Postagem em destaque

YEAH, HOUSTON, WIR HABEN BÜCHER!

e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

HABILITAR!

(música de fundo: o álbum Equilíbrio Distante, do Renato Russo, de 1995. ‘tá rolando “Gente”, que é até do de um dos álbuns da Laura Pausini, assim como “Pássera”, “La Forza Della Vita” e “La Solitudine”)


“E a qualcosa una canzone servirà
Se il tuo piccolo dolore
Che sia odio, o che sia amore
Passerà”

– Aleandro Baldi, Bigazzi e M. Falagiani, “Passerà”

São 12:29:33 do dia 17 de fevereiro de 2009 e eu acabei de voltar da minha Habilitação no curso de Letras: Licenciatura em Língua Alemã na Universidade Federal do Pará (ver as últimas postagens). Já que o Hewerton (Luiz Vieira Barros) e o Kleber (Daniel Souza Gomes) também estavam lá (devido serem da minha sala), eu aproveitei e os apresentei logo à Casa de Estudos Germânicos (e eu aproveitei e fiz logo minha inscrição pro G3 do Curso Livre).
A propósito, foi do caralho ter visto o Willy Rennet Silva Dias, vulgo Frodo [from CEFET] por lá e saber que ele passou também, só que em Letras: Licenciatura em Língua Portuguesa. Ele também tava merecendo passar!



(agora: “I Venti Del Cuore”)
“Anche quando ci buttiamo via,
Per rabbia o per vigliaccheria, per un amore inconsolabile
Anche quando in casa è il posto più invivibile
E piangi e non lo sai che cosa vuoi

Credi c’è una forza in noi amore mio,
Più forte dello scintillio, di questo mondo pazzo e inutile
È più forte di una morte incomprensibilie
E di questa nostalgia che non ci lascia mai.

Quando toccherai il fondo con le dita
A un tratto sentirai la forza della vita, che ti trascinerà con se,
Amore non lo sai, vedrai una via d’uscita c’è.

Anche quando mangi per dolore
E nel silenzio senti il cuore, come un rumore insopportabile
E non vuoi più alzarti e il mondo è irraggiungibile
E anche quando la speranza oramai non basterà.

C’è una volontà che questa morte sfida
È la nostra dignità la forza della vita
Che non si chiede mai cos’è l’eternità
Anche se c’è chi la offende o chi la vende l’aldilà.”

– P. Vallesi e Dati, “La Forza Della Vita”

A propósito, ontem, enquanto eu baixava o Cadastro Acadêmico da UFPA, eu tratei de baixar também as postagens do blog do Roney (o que tava aqui em casa junto com o Gustavo domingo)http://oputo.wordpress.com/. E justamente por ler muitas das coisas que estavam lá (nas postagens salvas de dezembro do ano passado e janeiro do ano corrente) a citação de “La Forza Della Vita” abre esta parte do post – o cara é tão desesperançoso e descrente e puto com tudo e com todos quanto eu era quando eu abri este blog. Tem muita coisa legal de ser lida lá e eu ainda tenho que ler tudo aquilo cuidadosamente pra poder comentar alguma coisa à altura dos posts que lá estão!


(agora: “Dolcissima Maria”)
“Ed ogni volta che ti penso eri là
Quel sorriso in tasca largo ed incredulo
(...)
E le immagini si perdono, fermarle non potrei
E le pagine non svelano, chi eri e chi ora sei
E i venti del cuore soffiano e gli angeli poi ci abbandonano
Con la voglia di voci e di persone
Seguendo fantasmi d’amore, i nostri fantasmi d’amore
Seguendo fantasmi d’amore, i nostri fantasmi d’amore”
– F. Palmieri e A. Civai, “I Venti Del Cuore”

“Le canzoni non si scrivono
Mas nascono da sé
Son le cose che succedono
Ogni giorno intorno a noi
Le canzoni basta coglierle
Ce n’è una anche per te
Che fai più fatica a vivere
E non sorridi mai”
– Aleandro Baldi, Bigazzi e M. Falagiani, “Passerà”
Falando em blogs.
Vai entender as mulheres...
Vai entender as mulheres blogueiras!!!
Bom, tem a Tha-chan, cujo blog eu falei bastante nas últimas postagens. Pois é, né? Vai entender, cara! Ela “meio que surtou” só porque eu pedi pra ela postar no meu blog, e acabou tirando a ferramenta de postar comentários (no blog dela – para ver esta postagem, clique aqui!) e, de quebra, ainda me excluiu e bloqueou n’orkut. E pois é, né? Eu poderia escrever aqui todos os impropérios do mundo pra ela por causa disso (e levar um baita processo no meio do rabo por causa disso, há, há, há), mas, depois de pensar um pouco, eu até compreendo que exagerei na dose/pisei na bola com ela em relação a isso. Talvez ela mude de idéia quando ler a citação de “Il Mondo Degli Altri” que ‘tá logo embaixo. Mas... eu num sei não.

“Quando l’eco di una ferita, È un ricordo che può sparire
Dietro all’alito di un tramonto, Che ci porterà fino al maré
(...)
Il mondo degli altri è un cielo di vento
Un prato di fiori nel buio che ho dentro
Il mondo degli altri il mondo degli altri
(...)
E se perdero i mieri sogni solo tu potrai trovarli
Ma se non vorrai tenerli non lasciarli lì davanti
Al mondo degli altri che non mi appartiene
Se tu non esisti non posso più-dirti
Che ho bisogno di innamorarmi, In un giorno di primavera
(...)
Quando canto le mie canzoni, Ho bisogno di stare in mezzo
Al mondo degli altri perchè ci sei tu
Ma se non ti trovo mi manchi di più
Il mondo degli altri, è un arcobaleno
Ma tu sei una perla che cade dal cielo”
– F. Palmieri e A. Civai, “Il Mondo Degli Altri”, que não é do Equilíbrio Distante, e sim d’O Último Solo, de 1997


(agora: “Passerà”)
Eu gostaria muito de continuar escrevendo algumas coisas aqui, mas ainda tenho que ler uma apostila que Frau Ângela (de Leitura e Produção de Textos, ver O Primeiro Dia) mandou ontem pras primeiras aulas de hoje.
A propósito, eu disse numas postagens durante todo o período de vida deste blog que certas pessoas deveriam ser TERMINANTEMENTE PROIBIDAS DE MINISTRAR AULAS. O professor de Teoria Literária é um deles. Pensem na maior mala sem alça do plane... não, do universo. Ele consegue ser ainda mais mala e ainda mais tosqueira do que o Tácio Reis (ver Vida De Cursinho É Uma Merda, de 17 de dezembro de 2004) e mais cansativo do que Frau Cunha (cujo único porém é falar pelos cotovelos!!!).




Hum, antes que alguém pergunte sobre as traduções das citações das letras que estão nesta postagem... Muito em breve, elas (as letras e suas respectivas traduções) estarão em futuras postagens, (convenientemente) chamadas Equilíbrio Distante – 1995 e O Último Solo – 1997.







“Non c’è mai fine al viaggio anche se un sogno cade
Sei tu che hai un vento nuovo tra le braccia
Mentre mi vieni incontro
E impanerai che per morire ti basterà un tramonto

In una gioia che fa male di più della malinconia
E in qualunque sera ti troverai non ti buttare via
E non lasciare andare un giorno per ritovar te stesso
Figlio di un cielo così bello perché la vita è adesso”
– Claudio Baglioni, “La Vita È Adesso”







inté a próxima!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

ENDLICH FREIHEIT

“Sit back, relax and enjoy your chair
relax and sit back, be happy that you’re somewhere
where the truth doesn’t hurt
where you can say any word you like”

– Bambix, “Seclusion”, do álbum Leitmotiv, de 1998

Eu só posso dizer uma coisa:
PASSAR NA UFPA É MUITO BOM! PASSAR NA UFPA É BOM DEMAIS!
Primeiro lugar no meu curso.
Finalmente.
Depois de oito anos, eu bem que merecia mesmo, não?
LETRAS: LICENCIATURA EM LÍNGUA ALEMÃ.
SCHRIFTUM: DEUTSCHSPRACHE
Minha festa foi muitíssimo do caralho (só pra variar). Infelizmente nem todo mundo que eu queria que viesse veio – e isso me deixou realmente decepcionado! Porém, todo mundo que eu queria que NÃO VIESSE NÃO VEIO!!!! Há, há, há.

