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e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

A JUSTICEIRA- crítica e análise do filme

ouvindo: Municipal Waste, Hazardous Mutation, de 2005.

claro, aquele trailer maroto só pra começar
eu deveria estar estudando ou algo parecido e fui procurar alguma merda nova pra ver no YouTube e então, procurando por “filme completo”, encontrei esse, A Justiceira, estrelando ninguém mais ninguém menos que a Jennifer Anne “Alias Elektra De Repente 30 Natchios” Garner e dirigido pelo cineasta francês Pierre Morel, que trabalhou como diretor de fotografia em Alguém Tem que Ceder, o FUCKING AWESOME!!!! Cão de Briga e os dois Carga Explosiva; e dirigiu 13º Distrito, Busca Implacável, Dupla Implacável, O Franco-Atirador; escrito por Chad St. John (Cópias - De Volta à Vida, Invasão a Londres, e o curta-metragem O Justiceiro: Roupa Suja, de 2012) e produzido por Gary Lucchesi (Æon Flux, Ela é o Cara, As Duas Faces de um Crime, O Dom da Premonição), Tom Rosenberg (o TOTALMENTE OBRIGATÓRIO NA SUA MALDITA VIDA MISERÁVEL The Commitments - Loucos pela Fama, Hurricane - O Furacão, O Exorcismo de Emily Rose, Frankenstein: Entre Anjos e Demônios) e Richard S. Wright (a série Anjos da Noite, Gamer, Noiva em Fuga).
Alguém Tem que Ceder, de 2003, dirigido e escrito por Nancy Meyers (O Pai da Noiva, Do Que as Mulheres Gostam, O Amor não Tira Férias);
Cão de Briga, de 2005, dirigido por Louis Leterrier (Hulk [o de 2008], Asterix e Obelix - Missão Cleópatra, o remake de Fúria de Titãs, de 2010) e escrito/produzido pelo MESTRE DO UNIVERSO QUE DISPENSA APRESENTAÇÕES Luc Besson
Carga Explosiva, de 2002, dirigido por Louis Leterrier e Corey Yuen (A Dinastia da Espada, DOA: Dead or Alive, Justiça em Dose Dupla, os dois Retroceder Nunca, Render-se Jamais), também produzido por Besson e Steve Chasman, escrito por Besson e por Robert Mark Kamen (roteirista do primeiro filme do Justiceiro e dos três primeiros Karate Kid)
13º Distrito, de 2004, escrito e produzido por Luc Besson
Busca Implacável, de 2008, idem
Dupla Implacável, de 2010, ibidem
O Franco-Atirador, de 2015; produzido por Adrián Guerra, Sean Penn (personagem principal do filme), Peter McAleese, Andrew Rona e Joel Silver (sim, AQUELE Joel Silver, que produziu Ruas de Fogo, as séries Máquina Mortífera e Duro de Matar, trilogia Matrix, O Último Boy Scout, Assassinos [QUE eu ia morrer e não ia saber que foi escrito pel@s Wachowski PODERIA SER UM CLÁSSICO ABSOLUTO SE O RICHARD DONNER NÃO ESTIVESSE TÃO PREGUIÇOSO], Teoria da Conspiração, Romeo Tem Que Morrer, A Casa da Colina, A Senha: Swordfish, V de Vingança); com roteiro de Don Macpherson, Pete Travis e do próprio Sean Penn, com base no romance La Position du tireur couché, de 1981, do autor francês de histórias policiais Jean-Patrick Manchette, já que Penn leu a obra, ficou doido pela história e decidiu transformar em filme.

MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS e o filme?
avisando logo que, se tu não gostas de clichês em filmes, nem vai nesse.
Riley North (Garner) é casada com Chris North (Jeff Hephner), e são pais de Carly North (Cailey Fleming) a família vive em Los Angeles (Califórnia). Mickey (Chris Johnson), amigo de Chris apresenta-lhe a GRANDE ideia de jerico do universo de roubar o maior traficante do quadrante onde eles vivem, Diego Garcia (Juan Pablo Raba – OLHAÍ O ESTEREÓTIPO DO TRAFICANTE SER UM LATINO) mas o cara descobre antes, cata o cara e o faz entregar o “partner in crime”.
como não aparece ninguém na festa de aniversário de Carly, Riley tem a ideia de curtirem no parque de diversões montado para o natal.após comprarem sorvetes, Riley volta para pegar guardanapos de papel nesse ínterim que um carro surge do nada e três capangas de Garcia passam fogo no pai e na menina, Riley ainda é atingida mas não morre, só (“SÓ”) é hospitalizada, sendo questionada pelo detetive Moises Beltran (o veterano em filmes de policiai John Ortiz) – que estava na cena do crime com o novato Stan Carmichael (John Gallagher Jr.) – se pode identificar os autores do crime ela vai fazê-lo mas a posteriori um advogado que trabalha para Diego lhe “sugere” que esqueça de tudo e vá reconstruir sua vida em outro lugar – isso com um grande bolo de dólares. o filho da puta trata de desacreditar a ex-executiva em ascensão diante um tribunal. obviamente a North fica loca oca oca de ódio e vai pra cima do advogado e dos assassinos de sua família.
sendo, sob ordem do juiz, levada para um hospital psiquiátrico. na ambulância ela dá uma cilindrada de oxigênio no coco do Carmichael e foge, sumindo do mapa em decorrência. ai o filme começa com a North matando três caras – os que passaram fogo em sua família, que ela (North) deixa em uma roda gigante (a que a vigilante aparece com sua família na primeira parte do filme) e que Carmichael e Beltran vão dar as caras. mas pontuemos que isso é exatamente cinco anos depois do assassinato da família de North - a saber, 21 de dezembro de 2012.
MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS claro que o FBI ia virar sua atenção pra mocinha e a agente Lisa Inman (Annie Ilonzeh [American Horror Story, Graceland, o remake de Melrose Place, a Emily Foster de Chicago Fire e Chicago P.D.]) chama Carmichael e Beltran pra linkar os fatos, já que tinham  visto a cara de North enquanto esta roubava lojas de armas e munições o que a mulher fez nesses cinco anos treinou e se capacitou para ser uma fucking máquina humana de matar outros seres humanos, visando vingar sua filha e marido é aí que rola a total caoticidade do filme, quando baixa o Frank Castle na muié e ela toca o total foda-se no filme até encontrar o final boss da película (nesse momento que dá um plot twist fudido na parada mas que uma parte do começo do filme passa a fazer muitão sentido).
destino que a grande maioria esmagadora dos juízes brasileiros deveria receber 

