Postagem em destaque

YEAH, HOUSTON, WIR HABEN BÜCHER!

e ai que tenho três livros de autoria publicada que fiz praticamente tudo neles e vou fixar esse post aqui com os três pra download e todos...

quarta-feira, 15 de julho de 2009

POEMAS INCOMPLETOS DA QUARTA-FEIRA

[sem título]
Este mês voltará a chover torrencialmente
E, de algum modo, isso me deixa mais triste.
E agora parece que você voltou junto com a chuva
Só que, por quanto tempo, ninguém sabe,
A chuva não nos deixará completamente
E não vai demorar muito para que ela venha
Completamente inclementemente absolutamente
corrosiva
destrutiva
mortífera
E eu tenho medo de você sumir de novo
Não gosto mais tanto de você quanto no começo
Porque o tempo também enfraquece os sentimentos
Por não passar pelo melhor dos momentos
Não sei se quero que fiquemos juntos realmente atualmente
:: não lembro quando escrevi e nem pra quem escrevi ::



MUROS DE GIRASSÓIS
ruim com elas e pior sem elas!
o que seria de mim sem elas?
eu tento nem pensar
e o que me dá mais raiva
é que elas me fazem passar mal
como se pegassem escopetas
e atirassem em mim.
e esta vida sacana
só fica a rir de mim!
não adianta nem rezar
porque sempre uma ragazza
surge para me despedaçar
em pedaços menores do que os meteoros
que atingem o solo lunar.
:: escrevi em 2001, só não lembro quando ::
:: não lembro pra quem escrevi ::
:: não é um dos meus melhores, mas assim como “Meridianne” e “Marisse”, eu lamento pra caralho por não ter conseguido termina-lo! ::



METAL.BATERIAL.RADIADOR
Os dias nunca são os mesmos
Nós mesmos nunca somos os mesmos
Assim como os lugares que um dia freqüentamos
Também nunca são os mesmos.
Eu sempre sinto falta
Porque os dias, os lugares, nós mesmos
– Mesmo estando em constante mutação –
Nos fazem lembrar e recordar
Das coisas que passamos.
Só vai restar as lembranças boas
Só vai restar as lembranças ruins
Das amizades e dos lugares
Onde aconteceram as lembranças.
Apenas lute para manter com você
Aqueles que, um dia, fizeram você se sentir bem.
:: pra falar a verdade, esse texto não é bem um poema interminado, é mais um esboço de um poema que eu escrevi pra Leila Cristina Santos de Lima (que escreveu o poema que ‘tá em Poema Escrito Pela Leila, e pra quem dediquei a postagem Salvação da Lavoura, de 25 de março deste ano) em idos em 2003 ::
:: a verdadeira razão deste (esboço de) poema ter sido escrito foi que, um belo dia, eu passei lá no Anchieta, logo depois d’eu ter me formado, 2001, por aí, e vi as mudanças que a administração da escola tinha feito na estrutura da escola ::
:: eu dei uma lida mais atenta nesse texto, e acabei notando que os dois versos finais (“Apenas lute para manter com você / Aqueles que, um dia, fizeram você se sentir bem.”) fazem uma alusão aos dois versos finais de “Bookends” (“Preserve your memories / They’re all that’s left you”), do álbum de mesmo nome, de 1968, da dupla estadunidense Simon & Garfunkel. coincidência? “coincidência inconsciente”, eu diria. mas creio que não, uma vez que, nessa época, eu já ouvia o som da dupla todos os dias...! ::
:: para este texto, vale o mesmo comentário de “Muros de Girassóis” ::



INVASÕES ÁRABES
Não está tudo 100% sempre
E quando fica pior do que está
Finjo estar feliz
Somente para enganar a tristeza
Que se aloja em mim.
Quando a raiva, a tristeza e a má vontade
São maiores do que a vontade de seguir em frente
Faço o meu melhor possível
Para não demonstrar
Até o momento de desabar
(desmoronar)
E poder chorar sozinho.
:: primeira versão do poema “Invasões Árabes”, presente na postagem ::
:: escrito em 03 de maio de 2003 ::

E SE...

retirado de http://super.abril.com.br/cotidiano/se-segunda-guerra-mundial-nao-tivesse-acontecido-480280.shtml


E se a Segunda Guerra Mundial não tivesse acontecido?Sem o conflito, nossa realidade viraria de cabeça para baixo
por Eduardo Szklarz
EDIÇÃO: Alexandre Versignassi

Isso poderia mudar a sua vida mais do que parece.Vamos nos concentrar só no que poderia acontecer com o nosso país. Para começar, o Brasil e a Argentina poderiam ter se unido em torno de uma paixão em comum: o fascismo. O coronel argentino Juan Domingo Perón estenderia o tapete vermelho aos nazistas logo após tomar o poder, em 1943. Já o presidente Getúlio Vargas se aproximaria da Alemanha, embora sem aceitar sua tutela. No caso do Brasil seria namoro, não casamento. Bom, pelo menos no início. Mas, tão logo o nazismo fincasse o pé em Buenos Aires, a Alemanha tentaria laçar o Brasil por meio de acordos econômicos, cooperação militar, programas culturais e agentes infiltrados em sindicatos. A operação começaria pelos 3 estados da Região Sul, por sua grande comunidade germânica. Se desse certo, ela abriria a porta para uma grande federação fascista composta de Brasil e Argentina, além de Uruguai e Paraguai.

