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YEAH, HOUSTON, WIR HABEN BÜCHER!

e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

quarta-feira, 24 de agosto de 2005

CONTINUAR VIVENDO

Hail, hail.
Espero que esteja tudo bem com vocês enquanto estiverem lendo isso.

Já faz dois dias desde a prova do TRE. Se eu podia ter me saído melhor? Com certeza, apesar dos 413,95 : 1 eu ainda poderia ter me saído melhor na prova, que teve três tipos, Docas, Sé e Ver-O-Peso. Cara, na minha sala, caralho... Eu nunca vi tanto NEGO COM MEU NOME junto na minha vida!!!
Porra, bateu um sono na hora da prova que eu comecei a cochilar, de forma que as fiscais de prova chegaram a pensar que eu estivesse passando mal. Foi uma merda. Isso sem contar a fome, que eu só tinha saído de casa com o café-da-manhã na barriga, já que acordei praticamente 11 da manhã e só fiz tomar café. É, eu ão tenho o costume de almoçar assim que acordo, e isso ferrou bacana comigo.
Quanto à localização do local de prova: essa também foi outra coisa que me deixou puto. Eu desci do ônibus na [avenida] Almirante Barroso e fui pela [travessa] Lomas Valentinas para pegar o Pedreira Lomas: Utinga ou o Pedreira Nazaré. Já que eles demoraram muito, desci a Lomas andando mesmo pra apressar caminho. Logo depois de passar da [avenida] Marques de Herval, acabo pegando o Pedreira Lomas: Utinga pra chegar na dita Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Maroja Neto (p.s.: o primeiro desembargador paraense), onde eu [+ n alguns conhecidos meus, como o Rafael Alexandre Freire Aragão e Rachel Benguigi, do Exemplo] faria a dita prova. Quando eu vi, não demorei muito no ônibus, e acabei descendo logo, vendo que a E.E.E.F.M. Maroja Neto fica é entre a Travessa do Chaco e a [travessa] Curuzú. Se eu soubesse, teria descido na [travessa] Humaitá [onde eu descia pra ir pro Anchieta], andava um pouquinho mais à frente, para chegar no Chaco, e depois ia embora andando, já que não seria pernada longa (pelo menos pros meus padrões, diga-se logo).
A prova em questão não foi tão ruim assim, sendo que só (?) o que matou foi Direito Administrativo e Direito Eleitoral, que tinham muitas “questões-pegadinha”, cujos detalhes tinham que ser percebidos para poder matar as questões. Já as de Atualidades, Língua Portuguesa e Informática, caras, sem problemas. Foi fácil até demais até. Quanto a Direito Constitucional, não foi tão difícil assim, poderia ser pior. Pior mesmo, já que as questões estavam muito na cara. Pois bem, devido ao horário de prova (seriam três horas e meia de prova) eu pensei que seriam, no mínimo, umas CEM questões, mas, na hora, puta que pariu do caralho!, foram apenas cinqüenta questões.
Pra completar esse assunto, eu e Rafa poderíamos ter saído-nos melhor neste prova. Tomara que o resto dos meus conhecidos (Anderson Coelho, Aline Oliveira, Jorge, Pinagé, Mike, Rachel, Cynthia, Thayna, Renata, Leuzina, Marcelo, Selene, Valéria e todos os outros) tenham saído-se melhor do que nós nessa porra.

No Sábado, não agüentei ficar em casa à tarde. Fui mesmo pra casa do Glaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuber (ver Diários de Guerra) ficar falando merda. Lá pelas 19hrs, fomos pra casa do Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarlos Stéfano pra resolvermos uma parada e ver como ele estava, já que a garota dele o deixou (isso é uma merda). Fomos de bicicleta pra lá, o Glauber me levou, já que a anta maior aqui não sabe andar de bicicleta. (Apesar de sermos quase atropelados duas vezes) foi uma viagem do caralho! Ao chegarmos lá, o Carlos estava com um aspecto horrível (todo mundo fica com uma cara horrível no dia seguinte ao Dia do Fim) e ajeitando um PC. Depois de ficarmos conversando (e tirando umas fotos na webcam do Carlos. P.s.: nenhum de nós três é fotogênico, diga-se logo), saíamos pra mo de ir pra casa do Glauber e de lá, sei lá. Depois de comprarmos uns salgados que conseguiram encher só os buracos de nossos dentes esburacados (ei, isso é uma piada!), decidimos vir aqui pra casa jantar. Voltamos pra casa do Carlos pra ligar aqui pra casa pra avisar a “Chefe” (p.s.: mamãe) e depois viemos mesmo. fizemos da bicicleta do Glauber um verdadeiro ônibus, indo nós três na mesma! No mínimo, foi divertido pra caralho! Nós só sacaneamos uma pessoa: todas as que víamos em nossa frente! Não perdoamos ninguém. Evangélicos então sofreram em nossas mãos! Foi foda. Então, passamos na casa do Luís Otávio Dias da Silva, vulgo Robiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinho, que não estava lá, e sim na casa de uma outra conhecida nossa (também do Cefet) chamada Karina Tanizawa (prima de uma amiga minha, Mayuimi Kawamoto). E lá fomos nos, buscá-lo; e o encontramos próximo à casa do Edjan (da Silva Carvalho), e ele pegou a bike pra levar no irmão dele na casa dele, depois seguiria pra cá. Subindo a s/n, acabamos por encontrar Vanessa (de Cássia Gonsalves Negrão) e Letícia Silva e Silva, amigas minhas, e só fiz, de praxe, apresentar o Glaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuber e o Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarlos à elas, que estavam junto com à Renata, um caso antigo do Raul, que estava esperando o bonde. Não demorou muito tempo após Renata ter ido, Robinho voltou com a bike e também o apresentei a elas. Então, as deixamos na casa de Letícia (onde Van [diminutivo de Vanessa] passa a maioria de seus fins de semana) e fomos pra casa pra mó de jantar. Não deu pra fazer o “ônibus”, mas o.k., fomos a pé mesmo. com exceção de Glauber, que foi de bike. Aqui, depois de apresentá-los para mamãe (que ficou muito invocada com o Carlos, pois ele ficou enchendo o saco dela na hora da novela [eu achei isso do caralho] e ficava chamando ela “Ei, Dona Mãe do Malafaia”. Ela queria a morte. Foi hilário!), fizemos o jantar, e depois eles começaram a fuçar meu quarto pra ver o que é que tinha de bom pra ler e assistir. Assim como eu, tá foda esconder alguma cosia deles. bem, foda-se isso. Eles vão devolver mesmo que eu sei. E isso é bom. Então decidimos levar o Glauber na casa dele, só que o Robinho ficou com frescura de horários e: eu fui pra casa do Allie junto com o Diego André Pena Farias e o Glauber, que rasgou logo pra casa dele; enquanto que o Carlos e o Robinho rasgaram pro PAAR. Na casa do Allie, falei pra ele a casa de quem eu descobri Segunda-feira passada (ver a resposta na postagem anterior a esta) e colocamos a conversa em dia mesmo. voltei pra casa, testar uns disquetes que o Glauber tinha me arrumado (todos foram pro LIXO), vi um pouco de MTV (eu fico puto pois ainda não consegui assistir o novo clipe do Dead Fish, Bem-Vindo ao Clube) e fui dormir.

No Domingo, após a prova, fui na casa da Srta. Garou e depois na da Carla Cristina Saraiva da Silva, pra ver como elas estavam. Eu também passei na casa da Lorena Macedo Cirino, mas, já que a bonitinha não estava em casa, fui atendido pela sua mãe (que continua uma pessoa muito legal) e por seu irmão. Quanto à [Carla] Saraiva, as coisas estão uma tristeza pra ela, uma merda mesmo. Mas, Grande Gaia!, elas hão de melhorar.
Após isso, fui direto pra casa do Glaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuber, pois seria aniversário de 15 anos da irmã dele, a Glaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuucia (que, assim como a ex do Carlos, disse que assistia novela mas não era alienada). Ele tinha ido buscar o Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarlos na casa dele e eles chegaram logo após eu tê-lo feito. Foi uma festa bacana, diga-se logo. Viva a comida e viva as cervejas que tinham lá (não tinha bebida destilada, mas tava valendo). Seu Humberto e Dona Silvana mandaram muito bem. Pra variar, eu cheguei chapado em casa.

Quanto a ontem, nada de importante, além da minha “volta triunfal” ao judô, a reunião do Trio Sem, e só. Ah, claro, eu também fui visitar o pessoal da Professora Luíza, ver como as coisas estavam para eles todos – e compartilhar um pouco da sabedoria dela também. Ao chegar em casa, fiquei conversando com o Thiago e mais um vizinho nosso, que estava na frente da casa dele e, quando ficamos só nós dois, falamos logo tudo o que tinha para ser dito. Inclusive como eu tinha ficado INCOMENSURAVELMENTE puto com ele por causa daquela cagada do resultado da UFPa deste ano e, bem foi só.

Para fechar esta postagem, uma frase do vocalista e letrista e guitarrista do METALLICA, James Alan Hetfield, que é assim: “Escrever sobre a merda que vem de dentro é mais difícil do que falar de política, mas uma vez que sai, é bem mais fácil se livrar do peso.”
Eu, particularmente, gosto desta frase, já que é assim que eu me sinto depois de escrever alguma coisa que, quando está no papel, pára de m perturbar e de me incomodar (assim como as poesias para vocês-sabem-quem).



É isso, espero que vocês tenham curtido.

Até a próxima!!!

quinta-feira, 18 de agosto de 2005

DIÁRIOS DE GUERRA

quarta-feira, 17 de agosto de 2005
10:23:37

Espero que esteja tudo bem com vocês quando estiverem lendo esta postagem. Como é que vai a vida, hein? A minha? Caras, aconteceram umas merdas, que........... caralho. Eu continuo naquele trabalho cu de pesquisador do IBOPE. Claro que tiveram as coisas boas, mas nada que compensassem as ruins. Gaia, Deus, Mitra, Minerva, Buda, Alá, e todos os deuses positivistas da humanidade sejam louvados por esta ser a última semana de “trabalho forçado”. Aqui vão alguns resumos do que aconteceu em algumas “viagens a trabalho”

01/08/2005
Destino: Benevides
Dá pra pular isso? Enquanto Rafa e Léia se fizeram por lá, EU NÃO FIZ PORRA NENHUMA! Eu não sei o que foi, mas eu não consegui fazer absolutamente nada. Se teve algo bom nesse dia? Eu descobri onde é a Biblioteca Pública de lá (onde tem uns livros muito legais, que se, eu pudesse, levaria pra minha casa sem pensar duas vezes), joguei videogame com o Rafa numa locadora que nóis descobriu meio que ao acaso e, pra terminar, uma loja que tinha uns tênis muito do caralho a um preço bem maneiro. Eu acho que vou voltar lá só pra comprar alguns daqueles tênis! Fora isso, caralho.......... Mas teve o dia seguinte.

