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YEAH, HOUSTON, WIR HABEN BÜCHER!

e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A CONSTATAÇÃO + DIA DE LEVANTAR DOS MORTOS + TRABALHO QUASE PRONTO

A CONSTATAÇÃO
Ouvindo: Descendents, Enjoy, 1986.

“It’s stand to reason, youre in the game
The rules might be elusive, but our pieces are the same.
And you know if one goes down we all go down as well,
The balance is precarious as anyone can tell,
This world’s going to hell.

(...)

You might not think it matters now, but what if you are wrong?
You might not think there’s any wisdom in a fucked up punk rock song.
But the way it is cannot persist for long,
A brutal sun is rising on a sick horizon. ”
– Bad Religion, “Kyoto Now!”, do álbum The Process of Belief, de 2002


“Hey, you,
Is there something worth aspiring to?
And can it be found in a record store?
Well, it’s not there anymore.
Just think of all the things we did,
We were different
Just like all the other kids.

(...)

Hey, you,
Is there something worth belonging to?
And can I pick it up for a song
Or a diploma or a worthy cause?
Well let me tell you that there’s nothing wrong,
It’s just that ones like us will never belong.”
– Bad Religion, “You Don’t Belong”, do álbum The Process of Belief, de 2002

E depois ainda tem gente que me pergunta porque eu ando tão fudida e caralhalmente FRUSTRADO com o curso que faço. “Então porque você não abandona logo, porra?” Eu bem que o faria, sabe? Todavia, como, no “vestiburrinho” deste ano, não abriu vaga pra nenhum dos cursos que eu estava absurdamente a fim de fazer (Engenharia Civil, Geologia, Geofísica)......
Já me disseram prdeixar dessa idéia de mudar de curso e terminar logo Deutschsprach, todavia, do jeito que anda a carruagem...

Porque o nome desta parte da carruagem se chama “A Constatação?”
Bom... Tem gente que vai ler isso e vai ficar malditamente puta da vida comigo devido a isso. Mas eu não ‛tô nem vendo mesmo (nova essa!) e *foda-se mode on*. O blog é MEU e FODA-SE!
Depois de tanto ver “como a cagada funciona” na Graduação, eu acabei concluindo que os professores só acabam mandando pra Germânia os alunos que estão dispostos a se tornarem professores, seja da graduação ou mesmo do curso livre e FODA-SE se eles quiserem o contrário. “Quer ser tradutor? Não vai”; “Vai mudar de curso depois de ir pra Alemanha? Não vai” e essas coisas. Além do que, só os queridinhos dos professores vão mesmo, ou seja, os que jogam pelas regras deles (“Não sou um bom jogador, não sei dizer frases feitas”). Agora junta tudo e vê a merda que sai. Só não garanto que vão gostar do resultado final...
“Se eu vou consegir essa bolsa pra ir pra Alemanha ou Áustria ou Suíça, sendo como eu sou e não estar nem vendo pra nada disso?” Eu tenho, agora, plena e absoluta e concreta certeza disso, uma vez que, talvez com exceção de Herr Arnegger (talvez Professorin Steffen também, num sei, mas eu não vou perguntar), eu fiz todos os professores somente me aturarem (pois é, logo eu que sou a pessoa mais fácil do mundo pra se gostar, né? e também a mais fácil pra se odiar também – *fato!*). Levando isso em consideração, alguém vai me indicar pra ir pra lá? Vão me indicar pra ir, sim... Vão me indicar pra ir PRA CASA DO CARALHO ou mesmo pra PUTA QUE PARIU! Ainda mais que declarei abertamente pra quem quisesse ouivr que não quero ser professor e sim tradutor (logo eu, o Sr. Didática-e-Tolerância-Zero e Super-Anti-Social-Com-Pessoas-Normais, há, há, há). E, por essa e por outras (que estou pensando na melhor forma de postar aqui) que, quando o pessoal já começar a falar “quando eu estive na Alemanha”, “a Alemanha isso”, “a Alemanha cozido”, “eu comi ovo e farinha quando eu ‛tava na Alemanha” e similares, eu trato logo é de sair de fininho e sumir completamente. Talvez isto seja o melhor a ser feito mesmo.
Eu sei. Vou me fuder B-O-N-I-T-O por causa disso. Eu sinto. ‛Tô até vendo. Mas, sei lá, foda-se, sabe? F-O-D-A--S-E-! Não vou ficar sofrendo por antecipação, uma vez que tenho coisa realmente mais importante pra ser feita.
É, é esse o preço que eu pago por ser eu mesmo, aconteça o que acontecer.



DIA DE LEVANTAR DOS MORTOS
Ouvindo: Die Toten Hosen, Bis Zum Bitteren Ende, 1987

“Mas não é um sonho, mas não é um filme B
Corpos ressuscitam, mortos voltam a viver

Que venham os mortos!

Corpos voltam a andar, mortos voltam a viver
E o desespero toma conta de você
Solitários e famintos, nada pode os deter
Hordas de mortos vivos querem destroçar você”
– Zumbis do Espaço, “Que venham os mortos”, do álbum Abominável Mundo Monstro, de 2000

Uma das melhores coisas de andar pra cima e pra baixo com máquina fotográfica digital é poder registrar os momentos quando você encontra aqueles conhecidos de LONGA DATA que faz UMA CARA que você não os vê. Isso foi uma das coisas que salvou meu dia realmente.
Só o que posso mais dizer sobre isso é “My Wolf-brothers are the fucking better ones!”


TRABALHO QUASE PRONTO
Ouvindo: Descendents, Milo Goes to College, de 1984

“E quando chega o fim do dia
Eu só penso em descansar
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.”
– Legião Urbana, “Música de Trabalho”, do álbum A Tempestade ou O Livro dos Dias, de 1996.

Professor Razky não é um professor ruim. Muito pelo contrário. Tal como aconteceu com Frau Rosely Risueno Viana (de PdA), sou eu que não consigo embarcar na mesma onda que ele e a sala (ver viking radical fechado de mente estreita?!?) e ficar com aquela cara de bunda valendo. Não é aquela coisa empolgante de 2TN e PLG, ou mesmo das aulas de Lingüística, ministradas por Professorin Márcia Almeida Cunha (FIBRA). Eu simplesmente NÃO consigo (durante as aulas de Herr Razky) NÃO ficar com aquela cara de “pois é, que merda, né? Até que a matéria é bem interessante (sem sacanagem/ironia/sarcasmo de nenhum tipo, é sério!), todavia... Creio que isso se deva ter sido por causa da injeção de (des)ânimo que meus brodérs (‛tô pegando sua palavra emprestada, Fernanda [dona do mulher 25 procura]!!!) de Englishspeaking me cederam quando eu os informei que esta disciplina seria ministrada por este professor.
Pois é, graças à minha Irmã-de-Curso-e-Armas, Danielli Bessa (ver o segundo parágrafo de Sobre Ontem e Hoje), que, tal como TODO MUNDO lá da sala, não fica com os dois pés atrás com o professor e compartilha da empolgação do mesmo com a disciplina (também em viking radical fechado de mente estreita?!?), eu (e ela, claro) andei mais do que um corno depois que pegou aquele chifre. Todavia a *compensação 01* é que fechamos, acredito eu, uns setenta porcento do último trabalho que temos que entregar segunda-feira próxima, devido termos enfim feito os vídeos para incluir no trabalho. A *compensação 02* é que, como a casa onde Bessa mora fica praticamente de cara com a FIBRA, aproveitei pra ver o novo investimento. Eu já tinha visto-a ontem, mas foi legal fazer essa surpresa pra ela (eu já havia visto-a ontem – depois de uma semana e meia sem nos vermos!).
Hell yeah, isso também salvou o meu dia. E MUITO!