Absurdo? Nem tanto: os nazistas operaram no Brasil e na Argentina nos anos 30. Financiaram escolas, mandaram espiões disfarçados de executivos e criaram células de seu partido por essas bandas, como afirma o ex-embaixador brasileiro Sérgio Correa da Costa no livro Crônica de uma Guerra Secreta: "Os nazistas sonhavam transformar esse continente de mestiços em um protetorado alemão". E olha que não seria um sonho difícil se contassem com políticos como Francisco Campos, ministro da Justiça de Vargas. Mentor do Estado Novo, Campos queria criar aqui a Organização Nacional da Juventude, inspirada nas milícias de Mussolini.

Milhares de judeus, ciganos e outras minorias seriam mortos pelo nazismo, mas não na escala industrial do Holocausto. Sem ele, não teríamos tanta consciência sobre os direitos humanos. Ideias como racismo e totalitarismo não teriam sido tão desacreditadas. E a democracia seria bem menor: não estaria em 123 dos 203 países do mundo.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

TRIBUTO AO BR... MELHOR DO PLANETA!!!!

Coisinha mais linda e maravilhosa que achei no 4shared pra download.

Tão melhor do planeta quanto Apocalyptica.

Fuçando a internet com mais calma, descobri que esta obra é só mais um dos tributos que este grupo de cordas (violas, violoncelos, violinos, etc.) patrocinado pela Vitamin Records para promover tributos a artistas que se destacam em seus estilos. Alguns dos homenageados são: AC/DC (eu quero esse!), Aerosmith (também!), Audioslave, Bad Religion, The Beach Boys, The Beatles, Beyoncé, Black Sabbath, Bob Dylan, Bon Jovi, Bruce Springsteen, Celine Dion, Coldplay, Cradle of Filth, Creed (também!), Deftones, The Doors, Dream Theater, Duran Duran, Eric Clapton, Evanescence, Foo Fighters (também!), Guns’N’Roses, Jimi Hendrix, Incubus, Iron Maiden (também!), Elton John, James Taylor, John Lennon, The Killers, Kiss (também!), Korn, Led Zeppelin(eu quero esse também!), Limp Bizkit, Linkin Park, Madonna, Paul McCartney, Marilyn Manson, Massive Attack, Van Morrison, Alanis Morissette (também!), Chemical Romance, Nickelback, Nirvana (também!), Norah Jones, The Offspring (também!), Oasis, POD, Papa Roach, Paramore, Pearl Jam, Pink Floyd, Queen, REM, Red Hot Chili Peppers, Rod Stewart, Rush, Santana, Slayer (também! – mas só a nível de curiosidade!), System of a Down (idem!), The Smashing Pumpkins, Slipknot, , U2, Velvet Revolver, The White Stripes.
Te manca, bicho?!? É o melhor de tudo é que é possível perceber todo instrumental com muita nitidez, harmonia, ritmo e muito mais, de uma forma clássica e bem agradável, sem perder a pegada do negócio.
Dá até pra cantar junto se você souber as letras (que nem o pai aqui, ó!)

Tracklist
American Jesus
Sorrow
21st Century (Digital Boy)
Struck A Nerve
Fuck Armaggedon... This Is Hell!
Overture
Sinister Rouge
Two Babies in tHe Dark
The Answer
Los Angeles Is Burning
Infected
The Empire Strikes First



Baixe seu exemplar aqui, ó!



F*ckin enjoy!
-->

domingo, 12 de julho de 2009

SEM TÍTULO E INCOMPLETOS FAVORITOS - parte um

[sem título e incompleto]
Mil cigarros acesos para lamentar sua partida:
Tristeza e pesar
e imensurável lamentar!
Janelas fechadas
Portas trancadas
as lágrimas usam granadas e morteiros
para poderem sair!
Impossível aceitar!
:: não lembro quando escrevi ::


[sem título e incompleto]
Eu estou com meus amigos por aqui
Esperando amanhecer.
Jesus Cristo não vai chegar
Então ficamos por aqui para ver o que
O que vai acontecer.
Infelizmente não tem garotas por aqui
E a bebida e os cigarros sempre
Parecem estar no fim.
Para onde nós vamos daqui quando a bebida terminar?
Se o cansaço e a má-vontade permitirem
Paradeiro: qualquer lugar
Para onde sem dinheiro e com a cara e a coragem?
Bebendo as últimas doses
Fumando as últimas bitucas
Falando sobre a vida
:: não lembro quando escrevi ::


[sem título e incompleto]
É muito difícil ver o mundo desabar ao seu redor
E não querer se matar.
O mundo caindo numa espiral descendente
E tudo dar errado
Fazendo você chorar.
Implodir e explodir e se decepcionar diariamente
Se despedaçar e se desmontar se, se remontar exponencialmente.
Sem sol e sem horizonte para admirar
Não preciso
E procurar e encontrar esperança pra continuar.
Não preciso te dizer que sei como você se sente
Porque eu também já me senti assim
O mundo correndo com uma canção de grindcore ou de hardcore
Cada vez mais próxima do iminente fim.
:: não lembro quando escrevi ::
:: para Aline da Conceição Cardoso ::