Eu simplesmente e realmente não tenho palavras pra dizer o quanto estou feliz por finalmente ter passado neste processo seletivo! Pra mim, nada do que eu falar agora não vai chegar perto do que estou sentindo atualmente. Pra falar a verdade, eu não sei nem o que escrever agora! A sensação é ótima, mas eu... sem palavras... sem palavras...
A todo mundo que veio, de todo o meu coração, OBRIGADO POR TEREM VINDO PRA MELHOR FESTA DE APROVAÇÃO DE VESTIBULAR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ QUE JÁ HOUVE NA HISTÓRIA DA INSTITUIÇÃO!!!!!
Angra, Lucas, Minhoca, Camila, João Paulo, Igor, Diego, Albert Frau Rosangela, Frau Edilene, Großmutter, Chorão, Raimundo, Edjan, Bocão, Elzenir, Uchoa, Manu, Lili, Felipe, Cadáver, Nágila, irmã-do-Leandro-cujo-nome-não-lembro-agora, Thamires, Frauda, Mutter Laura, Frau Maria José, Poser, Henry, João Felipe, Caio e Fagner (quem diria, não?!?), Felipe, Robson, Gleysson. VOCÊS SÃO FODÁSTICOS POR TEREM COMPARECIDO! OBRIGADO A VOCÊS!!!!
Tem uma carrada de gente que eu gostaria de matar justamente por não ter vindo. É uma merda, Frau Garou, Plácido, Hela (ela eu até compreendo, devido Duda-chan estar seriamente doente), Kat, Key-chan, Karen, Siljane, Fenris, Morte, Cassie, Letícia, Farinha, e tantos outros. É lamentável mesmo. mas... tudo bem... EU AMO E VOU CONTINUAR AMANDO VOCÊS ASSIM MESMO!
Hewerton, Sarah, Kleber, Erik, PS, Vanessa, Tami-chan, Tales, Edjan e todo mundo que eu conheço que passou este ano – a gente é foda e a gente merece!!!!!


(a propósito, GUSTAVO e RONEY – obrigado por terem vindo me visitar hoje, seus malditos putos do caralho!)



‘til the fuckin new post!








a propósito, aqui ó pra todo mundo que acreditou que eu nunca passaria:

sábado, 14 de fevereiro de 2009

FINALMENTE

10:24:35
14 de fevereiro de 2009

PRIMEIRO LUGAR NO MEU CURSO E TERCEIRO LUGAR GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ EM 2009!

SCHRIFTUM: DEUTSCHSPRACHE!
LICENCIATURA EM LETRAS: HABILITAÇÃO EM LÍNGUA ALEMÃ!

VITÓRIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

STARTIN! BEGINNIN!

(música de fundo: o álbum As Quatro Estações, da Legião Urbana, de junho de 1989. agora: “Feedback Song For A Dying Friend”. vou terminar de arrumar meu quarto e volto pra escrever esse post!)

(voltei – agora: “Meninos E Meninas”.)

todas as citações deste post
serão do As Quatro Estações (e olha que o As Quatro Estações nem é o meu favorito, que são o V, de 1991, e o O Descobrimento do Brasil, de 1993)

“Disseste que se tua voz tivesse força igual
À imensa dor que sentes
Teu grito não acordaria
Não só a tua casa
Mas a vizinhança inteira.
(...)
Há tempos o encanto está ausente
E há ferrugem nos sorrisos
E só o acaso estende os braços
A quem procura abrigo e proteção.

Meu amor, disciplina é liberdade
Compaixão é fortaleza
Ter bondade é ter coragem”

“Há Tempos”
São 10:16:41 da manhã do dia 13 de fevereiro de 2009, e este post era pra ter sido feito ontem à noite quando eu cheguei da facul, só que eu ‘tava quebrado e urrando de fome, então não rolou.

“Me diz porque o céu é azul
Me explica a grande fúria do mundo”
“Pais e Filhos”
Definitivamente, começo a pensar seriamente se vai rolar mesmo fazer duas universidades ao mesmo tempo, porque só a FIBRA, mesmo em estágio inicial, já tá ferrando comigo. Eu tinha me esquecido de como pegar ônibus à noite pra voltar pra casa é escroto pra cacete!!! Ainda mais naquele perímetro maldito de onde a facul fica. É, ‘tô vendo que vou ter que dar meu jeito mesmo de voltar pra casa com o Elias porque, desse jeito-que-está-está-foda!

“His fiery eyes can slash my savage skin
And force all seriousness away.
He wades in close waters
Deep sleeps alter his senses.”
“Feedback Song For A Dying Friend”
Ontem, eu, descaradamente matei as aulas de Teoria Literária pra poder atualizar essa porra de blog, pegar as letras do(s álbuns) Equilíbrio Distante e O Último Solo (como eu disse que faria na postagem de ontem). Pois é, eu ainda aproveitei e li o restante dos posts do blog da Tha-chan (de quem falei nas duas últimas postagens). Ela é uma blogueira fodástica, tal qual Tami-chan (Entschuldigung Sie mir, Tha-chan – a comparação é altamente inevitável!!!) e, pelo visto, (Karina) Kleinwulf ‘tá indo no mesmo caminho – e isso é demais!!!

“Porque esperar se podemos começar tudo de novo
Agora mesmo
A humanidade é desumana
Mas ainda temos chance
(...)
Até bem pouco tempo atrás
Poderíamos mudar o mundo
Quem roubou nossa coragem?
Tudo é dor
E toda dor vem do desejo
De não sentirmos dor”
“Quando O Sol Bater Na Janela Do Teu Quarto”

(eu ‘tô aqui ao telefone conversando com o Márcio [citado na segunda parte da postagem de ontem], e ele tá me dizendo que finalmente a Tha-chan finalmente me encontrou n’orkut!!!! mas isso é muito bão, mas isso é bão demais!!!)

“Luz e sentido e palavra –
Palavra é o que o coração não pensa
(...)
Não falo como você fala
Mas vejo bem o que você me diz.
Se o mundo é mesmo parecido com o que vejo
Prefiro acreditar no mundo do meu jeito.
(...)
O que sinto muitas vezes faz sentido
E outras vezes faz sentido
E outras vezes não descubro o motivo
Que me explica porque é que não consigo
Ver sentido no que sinto, o que procuro
O que desejo e o que faz parte do meu mundo
(...)
Qual foi a semente que você plantou?
Tudo acontece ao mesmo tempo
Nem eu mesmo sei direito
O que está acontecendo
E daí, de hoje em diante
Todo dia vai ser o dia mais importante.”
“Eu Era Um Lobisomem Juvenil”

Quanto ao resto das aulas de ontem (aquelas que eu assisti e não matei!, há, há, há)... Realmente, a(s) aula(s) de Língua Inglesa I, de Frau Kelly Caignoux foram... no mínimo, DEVERAS FRUSTRANTES!!!! Eu voltei pro primeiro grau e não sabia. Agora fudeu-se mesmo! Mas até que a aula foi divertida, devido eu ter me juntado com o Andrei (outro doente mental que nem eu lá da sala), com a Marileuza + Zuleika + Elisangela e tocamos a risada na sala. Foi F-O-D-A! Claro que o resto da turma (principalmente as meninas, como sempre) ficou muito puto comigo e com o Andrei!!!Frau Caignoux principalmente –, but who fuckin cares?!? Certamente, eu e o Andrei, não! Hoje as aulas dela serão as duas primeiras. Agora, agüenta, Malafaia. Você pediu por isso e agora agüenta, seu Urrah miserável! Fudeu-se. Danou-se.

“Quando querem transformar
Dignidade em doença
Quando querem transformar
Inteligência em traição
Quando querem transformar
Estupidez em recompensa
Quando querem transformar
Esperança em maldição
É o bem contra o mal
E você de que lado está?”
“1965 (Duas Tribos)”

Quanto à aula de Teoria e Técnicas da Tradução, de Herr Francisco França... É, a última aula, na última aula é que o sono e a fome apertam mais violentamente. É um fato! Porém, Herr França realmente nos disse/explicou passo-a-passo e com todos os por quês e porquês (melhor até do que Frau Caignoux e Frau Guilhermina, diga-se logo...) o que é e no que se baseia o curso de Tradutor e Intérprete. Agora sabemos realmente o que é o curso!!! Isso é muito bão, só! (há, há, há)! Hoje vai ter aula de Herr França de novo, as três últimas. Putz, matéria tão legal em horário tão merda... Lamentável.