‛Tô cansado pra caralho e não quero ir pra aula amanhã.........
Como se eu tivesse opção mesmo!




Hoje: DEZESSEIS dias sem birita e sem cigarro e sem farinha e sem ovo!
Ú-HU!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

SEGUNDA-FEIRA WARS [6]

UFPA → ILC → BA3
Soundtrack: faixas intercaladas dos álbuns Songs, de 2002, e Begin to Hope, de 2006, ambos da soviética naturalizada estadunidense Regina Spektor.


UM

A aula de Sociolingüística acabou de terminar. Não foi bem uma aula, mas a primeira aula foi pro.... um exercício besta mesmo, nem pode ser chamado de prova. Arre égua, depois do medo que o Tail, o Edu e a Lih me (im)puseram das provas do Razky e eu pensando que seria um Tiamat mesmo................
Segunda aula. Apresentação de trabalhos. Pois é, eu fico MUITO FELIZ quando ‘tô fazendo um trabalho e a bateria da câmera ACABA! (*ironia mode on*). E, quando o trabalho vai ser apresentado, o professor ainda sacanaea eu + meine Arbeitpartnerin (i.e.: Danielli Bessa – ver o segundo parágrafo de Sobre Ontem e Hoje) sobre nosso trabalho (“já pensou atravessar mil quilômetros e chegar à uma tribo indígena e dizer ‘olha, a bateria da câmera acabou!’ Não, né?”). Como se Herr Günther já não fosse suficiente.......
Mas, graças ao meu Enrolation-Professor-no-Jutsu, consegui dar um jeito no trabalho (e fora que ele – Razky – gostou muito do trabalho em vídeo também – acreditem, isso ajudou MUITO devido à MINHA formulação de perguntas e à capacidade ÍMPAR [*ironia mode off*] da Bessa em filmar SOMENTE Herr Barroso e ter tido a grande idéia de ter desligado o ar-condicionado da sala onde fizemos a entrevista com ele!). Agora só falta o seminário sobre Estrangeirismos, que será a última das três avaliações desta PLE.
Próxima segunda-feira: início das aulas da FALEM!
FOUDEU!



DOIS

Ao contrário do que eu pensei em A Pequena Canção da Ironia, até que foi MUITO divertido lá na FITA, tanto no sábado quanto ontem. E pensar que eu não ia (Danke schön, Ágila Flaviana Alves Chaves [também citada neste post em questão]!!!!!!!), olha só o que eu ia perder:
Sábado
(Bessa atacando de pedófila! Te manca, sua aliciadora de menores! *muitos risos* EU TE LONGO, BESSA!)

Domingo
(essa de Frau Steffen como “Princesa da Marujada” vai entrar pra história da FALEM!!!!!!)


Égua, agora vou é pra casa comer, bater aquela bronha e dormir até amanhã agora – eu dormi mal pra caralho mesmo deste fim de semana! Caralho, se divertir CANSA!



MAY THE UBUNTU 10.04 BE WITH YOU!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A PEQUENA CANÇÃO DA IRONIA......

“Mama they try and break me...

The windows burns to light the way back home
A light that warms no matter where they go
They're off to find the hero of the day
But what if they should fall by someone's wicked way

(...)

Excuse me while I tend to how I feel

These things returns to me that still seem real
Now deservingly this easy chair
But the rocking stopped by wheels of despair”
– Metallica, “Hero of the Day”, do álbum Load, de 2004


Uma coisa que eu realmente adoro nos meus amigos e nos meus professores é a incrível capacidade que eles possuem de fazer com que eu me sinta diminuto, um completo merda e um perfeito idiota.
Chega de ironia.

Ontem, lá no stand de Língua Alemã na FITA (Feira Internacional de Turismo da Amazônia), apesar de eu ter encontrado a Ágila (Flaviana Alves Chaves) e o Gêmenis (ambos from CEFET) e ter conhecidos umas pessoas (mulheres) interessantes, cujos nomes não lembro agora.
Mas...........
Fuck it off mode on. Eu ‘tava mais perdido do que cego em tiroteio naquela porra……
Não que a presença de gente como a Bessa não me faça sentir bem, porque faz sim, todavia..... Ah, caras.......

É uma coisa. Por mais que eu chegue aos stands e os atendentes sejam super amáveis e gentis para comigo e eu retribua isso, EU NÃO TENHO essa COISA que eles têm. Essa postura, esse tom de voz, essa COISA que eles possuem que atraem as pessoas. Talvez seja algo comparado àquela “aura assassina” que o monge fala pro Takezo/Musashi em Vagabond, que afaste as pessoas que não são próximas a ele.......
Eu fui à casa do Sonho-Desperto pra ver se ele me dava algumas dicas quanto a isso (devido ao fato d’ele ser muito mais “sociável” [talvez as aspas sejam desnecessárias] do que este que vos bloga) e ele me disse pra eu cair dentro mesmo e dar a cara à tapa para poder perder os medos e ver o que é que rola. Porém, se for pra eu me sentir incomensuravelmente mal que nem eu me senti ontem à tarde/noite lá no Hangar. Acho que (o que resta da) minha auto-estima conta bastante, não?



Só pra terminar: Ontem, na Rede Brasil, passou um dos filmes que marcaram minha infância e minha adolescência: As Aventuras do Barão de Munchausen, com John Neville, Uma Thurman, Sarah Polley, Eric Idle e Robin Williams, do über alucinado TERRY GILLIAM Gilliam, diretor de pequenas obras-primas/pérolas como O Pescador de Ilusões (de 1991, com Jeff Bridges, Robin Williams e Amanda Plummer), Brazil (de 1985, com Jonathan Pryce, Robert De Niro, Bob Hoskins, Ian Holm e Peter Vaughan) e Os 12 Macacos (de 1995, com Bruce Willis), além do último do Heath “Coringa” Ledger, O Mundo Imaginário de dr. Parnassus, do ano passado. (mais coments sobre o filme em http://berrandofilmes.blogspot.com/2006/01/as-aventuras-do-baro-de-munchausen.html)
É, só isso pra salvar meu dia mesmo......



Será que vou amanhã?
Não sei não....
Ainda mais que “Boot Stamping on a Human Face Forever” começou a me “assombrar” desde ontem mesmo.....


“ Don’t ever dare to hope, he said,
So I’ll never let down too bad.
I know there’s nowhere to go
So I’ll just stay here instead.
(...)
I can’t win! Look at the trouble I’m in”
– Bad Religion, “Boot Stamping on a Human Face Forever”, do álbum The Empire Strikes First, de 2004






E não, eu NÃO vou pedir desculpas por me sentir azedo desse jeito!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

SOBRE ONTEM E HOJE.......