[sem título e incompleto]
Talvez o mesmo final de tarde aqui
Possa ser o mesmo pôr-do-sol aí em Juruti.
Eu não posso ir ate lá nesse belo final de tarde
Onde o sol se mostra belo
E permanece depois do fim e durante a chuva.
Mas eu não posso ir até o sol
Mas eu vou ter que ficar só
Até você voltar ______ Se você voltar.
Esperando você voltar ______ até minha paciência acabar.
Só pra te avisar:
A saudade já começou a me afetar
Minhas estruturas já começaram a fissurar
Cedo ou tarde, em rachaduras vão se transformar.
Eu não quero nem pensar
No que vai acontecer ______ quanto tudo isso desabar.
(Ônibus não podem me levar até você)
Eu não tenho dinheiro para passagens de avião
Não sei quais são os caminhos que ficam dentro dos rios
Pra chegar até onde você está.
Enquanto cartas e pensamentos existirem
Eu não estarei completamente longe de você.
Talvez eu tenha mesmo que me anular e me negar
Para finalmente poder estar junto com você.
Sem palavras feias, protesto, violência ideológica ou verbal,
Nada de cigarros, cachaça ou cerveja e agir como animal!
Eu não vou gostar, mas se depende disso pra gente continuar
Vou me negar, sem gritar, espernear ou fazer cara de quem vai vomitar!
:: fevereiro e março de 2004 ::

CASA DOS MIL OUTONOS

CASA DOS MIL OUTONOS
Faz mais de mil dias que você partiu
Mas não mil dias somente de chuva
Mas dias de sol
E de tardes bonitas também... também.
A chuva leva e a chuva traz
Lembranças boas e lembranças ruins
Além de levar as almas que precisam ser lavadas e renovadas.
E o seu sorriso faz falta
Sua grosseria e humor e ironia também.
E cada vez que você vem à mente
Me dá muito mais vontade de seguir em frente.
Mas eu já percebi que o dia em que chega o fim
Sempre chega mais lindo que os dias
Até o momento em que chega a chuva e tudo se vai,
Da mesma maneira que olhares turvos e pesados e cansados de sono
Acordem de uma vez
E, em momentos, tornem-se grandes, novamente cansados
Porém muito mais/tristemente/lamentavelmente vermelhos.
E é muito difícil olhar para sua foto emoldurada
E saber que você não vai aparecer:
E falar como somente você falava
E rir como só você ria.
Eu gostaria de saber como você reagiria
À todas as transformações e mudanças pelas quais o mundo passou,
Como o estado de terror ao qual estamos submetidos;
À guerra civil não declarada em nosso país;
Aos empregos prometidos que não foram criados;
À retaliação da Mãe-Natureza em resposta aos abusos cometidos contra Ela.
E atualmente eu já estive tão melancólico
Quanto você esteve.
Os meus dias eram e permanecem nublados
Apesar de todo o sol
E com toda a tristeza que as nuvens fechadas proporcionam
Mesmo com toda essa tristeza
Tenho alguns amigos meus (que também estão)
Tão melancólicos e estagnados quanto eu,
Pensando diariamente em puxar o fio da tomada,
Desligar os interruptores e baixar as cortinas
Entretanto temos nossos amigos e nossas amigas
Para nos convencerem a permanecer por aqui e continuar lutando,
Mesmo apesar de todas as crises, conflitos e guerras
Crianças e idosos mortos, assassinato, poluição e corrupção.
:: para Rosinaldo Costa Melo ::
:: em 2000, 2001, 2002 e 2003 – talvez 2004 e 2005 também ::
:: pois é, depois de toooooodo esse tempo, eu ainda não consegui escrever o final, mas acredito que mesmo depois de tudo que passei de uns anos pra cá, seria meio que irrelevante escrever alguma coisa pra terminar isso ::

SEM TÍTULO E INCOMPLETOS FAVORITOS - parte um

ALGUNS SEM TÍTULO E INCOMPLETOS FAVORITOS


[sem título]
Mil cigarros acesos para lamentar sua partida:
Tristeza e pesar
e imensurável lamentar!
Janelas fechadas
Portas trancadas
as lágrimas usam granadas e morteiros
para poderem sair!
Impossível aceitar!
:: não lembro quando escrevi ::


[sem título]
Eu estou com meus amigos por aqui
Esperando amanhecer.
Jesus Cristo não vai chegar
Então ficamos por aqui para ver o que
O que vai acontecer.
Infelizmente não tem garotas por aqui
E a bebida e os cigarros sempre
Parecem estar no fim.
Para onde nós vamos daqui quando a bebida terminar?
Se o cansaço e a má-vontade permitirem
Paradeiro: qualquer lugar
Para onde sem dinheiro e com a cara e a coragem?
Bebendo as últimas doses
Fumando as últimas bitucas
Falando sobre a vida
:: não lembro quando escrevi ::


[sem título]
É muito difícil ver o mundo desabar ao seu redor
E não querer se matar.
O mundo caindo numa espiral descendente
E tudo dar errado
Fazendo você chorar.
Implodir e explodir e se decepcionar diariamente
Se despedaçar e se desmontar se, se remontar exponencialmente.
Sem sol e sem horizonte para admirar
Não preciso
E procurar e encontrar esperança pra continuar.
Não preciso te dizer que sei como você se sente
Porque eu também já me senti assim
O mundo correndo com uma canção de grindcore ou de hardcore
Cada vez mais próxima do iminente fim.
:: não lembro quando escrevi ::
:: para Aline da Conceição Cardoso ::


