...

NEWS FROM THE FRONT
(Brett Gurewitz, Jay Bentley, Bobby Schayer)
Blood is a river,
Flowing darkly amidst the tangled roots of the tall shining city,
Crazy flowing mantide migrations
Engorge the big ventricle of heartbroken America.
So many heaven hoping, hopeful groping breathers
All tap together quietly and desperately in unison.
Hey, hey, hey, is anybody listening?

News from the front,
News from the front,
We're living in troubled times,
So many fighting for their lives,
Why do the troops despise the news from the front?

Ignorance is the root of fear,
And fear is the kindling of anger.
War is the bringer of shame,
But never has the burden lain so heavily upon the victim.
Rage and desolation,
Pain and loneliness,
Isn't all of it alarmingly familiar?
Hey, hey, hey, silence is a killer.

News from the front,
News from the front,
Yeah, these are troubled times,
How many more will have to die
Before the governors can't deny the news from the front?

Break down the barriers, ally the carriers,
What is your motivation?
Take a good look in the mirror.

News from the front,
News from the front,
So many are fighting for their lives,
How many more will have to die?
Why does the government decry the news from the front?
[disponível nas versões japonesa e européia do álbum]
MARKOVIAN PROCESS
(Greg Graffin)
You will all say
That I am surely crazy ,
Only an unrepentant pessimist
Whose thoughts should be detained.
But facts are sterile,
Not vulgar nor sublime,
And they're not religion,
They're for everyone
And signify the times.

Today is a window,
Tomorrow the landscape.
All you need to do is take a look outside
To know what we're bound to face.

The level of disparity, the common man,
The manner of destruction of the native land,
The poverty of reprisal from all involved
And the scathing trajectory from the past.

Markovian process,
Lead us not in vain.
Prove to our descendants what we did to them,
Then make us go away.
[disponível nas versões japonesa e européia do álbum]









:: ‘til the next! ::

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

INFORMAÇÕES IMPORTANTES - MAIS UMA FOTO DE BÊBADOS

ENJOY!

retirado de: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/laudo-deve-apontar-dez-responsaveis-401831.shtml
Tragédia do vôo 3054

Laudo deve apontar dez responsáveis
14 de novembro de 2008

O laudo do Instituo de Criminalística (IC) sobre o acidente com o Airbus A320 da TAM deverá apontar falhas administrativas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), dos pilotos do vôo 3054 e da própria empresa aérea. O primeiro parecer oficial sobre a tragédia, que deixou 199 mortos em julho do ano passado, foi concluído nesta semana - 16 meses após o acidente - e deverá ser entregue à Policia Civil na próxima segunda-feira, segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo desta sexta-feira.

São quase 700 folhas e 2.500 páginas de anexo. No documento, segundo fontes ouvidas pelo jornal, o Núcleo de Engenharia do IC culpa a Anac por não ter editado uma norma que vetasse o pouso de aeronaves no Aeroporto de Congonhas em caso de condições meteorológicas adversas (no dia do acidente, a pista estava molhada e escorregadia). Outro erro teria sido da Infraero, por liberar o funcionamento do aeroporto sem grooving (ranhuras que ajudam a escoar a água) e por neglicenciarem normas internacionais e gerenciamento da posta.

Até a fabricante do jato, a francesa Airbus, deve ser apontada como responsável pela maior tragédia da aviação brasileira. O laudo avalia que a companhia deveria ter classificado como "mandatória" - e não apenas "desejável"- a instalação de um alarme sonoro que avisasse os pilotos sobre eventuais equívocos no manuseio das manetes (aceleradores do avião). Na ocasião, um dos reversos (freio aerodinâmico) do avião da TAM estava travado.

Na ótica do IC, o treinamento oferecido pela TAM foi igualmente falho, já que os comandantes Kleiber Lima e Henrique Stefanini di Sacco, que também morreram no episódio, não seguiram as orientações recomendadas pela empresa na hora do pouso. A perícia descartou quebras ou falhas de equipamentos e sistema eletrônicos do avião.

No total, deverá ser indiciado um grupo de dez pessoas, inclusive ex-integrantes da Anac. A lista dos nomes, no entanto, permanece sob sigilo. Os envolvidos deverão responder por crime de atentado contra a segurança de transporte aéreo (artigo 261 do Código Penal) ou por crime de homicídio culposo (sem intenção). O relatório final da investigação, assinado pelo perito Antonia de Carvalho Nogueira Neto, será encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo.


LINKS RELACIONADOS

* • Em VEJA de 25/7/2007 Como foi o acidente do Airbus da TAM




retirado de: http://super.abril.com.br/blogs/proximafase/128445_post.shtml

Mais sobre a pirataria. Bônus: o que fazer para mudar

Um dos assuntos quentes no Brasil essa semana é, como vocês devem saber, a onda de banimento que a Microsoft começou com os consoles piratas, muitos no Brasil. É só passar em algum lugar como o fórum UOL e ver como há gente desesperada. Vamos às opiniões polêmicas pro povo xingar. A primeira coisa: banir videogames (do serviço online) é normal e correto. Não é contra lei você modificar seu videogame para rodar jogos piratas. Mas quando você entra na Xbox Live, o serviço online (pago) da Microsoft, você assina um contrato que tem seus termos: entre eles, não usar videogames modificados, jogos não originais e especialmente antes de serem lançados. Se você quebra uma dessas regras, está passível de ser banido. Não tem choro. O que aconteceu é que 99% das pessoas que foram banidas da Live jogavam Gears of War 2 semanas antes do lançamento. Era óbvio que a cópia do cara era pirata. Nada mais justo que eles serem banidos do serviço online.

Aí vem aquela mania brasileira de achar que o cliente tem de reclamar mesmo quando não tem a menor razão. Veja: a Microsoft não inutilizou o aparelho – aí sim seria grave. Só fechou as portas para um serviço que oferecia. Assim como a Blizzard, que baniu ontem 350 mil jogadores de Diablo II, Starcraft e Warcraft III porque eles trapaceavam. Não é a mesma coisa? Antes de comprar o aparelho todo mundo já sabe que o jogo é caro. Piratear não é quase uma “necessidade” no Brasil, não importa o preço. É que nem dizer que a solução é comprar uma bolsa Louis Vuitton falsificada porque, afinal, você não tem grana para comprar a original. Ora, você não PRECISA de uma bolsa de marca, então se resolveu comprar uma, siga as regras, ou compre de uma marca qualquer. R$ 270 por jogo é ruim? Importe direto da CDUniverse (sai mais barato, mesmo com imposto - e é 100% legal) ou fique jogando no seu computador, onde os jogos custam R$ 99. As melhores coisas são caras, as supérfluas especialmente caras. Ninguém precisa ter um videogame. Na verdade há 3 opções: arrume outra diversão, siga as regras, ou ainda melhor: brigue para mudar a lei que faz com que videogame no Brasil sofra tributação maior que as máquinas de cassino – eu só mandei e-mail para deputado, reconheço que devo fazer muito mais. Quer fazer? O projeto está nas mãos do deputado Antonio Palocci (aquele), que preside a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, onde o projeto está parado há 3 meses. Fale com ele aqui.