UFPA → ILC → BA3
Ouvindo: Pearl Jam, Yield, 1998

Um: Nada como a ótima sensação de alguém colocar a corda no seu pescoço e você ainda sorrir, achando que está tudo bem. É isso, Professorin Steffen, a senhora conseguiu. Agora como acha um jeito de livrar meu rabo escroto dessa? Não sei. Não sei MESMO. Todavia, como mamãe disse ontem à noite, de algo pode me servir, mas acho que... Não sei... Prefiro não pensar enquanto a coisa não acontece...! “Coisas que eu faço sabendo que posso morrer”

Dois: Trabalhos overtrhasher aloprados de Sociolingüística. Prova escrita próxima segunda-feira (mas, pelo menos, não será sexta-feira próxima – 13Sexta-feira 13: Razhky Detona Sociolingüística no PLE!) MAIS um seminário MAIS um trabalho em vídeo que eu e a (Cláudia Danielli Souza) Bessa faremos amanhã à tarde (não sei como, mas daremos nosso jeito!). Né, Lih, Tail e Edu e Denison?: “Como o Razkhy vai dar PLE, não vai dar tempo dele encher o cu de vocês de trabalhos!” (Aline); “VOCÊS TÃO FUDIDOS NA MÃO DELE!” (Eduardo); “Sem comentários – vocês tão fudidos mesmo” (Tailson); “Ele vai pegar as apostilas e socar no cu de vocês pra vocês aprenderem a matéria dele” (Denison). Pois é.... Com amigos que nem esses que eu tenho...... Pelo menos, eles não mentiram sobre o que eu enfrentaria....!

Três: Saudades MONSTRO do novo investimento. Infelizmente, não poderei vê-la hoje. Mas amanhã e domingo não tem erro, ainda mais que Bessa mora perto de onde ela estuda atualmente e, assim que sair da casa dela (Bessa), é só atravessar a rua para poder ir vê-la...!

Quatro: Vontade MONSTRO de tomar aquele café preto e amargo, mas como tenho que dormir cedo pra acordar cedo amanhã...... Só vou ver o CSI: Miami mesmo e dormir. Nem o jogo do Inter vou poder assistir......! Poooooooooooooorra, como as aulas de Sintaxe serão às terças e quintas a partir das 07:30 da matina, não poderei ver nem o CSI: New York (Record, 00:30, da segunda pra terça), muito menos o Chuck no TeleSeriados (SBT, tarde da noite). Só me restar mesmo pedir pr’álguém baixar pra mim a primeira e a segunda temporada e a parte da terceira temporada que não foi cancelada pela NBC.......!



Opa. Começou CSI.
Inté!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

RADICAL FOSFATO (poema interminado sem data de término!)

Ú-HU!
Uma semana sem BEBER, sem FUMAR, sem CONSUMIR OVO e FARINHA:
Resultado: DORMINDO MELHOR! COMENDO MELHOR! RESPIRANDO MELHOR!
(Não me perguntem como, eu apenas estou conseguindo! Tanto que, domingo último, fui à casa da [Carla Cristina] Saraiva [da Silva] com “my new investiment” [ver postagem de ontem] e nem cheguei perto das cervejas e dos cigarros!)




[falta terminar!]

RADICAL FOSFATO

CADA gole de vinho que tomei foi pra esquecer
E cada dose de uísque quente e sem gelo e pra não lembrar mais de você.
Nem Luciana e nem Graciara
E nem Sheila e nem Laura e nem Adma...
Pro diabo com todas elas
Porque agora é por você, Aline Uslar, que eu ‘tô enchendo a cara.
Desde terça-feira, da bebemoração do Muitas-Garras, que eu ‘tô nessa fossa
Tomando essa cana porque a mais linda otaku de todas as IFE’s me deu esse fora.
É você quem eu quero, é de você quem eu preciso
A Hickman e a Brunet e a Altenhofen e a Oliveira são Bênçãos de Gaia, mas é de você que eu necessito.
A Paumgartten é linda, a Paumgartten é bela
Mas ela é Deutschsprachlehrerin, então nem tem conversa.
Você não fuma e mesmo assim, sem você, todo cigarro na minha boca parece sempre acabar
Nada parece ter sentido: o fundo do copo vazio e a garrafa a um dedo de terminar
Eu sei que vou ficar bêbado, eu sei que vou ficar chato
A dor-de-cotovelo bate e aí eu fico realmente insuportável.
A professora ‘tá falando, mas eu num ‘tô ouvindo
Mas como é só você quem eu quero, tudo isso não tem nenhum sentido.
A maioria das gurias que vejo me faz pensar somente em sexo
Mas como eu te idealizo, você acaba ficando acima deste único critério.
Você está no rótulo da garrafa
Também no aviso do Ministério da Saúde que vem na carteira de cigarros
E é a primeira guria que conheço que se sente mal e fica sem-graça por estar sendo querida e desejada.
Eu desisto – jogo a toalha e entrego os pontos
Apesar de, aos meus olhos, você valer totalmente à pena e ser a nerd dos meus sonhos.
Se encachaçar pra esquecer alguém que nunca se teve é tenso
Sempre é pra ficar louco e alucinado, mas em contrapartida, eu faço muita merda porque aí eu já não penso.
Agora eu não ‘tô mais nem vendo, não tem outra solução:
Vou te dar essa voadeira e despejar em cima de você o que ainda tem no meu coração,
Seja de cara limpa, ressacado ou completamente embriagado
Agora ‘tô pouco me lixando,


:: 26 de junho de 2010 ::
:: Casa de Estudos Germânicos + Curuçambá - UFPA ::
:: muito obrigado: Cass, Jeziane, Pëixë, Paumgartten, Crespim e D. Elizete ::
:: eu tô pra usar esse título (“Radical Fosfato”) desde 2000, quando eu o achei num livro de Química do Ensino Médio ::





Albert, valeu pela conversa no buzão vindo de casa pra uni!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

SEGUNDA-FEIRA WARS [5]

Na moral, eu devia estar na aula de Sociolingüística agora, mas, como bom espírito de porco e über vadio que sou, estou no laboratório de informática da FALEM, respondendo e mandando e-mails e vendo as atualizações dos blogs dos meus pariceiros e dos sites que eu costumo ler (todos estão aí do lado, seu preguiçoso maldito).

A propósito, caaaaaaaaaaaaaaaras, não que Sociolingüística seja uma matéria chata (porque, foda-se, não é), mas o que eu li, de sexta até domingo sobre isso, é um monte de coisa realmente T*E*N*S*A*. As coisas que li me deixaram meio que.......
Na sexta e sábado últimos, eu li a parte referente à Sociolingüística do Introdução à Lingüística: Domínios e Fronteiras, da Fernanda Mussalim e da Anna Christina Bentes (Editora Cortez, São Paulo, 2001); o terceiro capítulo do A Geografia Lingüística no Brasil (Série Princípios. São Paulo, Editora Ática, 1991), da Sílvia Brandão, chamado A elaboração de um atlas lingüístico., além do capítulo Linguagem e Sociedade, do Linguagem e Lingüística - Uma introdução (Rio de Janeiro, Zahar, 1982, 269 páginas), do inglês John Lyons. É muita coisa tensa!
E isso porque ainda não vi Semântica e Pragmática, além da famigerada Psicolingüística, que é tão odiadas/temidas quanto Sociolingüística. E, neste SEMAC (Semestre Acadêmico), as outras (Disciplinas relacionadas à Lingüística) serão Sintaxe (ministrada por Herr Armando Barroso) e Morfossintaxe do Alemão (ministrada por Herr Michael Arnegger). Ú-HU! FUDEU!


Meu novo investimento: MUITO OBRIGADO POR SALVAR MEU FINAL DE SEMANA!
Obs.: minha grande amiga e Irmã Loba Anchietana, Carla Cristina Saraiva da Silva também!