02/08/2005
Destino: Mosqueiro
Pela primeira vez, a equipe de um integrante só. A viagem de ônibus Belém/Mosqueiro é realmente uma tristeza. Quando se vai lá a trabalho então, puta que pariu... Pelo menos consegui fazer uma pesquisa de manhã e outra à tardinha. Eu posso nem fazer muitas entrevistas e encontrar n filhos da puta pelo caminho, todavia, o que eu entrevisto, são super gente fina pra caralho. Não tendo onde almoçar (oh, mas que puta mentira!), fui pra casa da minha tia Madalena (irmã da minha avó, mãe da minha mãe), onde, junto a minha mãe e minha irmã, passei as férias de 1994 a 1999, mas onde sempre passava. Isso até 2001, quando aconteceram algumas coisas bem chatas e decidi me afastar de Mosqueiro. Até que as coisas não tinham mudado muito, não muito, e, sim, muuuuuuuuuuuuuito. Eu almocei por lá mesmo, e, pra variar, a comida estava ótima. Além de falar com os parentes, falei com uma família que morava lá perto, Dona Regina e filhos: Abraão, Eduardo, Gato (esse é o apelido dele, eu não lembro o verdadeiro nome dele) e a Pérola (que continua linda e mais inteligente do que a última vez que a vi). Todos eles continuam ótimos e gente fina pra caralho como eles sempre foram! À tarde, depois de descansar um pouco, voltei pra ralação (infelizmente não pude me despedir de ninguém, pois todos já estavam dormindo), andar no sol, mas até que consegui a outra pesquisa da qual eu disse. Depois de muito andar (novamente) alcancei a praia, então, oceanos de pensamentos invadiram minha mente (alguém aí disse “Oceans”, do Pearl Jam?!?) sobre coisas que fiz e que deveria ter feito. Pra completar, foi o aniversário da minha mãe, que teve uma festa ótima e falei pra uma pessoa uma coisas que eu deveria ter dito há muito tempo (mas que, de maneira alguma, convém dizer aqui o que é). E também disse-lhe uma coisa que descobri mas só colocarei no final desta postagem.

11/08/2005
Destino: Icoaraci
Apesar de ter andado pra caralho mais do que em Benevides (p.s.: Icoaraci é muuuuuuuuuuuuito maior do que Benevides), até que a coisa foi melhor (com exceção de meu almoço ter sido apenas um grande pacote de biscoito Mabel). Icoaraci é uma cidade legal de se andar – quando não se está trabalhando, diga-se logo. No começo do dia, fui visitar um amigo meu (quem? O Cássio do Trio Sem [ver A Day In The Life pra saber quem é], colocamos a conversa em dia (mas eu já falo, né?). Lá pelas cinco e meia, seis da tarde (e andar pra caralho, pra variar), voltei pro QG-IBOPE e fiz o balanço do dia. Só teve uma coisa BEM chata lá: eu quase pego porrada de um cara lá durante a entrevista, e isso me fez pedir as contas em relação às pesquisas. As chefas (Soraya e Ana Rísia) falaram que isso acontece. Eu disse “para o diabo com isso!”

16/08/2005
Destino: Mosqueiro
Ontem, tive que voltar pra lá pra consertar umas cagadas que tinha feito (é impressão minha ou eu só faço merda, hein?). A viagem desta vez, foi muito pior do que a do dia 02, com muitos reveses em relação a horários, e acabei chegando lá praticamente 13:20! Adivinhem onde almocei! É claro que, mais uma vez, a comida estava ótima. E, mais uma vez, falei com alguns primos, colocamos a conversa em dia, e só. Até que percebi que os demônios que me assombravam em relação a Mosqueiro tinham sido extintos. É aquela coisa meio “Tarde de Outubro”: “são coisas que somente o tempo irá curar.” Todavia, percebi que tem uma prima minha (Andréia Teodoro Moraes) que, sei lá, fica meio na onda – azeda, eu diria – com a minha simples presença. Eu não sei o que é, eu apenas sinto, entendem? Eu-apenas-sinto. E, com certeza, essa não é uma das melhores coisas pra serem sentidas no mundo. Pra completar com chave de ouro, acabei não achando nenhum dos caras com quem tinha feito as pesquisas, fiquei ilhado na casa da tia por causa de uma puta chuva e fui embora mais cedo. E, infelizmente, eu não tinha nenhuma máquina fotográfica por perto, porque os cenários estavam simplesmente perfeitos para tirar fotografias. E foi só.

Quanto o meu fim-de-semana e feriado: passei a manhã inteira do Sábado dormindo, e, ao acordar, fui na casa do Glaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuber [Monteiro Duarte] pra mó de devolver-lhe a CPU de um 486 que havia me emprestado em novembro do ano passado. Ele não estava lá, mas acabei conversando com a mãe, a irmã e uma amiga da irmã dele tanto tempo, que o cara acabou chegando, e, aí, danou-se, já que conversamos até o cu fazer bico. E só saí de lá na hora que eu devia estar no QG-IBOPE. Cheguei em casa, tomei banho e decolei pro QG-IBOPE ajeitar alguns formulários. De lá, subi pra casa da Simone “Barbie” pra mó de nóis também colocarmos as conversas em dia. Foi realmente ótimo conversar com ela outra vez! E, de lá, pra casa do Edjan pra ver como estavam indo as coisas. Cara, o cara comprou a cláááááááásica Deuses e Mortais, estrelando ninguém menos do que a Mulher-Maravilha desenhada e escrita pelo fodaço George Peréz (que também fez coisas fantásticas como, por exemplo, Liga da Justiça e Vingadores e Os Novos Titãs) que li pela metade (deixando pra ler o resto no dia seguinte).
No Domingo, fui pra casa do Carlos Stéfano Sobrinho da Silva, (depois de passar na casa do Ed pra [terminar de] ler Deuses e Mortais) tanto pra colocar a conversa em dia quanto pra fuçar umas coisas na net, como o meu local de prova deste Domingo que virá. De lá, fomos pra casa do Glauber [Monteiro Duarte]. Após, “catarmos” ele, fomos na casa do Jorge [Monteiro Carvalho], vulgo Chorão, e ficamos por lá mesmo. eu nem digo pra vocês que a mãe do Jorge quer o Diabo por lá e não eu, devido nós dois (eu + Jorge) termos dito pra irmã dele como é que o Cefet funciona realmente. Depois da grande jornada (passamos na casa do Allie [ver O Mundo Ainda Não Acabou] e na do Ed [de novo, e lá eu me toquei da grande cagada que eu tinha feito e dito – e é por coisas assim que eu tenho certeza que meu intestino fica n lugar do meu cérebro, só sai merda!!!!!!!), acabei voltando pro PAAR com o Carlos e, depois de comermos um hámburger, ele foi pra casa dele e eu fui pra lá do Lan House do Vela (Game.com), falar e tomar um álcool com o Sullivan, o Caco e o Ribbie “Ass Master”. Acabei até dormindo por lá mesmo e, lá pelas oito da manhã (da Segunda-feira, i.e.: feriado), vim pra casa, e, depois de tomar um puta banho, dormi até umas três da tarde. Depois de fazer umas coisas que eu tinha pra fazer (como ir pro filperama, há, há, há), fui pro QG-IBOPE, resolver o que faria na Terça-feira. De lá, fui na casa de uma conhecida minha do Cefet, a Thaís Boulhosa Barros da Silva, porém, a mesma não estava lá. Então, me lembrei de que um casal de irmãos amigos meus dos idos de 2001 e 2002, tinham se mudado pra um prédio lá perto com os pais deles. Coincidência ou não, eles moram no prédio ao lado daquele onde meu padrinho e a família dele (antigamente, eu os achava os máximo; atualmente, não são menos do que verdadeiros FILHOS DA PUTA) moravam até, sei lá, 1994, quando eles se mudaram lá pra Cidade Nova 5, e, através deles, conheci outras peças raras, como o Quarteto Ayres, o Fabrício Bean, Jefferson e outras peças que não merecem ser citadas (se existem exceções? Claro! Gimison Ribeiro, André Guerreiro e Alex – E SÓ!!!).

Voltando ao assunto principal: perguntei na portaria se lá moravam o senhor Guilherme Carvalho e a Senhora Helena Carvalho, além da filha Cecília. O porteiro perguntou meu nome, e, através do interfone, falou com eles, que permitiram minha subida. Ele me disse o número do ap. e fui lá. E com quem eu dou de cara? Cecília. Cláudia Cecília Ramos de Carvalho. Cara, ela continua linda (mais do que quando eu a conheci, diga-se logo). E claro que colocamos a conversa em dia, falamos sobre a vida e sobre os caras da velha guarda, e ela ainda me adicionou na lista de amigos dela do Orkut (e também entrou na minha comunidade narcisista, Eu Cãonheço o Rafael Garou!!!)! Isso foi realmente fodaço! (uma coisa me chamou a atenção: ela estava palavrão tanto quanto eu, mas não na mesma intensidade. Eu disse “cê não falava palavrão, Cecília”, e ela retrucou: “As pessoas mudam, né, cara? As pessoas mudam.”). Até que, após um tempo, o irmão dela chegou, e aí começamos a falar mesmo sobre o passado. Foi muito bom ver a integração que os dois têm, é realmente invejável! Falar e falar (eu até fumei um dos cigarros da mãe deles, que, ingenuamente, eu tinha achado que tinha parado de fumar) e até que acabou a conversa e eu fiquei vendo TV com a Cecília, fazendo uma ou outra pergunta pra quebrar o gelo que tinha se formado. Quando o clima ficou realmente chato (pelo menos pra mim e pra Cecília, já que o namorado dela tinha dado um cano daqueles nela – e ela ficou com uma cara), “pedi minhas contas”: me despedi deles e cai fora. Como Cláudia havia dito “eu realmente dei muita sorte em tê-los encontrado lá.” Se da próxima vez, eu vou ligar pra eles pra combinar reunião? Isso tá meio foda (ou foda e meio?!?), porém, viva o eletronic mail – vulgo e-mail – para permanência de contato!


Certo. Essa postagem é dedicada então aos meus amiguitos de outrora Cláudia Cecília + Rodolfo Ramos de Carvalho, além dos amiguitos atuais Carlos Stéfano Sobrinho da Silva, Glauber Monteiro Duarte e Jorge Rodrigues Carvalho. Caralho, caras, vocês cinco são os caras!!!


Hoje não tem frase do dia e nem haverá, pelo menos não, nas próximas nove postagens, que serão encerradas somente com frases dos integrantes de uma das minhas bandas favoritas, o METALLICA. A primeira é do baterista Lars Ulrich, e retrata muito bem o que estou passando com a turma do IBOPE. A frase é assim: “Tem uma coisa muito legal sobre aventurar-se sobre território desconhecido, porque se torna excitante, um desafio, não é a mesma merda de sempre.”



EU QUASE IA ESQUECENDO
: no dia do aniversário da mamãe, eu contei pra minha amiga (Emanuelly Melo de Oliveira [a primogênita da dona do computador onde digitei a postagem A Day in the Life], ver a parte 02/08/2005 Destino: Mosqueiro) uma coisa realmente fantástica que eu descobri. Um belo dia, eu acordei e descobri que posso ser feliz de verdade novamente sem Hiroko, assim como antes. Sem fingimentos, sem falsidades, sem mentiras, apenas “estúpida, notável, cretina, humilde e sincera felicidade”. Se eu me sinto bem com isso? É CLARO QUE SIM! Ela disse que eu posso estar me enganando, mas... foda-se. Eu gosto de me sentir assim. Eu não sei, talvez só seja verdade se eu conseguir falar isso na frente dela (Hiroko) sem que minha voz falhe de alguma forma. Pra terminar, eu disse isso pra Vanessa (de Cássia Gonçalves Negrão, ver Como Estragar o Primeiro Dia de Seu Ano Novo), Cássio (do Trio Sem, ver A Day in the Life) e pra Simone “Barbie”, e todos eles em deram apoio incondicional em relação a isso. Barbie ainda enfatizou: “você não precisa dizer isso pra ela. Faça melhor: demonstre isso pra ela!”