[sem título]
Talvez o mesmo final de tarde aqui
Possa ser o mesmo pôr-do-sol aí em Juruti.
Eu não posso ir ate lá nesse belo final de tarde
Onde o sol se mostra belo
E permanece depois do fim e durante a chuva.
Mas eu não posso ir até o sol
Mas eu vou ter que ficar só
Até você voltar ______ Se você voltar.
Esperando você voltar ______ até minha paciência acabar.
Só pra te avisar:
A saudade já começou a me afetar
Minhas estruturas já começaram a fissurar
Cedo ou tarde, em rachaduras vão se transformar.
Eu não quero nem pensar
No que vai acontecer ______ quanto tudo isso desabar.
(Ônibus não podem me levar até você)
Eu não tenho dinheiro para passagens de avião
Não sei quais são os caminhos que ficam dentro dos rios
Pra chegar até onde você está.
Enquanto cartas e pensamentos existirem
Eu não estarei completamente longe de você.
Talvez eu tenha mesmo que me anular e me negar
Para finalmente poder estar junto com você.
Sem palavras feias, protesto, violência ideológica ou verbal,
Nada de cigarros, cachaça ou cerveja e agir como animal!
Eu não vou gostar, mas se depende disso pra gente continuar
Vou me negar, sem gritar, espernear ou fazer cara de quem vai vomitar!
:: fevereiro e março de 2003 ::

sexta-feira, 10 de julho de 2009

POEMAS INCOMPLETOS DA SEXTA-FEIRA

Eu digitei essa postagem ouvindo uns sons aleatórios no Winamp!
Enjoy ‘em all!



Música: “Hello to Nothing”, Bambix.

[sem título]
[incompleto!]

O sol
Já nasceu
O-nascer-do-sol
É tão bonito
Oh, tão lindo
Muito bem Senhor Sol
Beije meu rosto
Como minha garota o faz
Acaricie meu rosto
Como minha “esposa” o faz
Hoje, domingo de manhã
Depois da festa
Ao amanhecer
A beleza do amanhecer
Poucas pessoas nas ruas
Ouço apenas o som dos meus passos e dos carros
Sinto apenas o sono e o cansaço
E vontade de dormir
Quando caminho não ouço e ninguém ouve minha voz
Ninguém ouve minha voz
Ninguém a ouve
O sol iluminado
Trazendo vida
Um novo dia
Quando nasce
Todas as manhãs
Toda a sua beleza
A beleza do céu quando amanhece
Incomensuravelmente inexplicável
Quando eu a contemplo
Eu me sinto assim... tão bem
:: escrito quando eu ‘tava indo pro CEFET, numa tarde ensolarada ::
:: 2002 [eu acho] ::



Música: “When Summer Falls Asleep”, Bambix.

[sem título]
[incompleto!]

Ela tem cara de japonesa
Eu não sei se é.
Os cabelos não são negros como CAP
Mas podem estar pintados.
Ela se parece com uma japinha
Que, no mínimo, desejo ver morta.
Mas caso ela seja japonesa de verdade
É a mais bonita que eu já vi
A mais linda que eu já vi
E (por que não dizer também?)
A mais “tesão” que já conheci
A japa de corpo mais bonito que já vi
Pernas, braços, tronco, quadris, pés e mãos
Pescoço, rosto, congruência de olhos e óculos.
Todo o todo é belo (pelo menos aos meus olhos)
E acho que ela não concorda comigo
Por não estar satisfeita com o próprio físico
(Será? Talvez. Eu não sei. Quem sabe?)
Todavia eu me satisfaço com a visão
Apesar de somente ver e não poder tocar
Não ter nada em mãos para poder tocar, sentir e beijar
Mas somente minhas mãos para poder imaginar
:: escrito em 29 de agosto de 2004 ::



Música: “Esperando na Janela”, Cogumelo Plutão, 2000

[sem título]
[incompleto!]

Às vezes quando cheiro o meu corpo, sinto o cheiro do seu.
Faz tanto tempo, tão pouco tempo e parece que foi por esses tempos...
Parece que foi ontem...
No final acabou sendo o que não deveria ter si:
Todavia não nos tornamos o que pretendíamos ao sermos somente um...
Quando fomos somente um!
E faz quanto tempo que não vejo seu rosto frente ao meu:
E o seu corpo – que ainda desejo por inteiro,
E os seus olhos amendoados e os seus lábios carnudos,
E as suas mãos e os seus pés pequenos contrastantes com o tamanho de seu sorriso?!?
E o que nos tornamos...
E o que nos tornamos?
E é onde chegamos...
E onde chegamos realmente?
A verdade é que eu ainda sinto verdadeira falta:
Do perfume e da maciez e do aroma de sua pele e de seus cabelos
Do som de sua voz – gargalhando, dialogando, sussurrando
Dos caminhos
:: não lembro quando escrevi ::



Música: “My Hero”, Foo Fighters, Live at Live Earth, 2007

LEID ZU SONNE
[incompleto!]
HOJE está fazendo sol
Finalmente O SOL!
Finalmente: Manhã Ensolarada!
Novamente Prova do Vestibular!
Tomara que Faça Sol Também!
A ressaca vai embora mais rápido com o sol do que com a chuva!
Enquanto crianças saem para brincar
Garotas e rapazes e pós-crianças
estão em Cursinhos Pré-Vestibular!
Abençoados sejam todos aqueles
que estão em uma praia exatamente agora!
Ônibus e carros e motos e bicicletas...
Sol, praia, mar, areia e diversão...!
:: escrito em 05 de janeiro de 2008 ::
:: dedicada ao vestibular! ::



Música: “Big Me”, Foo Fighters, Skin and Bones, 2006

[sem título]
[incompleto!]