Hallo, Mutter! Gestern war Vatertag, aber das ist für Ihnen, dass Sie meine Mutter und meine Vater sind! Noch soll ich, dass ich liebe sie?!?

Enjoy!




Up The Nerds!

domingo, 8 de agosto de 2010

mais um... poema... incompleto... para mais de uma guria

Falta terminar [só pra variar]!


DEIXA EU
DEIXA eu dormir com a cabeça em suas coxas.
Deixa eu beijar você até perder o ar.
Deixa eu ter só pra mim o brilho dos seus olhos
e também a luz de seus sorrisos.
Deixa eu colar o meu nariz com o seu
e sentir você respirando enquanto estiver de olhos fechados.
ter as suas mãos às minhas comparando agrimensura
e o peso de seu queixo em qualquer um de meus ombros.
Deixa eu enxugar as suas lágrimas
e rir alto com você quando estiver feliz
abraçar você quando não houver mais nada a ser dito
se estiver fazendo sol ou se estiver chovendo.
Deixa eu acariciar os seus cabelos enquanto você estiver dormindo
passar creme em seus pés após massageá-los
e fungar em sua nuca e pescoço e ouvidos,
ter caminhos em minhas costas feitos por suas unhas.
Deixa eu escrever poemas já escritos em sua pele com uma caneta esferográfica
ou desenhar Isoldas e Julietas ou bailarinas sobre o gelo
mapas de continentes imaginários ou já separados
desenvolver poemas tendo você como musa antes de passar pro papel.
Deixa eu aceitar você exatamente como você
e com qualidades e defeitos e esperanças e frustrações
e seus olhos meio que perdidos e voz quase que tão breve
não importando em nada o que os outros possam ou não dizer.
Deixa eu encontrar os melhores versos para terminar este poema
sonhar com você mesmo que acordado sem me perder de rota

:: abril e maio de 2010 ::
:: inspiração do poema: a letra de “Pose (Anos 90)”, escrita por Humberto Gessinger (ele também fez a música) para o álbum Gessinger, Lics & Maltz, dos Engenheiros do Hawaii, de 1992 ::
:: muito obrigado: Andréa Ferreira Cardoso + Catherine França + Elizete Silva (mãe do Elias Silva Nascimento) ::

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

kein Titel zu dem Donnerstagpost [4]

(postagem manuscrita na aula de Sociolingüística, do professor Abdelhak Razky)

With a little help of my friends, eu tanto tive um dia bom ontem, quanto uma parte do mesmo muito da sua escrota. Eu não sei com o que fico mais caralhalmente emputecido: com meus conhecidos, por me enrolarem e conseguirem me convencer a ir na corda deles OU comigo mesmo, por conseguir ser enrolado e ir na corda deles.
O poema que eu tinha escrito pra guria, que eu falei no post de ontem. A priori, eu ia mofar aqui pela uni, a esperando para poder entregar (o poema) a ela. Aí, eu dei O GRANDE AZAR MEEEEEESMO de encontrar o Vla (e SEMPRE qu’encontro com ele, dá SEMPRE merda – geralmente pro meu lado). Conseqüências: ele me NEUROU TANTO pra ir embora porque ‘tava passando mal (é isso que dá nego passar mais de mês sem entornar e depois querertomar todas) ↔ acabei NÃO vendo a situação da minha meia-passagem ↔ NÃO almocei, mudando de cor de tanta forme. E, numa das pernadas, acabei vendo, dentro de um ônibus, a GURIA DO POEMA. Pensem na RAIVA!!!
E, putz, não é porque (ele e eu) estamos praticamente no mesmo barco – nossas mãos estarem putíssimas por não sermos os “caras-normais-e-socialmente-aceitáveis” que elas gostariam e, por conseguinte, elas quase nos expulsarem de suas casas por isso – é que não fiquei malditamente emputecido com ele, ainda mais que... agora, por isso, tenho uma nova frustração OVERTHRASHERMONSTERING para me atormentar: não ter entregue esse poema pra guria que, indubitavelmente, NÃO VEREI NOVAMENTE.
[suspiro profundo de decepção e frustração]


Alguma coisa compensou?
Ter ido à FIBRA não somente para ver a Andie e o Maurice, mas pra ver/abraçar/beijar my new investiment. E isso, graças a Gaia, salvou (em parte considerável, o meu dia).
Sobre a guria em questão: eu já falei dela aqui um bom tempo e em muitas postagens. Todavia, como ela e eu não estamos nos “agarrando formalmente” (i.e.: namorando), e muito provavelmente e por decisão mútua de ambas as partes, certamente não o faremos, continuaremos como estamos. E creio que, devido a nossas atuais condições/situações, ser-nos-á preferível continuar deste modo. Eu estou reclamando? (Ainda) Não.
E, como não estamos nos “agarrando formalmente” (há, há, há), eu prefiro não divulgar o nome dela aqui para evitar algum tipo de cagada futura (*bom senso mode on*) e, bem, quantos menos dores-de-cabeça, melhor, não? Fora que alguns pariceiros e pariceirAs haverão de me aporrinhar a porra da paciência por isso (quando verem o nome dela aqui). Nein, danke sehr.

E, caralho, eu não vejo a hora de vê-la/beijá-la/abraçá-la novamente.

“Hear my name
Take a good look
This could be the day
Hold my hand
Walk beside me
I just need to say...

I could not take
A just one day
I know that I would not ever touch you
Hold you
Feel you
Ever hold...
Never again”

– Pearl Jam, “Porch”, do álbum Ten, de 1991



Ir pra casa almoçar. GO!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

RETORNO AO GRANDE NADA

O que não falta é gente me perguntando se eu abandonei mesmo o blog. A resposta é simples e direta e no meio da cara: “NÃO!”
“Então porque sumi por tanto tempo?” É porque a placa de vídeo do meu PC simplesmente LEVOU O CARALHATION e não tive como acessar nada pra poder dizer isso. Toda vez que eu ia digitar esta postagem em algum lugar, dava algum revés e acabava não postando nada. Triste, não?
Antes da minha placa levar o chicoso, eu tinha até digitando algumas postagens MONSTRO (só pra variar); assim que eu recuperá-las, eu posto aqui. Não sei quando, mas eu posto. Posto inclusive o caralhal de poemas completos e incompletos que ando escrevendo por aí – inclusive um que fiz pra uma guria que certamente nunca mais verei em vida, que é uma das mulheres mais maravilhosamente belas que eu já vi PESSOALMENTE em toda a minha vida.
Espero que ela goste (do poema).


Palavras-Prateadas, Sussurro-do-Amanhecer-Nublado, Uchuha-kun, Laís-chan, Chuva-Vermelha-de-Sangue, Pëixë, Gil, Muitas-Garras, Steffen, Ann, Morgenstern, Íse, Caciana, Bea, Érika – eu não esqueci de vocês.
Up The Bloggers!

sábado, 10 de julho de 2010

kein Titel...............