Quer piratear? O Faça, mas não reclame se der algum problema. Até porque você não precisa jogar online. A Live serve basicamente para jogar online. E até poucos meses atrás, quando todo mundo estava satisfeito com o PS2, ninguém reclamava de não poder jogar na internet com os amigos. É necessidade agora? Aliás, há opções para jogar online com o Xbox, como o X-link Kai, que dá um trabalhinho para configurar, às vezes a conexão é meio ruim, mas se você faz questão, é um caminho.

Se o problema é banir, faça um caminho melhor ainda: compre um PlayStation 3. Enquanto a Microsoft bania brasileiros, a Sony silenciosamente abria a PSN (a Live do PS3 e PSP, gratuita) para o Brasil. Você agora pode se registrar lá sem mentir sobre o seu local de residência, como todas as pessoas do País (inclusive funcionários da Microsoft) faziam ao se registrar na Live. Com a PSN, é mais tranqüilo - ainda que a loja em si ainda esteja bloqueada, dá pra jogar com a galera sem lag. Ah, sim, os jogos são ainda mais caros para o PlayStation 3. Mas aí vem o dilema Tostines: jogos no Brasil são caros porque pouca gente compra (a maioria prefere piratear) ou pouca gente compra porque são caros? Ainda não achei a resposta. De volta à programação normal em instantes.




Praça da Bíblia, 8 de novembro de 2008



espero que vocês tenham curtido!

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

NÃO ME FALTAVA MAIS NADA MESMO!

“Mas percebo agora
Que o teu sorriso
Vem diferente,
Quase parecendo te ferir.
(...)
Nada mais vai me ferir.
É que eu já me acostumei.”
– Legião Urbana, “Andrea Doria”

“Como se fizesse a diferença
O que você acha ruim
Como se eu tivesse prometido
Alguma coisa pra você
Eu nunca disse que faria o que é direito
Não se conserta o que já nasce com defeito
Não tem jeito
Não há nada a se fazer

Mesmo que eu pudesse controlar a minha raiva
Mesmo que eu quisesse conviver com a minha dor
Nada sairia do lugar que já estava
Não seria nada diferente do que sou”
– Matanza, “Eu Não Gosto de Ninguém”


Faz um tempo que não posto nada aqui, né?
Hmmm... Foda-se isso.
Como se já não bastassem todas as merdas que andam acontecendo comigo, ainda tenho que ouvir diariamente da minha mãe que me tornei uma porra dum maldito drogado viciado! Agora, pra convencê-la do contrário está foda! Alguém ou... alguma coisa a convenceu disso e agora fedeu de vez pro meu lado. NÃO ME FALTAVA MAIS NADA MESMO!
Eu gostaria muitíssimo de saber o que foi que aconteceu pra qu’ela começasse a pensar isso. Tá certo que eu sou um maldito alcoólatra vagabundo (eu mesmo admito que isso é inegável, diga-se logo), mas... Não sei... Agora parece que ela surtou em tempo integral ou alguém que (diz que) gosta muito de mim ‘tá metendo muita minhoca na cabeça dela...
Eu ainda me dou bem com ela... Quando ela não está em modo “ou você tava bêbado ou drogado, só pode!”. Bom, nós ainda conversamos, rimos, trocamos umas idéias e falamos sobre a porra da maldita vida, mas... Agora, por ordens dela, tive que cortar o cabelo, porque, por causa dele, eu tava aparentando ser um mendigo viciado! Eu tô muito bem na foto mesmo – mas... eu acho... que ela vai me mandar tirar a barba amanhã... e é claro que eu vou me fazer de surdo, né?!?
É triste.









bis zum nächtz!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

POEMAS PARA UMA GURIA, CHUVA-VERMELHA-DE-SANGUE, PEQUENO POEMA PARA MEUS AMIGOS

POEMAS PARA UMA GURIA
“Oh, Lua de Cosmos no céu estrelado
Permita que eu possa adormecer
Quem sabe, de novo, nessa madrugada,
Ela resolva aparecer

A noite passada você veio me ver
A noite passada eu sonhei com você”

– Os Paralamas do Sucesso, “La Bella Luna”

“Eu conto as horas pra te ver
Mas o relógio ‘tá de mal comigo”

– Abdulah e Cacá Moraes, "Fico Assim Sem Você"


Os poemas abaixo são para uma guria do curso livre de alemão, da mesma sala que eu:

[poema ainda sem título]
Posso sonhar com você?
Posso sonhar contigo me beijando?
Posso sonhar comigo te beijando?
Você é quem eu desejo realmente atualmente
Por todas as coisas legais que você é.
Posso sonhar contigo mesmo acordado?
Posso te ter como Musa Inspiradora?
Eu sou assumidamente: louco e irresponsável e alcoólatra.
Eu admito todos os meus defeitos e erros
Eu te aceito totalmente com o tudo que você é.
Estes são os meus olhos que brilham à sua mais simples visão.
Seja radiante para sempre!
Ondas podem quebrar em nossos pés estando nós de mãos dadas?
O vento pode me trazer o som de sua voz?
Posso sentir o cheiro meu corpo e sentir o cheiro do seu?
Posso ser o seu sparring de preocupações e tristezas
E enxugar suas lágrimas e ser o brilho em seus olhos?
Posso te admirar dormindo à beira da sua cama e te ver acordar?
Beiras de rios e céus cinzentos
E eu te vejo indo e vindo e vivendo –
Podemos ir e vir e viver?
Posso ser o seu sorriso tanto dos olhos quanto dos lábios quanto do rosto como um todo?
Chuva e Tempestade e Furacão e Ciclone e Tornado
Calmaria e Silêncio e Paz
Não à Distância!
Sim à Proximidade!
Podemos ser próximos?!?

:: .. :: 30 de setembro e 13 de outubro de 2008 :: .. ::


[poema ainda sem título]

Se a última coisa que eu fizer for te beijar
Vou embora daqui muito feliz.
Sentirei sua falta e dos outros também, é claro –
Vocês são os melhores por serem o que são!
Eu sonho com você mesmo acordado
Com seus olhos
e com o seu sorriso
e com o seu rosto
e com a sua voz
me dizendo coisas legais
e me repreendendo para o meu próprio bem.
Se eu não precisasse continuar a viver
Viria todos os sábados neste maldito horário
só para te ver.
Existe o calor, existe a língua alemã
existem as bebidas e os cigarros e o rock’n’roll
– por favor, diga que podemos existir
nem que seja por uma tarde...
nem que seja por um beijo...
Como deve ser seu rosto... sem óculos...
seus cabelos soltos ao sabor do vento..?
Nossos corações despedaçados-esmigalhados pelo caminho...
formando estradas... que são as nossas vidas...
Poesia e cigarro e rock’n’roll e bebida
Me complete nem que
eu tenha que parar com o que me destrói
me fazendo feliz...
Vou sentir falta de seu sorriso
de você rindo tão alto quanto eu...
de sua sinceridade impiedosa e carisma indiscutivelmente gritante...
Radie e ilumine e brilhe mesmo banhada de chuva...!!!
Eu não me despeço tão bem quanto as pessoas dizem que eu escrevo
eu gostaria de encerrar tudo isso com algo melhor...
Me beije, me abrace, me bata – como nunca fez antes e como nunca fará depois...!
Faça algo que: eu sempre lembre de você e nunca esqueça de você!
Não precisa fazer!
Você é a pessoa que você é!