Tem coisas que acontecem
E a gente não aceita
Tem coisas que acontecem
E, no fim, a gente tem que abaixar a acabeça

Onde existir gente
Vai existir raiva
Onde existir gente
Vai existir gente que mata

E aqui dentro de mim existe raiva
Em todos nesta escola existe raiva
Por estar tudo como está
Mas aqui só vai evoluir
Quando todo mundo aqui
Aprender a conservar e não a destruir
:: escrito no primeiro semestre de 2004 ::



Música: “Hunger Strike”, Temple of the Dog, do álbum de mesmo nome, de 1991

MARISSE!
[incompleto!]
Eu espero que você realize todos os seus sonhos
Eu espero que consigas tudo o que desejas
Eu espero que, quando ficares grávida, sejas a grávida mais linda de todas
Eu espero que você case com alguém que você ame de verdade
E que esse alguém também lhe ame de igual forma e intensidade
E que vocês fiquem juntos até à morte
Que um não consiga sobreviver sem o outro
Que ele não viva sem você
Eu espero que você fique bem, onde quer que estejas
Eu espero que, aconteça o que acontecer, você possa esboçar um sorriso
Olhar pro céu e agradecer por cada dia e estar viva
:: escrito em 2002 ::
:: para Adma Verônica Ribeiro Guimarães ::
:: eu ADORO esse texto, é realmente uma pena que eu não tenha conseguido terminar! ::









amanhã tem mais incompletas!
Happy Birthday to You: Raíssa Moraes Baldez

quinta-feira, 9 de julho de 2009

FOTO DA QUINTA-FEIRA

Amigos servem pra isso também: pra tirarem fotos doentes mentais suas (como a foto abaixo) e reigistrá-las para a história!
Valeu pela foto, Andie!


Feliz aniversário procês: Annie (Ananda Karli Loureiro Ferreira), Matt (Matheus Benassuly) e Russo Akasha. Os três são da Família CEFET!
Que venham todoas as festas e felicidades e viotórias procês, seus porras!


bis morgen!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

MERIDIANNE – encontrado em um antigo livro de RPG

“You were the one,
You were my everything.
Never apart,
No one in-between.
Then one day,
When you went your own way,
You felt justified,
And I was mortified.
But today...

You are just a picture
And a thousand memories
Is all I take with me
'Cuz your smile
Is just too much to see.
You're just a thousand memories.

Fantasies, broken dreams,
Reveries, sordid histories.
Following my heart,
Laden with reaction
Without calibration or design.
Committed to a trial,
A life of understanding.”

– Bad Religion, “1000 Memories”





MERIDIANNE
Meus novos companheiros de melancolia
São os cigarros
E também as doses de café quente e amargo.
Eles vieram fazer companhia
À poesia e à solidão
E as lembranças e ao sentimento de sua ausência
Que não se apagou até então.
Me disseram que estou me enganando:
Pode até ser
Mas me sinto mais feliz pensando assim.
Me disseram que é porque nunca gostei de verdade de você:
O que não é verdade,
Já que eu quase morri quando você não me quis mais
Por gostar, por (ainda) gostar tanto de você.
Eu estou aqui, porque resisti e sobrevivi ao final
Aos trancos e barrancos, no piloto automático, às três porradas, nas coxas
Mas resistindo, lutando, vivendo e sobrevivendo.
Me disseram que estou me enganando
E me disseram que é porque eu nunca gostei de verdade de você
Só porque eu descobri que posso ser feliz de verdade de novo sem você
Apesar de sempre me lembrar e nem todas as vezes triunfar
Sobre as crises de lembranças e melancolia
Me deixando em estado de Afasia.
Permanecer resistir sobreviver
Com os sangramentos estancados e ferimentos quase que totalmente cicatrizados.
Eu já posso ver que viver é muito mais!
Mas será que, quando te ver, vou poder dizer isso sem fraquejar, sem pestanejar, sem hesitar e sem gaguejar?
Me disseram que, caso eu consiga, é porque eu estou realmente curado
Caso eu não consiga, o que vai acontecer?
Eu só sei que devo continuar a viver
Talvez melhor do que te falar, seja te demonstrar.
Se descobri que posso ser feliz outra vez
Agora é a vez de aprender a não gostar mais de você
E esquecer você, você que já foi parte de mim uma vez
Esquecer você de uma vez por todas e para sempre!
Refazer e reconstruir conceitos.
Onde estão toda a minha dor e toda a minha tristeza?
Estão arrumando suas malas e limpando a casa
E se preparando para pegar o último ônibus, que ainda não tem hora certa para partir.
A felicidade e a renovação sempre me mandam cartas
Dizendo que vão voltar para morar assim que a casa estiver limpa e vazia,
Com os fantasmas expulsos e os demônios exorcizados.
:: poema incompleto, só pra variar ::
:: escrito em 13, 15 e 18 de agosto de 2005 ::
:: Meridianne: adaptação do nome Meriane, de Meriane Melissa Tarques ::
:: eu ‘tava lendo.... e, baseado em muitos dos versos deste incompleto, acho que foi a partir deste que eu fiz o “Coração Partido Tridestilado”, para a mesma guria, escrito em 07 de abril de 2008 e postado em Muito Mais Postagens Atrasadas, do dia seguinte ::

Músicas de fundo:
“The Unnamed Feeling”, Metallica, St. Anger, 2003
“Esperando na Janela”, Cogumelo Plutão
“Positive Aspect Of Negative Thinking”, Bad Religion, Against The Grain, 1990



A partir de hoje, vou dar um basta na rotina e postar um montão de poemas incompletos que eu achei aqui no meu quarto enquanto procurava um quadrinho pra ler no banheiro – espero que vocês curtam!