“Celebro todo dia
Minha vida e meus amigos
Eu acredito em mim
E continuo limpo”
– Legião Urbana, “A Fonte”, do álbum O Descobrimento do Brasil, de 1993

Postagem diretamente digitada na casa do meu Irmão Lobo Uchiha Marcelo (ver Catástrofistas dos Dias Modernos [1]), e eu devia estar em casa me arrumando pra narrar Daemon: Supers pro Fábio e pro resto da galera, todavia...... (e não, eu não escrevi nada pra mesa também, e olha que passei um bom tempo na frente o meu PC hoje)
Eu devia ter vindo aqui ontem, mas, sei lá...... Ele ‘tá passando por um período meio escroto e aproveitei pra dar um chega aqui e dizer “ei, eu estou aqui!”, como eu acredito que ele faria caso eu passasse por este tipo de situação escrotésima. É, e como sempre, deu pra colocar nossa conversa em dia

Minha ressaca ‘tá me matando e ainda vou beber mais!
Inté!

A propósito, “FELIZ ANIVERSÁRIO” e “MUITAS FARRAS NA VIDA!!!” pra: Christiane Pantoja + Raissa Moraes Baldez (Up the Nerds!) + Maria Helena Britto + Sarah Gomes de Moura!!!
Muita Felicidade + Muito Álcool + Muitos Cigarros + Muita Saúde procês porque vocês merecem!!!


Amanhã: Comemoração e Bebemoração do niver do Uchiha!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

APESAR DE QUASE NÃO......

Está quente, está chovendo, E eu devia estar dormindo a uma hora dessas, já que são praticamente quatro da tarde.

E eu não tenho palavras suficientes e decentes para descrever o quanto estou indescritivelmente FRUSTRADO por não poder ir ao Encontro Nacional de Estudantes de Letras deste ano.
Se é por falta de grana? É, justamente. Aconteceram umas cagadas overthrasherviolence esse ano que justamente me impedem de ir, além da boa e velha falta de planejamento prévio. Isso sem contar que a organizção do evento também não colaborou em muita coisa, uma vez que só avisou dos trabalhos que seriam apresentados praticamente uma semana e meia ANTES do evento em si (todavia, caso eu tivesse me programado financeiramente antes, esse prolema seria facilmente contornável sem maiores problemas).

Ano passado, eu nem esquentei minha cabeça de não ter ido. Ainda mais que tenho um interesse próximo a ZERO de conhecer a capital fluminense. Eu só lamentei de não poder ir ao de 2008, já que foi em BELÉM e eu não havia passado (no vestibular deste ano). É como se a festa fosse na rua da minha casa e eu não tivesse o ingresso pra poder entrar na mesma. Só espero que, ano que vem, o ENEL seja em uma capital não somente próxima a Belém (Manaus obviamente exclusa), mas também não lá no final do planeta (creio que em Curitiba não será, uma vez que o de 2007 foi lá [e eu também tava pouco me lixando pra este; 1: por não saber que existia; 2: por estar me divertindo bastante em Marabá, enquanto ainda trampava na Construfox]), como Porto Alegre ou mesmo Florianópolis. Mas como não estou em posição de escolher este tipo de coisa...
Agora o que me resta...? Juntar com o Taílson e com a Cass (where fuck is Miaka-chan?) e adiantar nosso trabalho para a SEMAL e para o Fórum de Línguas Estrangeiras deste ano.
E além disso... Ainda tenho minha Mãe, para sempre me dizer/afirmar/confirmar que amanhã é sempre outro dia e que será melhor do que hoje; meus Amigos, que não permitem que eu caia em absoluta solidão e tristeza; minha Irmã, para provar que é sempre possível lutar pelo dia seguinte; livros e quadrinhos, para me manterem sempre absorto e nunca vazio. O que mais um Lobo como eu poderia querer além disso? (Agora algum filho-da-puta chega e diz: “ir pro ENEL deste ano!”)

Amanhã ficarei menos frustrado do que hoje. Que assim seja e assim será...!





E o que mais dizer além de: “Que a Força esteja com vocês, caras!”?

Que a Força esteja com vocês, caras!

“Apesar de quase não aceitar...”

kein Titel zu dem Mittwochpost [8]

Ouvindo: Neil Young & Crazy Horse, Re-ac-tor, de 1981


“Good things will stay
If you believe in them every day”
– Bambix, “When Summer Falls Asleep”.


É bem sabido por todos que leêm este blog que, pra mim, é sempre MUITO IMPORTANTE rever meus amigos pra que eles não saibam que eu não os esqueci e que eles ainda permanecem “em alta na minha cotação”.
Isso serve tanto para reforçar os laços de amizade quanto para colocar a conversa em dia e também para – eu gosto de acreditar inclusive nessa última parte, me faz sentir bem – renovar o humor de ambos os lados, dependendo das notícias a serem trocadas e das piadas a serem contadas.

Já faziam algumas semanas que eu não via a cara dum dos meus mais estimados Irmãos Lobos lá do Canteiro do PAAR: MARLEY (todavia, conhecido entre seus familiares como Lauremir Ferreira).
Sim, ele é um dos caras com quem mais gosto de conversar e rir, porque, aconteça o que acontecer, ele pensa a ponto de resolver a coisa e tirar não somente o seu da reta, mas de todo mundo que lhe é estimado. E os desavisados que se enganem: ele pode PARECER noob, mas ele parece com um (e me acreditem, existe uma diferença IMENSURÁVEL entre PARECER e SER noob), devido ser sacado de um monte de assuntos e ter um raciocínio dos afiados. E outra: noobs não perguntam quando não sabem, enquanto ele não tem vergonha alguma em perguntar quando não sabe de alguma coisa.
É, eu tenho muita sorte e muito orgulho por ter amigos assim.

Quanto ao Marley....
Colocar a conversa em dia, almoçar e dar umas boas risadas com desgraças próprias e (mais do que principalmente) alheias, além de ver um filme e ler uns Quadrinhos (sim, ele é outro apaixonado por Quadrinhos tal qual este que vos escreve!). Ele me disse umas presepadas que aconteceram no “meio tempo que eu estava fora”, que eu simplesmente rachei o bico, fora as que eu disse pra ele que rolaram comigo. Presepadas tensamente doentes, presepadas doentemente tensas, há, há, há.
Meus amigos dão *F*O*D*A*!*


“– Quero te perguntar uma coisa...
– Bruce.
– Bruce. O que você sabe sobre mim? Ou... O que pensa que sabe?
– Que o Panchen Lama é considerado a pessoa mais sábia no budismo. Que só está abaixo do Dalai Lama. Quando ele morrer... Você, Panchen... É responsável por reencontrá-o. Descobrir o corpo... Onde o Dalai se reencarnar.
– Sabe quem me encontrou? Quem achou o corpo onde “me reencarnei”?
Ele. O Dalai Lama. Esse é o trabalho de vocês... Há milhares de anos. Um achar o outro.
– Bingo. Agora responde. Se é meu trabalho achar o Dalai... E o dele me encontrar... Quem achou quem primeiro? Vocês, ocidentais, têm um jeito bem mais engraçado de fazer essa charada. Algo envolvendo ovos e galinhas.”
– Robert Bruce Banner e Panchen Lama, no arco Marvel Millenium: Wolverine vs. Hulk, escrito por Damon Lindeof