nada foge em época de internet, e foi uma grande sacada do roteirista
um monte de crítico de blog e Twitter e o caralho disse que dá pra paralelizar esse filme com a série de televisão homônima criada pela Globosta que passou na tv em 1997 por Daniel Filho, Doc Comparato, Aguinaldo Silva e Antônio Calmon; com episódios dirigidos pelo próprio Daniel Filho, mais Dennis Carvalho, José Alvarenga Júnior e Vicente Amorim.
SÓ QUE NÃO 
A Justiceira 
a premissa de A Justiceira da Globosta atende muito mais Justiceiro Massacra o Universo Marvel, já que a personagem Diana Maciek (Malu Mader PERFEIÇÃO DE MARAVILINDEZA EM TODOS OS NOVE MUNDOS SUSTENTADOS POR YGGDRASIL), policial tal qual Frank Castle em Justiceiro Massacra o Universo Marvel e Paul Kersey – da série Desejo de Matar –, foi cooptada por um grupo secreto de combate ao crime, em troca deste ajudar a  localizar o filho dela, entregue pelo marido dela a uma quadrilha de traficantes como pagamento de sua dívida logo o que divide as duas são as características formação (já que ela não é policial, militar, agente de serviço de inteligência ou congêneres), motivação e metodologia de operação.
Frank Castle, que DISPENSA APRESENTAÇÕES
Paul Kersey, que TAMBÉM DISPENSA APRESENTAÇÕES
na verdade, tem um filme segunda metade da última década do século passado que é MUITÃO parecido com esse. é Olho por Olho, de 1996, dirigido pelo britânico John Richard Schlesinger (1926-2003) (vencedor do Oscar de melhor diretor em 1970 por Perdidos na Noite) e escrito pelo casal Amanda Silver e Rick Jaffa (A Mão que Balança o Berço, Jurassic World e a nova trilogia do Planeta dos Macacos), baseado no romance homônimo da advogada e escritora estadunidense Erika Holzer.
Olho por Olho, de 1996, de John Richard Schlesinger e estrelado por Sally Field, Kiefer Sutherland, Ed Harris SE NÃO CONHECE O ED HARRIS, FAÇA O FAVOR À HUMANIDADE DE NÃO EXISTIR e Joe Mantegna (O Poderoso Chefão 3, Os Cabeças-de-Vento, Bugsy e um monte de detetives e policiais em um monte de séries).
a obra apresenta a museóloga Karen McCann (Sally Field [Forrest Gump, Uma babá quase perfeita, Nunca sem minha filha, a voz da gatinha Sassy em A Incrível Jornada]) que ouve, pelo telefone celular, Julie (Olivia Burnette), uma de suas filhas ser estuprada e não descansa até dar cabo do cara que injuriou sua rebenta – no caso Robert Doob (Kiefer “Jack Bauer” Sutherland). se quiserem comparar A Justiceira com a Garner com outro filme de mãe em busca de vingança, tenham pelo menos a decência de comparar com esse, porra!
Perdidos na Noite, de 1969, dirigido por John Richard Schlesinger, produzido por Jerome Hellman (Amargo Regresso) e escrito por Waldo Miller Salt (1914-1987) sobre o romance homônimo do ator e escritor estadunidense James Leo Herlihy (1927-1993) (p.s.: Salt também fez o roteiro de Serpico, de 1973, do Sidney Lumet com o Al Pacino). o filme recebeu os Oscar de filme (Jerome Hellman e Kenneth Utt), direção e roteiro adaptado

no mais e por fim, A Justiceira NÃO VAI mudar sua vida e não criem esperanças de ter uma continuação, sem que seja para falar mal. é um filme redondinho, com começo e meio e fim, não quer ganhar Oscar, Globo de Ouro, Palma de Ouro em Cannes, Leão de Ouro em Berlim, Kikito no Festival de Gramado, esse monte de porra UUUUUUUUUUUUUI. A Justiceira  só quer entreter mesmo e foda-se e faz isso muito bem, por sinal.
vale a conferida.
e é isso ai.



BIS ZU DEM BREAKING FUCKING NEUEN POST!!!!

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