“É um não-querer mais que bem-querer
É um solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder.
(...)
Agora vejo em parte
Mas então veremos face à face”
“Monte Castelo”

Eu lembro que na postagem Dia Novo! Protestos Novos! (de 03 de dezembro de 2007), eu falei sobre o livro Línguas do Mundo, do lingüista inglês Charles Berlitz. O meu exemplar ‘tá na casa de Vater Rafa e eu tenho que ir lá pegar pra justamente dar outra lida nele! Também tem o Inglês Passo a Passo (também do Berlitz), que eu acho muito do caralho, mas tenho que providenciar logo o meu exemplar (alem do Alemão Passo a Passo e do Italiano Passo a Passo, ambos do Berlitz, assim como o Francês Passo a Passo e o Espanhol Passo a Passo), pra devolver logo o (exemplar) da Na-chan (Ana Victória Carneiro Lobato Pitts).

“Já não sei dizer se ainda sei sentir
O meu coração já não me pertence
Já não quer mais me obedecer
Parece agora estar tão cansado quanto eu.

Até pensei que não era mais por não saber
Que ainda sou capaz de acreditar.
Me sinto tão só
E dizem que a solidão até que me cai bem.”
“Maurício”

Agora ‘tá rolando o primeiro disco do segundo álbum ao vivo da Legião Urbana, Como É Que Se Diz Eu Te Amo?, de março de 2001 (o primeiro é o Música Para Acampamentos, de julho de 1992). Antes de “Vinte e Nove”, o Renato Russo fala “Como é que o Mick Jagger fazia?”. grrrrrrrrrr!!!!!! Odeio Rolling Stones! Pra mim, honestamente, é a pior banda de rock da história, que nem deveria ter existido, mas ainda bem que existe – toda vez que ouço mesmo falar deles, eu gosto ainda mais de punk rock, metal e hardcore. Odeio Stones mas amo Legião. Vai entender...

“Quero me encontrar mas não sei onde estou
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo
Longe dessa confusão
E dessa gente que não se respeita
Tenho quase certeza
Que eu não sou daqui.
(...)
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente
Estou cansado de bater e ninguém abrir
(...)
Me deixa ver como viver é bom
Não é a vida como está mas sim as coisas como estão
(...)
São tudo pequenas coisas
E tudo deve passar”
“Meninos e Meninas”

Eu ouvia muito Legião quando eu era adolescente (e antes deles, The Doors, Creedence Clearwater Revival e U2 a – porém, sem saber verdadeiras importâncias, ouvindo por ouvir, só depois de velho que vim saber o quão eram – e ainda são – importantes pro rock’n’roll), mas enfim descobri METALLICA, GREEN DAY, BAD RELIGION, BAMBIX, PEARL JAM, The Offspring, Dead Fish, Neil Young, Foo Fighters, etc., etc., etc., entre outras n bandas e então fudeu-se... Depois de alguns fatos acontecidos, é que fui voltar a ouvir Legião com mais freqüência. A verdade é que naquela época eu era crente que entendia tudo o que o Renato queria dizer em suas letras (muito pretensioso, não), mas percebo agora que não entendia era porra nenhuma e somente agora estou começando a entender alguma coisa (assim como nas letras do Humberto Gessinger, eu falei sobre isso no poema “A Canção do Pólo Petrolífero”, que está na postagem Burning Hard Engines)!!!

“Meu coração é tão tosco e tão pobre
Não sabe ainda os caminhos do mundo”
“Sete Cidades”

O Leandro Cadáver acabou de me telefonar, confirmando que o result da UFPA sai amanhã. Obrigado, seu grandessíssimo filho da puta! Por causa disso, eu não vou conseguir assistir aula direito hoje e nem dormir esta noite pensando nisso! Depois de OITO ANOS sendo amolado/infernizado/torturado por essa porra, finalmente a FORRA virá! E, como eu disse em Melancolia_Sem Saber O Que Dizer: Schriftum: Deutschsprache bei UFPA zum 2009 Jahr!

“Se fiquei esperando o meu amor passar
Já me basta então que eu não sabia
Amar e me via perdido vivendo em erro
Sem querer me machucar de novo
Por culpa do amor
(...)
Quando se aprende a amar
O mundo passa a ser seu
(...)
Quero minha nação soberana
Com espaço, nobreza e descanso
(...)
Começo a ficar livre –
Espero.
Acho que sim
De olhos fechados não me vejo
E você sorriu pra mim.”
“Se Fiquei Esperando O Meu Amor Passar”

E agora, alguém vai me perguntar: “Por que todas as citações deste blog são do As Quatro Estações?”
Resposta: Ontem, enquanto eu lia o resto de todas as postagens do blog da Tha-chan (eu não posso esquecer de dizer que ela é mais sucinta do que eu em suas postagens, que são bem e muito menores do que as minhas!!!!), eu acabei vendo uma citação de “Há Tempos”, numa postagem que ela fala DISCIPLINA É LIBERDADE! Vou começar a aplicar isso na minha alimentação também” . Foi uma VERDADEIRA surpresa/baque pra mim, já que só via letras de bandas-de-metal/bandas-de-metal/bandas-de-metal/Johnny-Cash/Johnny-Cash/Johnny-Cash nas postagens dela (não me interpretem mal: eu amo metal e acho Johnny Cash do caralho!), e olha só minha real surpresa em ver uma citação da Legião lá, há, há, há. Foi do caralho. Muito legal mesmo. e é por isso que todas as citações deste blog são do As Quatro Estações!!!!
Porém, pois é, né? E olha que não tenho o que falar da Thaís, devido usar muuuuuuuuuitas citações do Matanza, do Bad Religion, dos Engenheiros do Hawaii e da própria Legião Urbana em si nas minhas postagens.
Agora quem faz cara-de-bunda sou eu por ter dito isso, he, he, he.

















putz, vou tomar banho (que não faço desde ontem antes de ir pra facul) e lavar aquele mundaréu de louças que ‘tá lá na pia da cozinha antes de puxar um ronco antes de ir pra facul!







próxima postagem: RESULTADO DA UFPA!


bis dort!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O SEGUNDO DIA

11 de fevereiro de 2009

Eu acabei de chegar da facul e eu-estou-quebrado.
Primeiro vou fazer, pelo menos, dois pratos de comida e depois volto pra escrever.

Desta vez, num vai ter citação abrindo a postagem porque, devido à QUATRO aulas SEGUIDAS de LINGÜÍSTICA I que tive hoje, eu simplesmente não consegui pensar em nada da facul pra cá!

A postagem de hoje dividir-se-á em duas partes. Na primeira vou transcrever tudo o que escrevi no meu caderno durante as aulas de Lingüística (ministradas por Frau Márcia Almeida da Cunha) mais umas observações anexas. Todos os textos – com exceção clara das observações – estão em alemão, mas, é claro!, eu transcrevê-los-ei em português (dãããã!). A segunda parte eu vou desembestar escrevendo como sempre faço – vamo vê no que dá essa porra!

[parte um]
Segundo dia.
Eu queria dizer pra ela “CALA A BOCA, PORRA!”. Ela parece uma maldita vitrola. Seu nome é Márcia Almeida da Cunha, e ela será minha professora de Lingüística pelos próximos três semestres!!! Ah, eu vou morrer (ah, talvez hoje não, mas durante o curso talvez).
Por que as professoras de literatura e disciplinas similares são bocas soltas?!?
Hoje, enquanto a professora está falando, eu estou lendo Hulk Contra O Mundo. Realmente alguns hábitos não mudam nunca. Bem, no começo as coisas não parecem mudar, como era nos bons e velhos Anchieta e CEFET... até quando?