:: .. :: 17 de outubro de 2008 :: .. ::




CHUVA-VERMELHA-DE-SANGUE

“Arrependimento, dor
morte, corrupção.
A Wyrm avulta-se sobre nós,
não há nada que possamos fazer.”


“Harano: Um pesar inexplicável, uma saudade inexprimível por coisas inomináveis, um lamento por aquilo que ainda não está perdido.”

– citações retiradas do livro Lobisomem: O Apocalipse, escrito por Mark Rein-Hagen, Robert Hatch e Bill Briges, de 1993, White Wolf, traduzido para a língua portuguesa pela Editora Devir, em 1995

“To another abyss – to no avail,
The search is bound to fail.
To another abyss – to no avail,
So long ago I set sail.
And it chills me to the bone
That I’m so far away from home.
To another abyss.”

– Bad Religion, “To Another Abyss”, do album The Empire Strikes First, de 2004

É uma merda, uma grandíssima e verdadeírissima merda ver... saber que uma das melhores pessoas que você conhece está passando por uma situação que... não tem como explicar... só como sentir... esse tipo de coisa, não se explica, só de sente...!
Quando mãe Laura, pai Rafael e Frau Nassandra me disseram sobre a situação do Chuva-Vermelha-de-Sangue (i.e.: Bruno Carlos Ferreira Neves, ver a postagem Novembro Cinza), eu pensei que era uma coisa, mas, após conversar com ele ontem no Escritório, percebi que o abismo é mais embaixo (por isso a citação de “To Another Abyss”, do BR, no começo do post). Sim, isso me deixou e está me deixando Mal-Para-Caralho. É uma lástima verdadeira você ver que alguém que você gosta muito, que você tem como herói, como amigo de todas as horas estar em uma situação dessas e só poder dizer “ei, cara, qualquer coisa, precisando, eu estou aqui para o que você precisar”. Yeah, isso me deprime realmente!!!
Ele me ajudou quando eu precisei quando eu ‘tava fudido de verdade por causa da japa (Graciara Hiroko Vieira Kobayashi, citada em n postagens), ele sempre esteve por perto e me deu toda a força possível. Não é o caso da forra, da retribuição, ele me deu força quando eu precisei e nada mais justíssimo que agora eu faça o mesmo por ele! Eu sei perfeitamente como ele se sente.... Não sei o que levou a estar assim, e, pra falar a verdade, NÃO DOU A MÍNIMA Eu só sei o que é realmente preciso saber: ele ‘tá na fossa e precisa de toda a força possível!

Agora, talvez eu... talvez o que eu escreva agora não faça sentido depois do que está escrito acima... Mas precisava ser dito... escrito... sendo assim...

Essa postagem não é somente para o Chuva-Vermelha-de-Sangue, mas também para o Eric Coelho Pereira (também citado em Novembro Cinza, além de Muita Cana nos Aniversários e Mais Postagens Atrasadas – Volume (porra, eu não lembro!)), que está passando por uma situação fucking hard por causa da esposa dele e também está precisando de tanta força quanto o Chuva-Vermelha para resistir e continuar em frente ante a todas as coisas que está passando junto com sua Frau.



“Encontre os jovens
antes que se percam.”

– citação (também) retirada do livro Lobisomem: O Apocalipse


Eric e Bruno – toda a força e coragem possíveis e energia positiva do mundo pr’ocês, caras, porque vocês merecem de verdade!




bis zum nächtz!





KLEIN DICHTE FÜR DIE FREUNDE VON MIR PEQUENO POEMA PARA MEUS AMIGOS
„ich werd’ ihnen vermissen... “sentirei falta de vocês...
ihr seid Freunde von mir vocês são meus amigos
– dehalb seid ihr die besser einem – por isso vocês são os melhores!
ich begehre für ihnen all’ die Zigarette und alle die Getränken desejo a vocês todos os cigarros e todas as bebidas
ah, und jeder das Glück der Welt auch! ah, e toda a felicidade do mundo também!
ich werde euer Lachen und Stimmen vermissen. sentirei falta de suas risadas e vozes.
Partei das meinen Herz bleibt mit ihnen! parte do meu coração fica com vocês!
kannt ihr in meinen Herz kommen? vocês podem vir dentro de meu coração?
es ist ins Paradies mit deinen Freunde sein... é o paraíso estar com seus amigos...
ich bin ins Paradies wenn ich mit ihnen bin! eu estou no paraíso quando estou com vocês!
ich werd’ ihnen vermissen.“ sentirei falta de vocês.”

:: .. :: aula de alemão do dia 18 de outubro de 2008 :: .. ::
:: .. :: para Renata Crespim, Lívia Noronha, Cláudio Akim e Nattasha Silva :: .. ::



[ainda sem título]
Um dos meus maiores males:
ficar deprimido muito fácil!
Eu sei que as coisas vão acontecer
mas eu nunca estou pronto.
Isso tortura de verdade o meu coração!
Eu me entristeço muito fácil.
Devo limpar as lágrimas que não estão caindo.
Um dos meus maiores males:
amar demais as pessoas!
Engolir e remoer mágoas...
não precisam se entristecerem e se magoarem:
eu fico magoado por vocês...
eu me entristeço por vocês...
eu fico extrema imensamente azedo
ao ver vocês pra baixo!
Por favor, não se entristeçam junto comigo!
não compartilhem de minhas mágoas
não compartilhem de minhas tristezas.
Um dos meus maiores males:
me afeiçoar demais as pessoas!
Oh, quão rápido meu coração fica despedaçado!
Eu sinto falta e sinto saudade...
é como se chovesse sempre...
Por favor, me deixem ir embora.
Eu imploro!,
devolvam as partes do meu coração
que vocês sempre levam
mas nunca trazem de volta!
Deixem-me dormir até que o sol tenha ido embora
e somente exista a lua crescente
e o frio do norte groenlandês.
Eu sou a tristeza banhada em melancolia...
Eu me sinto tão sozinho...
Eu nunca sentir-me-ei sozinho
enquanto puder sentir saudades de alguém.