Lendo atualmente: O milagre incompreendido – energia nuclear na Alemanha (título original: Das Unverstandene Wunder – Kernenergie in Deutschland), dos doutores Karl Winnacker e Karl Wirtz, traduzido para o português por Gunether Petersen e revisado por Arno Blass, para a Editora Edgard Blücher, em 1978. Este é um dos VERDADEIROS livros de Nerd, devido ao contéudo e a forma que ele é passado. Leiam se tiverem coragem para isso!

DIENSTAG!

Não faz muito tempo até, acabei de chegar da casa do Marcelo Santos de Lima (citado em Mais Postagens Atrasadas – Volume (porra, eu não lembro!)), onde eu tava colocando a conversa em dia com ele não somente sobre as barcas, festas e putadas, mas também sobre nossas vidas acadêmicas e como isso vai influir nos nossos futuros.
Eu ainda fui lá pra UFPA hoje de manhã falar com a (Geórgia) Érica (Amorim Jacob), mas acabou não rolando devido o resto da turma estar lá. Então, de lá da Federal, acabei seguindo lá pra casa do Victor Fenris (i.e.: Pitts – ver Nada Será Como Costuma Ser), colocar a conversa em dia com o pessoal, aproveitando pra dar uma passada lá na casa do Vitor “Morte”, que agora me refiro por Morte-Pela-Cirrose, enquanto ele me chama de Morte-Pela-Azia (termo mais do que apropriado devido minhas últimas mortes em vida citadas e comentadas por aqui), onde ele me aproveitou pra me devolver umas (revistas) MAD e eu ainda peguei uns filmes de terror do ronca pra poder assistir amanhã de manhã, assim que terminar de ver The Videos 1989 - 2004 do Metallica e o The Song Remains The Same, do Led Zeppelin, que o Maurício me emprestou sábado (ver a postagem de ontem).
Eu madruguei baixando umas pornografias e lendo umas HQ’s (as historias do Quarteto Fantástico Millennium – desenhadas por Tyler Kikrham, escritas por Mike Carey e arte-finalizadas por Sal Regla – e dos X-Men Millennium – desenhadas por Salvador Larroca, escritas por Robert Kikrham [isso mesmo, irmão do Tyler, desenhista do Quarteto Millennium] e colorizadas por Stephaine Peru – até que valeram, ao contrário das d’Os Supremos 3, desenhadas pelo brasileiro Joe Madureira, escritas pelo Jeph Loeb [é, o mesmo de Hulk: Cinza e Homem-Aranha: Azul, já resenhadas por aqui] e colorizadas por Christian Lichtner. Maior Merda! Os Supremos 1 e 2, escritas pelo Mark Millar e desenhadas pelo foram do caralho, mas estas últimas, meu irmão....) e isso ferrou comigo, uma vez que eu já tinha marcado com a Érica de nos encontrarmos lá pela Federal hoje de manhã (e ter me esquecido disso, lembrando só lá pelas nove da manhã, quando arrumei enfim coragem pra sair da cama pra dar aquela urinada), ainda mais que a viagem da UFPA à casa do Fenris (que fica em Icoaraci) é não menos do que realmente deplorável...!
Mas o dia fechou bem até... Bati a maior boca com a Raquel e com a mamãe. Não sei quanto a elas, mas isso me fez realmente ganhar o dia.Ultimamente nos temos nos dado muitíssimo bem, obrigado. Mas de alguma forma, teu tenho que lembrar os velhos tempos. De quando eu só falava com elas na hora de discutir seriamente (a ponto de gritar uns com os outros) sobre qualquer bobagenzinha... he, he, he.



Só pra terminar o post:
Na-chan (Ana Victória Pitts Lobato Carneiro), mesmo apesar de você ser uma tremenda mala-sem-alça (tal qual a este que aqui escreve), faça uma boa viagem de ida e de volta do seu curso de canto!!!!!


(i.e.: Dienstag sigfnica Terça-feira em alemão!)

terça-feira, 7 de julho de 2009

[mais uma...] SEGUNDA-FEIRA....