E, antes desta(s) aula(s), eu ‘tava fuçando o blog da Tha-chan (eu falei ontem sobre ele, o já citado http://blackthatha.blogspot.com/. olha essa intimidade! eu conheci o blog dela um dia desses e já estou me referindo à ela como Tha-chan). Oh, Gaia, ela não é uma escritora como Tami-chan ou Ka-chan (Karen) ou Camila, mas ela – Tha-chan – é tão visceral quanto todas elas. Realmente eu tenho muita sorte: conhecer mulheres que escrevem pra caralho, dos seus próprios modos e estilos, como Tami-chan, Camila, Karen, Myrcea, Kate, Nelyne, Kleinwulf e agora Thaís (“quem?” a Tha-chan, porra! a ruiva de olhos verdes da foto acima). Grande internet, mundo pequeno.
Duas ou três aulas de Lingüística? Pode ter mais uma? NÃO! QUATRO AULAS DE LINGÜÍSTICA!
Foda-se! LINGÜÍSTICA É UM SACO! Três semestres? TRÊS!
Eu peguei dois livros na biblioteca pra ler esse fim de semana – sim, eles são sobre Lingüística. Fodam-se, futuros tradutores e intérpretes!
Mais 10 minutos pro fim da aula.
Ainda vai ter aula de Língua Inglesa I, de Frau Kelly Caignoux (irônico, não? uma descendente de franceses ministrar aulas de inglês em outro país?!? há, há, há). Tomara que seja menos pé-no-saco do que essa merda.


[parte dois]
Agora mesmo é que vai começar meu processo irreversível de engordar... Eu tomo meu café, almoço, como antes de ir à facul, e, ao retorno, ainda como mais! Agora fudeu-se mesmo.


“A vida é mesmo estranha, nada é mais para sempre.
Espero um dia poder me sentar ao seu lado e gordos e conformados podermos rir. Que nossos questionamentos não tenham sido em vão, espero que algo tenha mudado até então.
Somos adultos demais, caminhos são opostos e individuais. Tempos de crise e muita confusão. Queria lutar junto com você, mas parece que não.
Se canto essa canção, é porque ainda tenho fé.
(...)
Se não sentirmos nada, devemos tentar viver. E se o sistema nos separou, tentar nos entender.
E continuar a acreditar que o melhor é dialogar.”

– Dead Fish, “Canção Para Amigos”, do álbum Sonho Médio, de 1999

Mesmo depois das aulas de Lingüística, eu tô muitíssimo feliz! Depois de uma cara, consegui lembrar o telefone da minha amicíssima (e cearense favorita) WANESSA DE OLIVEIRA FERREIRA e enfim telefonar pra ela. O único foda foi ficar batendo perna atrás de telefone que preste e que fizesse ligação interurbana! Mas, no final das contas, foi recompensador voltar a falar com ela! assim que eu add ela no MSN, colocaremos realmente a conversa em dia! E isso vai ser muitíssimo do caralho!
Eu lembro de quando falávamos um monte ao telefone e das cartas que eu escrevia pra ela – a maioria durante aulas –, com o coração na mão pensando se ela as responderia ou não (aquilo me angustiava!). Não seremos mais os amigos de antes (obrigado pela lição, watashi wa ane Kat Borges! I miss you, alter Schwester!), mas ainda seremos...


Wanessa e Thaís – este post é procês, meninas lindas e amores de meninas!
“Se não podemos estar juntos e parar
Me sentarei sozinho e farei um brinde a vocês!!”

– Dead Fish, “Bem-Vindo Ao Clube”, do álbum “Zero E Um”, de 2004





‘til the fuckin next!




****** ***** *****




São 09:16 da manhã do dia 12 de fevereiro de 2009 e eu tô arrumando coragem pra ler os tópicos de um livro de Lingüística que Frau Almeida passou ontem – Introdução à Lingüística, de Herr José Luiz Fiorin, da Editora Contexto – que são Linguagem, língua, lingüística, A mudança lingüística e, por fim, A língua como objeto da Lingüística. Enquanto não arrumo coragem suficiente pra ler algum destes (e olha que tenho que começar por Linguagem, língua, lingüística) vou aqui ouvindo Matanza: “Não devo nada pra ninguém, / Bebo se eu estiver a fim. / Minha vida é minha, / E a sua que se foda!” (agora ‘tá rolando “Sabendo Que Posso Morrer”, também do A Arte do Insulto, de 2006).

Lavar roupa é um saco, mas é melhor do que lavar banheiro e passar pano na casa.
Tomara que a coragem pra ler essas porras chegue logo
, uma vez que deixar matéria acumulada é uma merda! Estudar tudo em cima da hora é o fim do planeta! Se no (Ensino) Médio e no C-Tec (Curso Técnico) a coisa já era escrota pra cacete, imagina no Ensino Superior!!!
(‘tá rolando agora “Ressaca Sem Fim”, mas é uma merda ouvir essa música exatamente agora, uma vez que não estou de ressaca!)

Mais tarde ainda vou lá no Márcio (Lins de Carvalho), pegar uns lances novos de pornografia (já falei pr’ocês que adoro pornografia?!? pois é, eu a-d-o-r-o pornografia!!!), agora que finalmente ‘tô podendo pirar em cima de mulheres maduras (30 até 50 anos), gordinhas/gordonas e negões pegando (o correto aqui seria “destruindo” ou “arrombando”) branquelas de olhos verdes ou azuis ou coroas branquelas (até quando?!? deixa chegar internet aqui em casa!!!!). Da última vez que fui lá, achei uns sites do caralho (tanto de fotos quanto de vídeos), dos quais que pedi pr’ele baixar um monte de vídeos pra mim, e, segundo ele, já estão todos lá. Do caralhooooooooooooo!
Vamos lá, podem dizer que sou um maldito doente/maníaco/depravado/pervertido por gostar dessas coisas, mas cada um com suas loucuras e estas são as minhas!!! O convencional (gente da mesma idade/etnia) ainda me atrai, mas, como, desde moleque, eu sempre gostei dessas pirações citadas no parágrafo anterior, agora que tenho a chance de ter, não posso deixar ir assim!

Uma vez o Márcio até comentou comigo sobre eu gostar bastante desse tipo de Pornographie, deve ser por isso que eu gosto de gordinhas e mulheres mais velhas do que eu. Pior que deve ser isso mesmo. Mas outra hora eu penso nisso, uma vez que a coragem pra ler os tópicos acabou de chegar!
(porra, e se ele estiver realmente certo quanto a isso?!? quem disse que eu me importo?!? há, há, há)


PORNOGRAFIA PARA TODOS AGORA E JÁ!




(são 10:55 da manhã e ‘tá foda, não vai rolar ler esses tópicos hoje! o cheiro da massa acrílica que o pintor ‘tá suando pra pintar o quarto da mamãe já empestou a casa e isso ‘tá me deixando com uma maldita dor de cabeça do caralho e isso ‘tá me deixando MUITO PUTO! tô vendo que vou ler mesmo no caminho pra facul no bonde... e enquanto isso não acontece, vou me matando jogando Bikers Mice From Mars ouvindo os álbuns-solo do Renato RussoThe Stonewall Celebration Concert, de 1994 [agora mesmo tá rolando “And So It Goes”] (cujas letras estão na postagem de mesmo nome), Equilíbrio Distante, de 1995 e O Último Solo, de 1997. vou até ver se pego as letras deste álbuns [Equilíbrio, e Último Solo] lá na net da facul antes da aula ou mesmo no intervalo!
[a propósito, é incrível como eu ouço estes três álbuns e não mais me sinto mal por lembrar de certa pessoa. pra mim, isso é ótimo! como diria Bob Dylan, em “If You See Her, Say Hello”: “If you get close to her, kiss her once for me / I always have respected her for doing what she did and gettin’ me / Oh, whatever makes her happy, / I won’t stand in the way / Though the bitter taste still lingers on from the night I tried to make her stay”])






bis zum nächtzt!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O PRIMEIRO DIA

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
23:54:48
“É tarde para definir
Se tudo foi bom ou ruim
Se nada te fez ver
Não se preocupe mais

Seja feliz como nunca se permitiu
Agora já não é tempo para lamentar

Ninguém vai sentir e ver por você”

– Dead Fish, “A Recompensa”


[texto escrito ao som do álbum Resurrection Through Carnage, da banda Bloodbath, de 2002]