:: .. :: aula de alemão do dia 18 de outubro de 2008 :: .. ::

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O (OUTRO LADO DO) FIM DO MUNDO

terça-feira, 7 de outubro de 2008, 23:02:23


“Moon river, wider than a mile
I’m crossing you in style some day
Oh, dream maker, you heart breaker
Wherever you’re goin’, I’m goin’ your way

Two drifters, off to see the world
There’s such a lot of world to see
We’re after the same rainbow’s end, waitin’ ‘round the bend
My huckleberry friend, moon river, and me”

– Johnny Mercer e Henry Mancini, “Moon River”, de 1961

“Solidão, caminhar, espero um dia te ver mudar...
Essa vida são escolhas sem direção, nada é linear.
Continuar, sobreviver, pode ser muito cedo pra entender...
(…)
Até que um dia amanhecer e você finalmente perceber... Até que um dia se levantar... (...)
No presente existir, porque a vida é curta e preciso agir”

– Dead Fish, “Noite”, do álbum Afasia, de 2001

A vida é feita de escolhas e decisões. E é uma merda ser altamente impressionável do jeito que eu sou...
Existe um programa do SBT chamado SBT Realidade, que passa dias de segunda-feira e é apresentado até pela (belíssima) Ana Paula Padrão.
Existe uma cidade no estado americano do Alasca chamada Barrow, que fica praticamente no Círculo Polar Ártico, ou seja, no topo do mundo.
Neste programa (que foi até duplo – segunda passada e ontem), o tema foi até essa cidade (Barrow). Eu até fiquei extremamente interessado em ir pra lá, devido eles praticamente estarem pagando as pessoas para morarem e trabalharem lá. “É, pode ser uma boa”, eu pensei. “Ganhar uma grana pra morar lá e mais um adicional pra trabalhar por lá. Que mal pode haver nisso?”. ‘Tá certo que ganhar uma grana é (sempre) importante, mas...
A verdade é que lá é um tremendo puta dum fim do mundo. Eu achava, eu era crente de que, aqui, Ananindeua era o fim do mundo, mas lá... Cidade cú do planeta, com tecnologias e pessoas, mas, se não fosse pela internet (viva a net!) e pela tv, seria completamente isolada do resto do globo. Não que eu seja o cara mais sociável do planeta (porque eu realmente não sou!), porém... Pra todos os lados que se olha, só se vê o branco do gelo, pra cima o azul do céu, e, de quebra, ainda em um período do ano (outubro a novembro) que é somente noite e a cidade funciona à base de luz artificial...
“Por que ‘cê ‘tá se lamentando desse jeito?!?”
É porque, como eu disse, eu sou altamente impressionável e acabei tendo a idéia maluca de querer morar por lá devido justamente eles praticamente estarem pagando as pessoas para morarem e trabalharem lá. E o retardado aqui inventou de se informar pela internet e acabei enviando um currículo e uma requisição de emprego pra lá. Até aí, nada demais... Até chegar em casa e ver a segunda parte do programa sobre a referida cidade em questão (eu nem sabia que seria um programa duplo). Eu até comentei com mamãe e Raquel sobre isso. E então a mamãe disparou à queima-roupa “E se eles te chamarem e não aceitarem um ‘não’ como resposta?”
E, desde então, estou com isso – e isso me apavora real e verdadeiramente.
Lá em Barrow... Lá em Barrow num tem sol, num tem chuva, num tem calor – só tem gelo, gelo, gelo, frio, frio, frio, esquimós, esquimós, esquimós e mais o nada por quilômetros a fio. (“A alguns quilômetros de lugar nenhum”, o Badauí cantaria na música de mesmo nome). Mas, bem, como lá ainda é Estados Unidos, com certeza, lá deve ter rock’n’roll, punk rock, hardcore e metal (grande Gaia, tomara mesmo!). Porééééém, lá não vai ter açaí, nem tapioca, nem feijão, nem tacacá, nem maniçoba, nem a comida da mamãe, nem a Raquel, nem os meus amigos e amigas, nem Praça da República, nem Arraial do Pavulagem, nem convenções de RPG e... Ah, é, só pra completar: legumes e verduras são caros e frango é comida de barão! Caralhoooooooooooooooooooo! Comida lá? Peixe, baleia, e mais umas coisas que não prestei muita atenção. Eu tav’até comentando com o Lucas como deve ser comer carne de baleia com açaí ou carne de foca/morsa com açaí. Deve ser uma coisa... Há, há, há.
Não, pra falar a verdade, isso num tem graça nenhuma.
Eu já me sinto sozinho, só, solitário por aqui, com todo mundo por aqui, imagina lá na casa do caralho, que não vou conhecer ninguém (acho isso meio impossível, uma vez que praticamente todo mundo se conhece por lá). Corrigindo: não vou conhecer muita gente, já que só ando praticamente com os alcoólatras, fumantes, viciados, roqueiros, jogadores de RPG e mais alguns tipos que só podem ser classificados de “anti-sociais fora de seus meios”, vamos ver como é que vão ficar as coisas por lá, caso eu realmente vá mesmo... (Sim, pelo que passou no primeiro programa, lá tem alcoólatra no balde, agora quanto ao resto...)

Eu-tô-com-medo-pra-caralho!

sábado, 4 de outubro de 2008

O ÚLTIMO VIKING

“Upa, Tanngnost! Upa, Tanngrisini! Galgai rumo às estrelas! O inimigo aguarda e uma gloriosa batalha nos vislumbra!”
– Thor, no final da história Algo Velho, Algo Novo...!, da revista The Mighty Thor, edição 339, de janeiro de 1984

“Sou metal – raio, relâmpago e trovão.
Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão.
Sou metal: me sabe o sopro do dragão.

Não em entrego sem lutar;
Tenho ainda coração.
Não aprendi a me render –
Que caia o inimigo então.”
– Legião Urbana,“Metal Contra As Nuvens”