“Festa, direito do cidadão, dever do estado”
– Charlie Brown Jr., Festa”, do álbum Transpiração Contínua Prolongada, de 1997
Só pra começar e só pra variar, ontem o ARRAIAL DO PAVULAGEM foi, no mínimo, no mínimo, no mínimo, MUITÍSSIMO DO CARALHO!
(foto abaixo: eu, Raquel e Lucas)
Ontem foi o domingo que fez mais calor, mas foi o domingo em que eu me diverti mais, dancei mais, curti mais e bebi mais – não durante o cortejo, mas sim quando chegamos na praça e ainda durante e depois do show. Tomara que o Albert, o Ron, a Gerlene e o Russo coloquem logo as fotos n’Orkut preu poder pegar e colocar no blog. Yeah, foi do caralho o Lucas (Pontes) ter ido comigo e ter curtido praticamente tudo também.
(foto abaixo: eu e o Russo, i.e.: o cara que tem que ser creditado pelas duas fotos acima)
Tem muita gente que eu gostaria de ter visto lá. Tem muita gente que eu ficaria imensamente satisfeito em não ter visto por lá (mas a festa é pública, apesar de não gostar, tenho mais é que aceitar e ficar calado, contido em minha própria ignorância). Tem muita gente que me fez realmente ganhar o dia por ter visto por lá, visto quem, pelo visto, uma vez que só consigo ver essas caras conhecidas por lá mesmo – isso serviu pra contrabalançar, ou quebrar a balança, sei lá, as caras que vi por lá. Mas foi fodástico ter visto a tropa do RPG (UFPA e CEFET e afins) por lá, mais a galera do CEFET mais os cachaceiros, os nerds, os desocupados e os pais e mães de família que ainda tenho a sorte e a benção de poder referir-me a eles como amigos.
Que venha o Arraial da véspera do Círio.
Que venha o Arraial do Pavulagem do ano que vem!
Wir werden fertig!

Pois é. Nos dois últimos meses (maio e junho), eu postei praticamente todos os dias destes meses citados. Porém, a corrente quebrou ontem, devido eu ter chegado morto de quebrado, chapado (i.e.: bêbado) e brocado. Resumindo: sem condição alguma de sentar na frente do computador pra postar porra nenhuma.


Ah, se possível, agora de madrugada, de hoje pra manhã, ainda vou tentar ver os DVDs que o Maurício me emprestou quando fui à casa dele sábado à noite – o The Videos 1989 – 2004, do Metallica (ou seja, tem o “One”, do ... And Justice For All, de 1989, até o “Some Kind of Monster”, do St. Anger, de 2003), e o mais do que clássico The Song Remains The Same, dos sagradíssimos Monsters of Rock Led Zeppelin.


Deixa eu ir jantar que é mais lucro!



Bis zu dem fucking nächtzt neuest post!

sábado, 4 de julho de 2009

SÁBADO

Música de fundo: uma das minhas favoritas dos ingleses do Pink Floyd, “On The Turning Away”, do A Momentary Lapse Of Reason, de 1987.

Daqui a pouco vão ser dez horas da manha, e se não fosse a mamãe e a Raquel discutindo como se o mundo estivesse à beira do Armageddon, eu, muito provavelmente ainda estaria dormindo. E eu dormi muito bem essa noite, diga-se logo.
Ontem à tarde, quando fui pegar a digital lá na casa do Lobo (e, pra variar, dei de cara na porta), acabei dando uma passada na casa do Elias (Silva Nascimento), tanto pra colocar a conversa em dia quanto pra ler uns quadrinhos novos, alem de passar as Estranhos no Paraíso (obra comentada na postagem do primeiro dia deste mês) + umas Bone + além duns álbuns completos do Calvin e Haroldo (ver Ser Criança) pra ele.
Ele (Elias) até me emprestou umas HQ’s. porém, as primeiras que eu vou ler são as da nova série da Star Wars, não mais publicada pela Ediouro (como há uns anos atrás, na época do lançamento do Episodio III – A Vingança dos Sith) e sim pela On Line (que, até no começo na década passada, publicou alguns quadrinhos cujo nome não lembro agora). Tanto os desenhos quanto os roteiros são muito bons, não deixando o pique da série cair, ainda mais que tem ligação direta com a cronologia histórica da sextologia (i.e.: dos seis filmes), uma vez que, do jeito que o George Lucas é deveras disciplinado (i.e.: morto de fresco) com a franquia dele, se não estiver de acordo com a série, nem passa, uma vez que é o próprio Lucas que supervisiona tudo.
(música de fundo: – Simon & Garfunkel, “I Am A Rock”, do álbum Sounds of Silence, de 1966)

[falta terminar!]

sexta-feira, 3 de julho de 2009

SEM DOR NA CONSCIÊNCIA......

São seis e alguma coisa da manhã e a porra do download do No Substance (de 1998, cujas letras estão em Bad Religion – No Substance – 1998) do BR, ainda não terminou – ‘tô esperando terminar pra poder ir dormir. Enquanto isso, vou catando por aqui umas pornografias por uns sites que curto bastante. Primeiro cato os links e depois cato as fotos e os vídeos. Louvável, não?!? E ainda dizem que a net num serve pra nada...
(merda, os cigarros que a Raquel me deu terminaram – e eu vou ficar na vontade pra mais um......)
Acho que lá pelas dez, onze da manhã talvez eu deva estar acordando, uma vez que, graças a Deus!, graças a Gaia!, graças a Odin!, já estou de férias (mais do que merecidas) das IES’s onde estudo.
Sem planos pra hoje.
Só comer e dormir.
Hibernar!