Assim que cheguei da facul (faculdade), liguei logo o PC pra escrever isso.
O primeiro dia de aula no ensino superior foi mais frustrante e mais normal do que eu pensava.
Não foi aqueeeeeeeeela coisa que eu fazia na minha cabeça, mas... Até que a professora de Leitura e Produção de Textos (que coincidência! o nome dela é Ângela Maria, tal qual meine Mutter!) é legal (pelo menos na primeira aula), apesar de ter se repetido um montão de vezes. Quanto ao professor de Língua Portuguesa I(eu não lembro o nome dele agora, que será o professor de Língua Latina [assunto a ser tratado mais à frente]) – que já foi ate professor da UFPA (agora ele é aposentado, mas ainda faz algumas coisas por lá). Puta-que-o-pariu, e eu crente que, no ensino superior, ver-me-ia livre de professores metidos a engraçadinhos, esse louco aparece!. Mas, como eu disse aind’agora, como ele também será professor de Língua Latina, eu pensei, a priori “mas que porra! Vamos ver Língua Latina pra estudar as origens da língua portuguesa, então por que também não ter Bretão e Saxão pra estudar as origens da língua inglesa? O MEC é foda mesmo!”
Porém, todavia, entretanto como ainda sou estudante de Língua Alemã, lembrei de como ser-me-ia e ser-me-á bastante útil devido às malditos/benditos casos de declinação – pra quem não sabe, são: Nominativo, Acusativo, Dativo, Genitivo, Vocativo e Ablativo. Os quatro primeiros são usados amplamente no alemão, enquanto que os dois últimos, mais ou menos, mas os verei principalmente nos níveis Mittelstrufe (Intermediário) e Überstrufe (Avançado).
É, foi legalzim, vamos ver o que acontece a partir de hoje, já que vai ter aula de Lingüística e, finalmente!, Língua Inglesa I. E, pelo que me lembre, amanhã e sexta, ainda teremos aula de Teoria e Técnica da Tradução e Interpretação e essa é a aula que tô mais aperriado/angustiado/ansioso pra assistir! (pois é, esses dias ainda teremos Teoria Literária também, mas... sei lá, isso não me empolga como Teoria e Técnica da Tradução e Interpretação).

A propósito, Frau Guilhermina Pereira Corrêa foi extremamente atenciosa e honesta conosco quanto ao curso em si e como deveríamos agir durante o processo do mesmo. Ela tem aquele ar de tiazona ou de mãezona, mas eu pé que não quero pisar na bola com ela, porque senão....

Quanto ao pessoal da turma... Como é curso de Letras, só pra variar, tem mais mulher do que homem (há, há, há). Claro que isso não é ruim!, mas como a Márcia e a Carol (Márcia Danielle e Caroline Silva dos Anjos, já citadas em n postagens anteriores) e outros tantos já me disseram: não é o tanto de mulheres da sua sala que contam, mas sim o tanto de gente legal que você consegue ter como amigos até o final do curso. Eu já descobri uns nomes, mas vamos ver o que acontece daqui pro final desta semana ou daqui pro final deste semestre mesmo.
Quanto ao pessoal da facul... Creio que será difícil me acostumar com esse tipo de gente!: muita mulher bonita (e feia também) pagando de “eu-sou-o-caralho” quanto filhinhos de papai posudos pagando da mesma merda, mas que não devem ser mais do que completos imbecis. A verdade é que tudo isso é.... É uma coisa. Convivendo praticamente toda a adolescência – até agora, diga-se logo – com gente do mesmo naipe que eu e chegar num lugar onde terei que freqüentar praticamente a semana toda onde tem aquele tipo de pessoa é meio foda... (ou seria foda e meio?!?)
Pois é, não é? Eu pedi por isso. Agora eu que me foda!


[texto escrito ao som do álbum Se Julgar Incapaz Foi O Maior Erro Que Cometeu, da banda brasiliense Bulimia]
A propósito...
Eu ia esquecendo...
Da última vez que fui à casa do Victor Fenris, eu tava fuçando uns blogs do blogspot.com (assim como o meu) e acabei achando um punhado de coi... blogs interessantes, sendo que os mais-mais são o http://carolpaula08.blogspot.com/ e o http://blackthatha.blogspot.com/, devido terem linguagens simples, diretas e não se importarem nada de serem tanto nonsense quanto apresentarem algo realmente importante de se ler (quanto o da Karina Lobo Magalhães Castro [http://ser-nonsense.blogspot.com/] e o de watashi wa imooto Fernanda Tamie Isobe Lima [http://fernandaisobe.blogspot.com/], que são [tão] f-o-d-á-s-t-i-c-o-s [quanto o meu, diga-se logo, há, há, há]!). além dos blogs de Ka-chan (Karina) e Tami-chan serem foda, volta e meia tô fuçando e comentando mais o blackthatha, não somente devido à dona do blog ser extremamente gata (ok, ok, podei me chamar de idiota retardado se quiserdes), mas também por ela não tá nem vendo e falar tudo o que vier à cabeça dela. Isso é realmente muito importante!


Eu vou ficando por aqui mesmo. Ainda tenho que tomar banho (agora arruma CORAGEM pra fazer isso!!!) pra sair pra comprar uma trash metal mochila pra usar este ano e os anos restantes dos cursos.
Pelo visto, daqui pro final desta semana, ainda vou ter que arrumar coragem pra sair de casa pra facul. Como eu tava dizendo pro JP ontem, depois do primeiro mês, se torna automático. Depois do primeiro mês...
E hoje ainda é o segundo dia.










‘til the fuckin new post!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

MELANCOLIA_SEM SABER O QUE DIZER

MELANCOLIA
domingo, 8 de fevereiro de 2009
22:55:52

“E depois do começo
O que vier vai começar a ser o fim.”

– Legião Urbana, “Depois do Começo”, do álbum Que País É Este 1978/1987, de 1987

“Hey, mãe!
Eu tenho uma guitarra elétrica
Durante muito tempo
Isso foi tudo que eu queria ter
Mas hey, mãe!
Alguma coisa ficou pra trás
Antigamente eu sabia
Exatamente o que fazer
(...)
Mas hey mãe!
Já não esquento a cabeça
Durante muito tempo
Isso foi só o que eu podia fazer
Mas hey, hey mãe!
Por mais que a gente cresça
Há sempre coisas que a gente não pode entender
Por isso, mãe
Só me acorda quando o sol tiver se posto
Eu não quero ver meu rosto
Antes de anoitecer
Pois agora lá fora
O mundo todo é uma ilha
A milhas e milhas e milhas...”

– Engenheiros do Hawaii, “Terra De Gigantes”, do álbum A Revolta Dos Dândis, de 1987

Hoje é o último dia antes do começo das aulas na FIBRA. E, pra falar a verdade, eu ainda não sei muito bem o que pensar sobre tudo isso. É uma coisa!, eu passei tanto tempo pra chegar e agora (é, é por isso que a citação de “Terra De Gigantes” também ‘tá abrindo o post)...
Essa última semana foi mais lenta do que eu imaginei e isso foi uma merda.
Pra falar a verdade (isso é um BLOG e não uma MALDITA REDAÇÃO DE VESTIBULAR, por isso posso me repetir o quanto quiser!), tudo isso ainda me encanta e, ao mesmo tempo, me apavora!!!!
Amanhã terá uma tal de aula inaugural com umas palestras e mais uma porra dum coquetel. O caso é que comida de graça + bebida de graça + RAFAEL ALEXANDRINO MALAFAIA nunca deram muito certo, sabem? Porra, num gosto de assistir palestras, sabem? Eu tenho uma inclinação tremendamente absurda a dormir profundamente durante as mesmas. Como, por exemplo, uma vez, em uma seqüência de palestras sobre novas tecnologias de pavimentação que tava tendo durante um congresso de Construção Civil que tava acontecendo lá na Unama BR, em que o professor Wandemyr (Wandemyr Mota dos Santos Filho) [lá do CEFET] era um dos palestrantes. Eu cheguei ao auditório, sentei e APAGUEI! Só acordei com ele me cutucando: “acorda, Rafael, as palestras já terminaram!”. Tinham rolado quatro palestras (uma dele inclusa) e eu tava apagado em todas! Claro que eu acordei com aquela FOME! No coquetel que encerraria o congresso, eu ataquei com tudo, parecendo que eu nunca tinha comido na vida ou que tinha que comer tudo o que pudesse antes do mundo se acabar. Detalhe importante que não pode ser esquecido: eu tava com a bata do CEFET, e nela aind’estava escrito bem grande: “CEFET AND DESTROY!” Mas é claro que tanto o Wandemyr quanto o (professor) Zacarias (José Zacarias Rodrigues Júnior) que também foi meu professor, junto a Herr Wandemyr quiseram se matar e me matar por aquilo, há, há, há. Foi divertido! Pois é, é por isso que não me dou muito bem com palestras e coquetéis.