Simplesmente... o que dizer dos três encadernados de Os Maiores Clássicos do Poderoso Thor, publicados pela editora Panini?!? As histórias escritas e desenhadas pelo mestre Walter Simonson (que trabalhou com ninguém mais ninguém menos do que o Quarteto Fantástico – junto com sua esposa na época, Louise Simonson – e o Super-Homem) são simplesmente perfeitas. A colaboração de Christie e Max Scheele, George Roussos e Paul Becton nas cores; Sal Buscema [alguém aí disse Conan?] (que também colaborou no roteiro e nos desenhos), Terry Austin (que trabalhou com John Byrne [Mulher-Hulk, Tropa Alfa, Super-Homem] e Chris Claremont em X-Men), Bob Wiacek, Al Milgrom, Geoff Ishenwood na arte-final.
Ele – Walter Simonson – resgatou e revisou muita coisa dos conceitos originais d’o Deus do Trovão, além de incluir passagens completas e originais da mitologia nórdica/viking, criar a (fodástica) Saga de Surtur (incluída nessa trilogia de revistas, da n.º1 e n.º2 – da edição 348 [na n.º 1] até a 354 [na n.º 2]), a criação de Bill Raio-Beta (um personagem ótimo, porém muitíssimo mal-aproveitado, na minha mais sincera opinião) e o seu martelo encantado, o foderoso Rompe-Tormentas (nº. 1, edições 337 a 340), a fase do Thor-sapo (i.e.: O Sapo do Trovão, na n.º 3, edições 364 a 366) e a fantástica/foderosa/maravilhosa/incrível Saga de Jormungardr (que, segundo a editora, será publicada em edições futuras). Tá todo mundo lá – Mjolnir (dãããã), Lady Sif, Odin e Frigga, Loki (claro!), Heimdall (irmão mais velho de Lady Sif), Volstagg, Fandral, Hogun, Balder (e, consequentemente, a Karnilla), Bill Raio-Beta, Surtur, Encantor (gostosona loiraça de olhos verdes), Kurse (o cara!), Nick Fury (na história O Mal Nas Entranhas da Terra, da n.º 1, edição 341), Lorelei (tesudona ruiva de olhos azuis), Fafnir, Hela, e, por fim, Malekith (feio e tosco e metido a esperto que leva o maior cacete do Kurse).

“O Encantamento é meu uma vez mais!”
– Bill Raio Beta, na história Se Devo Morrer Antes de Despertar..., da revista The Mighty Thor, edição 343, de maio de 1984
Bill Raio Beta.
Na minha mais sincera e honesta opinião, um dos personagens mais mal-aproveitados e subestimados da Marvel. O cara tem uma história muitíssimo do caralho, é tão nobre e poderoso quanto o filho de Odin, mas... Já colocaram-o em tanta história ruim (como essa última da Tropa Ômega, publicada na Marvel Apresenta 34, de fevereiro deste ano, escrita por Michael Avon Deming, desenhada por Scott Kolins e colorizada por Brian Reber), que, como diria o Jimmy, vocalista do Matanza, “puta que o pariu, Hangar!”
Agora... A origem deste personagem... Eu tenho minhas mais sinceras dúvidas se alguém além de Mr. Simonson, Mr. Kirby, Mr. Byrne e Mr. Miller poderia fazer algo tão grandioso para a origem de um personagem, jogando-o praticamente no meio da mitologia nórdica – junto a Odin, Sif, Lorelei, Volstagg, Hlidskjalf – mais o combate pelo merecimento de Mjolnir (justo ele!), a batalha da dupla junto a Lady Sif (e a dela contra Throgg, algo realmente surpreendente – feministas e defensores em geral dos direitos das mulheres, leiam e fortaleçam-se!) contra os demônios inimigos de Bill, a confecção de Rompe-Tormentas, o diálogo de Odin e Eitri e... Porra, não vou contar toda a história! Vai ler! Este arco é composto da primeira história da n.º 1 – Doom, da edição 337, de novembro de 1983 – até a quarta – O Portal nos Confins da Terra, da edição 340, de fevereiro de 1984. Enjoy!


“Ouvi-me, Elementos! Ouvi-me Tempestades! Demonstrai Vossa Ira! Um guerreiro sucumbiu neste dia e Vós o levareis ao seu destino!
Não mais Eilif, o perdido, mas Eilif, o Matador de Dragões!”
– Thor, no final da história Se Devo Morrer Antes de Despertar..., da revista The Mighty Thor, edição 343, de maio de 1984

Um personagem “coadjuvante” que merece atenção especial é o último viking Eilif (como o nome é germano-escandinavo, a pronúncia é Ailif, devido o “ei” ter som de “ai”), das histórias O Último Viking e Se Devo Morrer Antes de Despertar... (n.º 1, edições 342 e 343), que, na língua (morta) dos vikings, chama por Thor, para embate-lo e, enfim, como um verdadeiro guerreiro de sua linhagem, ir para os tão almejados salões de Valhalla. Depois de muito ouvir estes chamados (as duas primeiras são na já citada O Mal Nas Entranhas da Terra [n.º 1, edição 341], primeira vez: pág. 106, 3º quadrinho de cima pr’abaixo; segunda vez: pág. 115, 3º quadrinho da primeira fileira, o que ele não ‘tá girando o Mjolnir; terceira vez: os últimos três quadrinhos desta história, na página 123). Só na pág. 129, já na história O Último Viking, Thor então decide verificar quem o chama na língua dos seus antigos abençoados/seguidores, chegando até à Antártida, numa antiga aldeia viking perdida no tempo, chegando inclusive a encontrar, obviamente, um cemitério viking.
Após enfrentar vários desafios, finalmente encontra aquele que seria seu adversário, o ancião chamado Eilif. Após um diálogo importante sobre respeito, honra, perda e saudade (vai tomar no cú! se você quiser ler esse diálogo, vai procurar a revista pra poder ler porque eu não vou transcrever é nada! mesmo porque... não faria sentido algum sem o resto da história em questão!!!), Thor decide tomar Eilif como escudeiro na batalha contra Fafnir (caralho, só de lembrar eu ‘tô pra chorar!), o ordenando vestir novamente sua armadura e empunhar sua lança. Quando Eilif meio que dá pra trás, dizendo que está velho e isso e aquilo. Logo, Thor praticamente joga na cara dele que, se ele foi corajoso o suficiente para chamar um deus para enfrentá-lo e, assim, morrer em combate glorioso para então adentrar Valhalla, ele seria corajoso o suficiente para acompanhar o filho de Odin em batalha! É claro que Eilif aceita o convite do Senhor das Tempestades e Trovões, que, é levado ao campo de batalha pela biga levada pelos bodes Tanngnost e Tanngrisni, enquanto seu escudeiro cavalga Viajante das Nuvens, um corcel alado de crina branca como a neve (obs.: em todas as histórias da edição n.º 1 aparecem relances e flashes da Saga de Surtur. fique atento!). Até... certo ser supermegahiperpoderoso dá o ar de sua graça nessa história (só não vou dizer nem como e nem onde pra não perder a graça, mas é muuuuuuuuuuuuito na cara).
Nessa mesma história (Se Devo Morrer Antes de Despertar...), Deus do Trovão e escudeiro vão ao embate para com Fafnir. Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim! A batalha é realmente algo digno de verdadeiras histórias d’O Poderoso Thor! A contenda é realmente algo... algo... no mínimo, brilhante e emocionante de se ver e de ler, devido ao impacto dos sentidos proporcionado por Mr. Simonson. É uma explosão de energia por quadrinho!
O desfecho da história... Cara, se você não tiver coração, e somente se você não tiver coração, você não ficará emocionado com o fim dela (da história)...

é, cara. pra saber mais você vai ter que ler...