Bom, é isso!!!
Espero que vocês tenham curtido!!!
Até a próxima!!!

sexta-feira, 29 de julho de 2005

PROSTITUIÇÃO

quinta-feira, 28 de julho de 2005
09:53:28

Salve, salve!
Faz muito tempo que não posto nada desde A Day In The Life, não é? É, caras, a vida vai corrida pra caralho. Como vai a vida? Trabalhando? Estudando? Trepando? Dormindo? Passeando? A minha...

Pra começo de postagem, um grande amigo meu - Jackson Siroteaux Silva Reis, citado na postagem anterior - submeteu-se à uma cirurgia para retirada de pedra nos rins, que, sinceramente, estava matando ele. Sinceramente, era horrível vê-lo naquele estado, que, pra mim, era, no mínimo, deplorável. Mas, ele já passou por essa operação, já está sem esta maldita pedra, e, para completar, GRAÇAS A DEUS, ELE ESTÁ BEM E COM SAÚDE E COM A CORDA TODA NOVAMENTE!!!

(está rolando agora o La Mia Risposta, da belíssima e lindíssima Laura Pausini, e eu acho que é do ano de 1999 ou 2000. Eu até lembro que ela foi cantar naquele programa da Band que passava em 2000, o O+, e eu gravei algumas das músicas que ela cantou lá. Eu acho [de novo?!? onde diabos está a certeza?!?] que ela estava na tour deste álbum. Este CD que estou ouvindo pertence à uma amiga minha, que, diga-se logo, já foi minha namorada no primeiro semestre de 2001. Talvez esta seja a segunda ou a terceira vez que estou parando para ouvir de verdade este som. Agora está na segunda faixa, “Stanotte Stai Com Me”).

Segundo assunto e mais importante: há 10 dias atrás (18/07), finalmente arrumei coragem pra ir na casa de um amigo meu (Luciano "Jessssssssuuuuuuuuuuuussssssssssssss" Ribeiro de Souza Costa, também citado na postagem anterior) levar a gravadora dele, pois o mesmo me disse que estava precisando. Era para eu tê-la levado na Sexta-feira anterior (16/07) para a casa do Márcio [Lins de Carvalho], mas, infelizmente, não pude. Chegando lá, o bonitão não estava, somente a mãe e o avô dele. Aí eu fiquei conversando com a mãe dele, a Sra. Léia “Skywalker” Ribeiro, e ela me falou que o Ibope (que eu lá sei o que diabos significa) estava procurando acadêmicos (nome bonito para “universitários”) para fazer uma pesquisa em relação a celulares e empresas, e que cada questionário (ou “formulário”, o que vocês acharem melhor) preenchido corretamente, seriam +r$13 em caixa! Ela disse: "diz que tu faz universidade, porque eles só estão aceitando quem faz universidade". Ela me deu o endereço do "centro de treinamento", que também é "quartel-general" e "centro de operações". E eu (ingenuamente) disse "é, já que eu ‘tô sem grana, vou lá nessa porra."

No caminho de volta para minha casa, encontrei um amigo meu, o Felipe Mucura, que também é conhecido de outras peças com quem ando e ou entorno uma cana. Depois de darmos uma volta fudida pela Cidade Nova V, acabamos parando na casa de uma amiga minha, a Aline da Conceição Cardoso (vulgo Aline Karsgaard - ver Como Estragar o Primeiro Dia de Seu Ano Novo, Vitórias e Mudanças e Dia do Fim) para colocar a conversa em dia. E era muita mesmo, já que faziam umas duas ou três semanas que eu não falava com ela. Foi muito bom falar com ela outra vez. até combinamos de ir na casa da (Herondina "Herondina’s Song") Boulhosa fazer uma surpresa no aniversário dela, que será próximo Domingo.

Pois bem, na manhã seguinte, fui lá no "centro de treinamento/quartel-general/centro de operações", e, pura coincidência!, Léia acabou entrando no mesmo ônibus que eu (o Guajará São Bráz) e começamos a conversar sobre essa merda. Lá, a supervisora (Soraya) me perguntou como eu sabia, e eu, mentirosamente, disse que tinha visto no CA [Centro Acadêmico] o papel que falava sobre essa pesquisa, e decidi participar - ate aí tudo bem. E não é que, na hora do Treinamento, acabei pegando no sono? Foi a maior merda!!! No dia seguinte, na hora do vamos ver, do trabalho de campo, acabei fazendo um monte de cagadas e tive que voltar na manhã seguinte (20/07) pra tirar uma carrada de dúvidas. Nessa mesma tarde, voltei pra campo pra metralhar mesmo. mas, não deu me nada. Caras, eu já passei por cada merda por causa dessa grana, que... puta que pariu do caralho. "Bom dia (ou boa tarde). Meu nome é Rafael e estou fazendo uma pesquisa para o IBOPE sobre empresas e negócios e sistemas de telefonia celular. A pesquisa é sobre empresas e negócios que utilizem ou não telefone celular pra uso na empresa e que desejem ou não adquiri-lo para uso na empresa." É o meu argumento. Fora que ainda tenho que andar todo arrumadinho, e agüentar os caras zoando comigo: "irmão, irmão! Vamos para o culto, irmão! Você vai para o culto, irmão?" e coisas assim. E é claro que só respondo coisas lindas, a partir de "vai pra puta que pariu, seu filho da puta corno veadinho do caralho!!!" pra baixo. Só por causa da grana. Tudo isso é só por causa da grana pra comprar minha bateria ou uma pedaleira pra minha guitarra. Somente por isso e nada mais. Se bobear, acho que vou é pagar uma super-revisão pra somente fixar as matérias para a prova do TRE que será mês que vem (ver o início da postagem anterior). Caras, até que não foi tão mal assim. Só uns "filho(a) da puta, vai se foder, caralho!" que ficaram entalados na minha garganta um sem-número de vezes. Isso acontece, né? Para aumentar a coisa, as "empresas" e/ou "negócios" que devem ser pesquisados devem ter CNPJ, ou seja, Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. Trabalho é trabalho, né? Fazer o quê?

Segunda-feira, depois de ter feito umas duas pesquisas, acabei varando na casa de um amigo meu de CEFET, o Carlos Stéfano Sobrinho da Silva, que fica lá pelo PAAR (que era meu campo de ação). E, conversa vai, conversa vem, fiquei por lá mesmo, ando uma fuçada no computador dele (que é muito do caralho, diga-se logo). De lá, fomos pra casa do Luís Otávio Dias da Silva, vulgo "Robinho", que é da classe de outros dois amigos meus, o Roger (Barros da Cruz) e a Kyara (de Nazaré Lima Furtado) - de quem falei na postagem O Mundo Ainda Não Acabou. É, também ficamos por lá mesmo, vimos umas duas vezes o DVD do Angra (o Reibirth Live in São Paulo) - que eu achei uma merda - eu almocei por lá mesmo. depois, voltei com o Carlos pra casa dele, eu continuei fuçando o PC dele, depois fomos embora. Ele pra casa de um amigo dele, e eu pra minha casa. O legal é que ele me deu uma carona até aqui pra perto de casa. Hoje à tarde, vou lá de novo, mas, desta vez, com o Robiiiiiiiiiiiiiiiiinho, que quer saber onde ele mora.

Neste mesmo dia, Soraya me ligou dizendo que eu iria fazer pesquisa pra Barcarena no dia seguinte (26/07), junto com o Matheus e outras figuras (não eram muitas, somente a Léia), e que eu devia estar no Ver-o-Peso entre 07:00 e 7:15 da manhã pra pegar o barco para o nosso destino. Eu até que fiquei feliz, pois finalmente iria pra algum lugar, nem que fosse a "trabalho".
Primeiro, chegando lá, eu não encontrei os dois de cara, e tive que dar uma pernada muito da sua fodida de um ponto para a outro da Estação das Docas, depois que eu os achei. Segundo, foi a viagem que foi uma tristeza. EU SIMPELSMENTE ODEIO VIAGEM DE BARCO!!! Devem ter sido, no máximo, umas duas horas de viagem. Tava uma merda - sinceramente! Eu até escrevi um poema (em inglês), chamado Anércia (que colocarei no fim da postagem). Chegando lá, depois de definir o que faríamos, cada um foi pro seu lado e mandamos ver. Honestamente, não é nada agradável quando você chega num lugar novo e todo mundo (principalmente os evangélicos) te olham como se você fosse um alienígena. E olha que eu sou da mesma Unidade Federativa que eles. Imagina se eu não fosse! Sabe, depois que me afastei de Matheus, fui procurar onde vendia (cigarros) Derby a retalho (i.e., unidade), mas não achei, somente Bacana. Tanto que tive que comprar uma carteira em um supermercado, e até comentei com a vendedora sobre isso, e ela me disse "não liga pra eles. Todo mundo aqui fuma, isso aqui vira um cinzeiro à noite. É aquela coisa: todo mundo faz mas finge que não tá vendo." É, foi legal ouvir isso. Mas.... os caras de lá já me olhavam com uma cara por ser de fora, quando me viram com cigarro na mão, caralho............. Pois bem, pra variar, eu dei (mais) uma pernada fodida também, ainda mais que era numa cidade onde eu nunca tinha repousado meus pés. Ao menos, de manhã, consegui fazer UMA pesquisa com um cara que foi, no mínimo, super-atencioso, apesar de um cliente seu das antigas estar em seu estabelecimento. O almoço foi muito legal, e onde descansamos também era um lugar legal. Batia um vento "legalzim" e tinha uma sombra bacana. Quando deu umas três horas, nos despedimos e cada um foi pra um lado. Depois de uma puta de uma pernada, acabei fazendo uma outra entrevista numa tal de Sapataria Borges. O que me deixou MUITO puto, PUTO DE VERDADE é que fui fazer a pesquisa em uma loja de roupas - chamada Ideal Tecidos - onde o fudido do gerente nem olhou na minha cara pra me atender, e a ainda disse que não havia nenhuma entrevista marcada para aquela tarde. E o pior de tudo: tudo isso sem olhar pra minha cara. É certo que não sou a mais bela das pessoas sobre a terra, mas - caralho! - isso não é coisa que se faça. Eu fiquei puto o resto do dia! Isso realmente havia fechado com chave de ouro um dia que já tinha sido péssimo. A viagem de volta (que foi, novamente, foi de barco) também foi um ó!, já que demoramos praticamente umas duas horas pra chegar em Belém devido haverem umas partes do caminho que estão rasas devido à erosão das laterais, cuja composição que é terra, se avoluma no interior do leito dos rios -, provocando o atraso da viagem. Mas isso não é tudo: bateu um bode fodaço devido ao sentimento de ausência de................... Pelo menos, eu não pensava tanto no que havia acontecido na Company Town. E pensar que haveríamos de voltar na manhã seguinte....