Hoje choveu pra burro!!! Será que isso significa alguma coisa?!?


(vinho) Cantina da Serra NUNCA MAIS!
(wine) Cantina da Serra NEVER MORE!
(Wein) Cantina da Serra NIE MEHR!




Eddie, Leandro Bolacha, Angra, Joselito, Hypolito, Digão, Rondinely, Bigorna, Rita, Jota, Tamy, Elias, Caveira, Frau Elizete, Minhoca e João Paulo – este post é procês!





segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
07:35:55

“Quando você me disse
Que não era nada daquilo que a gente sempre imaginou
O vento frio soprou, uma janela bateu
Na noite escura da alma

Quando você me olhou
Daquele jeito
Que só você olhava
Um passarinho voou baixinho
Deixou pra trás tudo em que acreditava
Quando as paredes e o teto
Eu pensei que era um final
Mas era só o começo de um problema
Só um pesadelo normal
(...)
Os dias passam lentamente pra quem pensa nos dias”

– Engenheiros do Hawaii, “O Castelo dos Destinos Cruzados”, do álbum Simples de Coração, de 1995

“Feche a porta, esqueça o barulho
Feche os olhos, tome ar
É hora do mergulho
(...)
Esqueça a luz
Respire o fundo”

– Engenheiros do Hawaii, “Hora do Mergulho”, do álbum Simples de Coração, de 1995

Pois é, hoje é o dia. Primeiro dia da nova fase. Há, há, há. (não, isso não teve graça).
Eu não sonhei com nada e com ninguém, só dormi e acordei. É estranho como isso não me incomoda mais. Tão estranho. Tão normal.
A partir de hoje, não tem mais volta, não tem mais jeito. Não basta somente não querer ir somente para a maldita-aula-inaugural, mas tem todo o resto que não consigo explicar e, bem, isso me incomoda realmente, e talvez isso seja pra compensar a não-mais angústia criada falta pela sonhos e pesadelos não me angustia mais. Será? Que merda.




Hum. Hoje se completam CEM ANOS de um dos maiores ícones da cultura nacional, Maria do Carmo Miranda da Cunha, mais conhecida nacional e mundialmente como CARMEM MIRANDA. Desde criança eu a acho uma coisa do caralho (é, é claro que já a considerei a coisa mais ridícula do mundo também). Eu tava assistindo no Bom Dia Brasil, que foi ela que inventou o sapato alto – pra disfarçar sua pouca altura (1,52) – e, caso ela o tivesse patenteado, provavelmente ela seria a mulher mais rica do Brasil, devido ao lucro incalculável que ela teria!
Então fizeram a pergunta clássica “Como seria o carnaval caso ela ainda estivesse viva?” Acho que essa eu talvez consiga responder: O CARNAVAL NÃO SERIA ESSE LIXO QUE É DESDE QUANDO ME ENTENDO POR GENTE! Talvez eu esteja errado. E, que merda do caralho!, eu estou realmente na maioria das vezes!








“Eu sigo em frente, pra frente eu vou
Eu sigo em frente, pra frente eu vou
Eu sigo em frente, pra frente eu vou
Eu sigo enfrentando a onda onde muita gente naufragou”

– Engenheiros do Hawaii, “A Perigo”, do álbum Simples de Coração, de 1995

E ainda tem o lance do resultado da prova da UFPA! Que, segundo eles, será antes do carnaval, mas ANTES DO CARNAVAL QUANDO, CARA PÁLIDA?!?
Esperar o resultado é uma merda, enquanto que ESPERAR O RESULTADO DO QUE É CERTO É PIOR AINDA!!!

Schriftum: Deutschsprache bei UFPA zum 2009 Jahr!























bis das nächtzt!





***** ***** *****





SEM SABER O QUE DIZER

“Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre mas eu sei
Que você está bem agora”

– Legião Urbana, “Love in the Afternoon”, do álbum O Descobrimento do Brasil, de 1993

Eu lembro que escrevi logo no primeiro parágrafo da minha Redação da prova da UFPA (ver a postagem Depois da Tempestade......): “É sabido que as pessoas vêm e vão em nossas vidas. Algumas deixam apenas desagrados e raiva. Outras levando partes com tamanho de paises de nossos corações, deixando partes de tamanho menor, maior ou equivalente conosco.”
O senhor da foto acima se chama MARCELO ALEXANDRE GONÇALVES e ele, além de se encaixar no segundo tipo de pessoa na citação da minha redação acima, foi um dos meus professores de informática lá na (maldita!) Microcamp (ver as postagens Escrito de Madrugada, Dia Melhor!, Não Dito, e, por fim, Saudade). Sem querer desmerecer o trabalho de Frau Chermont, Frau Cynara e Herr Dayvid, mas ele foi, sem dúvida, o mais importante dos professores que tive na Micro devido ter sido meu professor durante praticamente todo o curso!
Como eu disse em Não Dito: “Ele sempre me ajudou durante todo o curso, e, no fim, eu não tive nada importante para dizer a ele. Sim, isso me deixou muito mal. Eu só gostaria que ele soubesse o quanto ele é importante pra mim como professor e como pessoa.”
Agora ele voltará para SP e somente Deus sabe quando ver-nos-emos novamente. Sim, isso me deixa realmente deprimido. Mas o que me consola é que, estejamos onde estivermos, enquanto pudermos lembrar um do outro – e carregarmos sempre estas lembranças, sejam elas boas e/ou ruins –, sempre seremos amigos e importantes um para o outro! É estranho, mas é confortador.
Nova fase pra mim. Nova fase pra ele. Finais e recomeços. Ao menos, ao contrário de tantos outros espalhados pelo mundo, sabemos de onde recomeçar – e isso me deixa deveras aliviado!


“And the road
The old man paved
The broken seems along the way
The rusted signs, left just for me
He was guiding me, love, his own way
Now the man of the hour is taking his final bow
As the curtain comes down
I feel that this is just g’bye for now”
– Pearl Jam, “Man of the Hour”, da trilha sonora do filme Big Fish – Peixe Grande, de Tim Burton, de 2003


Professor, que Deus e Gaia te acompanhem e te iluminem nessa sua nova fase de “volta ao lar”.







até a próxima postagem!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

BAD RELIGION – NEW MAPS OF HELL – 2007

52 SECONDS
(Brett Gurewitz)
I know I’m part of something greater than myself
Don’t know the meaning of it but I hope that matters less
I don’t know anything when I’m factored out of scale
I know I’m part of something greater than myself

We’re all engaging in a game of attrition
Maybe god is just a chemical fiction

I’m a monkey with a madding affliction
With fact checking for a mental condition

I know I’m part of something greater than myself
Don’t know the meaning of it but I hope that matters less
I don’t know anything when I’m factored out of scale
I know I’m part of something greater than myself

HEROES AND MARTYRS
(Brett Gurewitz)
Amid the heat and the wrack
Hot boots invested and cracked
Poor candidates jacked into gray light
An ultra-violent call summoning both poet and thrall
Sweet catalyst for the acolytes

Our heroes and martyrs
Present two points of view
Tell me which deity you’re praying to

Into a welter of night
Flack, rounds and roiling blight
Cracked vertebrates stacked by the wayside
An ultra-violent call summoning both poet and thrall
The inveterate blind seeking daylight

Our heroes and martyrs
Present two points of view
Tell me which deity you're praying to

GERMS OF PERFECTION
(Greg Graffin)
Lacerate eviscerate and perforate and mutilate
We all fall down, all fall down
Deprecate repudiate ameliorate adjudicate
The wisdom found, wisdom found

Clip the wings of progress, turn the direction
Enrich the fallow soil with germs of perfection

Delegate facilitate investigate and obviate
The black turns green, black turns green
Separate evaluate and cultivate and propagate
The master’s dream, master’s dream

Sing the fears of history with renewed inflection
View the lost agenda with a skeptic’s intention

Machine of life, oh can we make it run?
We have the tools, but have only just begun
Machine of life, oh can we make it run?
The calculations of a greater sum

Clip the wings of progress, turn the direction
Enrich the fallow soil with germs of perfection

Perfection!