Ainda no mesmo universo Marvel...
A X-Men Anual número 2, de agosto do ano passado (meio atrasado pra comentar aqui, né? foda-se!), que reúne as edições 1 a 8 da revista americana X-Men: First Class, é uma surpresa mais do que agradável para a equipe mutante mais famosa da Casa das Idéias, uma vez que mostra algumas das aventuras pelas quais os primeiros pupilos do professor Charles Xavier passaram (não sabe quem são?!? te mata! só pra refrescar sua memória, são eles: Scott Summers – Ciclope –, Jean Grey – Garota Marvel –, Warren Worringhton III – Anjo –, e, por fim, meus Filhos do Átomo favoritos: Henry McCoy – Fera – e Robert Drake – Homem de Gelo). São histórias simples e de leitura gostosa e fácil – com roteiro de Jeff Parker, desenhos do brasileiro Roger Cruz, arte-finalizada por Victor Olazaba, colorizada por Val Stapas e com capas de Marko Djurdjevic –, porém longe de serem simplórias (sim, existe uma diferença!), que vão da participação de baluartes do Universo Marvel (como aquele pelo qual acabei de molhar o teclado babando por ele, falando no começo da postagem), inimigos comuns dos X-Men (essa história é muito dez! Romeu e Julieta café com leite com um final feliz!) até inimigos comuns do Homem-Aranha e dos Vingadores (quer saber quem são? VAI LER!).
Esqueça a complexidade das sagas da família X e o um zilhão de personagens que vão e voltam e morrem e ressuscitam. Essa revista é daquelas que você lê em uma tarde e não se arrepende do tempo que gastou o fazendo. E vai lendo e vai lendo e vai gostando. Eu me atrevo até a dizer que essa Comic é inclusive uma ótima introdução ao universo dos X-Men sem precisar ter que saber um montãããããão de coisas sobre a Cronologia X, Sagas, quem morreu, quem ressuscitou e blá e blá e blá e blá... Sinceramente, eu gostei muito desse encadernado. Procura ler que é bom! Eu recomendo!
(obs.: não pára de ler na última página! os apêndices/extras do encadernado são fantásticos!)

“Na minissérie Dinastia M: O Herdeiro, os cristais terrígenos foram roubados dos Inumanos e, quando o governo dos Estados Unidos se recusou a devolvê-lo, seu líder Raio Negro declarou guerra contra a humanidade.”
Pra fechar esse post... Marvel Especial: Guerra Silenciosa, de janeiro deste ano. Conselho: só leia essa revista se estiver muito ou totalmente familiarizado com a mini-série Dinastia M: O Herdeiro, se não... Pode passar bem longe, mas bem longe mesmo!
(Guerra Silenciosa) É uma história realmente densa e pesada, nem um pouco simples. O roteiro sem buracos de David Hine somado aos desenhos sombrios de Frazer Irvine dão o tom da história em que nada, absolutamente nada acontece de graça. Uma ação puxa a outra, ação e reação ao pé da letra e explosivamente combinados!
“O que fazer quando você provoca algo que não pode derrotar sem sair ileso?” é uma das perguntas-chaves desta obra que, graças à Panini, tivemos muita sorte de ser publicada aqui no Brasil.
Ninguém é inocente, todos são culpados e esta revista mostra as culpas de cada um dos personagens e o que fizeram para chegar nesse ponto de sem-retorno. Chega um momento em que você é confrontado e luta ou você é destruído por aqueles que você decidiu não confrontar.
eu estou passando por isso atualmente

“Tenta crescer, Rafael!!! Pelo amor de Deus. Não estamos mais no ensino médio. A vida continua....”
– Anne Rose Aragão, 01 de outubro de 2008

quando ela ler essa última parte da postagem (“Chega um momento em que você é confrontado e luta ou você é destruído por aqueles que você decidiu não confrontar. eu estou passando por isso atualmente”) e ver a citação dela, talvez ela entenda... tomara que sim mesmo, senão, paciência...
uma das maiores vantagens das mulheres sobre os homens também se torna uma de suas maiores desvantagens: por amadurecerem mais rápido, elas perdem a oportunidade de verem – e sentirem – certas nuances da vida. ponto negativo pr’ocês, melhores e maiores criações de Deus!






O.k. É mais de meia-noite, e, como hoje não vai ter aula de alemão devido a UFPa ser Colégio Eleitoral, logo mais à tarde, reunir-nos-emos (eu, Cláudio, Liv, Natt e Thiago) no prédio da Rê (Renata Crespim, a menina pra quem escrevi o poema incompleto da postagem de ontem) comer um churrasco, tomar umas biritas, ouvir um som e tomar banho de piscina. Legal, não?!?
Aproveitem seus fins-de-semana!






até a próxima!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

[mais um] POEMA INCOMPLETO

[poema ainda sem título]
[falta terminar]
Posso sonhar com você?
Posso sonhar comigo te beijando?
Você é quem desejo realmente
atualmente
Por ser todas as coisas legais que você é.
Posso sonho com você mesmo acordado?
Posso te ter como Musa Inspiradora?
Eu sou assumidamente:
louco e irresponsável e alcoólatra.
Eu admito todos os meus defeitos e erros.
Eu te aceito com todos os seus vícios e defeitos.
Estes são os meus olhos que brilham
à sua mais simples visão.
Seja radiante para sempre!
Ondas podem quebrar em nossos pés
estamos nós de mãos dadas?
O vento pode me trazer o som de sua voz?
Posso cheirar o meu corpo
e sentir o cheiro do seu?

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

O MUNDO ESTÁ MESMO LOUCO

“O mundo está mesmo louco
Pra que te levar assim
Sem ao menos me dar um tempo?
Terminar o que não teve fim

Não dá mais para agüentar
Aonde isso irá chegar?
Por causa de um erro de alguém
Sem um por quê
Se é que existe um por quê!

Parar de me perguntar
Por que aconteceu assim
Muitos passarão por isso
Não quero pensar assim!

Enquanto isso eu vejo aqui
Disposição pra conseguir
Por tudo que ele sonhou
Com um por quê
Sem um por quê?
Se é que existe um por quê!”
– CPM22, “Amigos Perdidos”, do álbum Chegou A Hora De Recomeçar, de 2002

“You didn’t die alone
You took a part of me
The end of all our plans
(The) end of what we’d be

It boiled down deep inside
until it burned you up
the ignition within reach
your flame just dropped

But you did not wake up and I’m the one
Who’ll walk on through the backyard of the times
When you are my friend

I just don’t know what’s wrong or right
Guess I’m just a bit uptight
And this feeling isn’t right
But I’m lonely tonight

I just don’t know what’s wrong or right
Guess I’m just a bit uptight
And this feeling isn’t right
But I’m lonely

You’re never out of reach
though you are far away
the sun’s coming up again
And on that day
You’ll smile at me and say
That you’ll be back again
Somewhere in my dreams
The biggest ray

That’ll shine on me and lift me up
To wake up in the backyard of the times
When you are my friend”
– Bambix, “Take Heart”, do album Leitmotiv, de 1998