Quanto às HQ's que eu li lá:
* algumas Marvel MAX que eu só havia visto em bancas, mais algumas (MMAX) que ele havia me emprestado, que não estavam em ordem linear. Deu pra “completar” algumas coisas do Justiceiro (ainda do Garth Ennis, mas parece que agora ele será roteirista do Espírito da Vingança – TOMARA!) e do Motoqueiro Fantasma, além de finalmente sacar algumas “novidades”, como Matador de Idiotas, Terror Ltda. e Zumbis Marvel 4. Quem dera se TODAS as HQs do mainstream tivessem a qualidade da Marvel MAX (eu baixei recentemente Tiros no Escuro – a história é legal, não podendo dizer o mesmo da arte, mas o desenhista só veio se superar em 1985 [ver comments sobre o arco no post de mesmo nome]).
* algumas coisas relacionadas à Guerra Civil que eu só havia lido as críticas – nada relevante.
* Guerra dos Reis – outra saga cósmica da Marvel. “Galáctica”, como diriam os mais sacanas e/ou cínicos quanto ao assunto. eu não discordo dos mesmos, porque esta tá mais pra “Guerra dos Gays” (UI!) mesmo. só o que salva é quando os Inumanos comem com açaí e farinha a frota Skrull que 'tá fugindo da Terra depois da enrabada de Invasão Skrull (i.e.: a Invasão Cú, que veio antes da Invasão Que Merd...., quer dizer, da Invasão Secreta). Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaara, tem que gostar muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito de “sagas cósmicas” pra poder ler essa porra.......
* é um sentimento ambígo-para-caralho, mas sabe aqueles arcos que te deixam puto, porque você sabe que perdeu seu tempo lendo-os, mas que você simplesmente fica agoniado enquanto não termina de ler? foi assim mesmo que fiquei lendo Reinado Sombrio, cujo nome devia ser mudado de Reinado Sombrio de Tão Ruim, porque.... os roteiristas foram muitos safos em conseguir juntar tudo e tudo fazer meio que sentido (como o Brian Michael Bendis e cia. quase conseguiram em Invasão Cú, QUASE), mas os desenhistas.... não é ruim, mas tá longe, MUITO LONGE de ser algo legal. Evite e passe longe, a não ser que você queira ter o imenso desprazer de saber porque a coisa está essa cagada toda no Universo 616 da Marvel.
* agora vamos ao que realmente interessa: Marvel Millenium: Wolverine vs. Hulk, mini-série em três edições (que não ficaria nada mal em um encadernado). roteiro de Damon Lindeof, arte e capas de Lenil Francis Yu e cores de Dave Craig; tradução de Mario Luiz C. Barroso e letras de Denise Araújo – Panini, novembro e dezembro de 2009. porrada, romance, porrada, espionagem, porrada, ciência, porrada, tramóias governamentais, porrada e porrada e porrada. toda e quaisquer referências à primeira aparição do Wolverine, justamente em uma história do Golias Esmeralda não é mera coincidência, e inclua nisso Nick Fury + Jennifer Walters (esqueça a advogada franzina em sua “forma hominídea” [maus, eu tinha que fazer essa analogia!]); no universo Ultimate, ela é uma cientista muito da sua tesuda) + Betty Ross (aqui uma publicitária de pulso ao invés da filha mimada e sem-cérebro do Almirante Tiberius “Thunderbolt” Ross). E, Gaia que me perdoe, finalmente eu consegui ver/encontrar um uso não-beletrístico praquelas porras de “voz”, “tempo”, “narrador” e “narrativas” que batemos em cima nas aulas de 2TN. E não é que lendo esse arco, todas essas merdas fazem um tremendo dum sentido? *Cara de bunda mode on* Todos os diálogos são muito bons – principalmente o final, entre Wolverine e Hulk, na última página.

Star Wars. ultimamente as editoras brasileiras que se prontificaram/dispuseram a publicar algo de Star Wars no Brasil têm cumprido seu papel com toda a responsabilidade que lhes cabe, ainda mais porque tanto a Ediouro (que publicou a saga Artur: Uma Epópeia Celta) quanto a ONLine (sim, a mesma que publicou maravilhas como Concreto, Roxomil, Garfield e A Casseta Popular no começo da década de 1990) lançaram revistas de qualidade em capa e miolo, e sem buracos na cronologia. Até agora, no Brasil, a OnLine (atual detentora dos direitos) já deve ter lançado umas 20, 22 edições da Star Wars, só com histórias escolhidas a dedo. 'Tá certo que eu já li muito KOTOR (Knights Of The Old Republic – em bom português, Cavaleiros da Velha República) baixado do Action & Comics ((que Gaia o guarde bem em nossas memórias!), mas ler na mão mesmo é muito bom.

Quanto ao filme que assistimos lá, Desbravadores. Bom......... Hmmm.......
O filme não é ruim, é tecnicamente muito bem-feito até (com exceção das armaduras vikings, que ficaram muito pomposas e chamativas e, como disse a historiadora Elizabeth Ward em Campo de Batalha: História Viking, OS ELMOS DELES NÃO TINHAM CHIFRES!), inclusive uma edição e fotografia e produção sonora muito boa. Mas pára por aí...!
Quem já parou para estudar o MÍNIMO de história viking vai ficar emputecido com esse filme devido às furadas históricas para preencher o roteiro (?!?). Ou seja, se você não sacar nada sobre os vikings, pode assistir, que é entretenimento do bom, senão.... Tire seu cérebro da tomada e mande ver. Foi assim que consegui encarar até o final.


Valeu pela tarde super-jóia, Marley.
Isso vai ter forra!





Égua, eu 'tô porre de sono, já!
Vou tomar banho, dar outra pratada e dormir!

Inté!


(ei, Laís-yuf [dona do Pausa Breve pro Café] é por sua causa que ando ultimamente muito Neil Young, viu? não é por estar apaixonado, mas é pura e simples SOLIDARIEDADE por justamente saber como você se sente atualmente)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

HEUTE-WAR-ES...!

“Eu venho da Fortaleza
Colhendo flor no balaio
Vou enfeitar o rosário
Pra quando for mês de maio
Deixar bonito meu boi
Bordei no couro esse ano
Com linha fina de prata
A estrela d'alva e a lua
Pro astro rei... luz divina
Fiz um ponteio dourado
É d'ouro, prata e brilhante
As inicias BP
De rubis e diamantes
Estrelinhas tão cintilantes
Que é pra todo mundo ver”
– Arraial do Pavulagem, “Iniciais BP”


É quase onze da noite e eu estou-cansado-para-caralho-! Eu nem ia postar nada hoje aqui até, devido ter acabado de chegar e tomado um banho, tanto que estou jantando na frente do computador. Mas eu tinha que fazer...!