NEW DARK AGES
(Brett Gurewitz)
Yeah can you hear the call in our rambling land susurrations,
That can expand beyond all hope of light and plunge us into unrelenting night

A pall on truth and reason,
It feels like hunting season
So avoid those lines of sight and we'll set this right

Welcome to the new dark ages
I hope you’re living right
These are the new dark ages
And the world might end tonight

Now come ye children one and all – let’s heed Ezekiel’s call,
And bide until the word is good and ripe and get plucked clean out of sight

The world will be erased our kin will be
Immaculate ejaculate in space
Before the kind of king’s love, he’ll snatch us
From above, brothers help me sing it

Welcome to the new dark ages
I hope you’re living right
These are the new dark ages
And the world might end tonight

So how do you sleep
There’s nothing to keep
This is deep

Because we’re animals – with golden rules
Who... who can’t be moved by rational views

Welcome to the new dark ages
I hope you’re living right
Welcome to the new dark ages
And the world might end tonight

REQUIEM FOR DISSIDENT
(Greg Graffin)
Oratory of hope and glory a whisper and a rhyme
An effigy, a soldier out of time
Citizen and patriot you can’t be far behind
The funeral is weighting heavy on your mind

Requiem
Bring the dissident from slumber
Requiem
Raise the rebel from its grave
Requiem
Sound the revolution’s thunder
A monumental blunder averted and betrayed

Dig around the cemetery a record of the day
Friends and neighbors in stages of decay
But the saddest thing of all eludes discovery
The stimulus for this somber ceremony

Requiem
Bring the dissident from slumber
Requiem
Raise the rebel from its grave
Requiem
Sound the revolution’s thunder
A monumental blunder averted and betrayed

The sanctimonious minions how they grovel at the feet
Authority is populist deceit
Pity yet another casualty's demoralized decline
Just a victim of irrational design

Requiem! Requiem!
Requiem
Bring the dissident from slumber
Requiem
Raise the rebel from its grave
Requiem
Sound the revolution’s thunder
A monumental blunder averted and betrayed

BEFORE YOU DIE
(Greg Graffin)
Porcelain and alabaster, decaying ever faster,
Unaware of imminent disaster open up your eyes.

As you ruminate the hopeless sands of time,
Did you wander out your days lost and resigned?
Or recreate the universals in your mind?

Everybody is a bastard: my world is like plaster
Crumbling apart from pressure of the blaster, waiting for a sign

And the momentary pleasures take their turn
As a wistful boy runs out of things to learn,
The episodes of yore are never to return.

Scare up some hope, you’re gonna need it just to cope,
You are the decision, numbers don’t lie
When you bite the dust, was it for purpose or for trust?

You’ll never relive it, think before you die.
Yeah, think! Think before you die.

Deficit and depravation – in the wake of desperation
Rewrite the morals, rectify the nation.
Now may be your time!

As you ruminate the hopeless sands of time,
Do you wonder how your life has been defined?
You know eternity can’t ever change your mind.
You know eternity can’t ever change your mind

So think! Think before you die!
Yeah, think! Think before you die

HONEST GOODBYE
(Brett Gurewitz)
Now get up and give in
I’ll crack your knuckles again
Supplicate and survive this transubstantiation
And get so mean – I want to know what it means!

(Did you laugh?) You know I did
(Did you cry?) I couldn’t get it right
(Did you live?) Always on the edge
(Did you lie?) Causing such a fright
(Did you love?) Oh to be forgiven
(Did you try?) But it wouldn’t be right

God it feels like an honest goodbye!

That sick brass boy day dreamin’
Cry baby convict demon
Hands so clean – a sympathetic cold blooded killing machine
How did you get so mean? – I want to know what it means!

(Did you laugh?) You know I did
(Did you cry?) I couldn’t get it right
(Did you live?) Always on the edge
(Did you lie?) Causing such a fright
(Did you love?) Oh to be forgiven
(Did you try?) But it wouldn’t be right

God it feels like an honest goodbye!

DEARLY BELOVED
(Brett Gurewitz)
Here’s a story of an honest man losing religion,
Climbing the pulpit steps before an eager congregation,
The while praying came a wicked inspiration,
Brothers, sisters this is what he said:

Dearly beloved, dearly beloved, dearly beloved,
(Make no mistake, despite our traits, I’ve seldom seen evidence of genes)
I can’t relate to you, I can’t relate to you!

He was the kind of guy who’d always go right out of his way,
But more before that crazy notion leapt right into his head,
And stubbornly crept into every mad perception,
I can’t deny a funny feeling when he said:

Dearly beloved, dearly beloved, dearly beloved,
I can’t relate to you, I can’t relate to you!

Dearest in memoriam – set phasers to stun
And grab yourself a neighbors’ skeleton to lean upon,
Did you know him in life – one filled with regret,
So soon we all forget – we ever met,

Do you know my name – sing a light refrain
For a man estranged – I won’t deny that I’m inclined to isolate

Dearly beloved, dearly beloved, dearly beloved,
I can’t relate to you, I can’t relate to you!
I can’t relate to you, I can’t relate to you, I can’t relate to you!

GRAINS OF WRATH
(Greg Graffin)
Back in ‘83 a man came to men and he told me “Son, our way of life is done"
But I was only young

With an eye to the fields speculators and yields rotten to the core,
Monoculture whores entered the bidding wars from distant shores,

I don’t wanna be in the land known as destitute and free,
With the grains of wrath blazing a path from sea to shining sea!

Oh the sinuous trails of concrete and rails and exhausted roars,
Population wars setting our future course,
Is profit and greed the only conceit on a scale between
Mere prosperity and inhumanity? It may well be but,

I don’t wanna be in the land known as destitute and free,
With the grains of wrath blazing a path from sea to shining sea!

I don’t wanna be in the land known as destitute and free,
With the grains of wrath blazing a path from sea to shining sea!

MURDER
(Brett Gurewitz)
If you’re discontent to know your world’s a pile of shit,
Listen to a riddle that’ll tickle every bit of it,

HA HA HA!

Ape shall not murder – Ape wasn’t so sure
Bad ape you made a mistake,
Annihilation in a cannibal war!
Well cultivation might have served you
Might have raised you up unscathed
If you had called that fucker by its name!

Did you listen to the arbiter’s beck and call?
Did you find what you were looking for or not at all?

NOT AT ALL!

Ape shall not murder – Ape take the cure
Bad ape you made a mistake,
Annihilation in a cannibal war!
Culture might have cured you
And raised you up unscathed
If you had called that fucker by its name!

Say the name!
Say the name!
Say the name!

SCRUTINY
(Greg Graffin)
One – two – three – four – five – six – seven – eight!
Days go marching by
There and back I never wait for a confident reply
Truth is stark and leaves its mark as limited constraints
And the most difficult part is accepting what the future may bring

It seems like a lifetime of scrutiny
Wither the path, whether worth the fee
A lifetime of scrutiny
And it seems as though I can’t be sure of anything anymore!

One – two – three – four – five – six – seven – eight!
Years go flying by
No one seems to hesitate or cast an earnest eye
Judgment comes in many forms but never scarce or shy
And the litany is long as the confidence is strong in their delight

It seems like a lifetime of scrutiny
Prejudicial waters wash over me
A lifetime of scrutiny
And the words just don’t equate with sense or sanity anymore!

One – two – three – four – five – six – seven – eight!
The faces and the names
Shattered hopes and stolen dreams and no one left to blame
Is it possible to win this pointless mortal game?
‘Cuz when death comes it’s swift and my friend,
We end up all the same

It seems like a lifetime of scrutiny
Wither the path and whether worth the fee
A lifetime of scrutiny
And it seems as though I can’t be sure of anything anymore!

PRODIGAL SON
(Brett Gurewitz)
Oh can’t you feel the nostalgia, son, I wonder about ya,
Modernistocrat Horatio Alger,
Clever never hesitating in the baiting, ever waiting
For the canticle of manacles abating.
Did you ever forget – you had a regret – and what you only guessed at
Might still be waiting?

When the prodigal son with a caroming shadow of hate comes to land at home,
Well, he’s a mourning star with a champagne heart at his curtain call,
And father never understood the way the work gets done.
Don’t look at me, no, I ain’t one, no prodigal son,
Don’t look at me, no, I ain’t one, no prodigal son.