A vida é estranha.
Eu conheci um cara no começo, acho que no segundo domingo de julho deste ano, chamado WILLIAM, lá na Praça da República. O que eu sabia dele: ele gostava de rock, ele gostava de beber, ele fumava, ele morava na Guanabara e nós tínhamos alguns conhecidos em comum – um deles é o Eddie, que me passou essa péssima! –, fora isso, não sei mais nada desse cara. Todavia...
Já não bastavam todas as cagadas que aconteceram comigo de sexta-feira pra cá, ainda tem mais essa pra completar.
De 2000, muitas pessoas que conheci morreram de modos realmente absurdos. E, todas as vezes, contando com essa atual, eu fiquei mal pra caralho. Não, eu não consigo aceitar isso e achar isso algo “natural”! Todas essas pessoas – inclusive você, William! – se tornaram, de algum modo, especiais pra mim. É uma merda ter que ver essas pessoas chegando e indo embora, assim, sem dizer adeus, sem se despedirem. Bem, eu odeio despedidas!, mas...
Eu nunca sei o que dizer sobre isso. Eu nunca sei o que escrever sobre isso. Talvez não exista nada realmente a ser dito e escrito sobre isso e, de alguma forma, isso seja bom.



Uma boa notícia? Yeah. Não estou tão assim mais pela Fabíola! Isso é realmente fodasticamente ótimo, não?!? Existem males que realmente vêm para o bem e o que tem acontecido comigo desde sexta tem colaborado em gênero, numero e grau para reduzir gradualmente o que sinto por ela. Demais, não?


“Stars shinning bright above you
Night breezes seems to whisper “I love you”
Birds singing in the sycamore tree
Dream a little dream of me
Say nighty-night and kiss me
Just hold me tight and tell me you miss me
While I'm alone and blue, as can be
Dream a little dream of me
Stars fading but I linger on, dear
Still craving your kiss
I’m longing to linger till dawn, dear
Just saying this
Sweet dreams till sunbeams find you
Sweet dreams that leave all worries behind you
But in your dreams whatever they be
Dream a little dream of me”
– Fabian Andre e Wilbur Schwandt, “Dream A Little Dream”
Sim, eu tenho pensado em outra pessoa também! E ela já está a par do que sinto por ela, e prometeu pensar no meu caso. Vamos ver o que acontece, né? Como dito na postagem (Des)esperança, eu prefiro não ter esperança e ver o que acontece mesmo. (Mentira! Eu tenho um pouquinho de esperança sim e também ‘tô depositando um pouco de pensamento positivo também, né?!?)




Essa postagem não é somente pra essa guria – que vai saber quem é assim que ler essa postagem –, mas pro William, pros meus “amigos perdidos” e pras suas respectivas famílias também. Meu coração e toda a energia positiva que eu puder transmitir estão com vocês todos!


Até a próxima!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

MISFITS - THE STATIC AGE - 1978

:: STATIC AGE ::
:: MISFITS ::
:: 1978 ::
:: todas as letras e músicas de Glenn Danzig ::
STATIC INTRO
STATIC AGE
TV CASUALTY
There are paint smears on everything i own
The vapor rub is lying on a table of filth
Christmas cards to which Ii never reply
My eyeballs absorb only blue filtered light TV casualty,
TV casualty we’re all right TV casualty, TV casualty
I wish they’d put Prince Namor on the tube hold on,
I think I have to puke there’s a spot in the corner where I always go
I like to feed the flies that I know
But please don’t feed my television screen
Please don’t feed my television screen
Please don’t feed my television screen
Please don’t feed my television screen TV casualty,
TV casualty we're all right TV casualty,
TV casualty babies in prison, they call it a womb
Nine month sentence, no parole slivers of steal stuck in your lungs
Breathe deep, we need a donor for blood
Jaguars at the cemetery Cadillac’s grazing at your grave
Zeniths grazing at your grave sonys grazing at your grave
TV casualty, TV casualty we’re all right TV casualty,
TV casualty we’re all right TV casualty, TV casualty

04 . SOME KINDA HATE
There’s some kinda love
And there’s some kinda hate
The maggots in the iron lung
Won’t copulate

And it’s a woah oh oh oh oh
And it’s a woah oh oh oh oh
And it’s a woah oh oh oh oh
I said woah woah oh, oh oh oh

Hear the cats cry
Little tortured babies in pain
Cracked necks by settled limbs
They don't hesitate

And it’s a woah oh oh oh oh
Baby woah oh oh oh oh
And it’s a woah oh oh oh oh
I said woah, woah, oh

There’s some kinda love
And there is some kinda hate
I’m gonna tell you all about it now
The maggots in the eye of love won’t copulate

And it’s a woah oh oh oh oh
Baby woah oh oh oh oh
Baby woah oh oh oh oh
I said woah woah oh, woah oh

05 . LAST CARESS
I got something to say
I killed your baby today
And it doesn’t matter much to me
As long as it’s dead

Well I got something to say
I raped you mother today
And it doesn’t matter much to me
As long as she spread

Sweet lovely death
I am waiting for your breath
Come sweet death, one last caress

06 . RETURN OF THE FLY
Return of the fly
Return of the fly
With Vincent Price
Yeah, return of the fly

Helen Delambre, Helen Delambre
Francois, Francois

Return of the fly
You guinea pig
Human hands and feet
Yeah, you guinea pig

Helen Delambre, Helen Delambre
Francois, Francois

Cecile, Cecile
Cecile, Cecile

The return of the fly
With Vincent Price
You guinea pig
Yeah, return of the fly

Return of the fly
With Vincent Price
You guinea pig
Yeah, return of the fly

07 . HYBRID MOMENTS
(Glenn Danzig)
If you’re gonna scream, Scream with me
Moment’s like this never last
When do creatures rape your face
Hybrids open up the door

Ooh baby when you cry
Your face is momentary
You hide your looks behind these scars

In Hybrid Moments
Give me a moment

Give me a moment
Give me a moment
Ooh baby when you cry
Your face is momentary
You hide your looks behind these scars

In hybrid moments
In hybrid moments

In hybrid moments
In hybrid moments

Give me a moment
Give me a moment

08 . WE ARE 138
We are 138, We are 138, We are 138
We are 138, We are 138, We are 138
We are 138, We are 138, In the eyes of tiger

Do you think we’re robot clean
Does this face look almost mean
Is it time to be an android not a man

The pleasantries are gone
We’re stripped of all we were
In the eyes of tiger

We are 138, We are 138, We are 138
We are 138, We are 138, We are 138
8,8,8,8,8,8,8,8,8,8,8,8,8,
8,8,8,8,8,8,8,8,8,8,8,8,8.