“Como foi o último dia do Arrastão do Arraial do Pavulagem Junino de 2010?”
Se eu disser que foi real e maravilhosa e foderástica e poderosamente mais incrível e melhor do que o último do ano passado, ainda não vai chegar em perto do que foi hoje de manhã. Sim, eu fiquei destruído devido ao cortejo Escadinha da Estação das Docas-Praça da República, mas enfim... Foi que nem quando eu finalmente conseguia transar com uma daquela guria que eu “tinha” somente através de punheta durante um bom tempo (essa não é a analogia correta, mas é só a nível de exemplo mesmo [e como este anda é o meu blog......]): tremendamente recompensador!
Hum... Andar bons pedaços pra mim não é problema (não sou o Quilômetros-a-Pé à toa), mas hoje... Ainda mais aquele puta calor do caralho e eu com a minha grande idéia (de jerico) de ir com minha tribeshirt (*nerd pride mode on*) e uma camisa florida por cima... Todavia, puta-que-pariu, foi tenso! Pareceu-me que os meus joelhos e tornozelos quebrar-se-iam a qualquer instante durante o cortejo, ainda mais que este perrcorria um pedaço e depois parava. Só lá na Praça, sentado perto da guarita da Guarda Municipal com a Liz e o Murilo, é que fui sentir o quanto eu tava realmente fudido. Não entendam isso como uma reclamação de minha situação no momento (porque eu certa e indubitavelmente não sentir-me-ia de tal modo caso não fosse o tremendo sedentário que sou).
Mas como a putad... O show não pode parar, ainda me deu uma doida e liguei, do cel da Liz, pro Maurice pra saber se ele e Andie já haviam chego. Sim, já haviam chego e estavam praticamente na cara do palco. Lá fomos nós (eu + Murilo + Liz) pra lá. Gaia que me ilumine e que me proteja, mas lá 'tava muuuuuuuuuuuuuuuito mais foda, justamente por causa da banda tocando, da galera enlouquecendo por lá e do som que ia direto na cabeça dos ouvintes. Pensem agora na energia que tava rolando por lá... Acho que só senti essa mesma vibração no show do Bad Religion em Fortaleza, em setembro de 2008 (ainda tenho que falar sobre isso aqui...! tanto sobre isso quanto sobre o show do Bambix em Curitiba, em maio do mesmo ano). Eu podia estar cansado-pra-porra (e, sim, pelo totem de minha tribo, eu estava!), mas ainda assim pulei, cantei e... é, eu não sei dançar (“nerd que não sabe dançar” é meio que uma tremenda duma redundância, não? mas existem alguns dos nossos que se salvam, né, Uchiha, Edson, Milena e Karen?), mas cheguei bem próximo de uma tentativa, afinal, f-o-d-a--se, não tinha ninguém pra me recriminar mesmo, uma vez que todos os lá presentes estavam lá justamente pra se divertir e não pra criticar terceiros, quartos, quintos e sextos.
Hum, e chegando lá com o “Casal 666”, acabei encontrando uma professora minha da época do Vilhena Alves que.... Quando ela disse “Rafael!” e eu a reconheci, Por Gaia e por Odin, pensem naquele chorar contido (mas não, eu não chorei!) preso na garganta. Ela quase quebrou minha espinha com seu abraço (sorte a minha que eu adoro Abraços-de-Urso!). E que saudade deste abraço que não sei se terei novamente em vida. Afinal, quantos anos se passaram desde a última vez que eu a vi e a abracei? Tanto tempo que nem eu lembro mais..............

Mas, ao todo, e pra fechar a coisa:
Sem palavras, sem palavras para definir o que foi a coisa toda... Acho que, creio eu que palavras não são suficientes para definir certos estados emocionais provocados por situações como esta de hoje.

[A dúvida que não quer calar é: “O Seu Paixão, o Alan, o Robson, o Pëixë, a Crespim, o Angra e a Cris foram?” Não sei, afinal tinha taaaaaaaaaaaanta, mas taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanta gente por lá, que.... Fora as pessoas que vi de longe, mas que não consegui falar com, devido ter um mundo de gente de distância....]


Hey, só pra constar: eu conheci uns libaneses lá (pois é, os caras têm escrito I AM ARABIC em letras brilhantes de néon nas testas), já quando tudo já havia terminado, e eu tava entornando com o Maurice + Alberto + Marinho (a Andie tava só curtindo o Maurice e olhando nossa presepada). Falando em inglês com um deles (meu domínio da língua inglesa não está essas coisas atualmente, mas deu pra manter um diálogo, no mínimo, inteligível...), falamos sobre um montão de coisas sobre o Islã (yeah, eu tava lendo um livro sobre a história do Islã um tempo desses) e acabei cconduzindo a conversa até o conflito árabe-porc.... quer dizer, até o conflito árabe-israelense (porque chamá-los do que eu chamaria soaria até como eu elogio...). Ou seja, fudeu! Quando falei as palavras “Sabra” e “Chatila” e sobre a última guerra libano-Israelense (guerra, não, MASSACRE mesmo!), do primeiro semestre de 2006, o cara enrubesceu instantaneamente, além de ficar completa e totalmente SEM-GRAÇA, tanto que ele puxou o pariceiro dele e se mandou sem ao menos se despedir....
Contastação mais-do-que-óbvia: eu sou um tremendo dum imbecil fudido por falar DESTES temas na supreme woodface com um filho daquela terra. Isso ainda vai me matar...


E só pra terminar:
Vocês-foram-Foda-! Obrigado por fazerem e complementarem a festa e deixarem-a melhor pra ser curtida: Trilha-de-Sangue (que acabou nem indo devido a um campeonato de Magic que foi disputar – tomara que tenha ganho uma por mim), Alan “PH”, Júnior, Flor de Liz, Rubens, Murilo, Fernando André, Ricardo (em que buraco tu se enfiaste pra ter sumido daquele jeito, seu puto maldito?), Ivana, Rasta, Gerente, Ronaldo, Papa, Glaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauber, Tami-chan, Maurice, Andie, Professora-do-Veilha-Alves-cujo-Abraço-É-de-Urso, Alberto, Marinho, Parrudo, Frau Rosângela Baldez e Alejandro.
Porra! Pena que vocês não foram (seus putos!): Albert, Trilha-de-Sangue, Muitas-Garras, Sussurro-do-Amanhecer-Nublado, Pëixë, Uchiha, Rondinelly, Gil, Sílvio Gélido, Canção-da-Amargura, Cass, Bocão, Morte, Goblin, Mexicano, Kaandra, Fase, Mutt, Ket, Lestat, Bené, Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarlos, Poser e Diabo.
Menção honrosa por quem não pôde ir por não estar aqui no Pará: Chorão.



Odin que me proteja do meu cansaço. Vou deitar e puxar aquele ronco agora.



So, prettiest Otaku-girl of all them, I'm gonna miss you until burn.
Aber wie vermissen, wenn nie du in deiner Hände hattest?

domingo, 4 de julho de 2010

MAIA, PAVULAGEM, SUASSUNA

Ouvindo: Tim Maia, Nova Era Glacial, 1995.Justificar
Não são nem oito da noite e eu já tô ficando porre de sono.

Amanhã, como dito ontem, é o ultimo dia do Arraial do Pavulagem Junino. O próximo agora só na véspera do Círio e olhe lá! Depois só ano que vem mesmo, logo após o resultado do vestibular da UFPA!

“Além disso, havia outro fato cuja natureza os dois não perceberam logo: o desejo que os ligara desde o primeiro encontro fora, ali momentaneamente apaziguado, de modo que, por enquanto, era menos difícil tomar resoluções virtuosas. O que não deixa de ser melancólico, por mostrar a diferença que existe entre o que julgamos justo e o que fazemos; entre o orgulho por nossa virtude e a humilhação por nossa insensatez e nossa precariedade.”
A História de Amor Entre Fernando e Isaura, de Ariano Villar Suassuna, de 1956.