Ontem (depois de ficar um tempão na cama, pensando se eu voltaria novamente praquela cidade, acabei decidindo por fazê-lo, devido à grana, e pensando "dinheiro, dinheiro, dinheiro, dinheiro = bateria, dinheiro = bateria, dinheiro = bateria, bateria, bateria, bateria. Foda-se, vamos lá) foi "menos pior". No ônibus (Guajará Ver-O-Peso), vim com o meu grande amigo Siro e com mais um amigo meu, que, como muitos, conheci por causa do RPG, Bruno Lopes dos Santos. Foi uma viagem bem legal, já que conversamos bastante e até tiramos umas fotos (como? Siro tem um telefone celular que tira fotos - é um assim que eu quero!) que, futuramente, publicarei aqui.
Tirando a viagem de barco (que foi pior do que a do dia anterior), consegui fazer três pesquisas. Uma com o Matt (o Matheus; bem, "Matt" é o diminutivo de "Matthew", que é "Mateus" em inglês - ver o nome do personagem de histórias em quadrinhos Demolidor, que é Matthew Michael Murdock, ou, simplesmente, Matt Murdock) e duas sozinho, mas acho que estas duas últimas vão levar o caralho e eu não vou levar os r$26 das duas, pois uma era Assistência Técnica de Telefones Celulares, e a outra era uma loja de roupas e bijuterias femininas, cuja dona (uma coroa enxuta) ainda daria entrada no seu CNPJ. Os donos destes dois estabelecimentos foram muito do caralho (o da AT era um moço que ainda não tinha chegado aos 40; e a da loja - Tânia Maria Barros Almeida, eu até aprendi o nome dela - também foi ótima. Ela tem um senso de humor incrível, contagiante, eu diria. E ela tem uma sobrinha que está no ponto de.... ei, vocês sabem (por que será que eu estou sorrindo cinicamente, hein?). E ela (a sobrinha dela) que mora na rua da escola onde eu fazia Cursinho ano passado. Eu não sei, ainda estou pensando em visitar essa guria, eu não sei. O resto do dia foi igual à tarde da Terça-feira, com exceção do filho da puta da Ideal Tecidos. Eu andei bastante mesmo, mas... tudo bem. Tudo bem mesmo. eu até que gostei de dar uma volta por lá, mesmo que não tirasse nenhum trocado para fazê-lo.

A viagem foi vindo sóbrio, já que o pessoal de interior vende bebida os olhos da cara devido ao frete, onde os revendedores metem a mão neles. Aqui em Belém, paramos num bar na esquiva da Almirante Tamandaré e começamos a descer cerveja na mesa. O bom é que o bar era de rock’n’roll e pedi logo pro cara colocar um Pearl Jam. O ótimo foi que ele colocou logo o Live at Wembley Arena (que foi comentado em Esperança). É um som muito do caralho! Muito do caralho mesmo!!! Mas, na hora de pagar a conta, quanto é a cerveja: R$ 2,30 - CARALHO!!! Depois de ontem, pra mim, só bebida destilada mesmo!!!
Pegar o ônibus de volta pra mim não foi nada difícil, só tive que esperar um pouco. É claro que, depois de umas geladas, você apaga no ônibus. No caminho para casa, encontrei o Saulo (ver Depois da Longa Espera) e colocamos a conversa em dia. De lá, parei na casa do Armando (ver Melancolia Absoluta e O Mundo Ainda Não Acabou), também colocamos a conversa em dia, e ele acabou me deixando de moto em casa. Eu até conversei com ele que agora sei como uma prostituta se sente realmente, tendo que fazer o que mais odeia por necessidade e por precisar muito da grana. E isso é foda!
É escroto pra caralho!
Aqui no Q.G., depois de tomar um banho daqueles (que eu estava realmente precisando), experimentei umas roupas que mamãe comprou pra mim. Eu gostei de todas, todavia, nem todas serviram como eu queria, infelizmente.
Foi ótimo dormir sabendo que não teria que sair na manhã seguinte e nem na tarde seguinte. Eu acordei, tomei banho, café-da-manhã e estou digitando esta postagem até agora, que está tocando a última música do CD da Laura Pausini que coloquei ainda há pouco.
Daqui a algumas horas, vou de novo lá pra casa do Carlos Stéfano, mas tenho que passar primeiro na casa do Robiiiiiiiiiiiiiiiiiiinho, pra irmos juntos lá.

Bem, é isso. Semana que vem, ou mesmo amanhã, terei que ir pra outro(s) interior(es). Vamos ver o que acontece por lá, né?


O poema que disse que escrevi no barco é esse:

ANÉRCIA
De um lado
Uma parte desta cidade que eu nunca tinha visto.
Dentro daqui e ao redor daqui
Apenas as águas
Com os rios se encontrando.
De outro lado
O verde abaixo do branco dentro do azul
- A cor da minha saudade.
Eu ainda posso ver a cidade
Os portos e seus cemitérios
Os barcos de grandes rios marrons e seus cemitérios
E os barcos e os portos que ainda permanecem.
E tudo fica para trás
Sendo lembrado pelo incessante som do motor.
Então lembranças presas como pedaços de correntes começam a fluir
Do passado e da mente e do coração
Para minha mente e para meu coração
Querendo a aqui - não apenas dentro mas com suas mãos nas minhas.
Eu já posso ser feliz sem ela
Mesmo apenas lembrando e sonhando e sentindo a falta dela.
Para saber viver e aprender a viver
Para aprender novamente e desaprender a viver
Todos os dias e durante todo o dia.
E tenta viver como um rio?
Onde os rios levam?
E meus pés estarão de volta à cidade
E eu sentirei saudade de ser rio?

:: 26 de julho de 2005 ::




A frase do dia é, pra variar, de autor ou de autora por mim desconhecido(a), e é assim: “Uma vida não questionada não merece ser vivida.”
Sabe, eu concordo com isso em gênero, número e grau (apesar de não saber o que realmente fazer da minha).


Espero que vocês tenham curtido!
Até a próxima!!!

domingo, 10 de julho de 2005

A DAY IN THE LIFE

01:00:00 exatos de 10 de julho de 2005

2º o Edital que saiu dia 26 de abril deste ano, a prova do TRE-Pará devia ser às 14:00 de hoje. Todavia, devido à suspensão deste [Concurso Público] por causa da descoberta das duas décadas de Concursos fraudados. Depois de quase UM MÊS E MEIO de suspense, semana passada finalmente saiu o edital afirmando que ainda haverá prova... dia 21 de agosto do ano corrente! Daqui a exatos QUARENTA E UM DIAS!
(In?)felizmente as aulas no Exemplo já estão próximas do fim, absoluto fim. Pelo menos eu não vou mais ver umas caras que me dão ânsia de vômito a mais simples visão. Todavia, não poderei mais ver algumas caras que me deixam feliz a mais simples visão. Isso é foda! Mas... fazer o quê, né? Pelo menos, ficam as lembranças e as amizades. Ah... e o que nos aprendemos durante as aulas também, antes que eu me esqueça (há, há, há).

O.k., vamos lá.
Dia 26 de junho, durante a aula de Direito Administrativo, bateu um putaço de um bode. E o pior que nenhum dos caras - Rafa, Aline, Pinagé, Jorge e Mike - tinha ido. Outros cãonhecidos tinham, mas, caralho, não é a mesma coisa. Já que não tinha jeito mesmo, com aquele clima insuportável [é, cara, nem a visão das Las Bellas Lunas da sala compensava pra me livrar deste maldito bode em questão]. Bem, não tendo para onde ir naquele horário [ainda ia dar 10:30 da manhã], desci pro Cefet, pra ver se encontrava umas caras conhecidas por lá. Dito e feito: Maranhão, Barbie, Cássio “Simpson” (ele é um assunto a ser comentando mais tarde), Tuca, Alex, Eiji (outro assunto a ser comentado mais tarde também), Janaína, etc.
Depois de bater perna pelo Cefet com o Simpson, decidimos ir pentelhar uma conhecida nossa de lá, a Fêzinha - diminutivo de Fernanda, primeiro nome de Fernanda Tamie Isobe Lima -, pra mó de nóis encher a paciência dela. Porra, nós acabamos é tirando a guria do sofá, onde ela estava acabando de dormir (já forma me acordar tantas vezes que me sinto na obrigação moral de acordar os outros também - filhadaputisse isso, não? FODA-SE!). Ela (Fê) é uma menininha muito do caralho, pena que não sabe o que são vestidos, bermudas e/ou saias (pra acentuar as coxas dela, diga-se logo. Se bem que as calças compridas que ela usa já fazerem isso. "Quantos anos ela tem?", você vai me perguntar. A resposta é: “Ela tem quinze anos”. Antes que alguém pergunte ou comece a ironizar: NÃO, CARALHO, EU NÃO SOU NENHUM PEDÓFILO DE MERDA! Eu gosto é de mulher, e falo mesmo quando a mulher é bonita - principalmente quando ela é maior de 15 anos. Tem uma pergunta no ar, e ela é "a partir de quantos anos a mulher ‘tá valendo pra você?", e a reposta é "a partir de dezessete anos. Todavia,se tiver dezoito, as coisas ficam melhores, já que [pra mim] a maioridade garante maior segurança. Ah, e viva a camisinha e a todos os métodos anticoncepcionais também!!!").
Voltando. Nós (eu e Simpson) fomo na casa de nossa Sem-Curso favorita pra mó de zoar com ela (pra variar), e acabamos nós três a voltar pra bater perna no Cefet [ô progamaço!]. Lá dentro, acabei encontrando o Juan Pablo Freire Guimarães - vulgo Maranhão - de novo - e ele me diz que terá a comemoração do aniversário de um amigo nosso - o Von - na casa do mesmo [não foi bem lá, mas o.k.], i.e., lá na casa do caralho onde o Judas perdeu as botas (traduzindo: próximo à Universidade Federal do Pará). Então, pensei e disse-lhe "foda-se, vamos lá. Mas eu não tenho grana pra voltar de lá, já que são dois bondes de volta". E ele responde: "vamos lá, não esquenta, eu te empresto". O fim: "então, tudo bem, vamos lá". Desse momento até a hora de ir realmente para a putada, eu e Simpson simplesmente atormentamos a Fê para que pudéssemos almoçar em sua casa. Depois dela quase dar umas bicudas na gente, já que a zoamos até o diabo dizer chega (pra variar - há, há, há), conseguimos almoçar lá: arroz, farinha e, pra completar, uma gororoba come from Japan (segundo ela) que mais parece o que sai da minha garganta depois que eu fico chapado e enjoado, mas que deu pra encarar - misturando com o arroz e com muita farinha, diga-se logo. Após isso, caímos fora de lá, satisfeitos. O Simpson foi pra casa dele, e eu, pra festa do Von.
Chegar lá foi uma luta (eu fui com a Janaína, Janaína Barbosa Oliveira), pegar o bonde... Quando a gente não precisa desses putos, aparecem aos montes, quando não... Mas, chegando lá, com os caras por lá, a coisa ficou melhor, ainda mais que dois dos amores da minha vida estavam lá: Conhaque Domus e Pirassununga 51. Não tinha como ficar ruim (apesar de não ter nenhum sonzaço do meu agrado, tudo bem). Viva os caras que estavam lá (Gabriel, Jan, Léo, Maranhão, Alex, Júnior, Tuca[noa], Débora Coxão, Eiji, Débora Garota-do-Eiji [isso mais parece um nome Garou], além do próprio aniversariante), as bebidas e os cigarros e a comida - tudo isso junto deixou a festa muito do caralho. Na hora de voltar, pra quem precisava pegar ônibus na Almirante Barroso (como eu), foi muito chapado (como eu também) para fazê-lo. Eu acho que demorei uma semana e meia - no máximo - pra lembrar de tudo que realmente havia acontecido. Cara(s), aconteceram umas merdas... Vamos dizer que a menor delas foi: eu estava TÃO chapado que eu fui tirar o dinheiro da passagem e eu acabei perdendo parte dele; porém, só fui perceber isso já dentro do [ônibus] Cidade Nova 5, vindo pra casa - NO FIM-DA-LINHA! Graças a Deus, o cobrador percebeu que eu estava tão bebaço, que me mandou ir embora, senão, sei lá... disso eu não lembro do que o cara falou. Eu sei é que nem pra casa eu vim diretamente.
Bem, ‘cê lembra que eu disse no começo do quarto parágrafo que estava com um puta bode do caralho? É, eu ‘tava TÃO chapado (repetitivo? não, imagina...) que precisava conversar com alguém, precisava mesmo. É nessas horas que se vê quem são os verdadeiros amigos - são aqueles que te suportam quando você vai na casa deles altamente embriagado e falando um monte de merdas e como você se sente um merda por causa dessas merdas, além de chorar bastante também. Cara... [suspiro profundo]. Se tudo isso serviu pra eu aprender algo: sempre vai ter alguém [bem, eu espero que sim, né?] com que você poderá chorar quando estiver fudido, chapado e na merda absoluta.