09 . TEENAGERS FROM MARS
We land in barren fields
On the Arizona plains
The insemination of little girls
In the middle of wet dreams

We are the angel mutants
The streets for us seduction
Our cause unjust and ancient
In this “B” film born invasion

Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care

Well, we’ve seen your 3-D movies
In violent abduction
We blast your mindless structure
Inferior connection

We take your weak resistance
Throw it in your face
We need no introduction
For mass annihilation

Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care

Well, we need no introduction
No visas or carte blanche
Inhuman reproduction
We’re here for what we want

We want, we need it, we’ll take it
We want, we need it, we’ll take it
We want, we need it, we’ll take it
We want, we need it, we’ll take it, baby

Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care

Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care
Teenagers from Mars
And we don’t care

And we don’t care
And we don’t care, we don’t care
We don’t care, and we don’t care
And we don’t care

10 . COME BACK
Come back little raven and bite my face
I’ve been waiting, endless waiting
Come back and bite my face

Come back little raven, descend your home
This is not then, it is not now
Come back, descend your throne

I think you realize what I’ve done
Well, on a corner slept my horrible corpse
I’m not alive for anyone
I think you realize what I’ve done

You gotta come back
You gotta come back
You gotta come back
You gotta come back

Come back little raven, here by my face
I’ve been waiting, endless waiting
Come back and bite my face

I think you realize what I’ve done
We’re on the corner, slashed my heart for fun
I'm not alive for anyone
I think you realize what I’ve done

You gotta come back
You gotta come back
You gotta come back
You gotta come back

You gotta come back, come back, well, come back
Right back to me
You gotta come back, come back, come on back
Right back to me
You gotta come back, come back, come on back
Right back to me
You gotta come back, come back, come on back
Right back to me, yeah

11 . ANGELFUCK
Little angelfuck
It’s a shame that luck is the only thing
Did you like the fun?
Did you like the times that I promised you?

Open wounds on your brow
Little angel in red
She isn’t loving you anymore

Little angelfuck
I see you going down on a fireplug
Little angelfuck
Size for everyone

Let those bastards believe
Dry your eyes and we’ll leave
She isn’t loving you anymore

Little angelfuck
I see you going down on a fireplug
Oh, little angelfuck
Size for everyone

Let those bastards believe
Dry your eyes and we’ll leave
She isn’t loving you anymore

12 . HOLLYWOOD BABYLON
Who came along for the ride
Hey, you can’t come inside
Do the citizens kneel for sex
It’s heaven cumming on her chest

Hollywood Babylon
Hollywood Babylon

Flesh ancient monster design
Unlit pornographic sign
Where did they come from tonight
Who came along for the ride?

Hollywood Babylon
Hollywood Babylon

Who came along for the ride?
Hey you, you can’t come inside
When do the citizens kneel for sex?
It’s heaven cumming on her chest

Hollywood Babylon
Hollywood Babylon
Hollywood Babylon
Hollywood Babylon

13 . ATTITUDE
(Glenn Danzig)
Attitude
You got some fucking attitude
I can’t believe what you said to me
You got some attitude

Inside your feeble brain
There’s probably a whore
And if you don’t shut your mouth
You’re gonna feel the floor

Attitude
The one you got, oh baby
Attitude
The one you got, oh baby
Attitude

Attitude
Inside your feeble brain
There’s probably a whore
And if you don’t shut your mouth
You’re gonna feel the floor

Attitude
You got some fucking attitude
I can’t believe what you said to me
You got some attitude

Attitude
You got some fucking attitude
I can’t believe what you said to me
You got some attitude.

14 . BULLET
President’s bullet-ridden body in the street
Ride, Johnny ride
Kennedy’s shattered head hits concrete
Ride, Johnny ride

Johnny’s wife is floundering
Johnny’s wife is scared
Run, Jackie run

Texas is an outrage when your husband is dead
Texas is an outrage when they pick up his head
Texas is the reason that the president’s dead
You gotta suck, suck, Jackie suck

President’s bullet-ridden body in the street
Ride, Johnny ride
Kennedy’s shattered head hits concrete
Ride, Johnny ride

Texas is an outrage when your husband is dead
Texas is an outrage when they pick up his head
Texas is the reason that the president’s dead
You gotta suck, suck, Jackie suck

Arise Jackie O, Jonathon of Kennedy
Well, arise and be shot down
The dirt’s gonna be your dessert
My cum be your life source
And the only way to get it
Is to suck or fuck
Or be poor and devoid
And masturbate me, masturbate me
Then slurp it from your palm
Like a dry desert soaking up rain
Soaking up sun
Like a dry desert soaking up rain
Soaking up sun

15 . THEME FOR A JACKAL
Dry drunk on a corner
Wet waste of a girl
Theme for a jackal

Play you a death-song
You probably listen
Stand idly by as they rape your children
Like you do now
In fact you showed them how

All thoughts are in place
All deeds are complete
Play, theme for a jackal play

Die sweet prince
Meat tastes like mince
The jackal’s eaten enough for today

Die sweet prince
Meat tastes like shit
Enough to make that jackal spit

Spit jackal spit

Spit and choke on the lives you’ve taken
You can’t shake them loose

All morsels are gone, they’re too small
Accessible from a source so tall
Little sister all of my love

Bitch
Bitch, she is
Cut her from the inside out

Dead daughter in the river
Entrance gained by her liver
Play, theme for a jackal play

They play you a death-song
You probably listen
Stand idly by as they rape your children
Like you do now
In fact you showed them how
Play, theme for a jackal play
Play, theme for a jackal play

16 . SHE
She walked out with empty arms
Machine gun in her hand
She is good and she is bad
No one understands

She walked in in silence
Never spoke a word
She’s got a rich daddy
She’s her daddy's girl

She loves naked sin
He loves evil sex
She has lost control
They are growing old

She will hide in silence
Then her day will come
She was virgin vixen
She is on the run
She is on the run
She is on the run

17 . SPINAL REMAINS
This isn’t really sex, this isn’t really life
This isn’t really anything I think I like

And I will not sit on broken glass
Not for you or anyone
I will not cut my ass

We have no reasons but we still have fun
Down on the floor, baby, whisper my name

Yeah, when you rip my back to shreds
I’ll dig my boots into
The soft remains of your spine

I wanna savage
Your spinal remains
I wanna savage
Baby, your spinal remains
In chains

This isn’t really sex, this isn’t really life
This isn’t really anything I think I like

And I will not sit on broken glass
Not for you or anyone
I will not cut my fucking ass

I wanna savage
Baby, your spinal remains
I wanna savage
Baby, your spinal remains
They’re making you change

18 . IN THE DOORWAY
Light
In the doorway
Shining so bright
In the doorway
I clench your hips
For the flesh
You tore my prose

In the doorway
Animal lie
Like the doorway
As you hide
Hear it then
Will you let me in

Let me in
Oh

In the doorway
We were so young
In the doorway
Release the black dogs
On our breasts
We'll never rest

We’ll never rest
We’ll never forget
I ain’t never gonna let you rest

Oh, oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, oh

19 . STATIC OUTRO
20 . STATIC OUTAKES