Eu acabei de ler, acho que uma hora atrás, por aí, o A História de Amor Entre Fernando e Isaura, do pernambucano Ariano Villar Suassuna (eu disse que esse era meu próximo da lista em Crespim!). Meus negos e minhas negas, mesmo pra quem não leu e/ou nunca teve contato algum com o Tristan, do germânico Gottfried von Strassburg, e o Tristão e Isolda, do Joseph Bédier, ou mesmo o Tristão e Isolda, adaptação para os Quadrinhos feita pelos também franceses (tal como Bédier) David Chauvel (roteiro) e Jerone Lereculey (arte) para a mini-série Artur, Uma Epópeia Celta, já pode ter uma ampla noção do que é a clássica prosa, mesmo sem seus elementos de literatura fantástica [eu inclusive baixei o Tristan, do Thomas Mann (a versão é em inglês, apesar de obviamente ser originalmente escrita em alemão), só me falta coragem pra ler, mas creio que darei preferência aos contos do Howard e do Lovecraft mesmo].
Pois sim, a história é muito bem-conduzida e desenvolve-se sem que o leitor se perca, mesmo tendo que procurar algumas palavras no dicionário mais próximo para completo entendimento posterior. E o decorrer da narrativa inclui algumas observações do autor (inclusas na narrativa) sobre o que a vida e o que é o amor, segundo seu próprio ponto de vista, algo que acredito eu, só dá mais crédito ao Suassuna.

Próximo da lista: Almanaque Armorial, coletânea de ensaios de Ariano Suassuna organizados e selecionados pelo também pernambucano Carlos Newton Júnior, pela editora José Olympio (sim, a mesma que publicou o História de Amor...), em 2008. Eu já dei uma folheada em algumas coisas e até gostei bastante do que li, e acredito que ser-me-ão bastante úteis na minha orientação da confecção de alguns textos sobre crítica literária – além do desenvolvimento futuro do inacabado e ainda confuso Projeto de Intertextualidade.

Vou tomar aquele banhoso agora, uma vez que não ‘tô agüentando mais meu cheiro!

sábado, 3 de julho de 2010

LIVE AGAIN!

“Luke, I am your father.”
– Darth Vader para Luke Skywalker, em O Império Contra-Ataca, de 1983, de Irvin Keshner.

Eu nem ia postar porra nenhuma aqui hoje e por mais uma boa cara. Mas, depois de praticamente uma semana, acabei achando um motivo que deu o estopim pra falar mais algumas bobagens que acho por deveras interessantes.

Tem uma novela da Globo cujo nome não sei, que eu tava passando pela quarto de meine Mutter e ela ‘tava assistindo. Como eu, volta e meia, dou uma olhada na TV – raramente parando par’assistir –, acabei parando para ver o que tava rolando.
Cena: a personagem interpretada pela Fernanda Vasconcelos (MUITO LINDA!) mais o personagem interpretado pelo Marcos Caruso. E ele solta a pérola pra ela:
“Nelinha, eu sou seu pai verdadeiro”.

E aí, porra, alguma relação com a frase que abre o post? Uma carteira de Hollywood vermelho mais uma garrafa de Old Eight tinindo de gelada pra quem conseguir fazer o paralelo entre as situações.
Tenso pra caralho, não?
Mas quem diria que a porra de um novelista da Globo ia copiar na cara de madeira QUASE toda a situação mais-do-que-clássica criada pelo George Lucas no melhor filme da sua franquia? (e que eu até falei sobre em Aprendendo com as Cagadas). Tenso pra caralho [2]
Isso prova a verdadeira falta de criatividade e processo de cópia descarado que nossa cultura atual anda passando. Mas... Pensemos: o Caruso vestido de Darth Vader [inclusive falando pelo nariz] e a Fernanda vestida de Luke Skywalker [com exceção de que ela não tem aquela cara dele de cachorro pidão], após terem travado “o” embate no coração da Cidade das Nuvens, ela já sem uma das mãos decepadas pelo lightsaber do Lorde Sith. Diálogo:
Caruso/Vader: “Come, Nelinha, join together to me. Together we are going go be invincible.”
Vasconcelos/Skywalker: “No, never.”
Caruso/Vader: “Come, don’t you noticed yet? The Force is strong in us. Don’t you feel?”
Vasconcelos/Skywalker: “No, I ain’t same to you.”
Caruso/Vader: “Yes, Nelinha, you are.”
Vasconcelos/Skywalker: [sussurrando] “No.”
Caruso/Vader: “Nelinha, I am your father.”
Vasconcelos/Skywalker: “NOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!” [e se joga no fosso da cidade, para logo depois ser resgatada por Léia, Chewbacca, RD-D2 e C3P0, uma vez que Han foi capturado pelo Império através do Boba Fett, o caçador de recompensas]
(nota: ela fez a mesma cara, A MESMA CARA DE CHORO ESCULPIDA EM CARRARA [porque o correto é “esculpida em carrara” e não “cuspida e escarrada”, como é popularmente dito!] que o Luke fez quando soube de quem era filho!)





A propósito e antes que eu me esqueça:
Terça-feira: Depois da uni, eu passei a tarde na casa do Taílson falando merda e baixando quadrinhos e pornografia, além de lembrarmos uns fatos meio tensos que rolaram lá no ILC, dos quais participamos e/ou ficamos sabendo por terceiros, além de falarmos sobe nosso conhecidos em comum e como nunca conseguimos encontrar os quatro: eu, ele, Cass e Lih. Ou é eu + ele + Cass, ou Cass + ele + Lih ou ele + Cass + Lih. Isso me deixa meio neurado, mas não a ponto de me deixar P*U*T*O como os trabalhos de PLG, 2TN e PE me deixaram este semestre. Falando em matérias, vai ser só PLG e 2TN que fechei com EXCELENTE e o resto vou terminar com Bom mesmo (inclusive um beeeeeeeeeeeeem arrastado em PE, com dito em Bobagens que me Deixam Ditoso......). Se isso me deixa feliz? Hell yeah, isso me deixa feliz-para-caralho-! E...... A prova de CPA3 que fiz este dia me deixou neurado, uma vez que me fudi justamente em coisas que estou careca de saber e fazer. Mas eu não esquento, “deixa estar que eu... que eu sigo em frente” (Charlie Brown Jr., na música de mesmo nome, do álbum Transpiração Contínua Prolongada, de 1997). [a propósito: Fábio + Will + Leo + Johnny + Nagatavaleu pela biritada da teça pra quarta!!!]
Quarta-feira: lendo uns quadrinhos que baixei mas que não tive tempo pra ler (comentá-los-ei assim que possível em uma próxima postagem). Ainda dei uma passada na casa do Cadáver e acabei ajudando-o a terminar um trabalho que ele tinha que entregar lá na UF no mesmo dia.
Quinta-feira: tiver que ir à UF pra devolver uns livros e tomar umas com a galera. Primeiro: Velho Barreiro com o Marco + Seu Paixão [supreme woodface: tomar a cana lá do lado do ponto dele, no bloco Kb, com a galera passando a torto e a direito e a gente pouco se fudendo, bebendo – who fuckin cares?]. Depois: praticamente uma grade eu + Marco + Charles + Agnaldo + Muitas-Garras + Suzane + Mário (1º motivo pra beber: começo das férias; 2º motivo: o Excelente que o Marco obteve em Morfologia). Infelizmente, a bichona do Rob chegou quando o Marco e eu já estávamos caindo fora da uni, mas fica pra domingo... ainda mais que será o ÚLTIMO dia do Pavulagem Junino! “Let’s there be rock!”



“O Brasil” se fudeu na Copa?” QUERO MAIS É QUE SE FODA! Eles não pagam minha birita e meus cigarros e não correm atrás dos meus Quadrinhos e livros mesmo!



FELIZ ANIVERSÁRIO para meu Irmão-de-Armas e Irmão-de-Curso: Hewerton Luiz Vieira Barros!











Frau Steffen, ich bin mit Ihnen!
Meine Stärke ist Ihre!

May the Force be with you – It is!