No dia 30 de junho [que foi uma Quinta-feira], fui do Exemplo pro Cefet, já que iria com um amigo meu (Glauber Monteiro Duarte) procurar e avaliar preços de cursos de língua japonesa nos Consulados Japoneses. Pernada filha-da-puta é diminutivo para o que eu fiz naquele dia. Eu deixei minha mochila lá no Grêmio do Cefet, e fui pernando pra onde eu queria e voltei também de Viação Canela. Ao voltar, encontrei a Fê e uns amigos dela se chapando no "brocatório" (também conhecido como refeitório) com Cantina da Serra dentro daquelas garrafas roxas de Coca-Cola. É claro que eu cheguei com eles, parece que eu senti o cheiro da "mardita". Mas, caralho, eu não posso viver sem ela, ‘cê sabe disso, não é? Beber até morrer não dá! VIVER SEM BEBER TAMBÉM NÃO DÁ! Um dos garotos que estava entornando com ela se chama Vítor [ou qualquer que seja a grafia qu’está no RG dele], e o outro eu não lembro. Bom o Vítor e a Fê já estavam quase que definitivamente chapados quando eu cheguei do brocatório, fomos para a lateral do Ginásio Menos Velho Porém Ainda Não Reformado. É claro que continuamos a chapa-ação por lá mesmo, até não ter mais nada pra beber [como se tivesse muita coisa pra tomar além de duas Cantinas da Serra de 290mL]. Quando a manguaça terminou, ficamos por lá mesmo, uns amigos nossos chegaram (como a Siljane Martins Borges, que só fez acordar, estando dormindo lá perto) e começamos a “trocar experiências boas, ruins e escrotas e de vida”. Lá pelas 17:00, 17:30, 18:00 (e alguns cigarros depois), eu e o Simpson (ele de novo) demos à Fêzinha a honra de conhecer (sem falsa ironia) a Simone Rodrigues Mascanhas, vulgo BARBIE. É certo que ela (Fê) não ficou tããããão empolgada em conhecer tão nobre e importante pessoa (mais uma vez, isso não é ironia, muito menos sarcasmo), mas... bem, foda-se isso. Um tempo depois, depois da reunião do Trio Ternura - NÃO! Eu prefiro o termo que criei pra nós três (Eu, Fê e Simpson): Trio Sem, já que os componentes do mesmo estão SEM dinheiro, SEM emprego e SEM compromisso com ninguém [se bem que isso não viria mal atualmente] -, eu e Simpson fomos junto com o Luciano “Jesuuuuuus” [não o do Rock Gol, o que toca no Shaaman, mas inspirado no mesmo] Ribeiro de Souza Costa [um moleque gente fina pra caralho - ‘cê é um cara fodaço!] e o Rodrigo “Trisha” [outro cara fodaço, mas não me pergunte o porquê deste apelido porque eu não sei a resposta] no Líder da Avenida Humaitá, pra mó de nóis comprar mais manguaça pra encher ainda mais a fuça de álcool etílico. Claro e lógico que eu tirei um tempo pra admirar os Amores da Minha Vida, que nunca irão me deixar, todavia, pouco a pouco, estão a me matar (ô rima mais escrota essa!). Não sei como e porque, mas eu passei mal depois de sairmos do supermercado. Caralho, eu achei que fosse desmaiar!!! Graças a Deus e à Mãe-Terra não sucedeu-se nada. Ao voltarmos, além de darmos umas voltar pelo interior do Cefet, acabei falando pra Tamie [2º nome da Fê - volta lá no quinto parágrafo e dá uma olhada lá no nome completo dela] que eu estava [isso mesmo, pretérito] a fim de ficar com ela, mas que só não fazia acontecer [convencido, não? quem eu tô pensando que eu sou? Don Juan de Marco? Conde Casanova?] devido à idade dela [como eu já disse, ela tem 8 anos a menos do que eu] e por ela ter os olhos... de você-sabe-quem. Claro que também lhe disse que, por causa disso, caso a beijasse, não a veria mais, e sim... Caralho, eu odeio quando essas merdas acontecem! Se eu fiquei mal com isso? Você se sente mal quando suas vontades e seus anseios são despedaçados por seus próprios sentimentos?

[suspiro profundo]
Após isso, eu e o resto do Trio Sem saímos do Cefet pra mó de encontrar um lugar onde pudéssemos venerar e adorar a louvável e venerável BUCHUDINHA DE LIMÃO. Na verdade, nós começamos a tomar assim que dobramos a esquina da Almirante Barroso com a Timbó (rua que Fezinha mora, diga-se logo) e fomos procurar o Eiji para que fosse beber conosco. Ao achá-lo, jogando bola (pra variar, sendo ele, eu nem me admiro), ele disse que guardássemos um pouco pra ele - NEM PELO CARALHO!!! O.k., após encontrarmos um "local decente para adoração" [eu não valho nada mesmo, né?], embaixo de uma castanheira que fica em uma área verde, que fica entre a 25 de Setembro e a Duque de Caxias, e entre a Estrela (antiga Mariz e Barros) e a Humaitá. Lá, voltou a bater o “bode-da-ausência-dela”, e este foi acentuado quando Tamie começou a usar o "meu" chapéu de palha [que, na verdade, pertence a um amigo meu; como eu o consegui é outra história]. Eu não a vi mais, e sim... PUTA QUE PARIU! É uma merda sentir este tipo de saudade doentia que eu sinto, e ainda mais chapado como eu estava. Mas o importante é que, debaixo daquela castanheira, eu e o Cássio e a Fernanda prometemos (eu não uso mais o verbo "jurar" devido a umas cagadas que aconteceram comigo) amizade eterna e, sempre que possível, cuidarmos uns dos outros, e, principalmente, de Fezinha. Para variar, eu cheguei chapado em casa. Na sexta-feira (ainda bem que não cheguei ressacado, senão atrapalhar-me-ia na aula de Direito Eleitoral), pensei sobre eu o Simpson cuidarmos de Fê. “Como eu vou cuidar dela se mal consigo cuidar de mim mesmo?”, pensei. Mas é uma verdade: como cuidar dela? No máximo orientá-la para o que fazer e o que não fazer quando estiver passando por algumas das situações que aconteceram comigo ou que eu já vi acontecer. É uma coisa meio foda de se pensar, mas é verdade, não? Eu até comentei isso com ela na tarde do dia 04 (na Segunda-feira subseqüente), e ela até que concordou comigo. Isso foi bom.

Bem, no dia 02 de julho (segundo dia de Fest Rock - eu vou falar sobre isso já, já), fui almoçar na casa de Simpson depois que saí do Exemplo. Esperar o ônibus não foi tão ruim. O ruim de verdade não foi esperar o bonde, mas sim a viagem de quase uma hora e meia!!! Só mesmo morando em Icoaraci como ele, o Marcelo "Bock", o Tarciso "Tigrão", a Flora e outros cãonhecidos meus para agüentá-la (e eu acho que nem eles, morando lá há uma cara, devem mais suportar esta viagem). Achar a casa dele também não foi ruim, pois "quem tem boca vai a Roma", e descobri logo onde é a casa dele (não é todo mundo que conhecemos que mora NA FRENTE de um cemitério), que é bem humilde, diga-se logo. Todavia, deveras confortável. Antes de almoçarmos, colocamos algumas coisas em pauta, como algumas cagadas que têm acontecido na classe dele. Ei, tem um quintal bacana lá também! Não dá pra jogar bola (como se eu jogasse!), mas dá pra fazer uma churrascada das boas com a turma. O pai dele cozinha bem pra porra!!! O peixe e o arroz e o feijão e o bife que ele fez foram ótimos! Fazia MUITO tempo que eu via um homem cozinhar tão bem quanto ele! Cara, ele é o cara! Ele e a mãe dele são muito legais. Cássio realmente puxa os pais que tem. Quando eu ficar velho, quero cozinhar tão bem quanto ele. Um tempo depois do almoço, fomos dar uma volta pelo Distrito Municipal de Icoaraci e ele [além de me contar umas histórias que tinham acontecido com ele durante o tempo que estava morando por lá] acabou me mostrando a "nova" Orla (depois da reforma do ex-prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues), que, sinceramente, eu achei MUITO FODAÇA DO CARALHO. Enquanto passeávamos por lá, eu repetia a todo momento, com a visão da Orla: "fodaço, cara, fodaço do caralho!". Mas, também, dizer o quê, né? Não tinha nada a ser dito com aquela visão. É nessas horas que se tem a certeza que Deus realmente existe. Teve uma hora que nos sentamos em um banco, que tinha uma visão privilegiada da baía, e começamos a prosar sobre o que tinham sido nossas vidas desde quando entramos no CEFET e como realmente tivemos “as grandes idéias que mudariam nossas vidas” (trad.: entrar no CEFET e fazer cursos profissionalizantes). É incrível como as coisas acontecem e as pessoas se conhecem - e também como as desgraças juntam e mudam as vidas das pessoas, não é? Antes de eu ir embora, combinamos que faríamos uma churrascada lá dia 28/08 deste ano junto com a Barbie, a Fezinha, o Eiji e a garota dele. Vamos ver se rola, né?
[Afinal, quem é esse Eiji? O irmã caçula da guria pra quem fiz o meu primeiro blog, a postagem {neste blog} Vivendo de Passado, além dos poemas “Árvores de Níquel e Irídio” {ver Carnaval, Carnaval, Carnaval... E Eu Fico Triste Quando Chega o Carnaval}, Depois De Toda Tempestade Sempre Vem O Sol {ver Vitórias e Mudanças}, Algoritmos e Programações e Edelvais {ver Escritos Dentro de Classe} e, por fim, Fornalhas de Fundição {ver As Coisas Que Você Vive}. A última informação relevante sobre ele é que ele é da mesma classe que Simpson e Barbie]

Neste mesmo dia, eu não vim diretamente pra casa. Passei primeiro na casa de dois amigos meus - que são irmãos -, o João Daniel, vulgo "Mailo", e a Regina. É, eles são do CEFET também. Planejamento e Execução de Obras e Ensino Médio (assim como a , Hiroko, Tuca e Flora, além de outros conhecidos meus) respectivamente. Além de ir pra colocar a conversa em dia, pra pegar o CD-R do CPM22 que pedi pro Márcio [Lins de Carvalho] fazer pra mim [ver em postagem Há Urgência em Estar Vivo].