When everybody about – is ready to bout you – about controversial values,
Don’t you think you better readdress the level of the cowardice rising to drown you?
Did you ever connect – or come to reject – or even inspect
The dreams that hound you?

When the prodigal son with a caroming shadow of hate comes to land at home,
Well, he’s a mourning star with a champagne heart at his curtain call,
And father never understood the way the work gets done.
Don’t look at me, no, I ain’t one, no prodigal son,
Don’t look at me, no, I ain’t one, no prodigal son.

When you least expect it, he’s going to run
Like the blood red path of the western sun, oh yeah.
The prodigal son is waiting, waiting for his moment to come.

Well, hell no, don’t look at me,
Can’t you see, I ain’t one, no prodigal son.
Don’t look at me, no, I ain’t one, no prodigal son.

THE GRAND DELUSION
(Greg Graffin)
If I could only get the tools, the stimuli and
Molecules, frozen moments in time
I could be the archetype, a credit to the
Genotype, reprogram your mind

But the storybook sages fill their pages
Hiding from the warming sun
Limitless distractions give no pause to distort a
Precious delusion

Did you see the moralist retort and raise his fist
“You can’t make man a machine!”
I can see the edifice crumbling in foggy mist,
Razed by discovery

But the storybook sages fill their pages
Hiding from the warming sun
Limitless distractions give no pause to distort a
Precious delusion

LOST PILGRIM
(Greg Graffin)
Pilgrim, those are dry and bitter tears and lonely
Eyes that look way beyond your years
Pilgrim, did you drink the mercury?
Your lips turned blue and you’re struggling just to see,
You were too far gone to carry on, now your life has stalled,
As you march ahead yet go no place at all..

Pilgrim, when you left them all behind
The loneliness destroyed your able mind,
Pilgrim, see the writing on the door?
It’s taking you back to a place you were before

And the next in line paces your stride waiting for your fall,
With a hope that lies in a hidden master’s call

Pious eyes ignoring passers by
Headlong to their grave
Don’t despair this world of toil and care.
This pilgrim lost his way

Pilgrim, will you ever find your call?
Is truth so pure that you're willing to risk it all?

Pious eyes ignoring passers by
Headlong to their grave
Don’t despair this world of toil and care.
This pilgrim lost his way

SUBMISSION COMPLETE
(Greg Graffin)
Dedication is the price you pay: the initiated are
Coddled and caged
Before you walk, as soon as you crawl
Hope is pointless ‘cuz you’re stuck in the trawl

Fuck the freshman lectures and brandishments
They just betray impoverished accomplishments
The puppet masters fear originality
They tighten up the tethers and they shackle your feet
Submission complete!

Young recruits never have a chance, enticed to
The drill, admonished to dance
Early to rise and early to shine, life is long but the end is nigh

Break the guilty trammels from yesteryear
Remember how rejuvenation conquers all fears
Lowly opportunists take commanding roles
And hawk ultimatums so their weakness won’t show

The sad reflection of dead ambition
You live for nothing
Submission complete!

Yeah, break the guilty trammels from yesteryear
Remember how the taste of failure makes it all clear
The lowly opportunists take commanding roles
And hawk ultimatums so their weakness won't show

The sad reflection of dead ambition
You live for nothing

Expectation, indoctrination
Life’s a damnation
Submission complete!

Dying on your feet
Submission complete
A total defeat

FIELDS OF MARS
(Brett Gurewitz)
In the garden where he was cast out by the lord
Flames an Omni-directional sword
For he as ever failed to gather up the fruit
And thus was banished with his loot

He cantered aimlessly through endless permutations of night
Seeking a purpose and the meaning of kin
And when it finally came to him
You could’ve mistook it for the meaning of sin

The women wish him well
Every time he cast off marching to hell
Now if you’ve never seen a terrible sight
Stroll the garden of earthly delight
Maybe we can make it right – someday
I’ll see you high above the Fields of Mars

He knelt down before the unholy mob – who cried
“War is god!”
Gleaming outwardly with great pride – and
Prepared to die

The women wish him well
Every time he cast off marching to hell
Now if you’ve never seen a terrible sight
Stroll the garden of earthly delight
Maybe we can make it right – someday
I’ll see you high above the Fields of Mars

Who cannot fight anymore
Will never love any less
That kid inside of murder
Must be committed

To live a life of hostility
Never asking what it means
When mother nation
Blood and religion
Sanction killing upon the Fields of Mars
High above the Fields of Mars

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

DEPOIS DA TEMPESTADE.................

“After nothing a new sun came
A clear sky out of the grey”

– Bambix, “Hello to Nothing”, do álbum Crossing Common Borders, de 1996


Primeiro dia depois da última fase do vestibular da UFPA.
Finalmente, não?
Depois de tanto tempo...
Quanto às provas... A PROVA, COMO UM TODO, FOI FODÁSTICA! Eu cheguei até a ter a impressão de que elas (as provas) a – com exceção de Matemática (sorry, Herr Francisco, Herr Richard und Frau Kelley) e Química (sorry, Herr Ivan und Frau Tammy Sara) – foram feitas especialmente pra mim. E, por mais incrível que possa parecer, eu me saí muito bem em Física (não graças a Herr Sílvio, mas sim graças a Herr Batchaco, Herr Kleber Cavalcante e Herr Miguel Júnior) e Biologia (sehr fuckin Danke, Herr Marco Alex und Mutter Laura). Desnecessário dizer que as provas de Língua Portuguesa (danke, Frau Elisangela, Frau Synthia, Herr Edmilson und Herr Eldonor, Frau Célia Regina und Frau Rosana), Literatura (danke, Frau Patrícia, Frau Rose, Frau Telma, Frau Rosa, und Herr Alex), Geografia (danke, Herr Augusto, Herr Moacir, Herr Augusto Barros, Herr Luis Augusto, Herr Josinaldo und Herr Leudes), e História (danke, Herr Augusto [auch erneut], Frau Lêda, Herr Glauber, Herr Palheta, Herr Roque, Herr Charchar, Herr Felipe und Herr Magno), foram do caralho. quanto à Língua Inglesa, ah, esquece...
A REDAÇÃO... eu dormi muito mal tanto da sexta pro sábado quanto do sábado pro domingo pensando em qual seria o tema, devido a UFPA ser completamente pirada em cima deste assunto. E, ao abrir a prova, percebi que havia perdido sono à toa! O tema foi fodástico. Baseado em cima do texto da prova de Língua Portuguesa (escrito por ninguém mais ninguém menos do que Cecília Meireles), sobre a felicidade estar em coisas que somente você vê e que as outras pessoas não conseguem perceber. “Descreva um motivo que faz você por ser brasileiro e o defenda com argumentos convincentes”. Uh, chuchu. Foi um abraço! Escrevi tudo em cinco ou, talvez, seis minutos! Eu nunca tinha escrito uma redação de vestibular tão rápido assim! Mas, creio eu, que os corretores haverão de gostar da mesma!
Agora é só esperar o maldito/bendito resultado confirmando a aprovação.




No one can deter you from your own path.
There's no trip too remote
From which you can't come back.
And I've got this hunch about you and me,
– Bad Religion, “A World Without Melody”, do álbum The New America, de 2000
O cara da foto acima se chama IGOR SILVA e ele foi aprovado no curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas na FAZ. Tal qual a mim, ele já estava em seu enésimo vestibular e, mais do que finalmente, foi enfim aprovado no curso que gostaria de cursar! Muito do caralho, não? Ele suou, sofreu e finalmente mereceu essa vitória.
(desnecessário dizer que a festa dele foi muitíssimo do caralho!)


Porém, esse post não é somente para ele!, mas também pro Leandro, pro Bruno, pra Mary (Marilene Andreza Guerreira, do CEFET, que [também] finalmente passou em Pedagogia na Universidade do Estado do Pará, vulgo UEPA), pra Kaa-chan (Kaandra), pro Victor Pitts, pra Tami-chan, pra Lê-chan (Letícia Cabral), pra Ya-chan (Yasmim), pra Ne-chan (Vanessa), pro Hewerton e pro Kleber (que ‘tão fazendo pro mesmo curso qu’eu!) e pra Rita, devido à 3ª fase da prova da UFPA, que foi ontem!
Combatemos o bom combate e haveremos e triunfar!





‘til the fuckin new post!