08:55:25
“So what should I do now? What should I celebrate?
Given finite means and a penchant to depreciate
How can I still avow and depend upon a state
That cares nothing for my happiness, welfare, or fate?”
– Bad Religion, “To Another Abyss”

Até que ficar sem dormir não é tão ruim assim quanto parece.
Ainda mais que ADORO ler quadrinhos, ainda mais ouvindo uma das bandas que amo, o Bad Religion (agora The Empire Strikes First, de 2004, “Los Angeles Is Burning” – já rolaram, nessa ordem, o No Substance [1998], New America [2000], The Process of Belief [2002] e agora o The Empire... – agora “Let Them Eat War”). Ainda mais cedo eu ‘tava lendo umas coisas do Thor e, antes de começar a digitar esse post, tava lendo as trinta primeiras páginas da (Graphic Novel) Yukon Ho!, da dupla Calvin e Haroldo (eu falei deles na postagem Ser Criança, de do mês passado), que é uma coisa muito do caralho, diga-se logo. (agora: “God’s Love”).
Agora só falta eu arrumar coragem pra sair de casa pra pegar a (máquina fotográfica) digital lá na casa do Lobo (Antonio Diego de Paula Nascimento) pra poder levar pro Pavulagem domingo!
É tãããããããããããããããããããããão bom ler quadrinhos ouvindo aquele som sem dor alguma na consciência, sabendo que coisas mais importantes devem ser feitas, como estudar praquela prova maldita ou seminário fudido ou mesmo fazer algum trabalho acadêmico morto do seu ferrado, sem saber por onde começar o maldito.
Ah, o Pavulagem. Bendito seja o Arraial do Pavulagem. O penúltimo do ano, uma vez que o último será em outubro, na véspera do Círio de Nazaré, e depois só ano que vem...

Yeah, vai deixar saudades.

PRIMEIRO DIA DAS FÉRIAS DAS IES's!

“Chegou a turma do funil
Todo mundo bebe
Mas ninguém dorme no ponto
Ninguém, ninguém dorme no ponto
Nós é que bebemos e eles que ficam tontos

Eu bebo sem compromisso
Com meu dinheiro ninguém tem nada com isso
Há onde houver garrafa, há onde houver funil
Presente estará a turma do funil”
– “A Turma do Funil”
Realmente, apesar da ressaca e da azia violence, foi do caralho ter bebido com alguns dos caras da minha turma da Graduação de Alemão (Hewerton, Emerson, Ronney e Carlas) mais uns de Inglês, cujos nomes não ‘tô lembrado agora! Pra falar a verdade, eu sei que vim com o Hewerton, não sei como e nem que horas, só sei que acordei aqui em casa, um pouco mais cedo, antes de aportar aqui no micro, tanto pra fazer esse post. É uma pena que nem todo mundo da galera estava por lá. Mas... foda-se… foi realmente uma ótima maneira de começar as férias e terminar o semestre acadêmico!
A pior coisa... talvez... foi não me lembrar de como cheguei... Mas, bem, eu cheguei, estou em casa e digitando essa postagem, né?
Vamos ver o que vai rolar nessas férias... E no próximo semestre também.
Galera da 12210 (Letras: Licenciatura em Língua Alemã de 2009) e da 12010 (Letras: Licenciatura em Língua Inglesa de 2009):
Este post é pra vocês.


Feliz anivérsario, Hewerton Luiz Vieira Barros (o papudinho de cara amarrada da foto acima)!



(p.s.: IES’s = Instituições de Ensino Superior)

quinta-feira, 2 de julho de 2009

ESTRANHEZA

“Take my hand I’m a stranger in paradise
All lost in a wonderland
A stranger in paradise
My eyes are shining?
If I stand starry eyed there’s a danger in paradise
For mortals who stand beside an angel like you

I saw your face ascending
Out of the common place and into the rare
Now somewhere out in space I hang suspended
Until I'm certain that there’s a chance that you care

Won’t you answer this fervent prayer
Of a stranger in paradise?
Don't send me in dark despair
From all that I hunger for
But open your angel's arms
To this stranger in paradise
And tell him that he need be
A stranger no more”
– Sarah Brightman, “Stranger In Paradise”

Falando sério agora. Estranhos no Paraíso é uma das melhores revistas de Histórias em Quadrinhos que eu já li está década – e que me foi apresentada pelo amigo Ricardo Wallace Machado Ferreira. Graças ao Edjan (Silva Carvalho, que através deste eu conheci o Ricardo, viva o RPG!), eu consegui ler mais algumas edições. Eu comprei outras e baixei o resto neste link bem aqui.
Estranhos no Paraíso é escrita e desenhada por Terry Moore, e, junto com Bone e Hellboy, dos também estadunidenses Jeff Smith e Mike Mignola, é uma das melhores coisas da década de 1990, considerada a década perdida dos quadrinhos norte-americanos.
A obra conta a história de Katrina Choovanski, vulgo Katchoo, e Francine Peters, e suas paixões, aventuras e desventuras. As duas podiam ser suas vizinhas, suas colegas de escola, as mulheres que esperam o ônibus ao seu lado nas paradas da vida. Mulheres comuns, porem extraordinárias. Com vidas simples, porém extradórdinarias!
É incrível a forma que Moore estuda e trabalha em cima disso, e como isso nos põe em contato tão próximo a elas, permitindo uma intensa e inegável... identificação.
É como se fossem as histórias de nossas vidas, as descrições dos nossos sonhos e esperanças e medos mais intensos e que nos afligem com mais vigor. Se não nos virmos, vemos nossas amigas, irmãs, colegas e até as meninas que enxergamos mas não dirigimos uma palavra sequer a elas.
Leiam Estranhos... Deixem seus corações virem à tona.

Escrito ao som do (álbum) Leitmotiv, das holandesas do Bambix.


Edjan, Ricardo, Thunderbird, Márcio Carvalho – essa é pra vocês!