Quanto a Fest Rock (quer foi nos dias 01, 02 e 03 deste mês), não deu pra eu ir. Minha irmã foi, alguns amigos e conhecidos meus também. Eu queria ter ido pro show do Los Hermanos, mas...... não deu. Eu queria também ter visto o CPM (que está na turnê do Felicidade Instantânea) e os Paralamas. Mas, fazer o quê, né?



Além desse, tem mais esse poema, que escrevi dentro de classe (para variar). Espero que vocês curtam também!
TELEFONIA
O que eu tenho que fazer
Para beijar você
Já que, toda vez que te beijo, tenho vontade de te beijar?!?
Essa não é a melhor das ocasiões para te perguntar isso...
Mas eu tenho que fazer...
Tenho que perguntar... eu tenho que saber...
Para passar pelo menos um momento legal de verdade com você...
Com seus olhos nos meus...
Com suas mãos nas minhas...
Com seus abraços nos meus...
Com seus lábios nos meus...
Apesar de estarmos tão perto do fim
E não saber realmente se faremos o que estamos nos preparando
Desde quando chegamos aqui...
E eu vejo você olhando somente para o professorado e também para nenhum lado
Quando nenhum deles está dentro de classe...
Eu vejo você chegando e indo embora daqui
E nunca sei como chegar para poder te dizer
Tudo o que sinto por você
Desde quando vi você aqui nesta classe
Desde quando vi e vejo sorrir e rir a cada piada e loucura que os professores contam...
O que tenho que fazer para fazer você sorrir e rir?
E andar ao meu lado ou abraçada ou de mãos dadas?
E ter os seus olhos cor-de-esmeralda dentro dos meus cor-de-cimento-asfalto-petróleo?
Quais são as canções que tenho que cantar em seus ouvidos?
São tantas perguntas que só você pode responder
E, certamente, você tem perguntas que nem mesmo tu consegues responder
Para você mesma...
E eu também me perco em dúvidas assim... sem saber para onde olhar...
Quando não se tem para onde olhar... e nenhum lado e nada parecem estar certos...
Eu me sinto perdido assim também, mas gostaria de estar por aqui, perto de você...
Nem que seja por um dia apenas...
Porque para o resto da vida não será...

:: 28 de junho de 2012 ::
:: obrigado Aline Rocha Oliveira ::
:: Atualidades, Professor Sílvio Paiva ::


Esta postagem é mais do que carinhosa e respeitosamente dedicada ao meu grande amigo Jackson Siroteaux dos Reis Farias - foi na casa dele que eu fui no dia da festa do Von e foi pra ele que eu chorei todas as minhas mágoas (ver oitavo parágrafo). SIRO, VOCÊ É O CARA!!!!!!!!!!!!

Meu muito obrigado à senhora Elzenir Melo de Oliveira por ter cedido o computador para eu ter digitado essa porra - já que deu pau na minha unidade de disquete. Muito bem, OBRIGADO MESMO!

Espero que ‘cê(s) tenha(m) curtido!!!
Até a próxima!

quarta-feira, 15 de junho de 2005

AS COISAS QUE VOCÊ VIVE

Terça-feira, 14 de junho de 2005
14:07:21

Hails!

Espero que esteja tudo bem com você[s] quando estiver[em] lendo esta porra. E o dia dos namorados? O meu foi fazendo uma prova fudida (da qual falaremos mais tarde), lendo HQ’s, jogando RPG e falando um monte de merdas com meus amigos (que fique logo entendido: “merdas” é o termo que usamos para “assuntos úteis apenas entre nós”, ok?). Ah, e sem namorada também, há, há, há.
Vamos à primeira e boa notícia: Sexta-feira, fui com mamãe ao Otorrinolaringologista (ô nomezinho complicado, não?) pra ver qual era a extensão dos danos provocados ao meu ouvido esquerdo “devido” ao show do Dead Fish (ver Depois da Longa Espera para mais detalhes). [Detalhe: era pra eu encontrar com elas às 14:00 para irmos lá, na frente do prédio onde ela trabalha, mas acabei indo pra Gibiteca {que fica na Biblioteca Pública Artur Viana, também conhecida como CENTUR} e, encontrando um amigo da velha guarda lá, começamos a conversar, a colocar a conversa em dia, e a ler quadrinhos, é claro. E é claro que eu me atrasei pro encontro com a coroa]. Cara, ele me deu uma notícia ótima: o meu ouvido está perfeito! Ele até se surpreendeu, perguntando se eu tinha realmente levado um soco no ouvido, já que não tinha visto nenhum tipo de dano, em nenhum dos dois ouvidos. Cara[s], as palavras “ótimo”, “fantástico” e “excelente” não dão a medida exata da minha satisfação e felicidade naquele momento!
Agora, à segunda e lamentável notícia tem a ver com Literatura: Atualmente estou lendo A Volta ao Mundo em 80 Dias, do aclamado escritor francês Júlio Verne, e essa porra de livro me fez perder R$ 4,45!!! A história é a seguinte: eu estava indo para o Exemplo, assistir aula de Direito Administrativo. Até que eu entrei no ônibus, dei uma nota de 5 reais para o cobrador tirar a meia-passagem (que é r$ 0,55), e o cara disse que não tinha troco pr’quela nota. Então eu disse que esperaria sentado por ela, já que não desceria tão perto. Aí, eu sentei perto dele, abri o Volta ao Mundo pra começar a lê-lo e assim foi até chegar perto da minha parada, onde fechei o livro, o coloquei na mochila e desci do bonde. Lá pelas dez e meia, um colega meu, o Rafa, me pergunta se eu trocava 2 reais pra ele por duas nota de 1. E foi aí que eu me lembrei. E EU FIQUEI MUITO PUTO COM ISSO!!!!!!!!!
Claro que não consegui mais me concentrar no que o professor falava de tanta raiva. Já não bastava eu ter chego às 07:25 da manhã - cedo pra caralho!!! -, com o Exemplo ainda estava de portas fechadas - e não tinha ninguém da minha classe além de mim!!! -, eu ainda havia perdido r$4,45, grana da minha passagem de volta daquele dia, e de Domingo e ontem. Caralho, foi o fim!!! Aí, eu tive uma grande e brilhante idéia: ir até o fim-da-linha do ônibus [o Guajará São Brás] pra ver se eu conseguia reaver os r$4,45. Mas, ao chegar lá e falar com o responsável pelos motoristas e cobradores, ele - o responsável pelos mesmos - disse que eu devia esperar pelo cobrador em questão do ônibus que eu havia pego e pegar a grana com ele. Depois de esperar quase uma hora (e morto de fome), num sol de escaldar, o filho de uma meretriz aparece. É óbvio que e fui falar com ele pra pegar a $$$, aí olha só a desculpa dele: “desculpa, mas a gente não pode devolver a grana”. “pô, cara, mas eu preciso da grana. Eu não tenho nenhum puto. Essa grana é só o que me resta até Segunda-feira”, retruquei. “Não, cara, não dá”, ele respondeu. Fui até o “responsável” alegar alguma coisa, mas o fudido deu de ombros, dizendo que não podia fazer nada em relação aquilo. Antes de desistir e voltar pra casa, eu disse "vocês têm é que se foder mesmo. É por isso que os empresários vivem metendo no cú de vocês." Eu espero de todo o meu coração que eles tenham me escutado.
Ao chegar em casa, ainda muito puto com aquela merda, falei pra “chefe” (mamãe) o que houvera, e mesma disse que isso já aconteceu algumas vezes com alguns conhecidos dela, inclusive com o namorado dela, que perdeu R$ 20 (!!!) pra um ser desta raça imunda chamada cobradores de ônibus! Ela (também) me disse que eles esperam que a pessoa se esqueça da $$$ pra que possam ficar com o excedente, os putos do caralho. é por isso que as mulheres são melhores profissionais do que os homens na maioria das profissões relacionadas a contato humano!!!!
Que ódio!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Agora eu aprendi a lição e passar-vos-ei a dita cuja: quando você[s] for[em] pegar ônibus, sempre ande[m] com notas pequenas pra facilitar o troco e “dificultar”" a vida desses putos.

O que realmente salvou meu Sábado é que dois amigos meus daqui da rua (Lucas e Alan) me convidaram pra ir no fliperama - e eles iriam pagas as fichas! Come exceção das máquinas que estavam com níveis de dificuldade ALOPRADOS, foi bem legal. (E já pude colocar em ação o que aprendi: destroquei as 5 pilas que a coroa havia me dado pra poder comprar 1 ficha e usar o $$$ pra passagem no dia seguinte).

Quanto a Domingo........... Ele começou com um puta simulado de 50 questões, simulando o que provavelmente será a prova do TRE (que - assim como a do TRE Maranhão - foi suspensa por tempo indeterminado devido à putaria da corrupção da Cespe/UnB, que vem fraudando concursos públicos desde 1981 - existe a forte possibilidade de cancelarem TODOS os concursos nos quais eles fizeram as provas de lá pra cá), que inicialmente seria ia 10 de julho, mas que agora será no mês de agosto, ou dia 7 ou dia 15 ou dia 21 ou dia 28. Existe a possibilidade deste teste ainda ser dia 10/07/2005, assim como ser no mês de agosto ou ser cancelada!!! Quanto ao teste: foi meio foda e me deu a sensação de que eu preciso estudar realmente as matérias de Direito. Hoje ao pegar o gabarito, vi que acertado somente DOZE questões de CINQÜENTA!!! É o fim, cara[s], o fim.... Realmente, não é assim que vou passar nessa porra. Nem em sonhos.
O resto do dia? Jogando RPG com os caras (Edjan, Bocão e Bruno, já que o João Paulo, o Siro e o Eduardo faltaram), lendo umas HQ’s que o Ed me emprestou (pra variar) e conversando, primeiro indo na casa do Armando (ver O Mundo Ainda Não Acabou); e depois o Albert (o Allie, também em O Mundo Ainda Não Acabou), o Diego, O Murilo e o Rômulo (eu até que conversei com a mãe dele sobre futuro, salário e concursos públicos - e como eu ‘tô me sentindo um dinossauro com a minha idade também). Lá pelas 22:30, chegar em casa, tomar um banho, jantar, deitar e dormir.
(abrindo parênteses: Sexta, antes de ir pro Otorrino com a chefe, pedi pra morenaça pra quem dediquei Engenharia de Software [ver Escritos Dentro de Classe] uma carona, já que ela ia pra perto do meu destino, eu teria que andar bem pouco para alcançá-lo. Cara[s], eu queria realmente dizer tudo o que sito por ela e como estou super a fim de ficar com ela [apesar da minha atual "musa inspiradora" ser outra, tão bonita quanto], mas eu não tive coragem suficiente pra fazê-lo. No Sábado, durante a aula de Direito Administrativo [e antes de me tocar do "desastre financeiro", comecei a esboçar um poema [não me pergunte{m} qual será o título!] com o intuito de dizer-lhe o que desejo realmente com ela. Vamos ver no que vai dar essa porra. fechando parênteses)

Ontem (eu percebi... Ontem, o que eu fiz?), como sempre teve aula de Direito Constitucional, da coxão Karina Jaques. Ela é linda, mas a Disciplina que ela ministra.................. Foi durante esta aula que escrevi o esboço inicial do poema que há de fechar esta postagem. Fora isso, nada de novo. Com exceção de que um dos meus professores favoritos do Cefet está hospitalizado e provavelmente terá que submeter-se à uma operação de hérnia de disco (alguém aí disse “Emerson Fittipaldi”?). Realmente, é muito fácil ignorar problemas deste porte quando acontece com alguém que não é próximo a você, mas quando é com alguém próximo, como neste caso, caralho..............

Quanto à hoje, considerações gerais: o professor de Informática (o Rodrigues) tava puto com sei lá o quê, mas eu não ‘tava nem um pouco disposto a descobrir o que tinha deixado ele puto, já que ‘tava com uma puta dor de cabeça por não ter dormido o suficiente. Acabei vindo pra casa (depois de deixar uma carta nos Correios; depois de dar uma fuçada num brechó, onde tem uns ternos usados de ótima qualidade, e que acho que vou arrumar um desses pra ir pro 15 anos da chata da irmã do Saulo [ver a postagem anterior à esta, Depois da Longa Espera] que será em outubro do ano corrente) e dormir o que me era preciso. Ao acordar, fui almoçar e comecei a escrever esta postagem. Vida movimentada, não?

A propósito, o poema que fechará este poema se chama, e é dedicado a você[s]-sabe[m]-quem. Eu nunca achei que acabaria sabendo e sentindo o que ela sentiu quando tudo terminou. Mas agora já sei.... O poema é esse:

FORNALHAS DE FUNDIÇÃO
Não havia nada que me fizesse entender
As desgraças que você me fez viver.
Não havia nada que me faça compreender
Todas as palavras que eu ouvi você me dizer.
Não havia nada que me faça esquecer
De todos os dias que estive esperando por você.
Não havia nada até o dia em que fui me deitar
E então comecei a refletir e a pensar
Sobre tudo o que vivia quando estávamos aqui,
O mundo e a sua Família que tiveste que carregar,
A Responsabilidade da Mais Nova passar em seu Primeiro Vestibular:
Todas as Provas nas quais você tinha que Passar!
Eu entendo a Tristeza e o Pesar e o Desespero
Que começaram a morar em você quando não passaste
Por não ter feito o seu melhor, quando podias ter feito mais.
Eu agora entendo o porquê
Da Tristeza e o Pesar e o Desespero serem mais agudos e afiados
Em você do que em qualquer pessoa que conheci
Que não passou no vestibular da UFPa.
Eu agora entendo tudo o que passaste e tudo o que tiveste de fazer
Agora eu lamento por tudo que chorei, lamentei e gritei
Por você ter me deixado nas circunstâncias que o fez.
Eu sabia que teria um fim, mas não queria que fosse daquele modo!
Querer nem sempre significa poder!
Agora desejo te ver mais uma vez para te pedir desculpas
Por todas as coisas que fiz e por todos os textos que escrevi
E também para poder te dizer que finalmente entendo e vejo
Além de também poder sentir que
Que tudo que fizemos juntos não foi e não será em vão
Que tudo que vivemos juntos não foi e não será em vão -
Tudo isso residirá para sempre em nossas mentes e em nossos corações
E enfim poderemos levantar e caminhar então!
E então, no fim, espero que você venha a sorrir de Satisfação
Ao terminar de ler este poema.

:: 13 de junho de 2005 ::
:: esboço inicial escrito durante aula da Disciplina Direito Constitucional, professora Karina Jaques ::
:: obrigado Fernanda Tamie Isobe Lima ::
:: inclui citações adaptadas de “Melancolia”, do CPM22, presente no álbum CPM22, de 2001 ::



Bem, a frase do dia é de autor por mim desconhecido (oh, grande novidade. CONTA OUTRA!!!) e bem que poderia estar fechar o poema “Edelvais”, presente na postagem anterior. A frase (que não é bem uma frase, mas uma citação) é assim: “A arte de viver é simplesmente a arte de conviver... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!”
Cara[s], pra você[s] ver[em] como são as coisas, né?


A propósito, o nome desta postagem é o titulo de uma canção da Laura Pausini. Eu não sei como é o título original, nem de qual álbum dela é. Mas a tradução da canção é essa:

AS COISAS QUE VOCÊ VIVE
Quando a amizade atravessa o teu coração,
Deixa uma emoção que não te deixa.

Não sei como te dizer
Mas só acontece quando duas pessoas
Fazem juntas um vôo.
Que nos leva no alto,
Além dos outros,
Como fizessem um salto
Na imensidade
E não tem distância, nunca tem
Não tem suficiente, se você já está dentro de mim,
Para sempre

Em qualquer lugar estarás,
Em qualquer lugar estarei,
Entre as coisas que você vive
Eu para sempre viverei.
Em qualquer lugar estarás,
Nós nos encontraremos juntos,
Abraçados um com o outro,
Além do destino!

Em qualquer estrada,
Em qualquer céu,
E de qualquer jeito seja,
Nos não nos perderemos.
Abre teus braços,
Me manda um sinal,
Não tenha medo, que te acharei
Nunca estarás sozinho eu lá estarei
Prosseguindo o vôo que me conduz dentro de ti
Para sempre

Em qualquer lugar estarás,
Em qualquer lugar estarei,
Entre as coisas que você vive
Eu para sempre viverei.

Em qualquer lugar estarás,
Não existirão limites
Somente dois amigos
Mais próximos

Acredite em mim,
Não tenha nunca dúvidas,
Todas as coisas que você vive
Se forem verdadeiras como nós,
Eu sei, você sabe
Que nunca acabarão

Em qualquer lugar estarás,
Em qualquer lugar estarei,
Entre as coisas que você vive
Eu para sempre viverei.

Em qualquer lugar estarás,
Em qualquer lugar estarei,
Se me procuras no coração
No teu coração viverei
Em qualquer lugar estarás,
Nós nos encontraremos juntos,
Abraçados um com o outro
Além do destino!

Em qualquer lugar estarás,
Em qualquer lugar estarei,
Entre as coisas que você vive
Eu para sempre viverei.




Espero que você[s] tenha[m] curtido!!!
Até a próxima!
Cuide[m] bem de você[s] mesmo[s]!!!!!

terça-feira, 7 de junho de 2005

DEPOIS DA LONGA ESPERA

domingo, 5 de junho de 2005

HAILS, HAILS AND HAILS!
Espero que esteja tudo bem com você[s] quando estiver[em] lendo essa porra! São exatamente 23:18:42 e está chovendo. E aí? Como foi seu [vosso] fim-de-semana? O meu, caralho... FOI REALMENTE DO CARALHO, [QUASE] PERFEITO.

Na madrugada de ontem para hoje, finalmente teve o tão aguardado show do DEAD FISH. Só não foi mais fodaço do que realmente foi porque eles não tocaram Canção Para Amigos, MST, Tango, Modificar, Anarquia Corporation, Paz Verde, Por Paz, Me Ensina, Sobre e Violência, Reprogresso, Um Quarto, Individualismo de Massa, Re-Aprender a Andar, Diploma (Noção de Nada), mas o resto, meu[s] amigo[s], o resto (claro que eu gostaria de ter escolhido as músicas do repertório, mas já que não dá, é só aceitar – isso é foda!)... Foram quase 25 músicas e todo mundo cantando junto. É claro que eu cantei todas as músicas, né? Pra mim, as melhores partes foram quando tocaram Mulheres Negras (que subi na grade de segurança pra cantar de cara pra banda), Noite e Proprietários do Terceiro Mundo. Claro que em Você e Zero e Um, todo mundo mesmo cantou junto, mas os empolgados boiaram nas canções citadas (Mulheres, Noite e Proprietários) e na “introdução” de Você, – a “dedo na cara” –, Senhor, Seu Troco. Mas foi muito foda ver os que realmente conheciam a banda (como eu) gritar junto LIBERDADE em Proprietários do Terceiro Mundo; bater palmas e cantar MAS ENTÃO VAMOS LÁ, LUTAR POR UM IDEAL, / SE VIVER É RESISTIR, ENTÃO SERÁ em Mulheres Negras; e, por fim, SOLIDÃO, CAMINHAR / ESPERO UM DIA TE VER MUDAR / ESSA VIDA SÃO ESCOLHAS SEM DIREÇÃO / NADA É LINEAR! em Noite. Claro que teve muita música que os empolgados “boiaram”, como em Engarrafamento, Molotov (que eu acho muito foda eles terem tocado), Afasia (que usaram para encerrar do show), Linear, Bem-Vindo ao Clube (que seria uma maravilha se eles tivessem emendado Zero e Um, Tango e Bem-Vindo ao Clube, assim como eles fizeram no DVD MTV Apresenta Dead Fish), Sonhos Colonizados (que eu também achei muito foda ter entrado no set list), Sonho Médio (a penúltima da performance) entre outras. Indubitavelmente, a espera valeu realmente a pena!!! Se valeu!!!

Fora as canções que eles não tocaram (o que definitivamente foi uma lástima. Pelo menos poderiam ter tocado Canção Para Amigos, MST, Tango, Modificar, Anarquia Corporation, Por Paz, Reprogresso, Re-Aprender a Andar e Por Paz, Diariamente e Compra!, mas Mulheres Negras, Proprietários do Terceiro Mundo, Noite, Sonho Médio e Molotov compensaram), foi uma merda (os programadores do evento) terem colocado primeiro o veadinho do Marcelo D2 pra tocar primeiro. Pra mim, Marcelo D2 só no Planet Hemp mesmo. A outra coisa ruim é que quando eu ‘tava na toda de pogo (“punkeando”, como as pessoas usualmente falam), pogando pra caralho, uns moleques me pegaram pelo braço e disseram “ê, caralho, calma aí, porra, calma aí”, e eu respondi, me livrando deles: “calma é o caralho. Nós ‘tamos em uma roda de pogo, e eu não ‘tô dando porrada na cara de ninguém, e é isso que vale.” Depois de um tempo, um deles me deu um puta de um soco no ouvido direito, que, se não fosse um cara que também estava no meio da roda tivesse a boa-vontade de ter me segurado, eu teria caído no chão, já que afetou quase que totalmente meu equilíbrio e a noção do mesmo. Ao passar o dedo no ouvido, ele estava sangrando pacas – o filho da puta tinha acertado o ouvido interno. Claro que praguejei pacas contra ele e fui procurá-lo com a minha turma, mas quando é que acha ele, acho que esse fudidos devem ter fundido-se ao chão cimentado. Infelizmente, eu não lembro da cara deles por estar bebaço (assim como muita gente lá) quando isso aconteceu, na hora eu poderia até me lembrar, mas agora........ Ah, se eu pego aqueles putos!!!

Mas também é lógico que eu encontrei muita gente da velha guarda Cefeteana que não via faz uma cara (quanto aos Cães de Caça Anchietanos, é muito difícil, muito difícil eu encontrá-los em shows). É mais fácil eu encontrá-los andando pelas ruas de Belém do que em um show de hardcore... eu encontrei o Rafael “Farrael” e outros tantos por lá, além das figuras carimbadas de outros shows – inclusive alguns que não pensei encontrar em um show de HC. Infelizmente, Aline Karsgaard, Rafael e Diego Albuquerque, Bruno Tarciso, Saulo Martins (vou falar dele a seguir), Simone “Barbie”, entre outros não puderam ir. Mas fazer o quê, né? Bem, pra fechar esta parte: eu encontrei por lá o irmão da minha ex-namorada, que estava tão chapado quanto eu (há, há, há) e que curtiu o show tanto quanto eu.

Quanto a hoje (pra mim, Domingo só começou quando eu acordei – claro que com uma puta de uma ressaca): meu ouvido ‘tava doendo mais do que a minha cabeça, que estava girando muito também. Foi uma merda ter que conviver com essa maldita dor!

Mas a parte boa de hoje: teve o aniversário de um amigo meu, chamado Saulo Henriques Martins, que fez 22 anos hoje. Teve uma churrascada na casa da mãe dele (pais divorciados? grande merda...) e eu, o Anderson (José da Costa Coelho, ver a postagem Natal?!? (foda-se o natal!!!)) e o Manoel Gonçalves Negrão (o irmão da Vanessa Gonçalves Negrão, ver a postagem Como Estragar O Primeiro Dia de Seu Ano Novo). Claro que a comida ‘tava do caralho, e deu pra se divertir bem. Ao chegar em casa, só fiz tomar um banho e ir dormir, dormir por tudo que não dormi da madrugada de ontem para hoje. Ao acordar, a menos de uma hora atrás, comi alguma coisa e sentei na frente do PC para começar a escrever esta postagem que você[s] está[ão] lendo agora.


segunda-feira, 6 de junho de 2005
Hoje é o dia seguinte – Segunda-feira, e não faz mais de duas horas que cheguei do Exemplo. Sinceramente, aconteceram tantas coisas comigo de 12 de maio pra cá, que ia ser um saco postar tudo.
Mas a maioria destas coisas é irrelevante – o importante é que estou vivo e inteiro.
Ah, a propósito, eu escrevi umas coisas de 12 de maio pra cá, é claro.
Aqui estão elas:

DIA DO SERVIDOR PÚBLICO (FESTEJAR!)
Chegou a hora de crescer, amadurecer e viver! De estabilizar a vida, ser orgulho da família. Passar em Concurso Público, ser parte do futuro de forma ativa, digna e exemplar. Sem hesitar (titubear) e não sonhar em falhar. Meus vícios e necessidades sustentar!, cônjuge e filhos sustentar!, pai e mãe velhos doentes ajudar!

Estabilizar! Estagnar! Sem nada para gritar e por todos zelar! Sem direitos e por isso gritar, protestar e grevar! Humilhações passar! Tristeza, Depressa, Desespero e Sentar-se para Chorar quando em casa chegar, ou em uma mesa de bar!

Festejar o excesso de Deveres e ausência de Direitos, que foram retirados pelo Executivo dos Poderes. Tenho meus Direitos na Constituição, que foram retirados e revogados! Agora o que vigora neste Estado Nacional é o que consta nas Resoluções!

Estrutura de Administração Direta. Estrutura de Administração Indireta. Organização Administrativa. Desconcentração Administrativa. Administração Federal. Autarquias. Fundações Públicas. Empresas Estatais ou Governamentais. Empresas Públicas. Sociedade de Economia Mista. Serviços Sociais Autonômos. Órgãos Independentes. Órgãos Superiores. Agentes Políticos. Agentes Administrativos. Agentes Honoríficos. Agentes Delegados. SERVIDORES PÚBLICOS!

Festejar o caos e tudo o que virá após a Nomeação e a Posse! Estabilidade assegurada após três anos e depois trabalhar até a morte! Aposentar! Adoentar! Para sempre cochilar! E então, no fim, Eternamente Descansar!

:: 12 de maio de 2005::
:: Direito Eleitoral, Professor Ruk de Oliveira ::
:: muito obrigado aos Professores Ruk de Oliveira, de Direito Eleitoral, e Sílvio Caminha, de Direito Administrativo ::


REDES DE COMPUTADORES
Você e eu podemos não ser exemplos de beleza
Mas temos auto-estima suficiente para acharmo-nos belos
Apesar de todos os defeitos.
Mas não foi por você que eu me encantei assim que eu cheguei aqui
Porém, é por você que estou interessado aqui e agora.
É, você que vejo quando fecho os meus olhos
É você em que penso quando me perguntam se estou interessado em alguém,
Para poder responder “Sim, eu estou sim.”
Eu gostaria de poder te dizer tudo isso... tudo isso
Mas eu escrevo melhor do que falo...
Eu gostaria que tivéssemos nos conhecido em outra situação e em outro lugar,
E não em um curso preparatório para um Concurso Público
Que pode mudar nossas vidas para melhor.
E de onde eu me sento quase todos os dias é só pra ver você
Prestando mais atenção em você do que nas coisas que os professores falam
Ao seu contrário, já que não olhas para trás
E, desta forma, não podes me ver, te admirar!
O que sinto por você por estar no começo
Mas eu gosto de me sentir assim
Para não me sentir tão mal por algumas coisas que estou passando atualmente.
Eu gostaria de te falar, eu gostaria de te dizer
(Eu também gostaria de te explicar)
Este louco sentimento louco e adorável que tenho por você
E que pode coexistir com respeito e prudência
Para não cometer nenhuma loucura e assim detonar as chances que não sei se tenho com você.
Mas eu posso estar enganado!
Mas eu posso estar equivocado!
E tudo isso não passe de um erro ou uma falsa esperança.
Mas eu estou disposto a me arriscar, me esborrachar e, no fim, me despedaçar
Para saber onde tudo isso vá acabar no fim!
Para terminar:
Eu espero que você ria lendo isso!
Eu espero que você entenda (!!!) o que aqui está escrito!
Apesar dos versos repetitivos e óbvios e, às vezes, talvez, sem sentido.
Por favor, considere e analise
O coração de minha proposta e o espírito de minha oferta.
E eu prefiro muito mais ouvir um “não!” vindo de você
Do que um “você não tem chance alguma com ela” vindo de terceiros.

:: 09 e 10 de maio de 2005 ::


COLÔNIA DE EXPLORAÇÃO
Descobrimento forjado:
Processo de Exploração Inicializado.
Explorar!
Saquear!
Chacinar!
Guerrear por terras ancestrais
Que hoje são municípios e capitais!
Hoje são apenas cemitérios de almas de aldeias, rios e florestas
Cujos nomes foram há muito esquecidos pela História.
Depois de 5 séculos, o Estado de Colônia permanece
Colônia de Exploração:
Financeira, Humana, Mineral e Social!
Sonhos de Liberdades permanecem a viver
Mas a Independência está muito longe de acontecer!
Longe Demais pra Acontecer!
Ainda é impossível de se ver!
Desenvolvimento Tecnológico Economico-Social
Dívidas Externas Eternas, Precariedade Educacional
Conflitos Agrários, Narcotráfico, Distribuição Desigual de Capital
Favelas, Política, Violência, Desemprego, Economia.
Luzes que não brilham iluminam o Caos
Caos que acontece em Escala Intercontinental.
Lutar para se desenvolver tecnológica e socialmente
Parece sempre ser em vão
Talvez seja porque nossos corações e nossas mentes foram condicionados
Por séculos de Colonização, Escravidão, Opressão, Repressão e Exploração!

:: 21 de maio de 2005::
:: Língua Portuguesa, Profª. Lílian Monteiro ::


IMINENTE PERIGO PÚBLICO
O Estado não é tão benéfico à população:
Também pode prejudicar quando diz que vai ajudar
Para o bem maior da comunidade.
Quando jovens desocupados
Que só se divertem jogando bola
Em um terreno baldio
Que está no meio do projeto da ampliação de uma via de escoamento de carros.
O Município não lhes oferece educação e qualificação
E vai lhes tirar o direito de lazer e diversão
Para o bem maior da comunidade,
Esquecendo que eles – mesmo sendo minoria desprovida de recursos e condições –
Também fazem parte da comunidade.
Estes jovens só voltarão a ser notados
Depois de detidos por cometerem crimes ou estarem consumindo tóxicos
E o Município os prenderá e os tratará como animais,
Quando poderia ter evitado isso
Dando-lhes educação e lazer de qualidade
Porém se despiu destas responsabilidades
O Estado é nocivo quando se omite!
O Município é nocivo quando se omite!
A União é nociva quando se omite!
Quem estará a favor do futuro da comunidade
Quando ninguém está junto dele?
É hora de nós começarmos a lutar
Pelo nosso futuro e de quem virá depois de nós!

:: 09 de maio de 2005 ::
:: obrigado Professora de Direito Constitucional Karina Jaques (e escrito durante a aula dela também) ::


ALGORITMOS E PROGRAMAÇÕES
Eu ainda sinto falta de seu corpo
De sua voz, de seu olhar, de seus beijos.
Eu ainda sinto falta de seus telefonemas
De tudo que você tinha a dizer
Quando você não tinha nada a dizer.
Eu ainda sinto falta de suas mãos nas minhas
De seus braços e abraços
E até quando você tentava cantar as canções que eu gosto.
Se eu pudesse, arrancava você de mim
Te deletava sem direito a retorno por backup
Passava uma borracha que deixe a página antes de algo ter sido escrito ou desenhado
Para não mais sentir
Já que cada vez que penso em você
Morro mais rápido do que quando estou fumando.
Quero me libertar do que sinto de verdade por você
Para poder gostar de verdade de uma garota
Que duvida do que sinto por ela.
Eu quero e eu desejo e eu almejo
Me libertar de tudo que sinto de verdade por você
Me libertar do constante sentimento de sua falta que carrego
Me libertar da quase Harano provocada por estar vivo e passar por tudo isso:
Querer, desejar e almejar nem sempre significa poder.
Gritar! Chorar! Espernear! ... até dormir.

:: 28 de maio de 2005 ::
:: Direito Administrativo, Prof. Silvio Caminha ::


EDELVAIS
Eu tive uma professora de Literatura
Que disse que seria mais feliz do que já é
Se todos os dias nascessem nublados
Tal como no inverno no fim de um ano
E correndo até Fevereiro do ano seguinte.
Agora, perto de cinco anos depois disso
Ela certamente deve estar muito mais feliz do que é atualmente
Por poder ver e sentir as manhãs nascendo frias e cinzas
Assim como em Londres e em Curitiba.
É frio e cinza: Eu me sinto Frio e Cinza
Toda vez que sinto sua falta:
Eu não olho para trás: basta eu fechar os olhos ou dormir
Para que tudo venha tão rápido quanto uma canção de hardcore.
É muito difícil olhar pra frente
Quando muitas das pessoas que você gosta já estão lá
Esperando que você chegue lá para estar junto delas
Uma vez e para sempre.
Eu seria o maior mentiroso de toda a História da Humanidade
Se afirmasse que isso indubitavelmente não me deprime incomensuravelmente.
Eu sincera e honesta e francamente
Não gostaria e não queria me sentir assim,
Sem você por perto e sem uma direção clara para olhar.
Entretanto, eu acho que nós não escolhemos o que vamos sentir
E como vamos nos sentir em certas fases de nossas vidas.
E minha mãe sempre me diz:
"Pior do que aprender a conviver diariamente com outras pessoas,
É aprender a conviver diariamente com você mesmo!"

:: 23 de maio de 2005 ::
:: obrigado Professora de Literatura Rose Cunha ::
:: Direito Constitucional, Profª. Karina Jaques ::


Esta postagem é carinhosamente dedicada à adorável Aline Rocha Oliveira, que planejava passar para o turno da noite para poder exercer profissão, mas lamentavelmente não conseguiu. E aí, ela voltou pra classe que ela fazia parte – a minha!!! Seja bem-vinda de volta ao clube!!! Esta [postagem] também é dedicada às minhas novas “musas inspiradoras”: Aline Rocha Oliveira e Thayná de Nazaré Palheta Ribeiro. Longa vida a todas as mulheres bonitas como vocês duas!


Frase do dia: “A tarefa mais difícil é aprender a esquecer quem aprendemos a gostar.”
É, eu que o diga, não é?
Para variar... eu não sei de quem é essa frase.


Até a próxima – cuide[m] bem de você[s] mesmo[s]!!!